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Cabelos que são tendência nesse verão

O Correio B+ dessa semana preparou uma espécie de guia de estilo e beleza para apresentar cabelos que são tendência nesse verão para você adaptar ou mudar

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As passarelas sempre dão as pistas do que será tendência quando o assunto é moda e beleza. 

Os salões começam a se movimentar quando falamos de cortes, cores e penteados, sempre de olho em tudo que está sempre apresentado para os fashionistas e seguidores da moda.

Depois das apresentações as opções são inúmeras, e algumas inclusive se repetem.  

O Correio B+ dessa semana preparou uma espécie de guia de estilo e beleza para apresentar cabelos que são tendência nesse verão para você adaptar ou mudar de visual para se sentir ainda mais linda.  

 

Long Bob  

O corte long bob.

Ele consegue une estilo, conforto e praticidade.  

Pixie

O corte pixie é uma tendência em 2022. Ousado e cheio de estilo.,  

 

Com franja

Quer ousar muito no visual? Esse corte de cabelo curto com franja é ideal, seja ela reta, lateral, repicada ou curtinha.  

 

Reto  

Quando unido ao comprimento curto, o corte reto fica super estiloso e bem diferente. Assim, ele se torna um dos preferidos das mulheres...

 

Repicados  

O corte repicado é um clássico! É um dos mais pedidos. No cabelo curto, esse corte consegue ganhar ainda mais destaque.

 

Chanel de bico

Moderno e estiloso, é um dos preferidos dos fashionistas. Com os fios mais curtos na nuca e as pontas da frente mais alongadas, ele alonga o rosto.  

 

Ultraliso

O acabamento liso com aparência bem cuidada e com os fios repartidos ao meio vai caracterizar um dos cabelos tendência da estação.

 

Shaggy hair

Um estilo bagunçado que nos lembra os penteados que faziam sucesso nos anos 1970.  

 

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Coluna Entre Costuras e CuLtura: quando a collab vira estratégia

No Brasil, o movimento ganha força quando influenciadores deixam de ser apenas vitrines e passam a atuar como coautores ou, no mínimo, como signos culturais que legitimam uma coleção.

26/04/2026 15h00

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz Foto: Divulgação

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Se antes as colaborações eram um recurso pontual de marketing, hoje elas se consolidam como uma estratégia poderosíssima de vendas. Mais do que produto, a collab virou estratégia e talvez seja esse o seu maior valor.

Não por acaso, vemos um boom de parcerias que atravessam não só marcas, mas também personas. No Brasil, o movimento ganha força quando influenciadores deixam de ser apenas vitrines e passam a atuar como coautores ou, no mínimo, como signos culturais que legitimam uma coleção.

É o caso da colaboração entre Silvia Braz e Riachuelo, que reforça um fenômeno interessante: a estética aspiracional traduzida para o fast fashion. Silvia não entrega apenas roupa entrega estilo. O closet da influenciadora vira estratégia de marca, e o resultado é previsível (e eficaz): desejo imediato e prateleiras esvaziadas.

Mas há um ponto mais profundo nessa equação: a collab não gera valor apenas para marca e influenciadora ela também reposiciona a experiência de consumo para o público.

No caso de Silvia e Riachuelo, há um acesso claro a uma moda com códigos mais sofisticados, normalmente associados a um circuito mais exclusivo, agora traduzidos em preço e escala. É a sensação de pertencimento a um universo mais aspiracional, sem a barreira tradicional de entrada.

E é justamente aí que entra uma das engrenagens mais eficientes e menos discutidas das collabs: a construção de uma certa exclusividade calculada. Drops limitados, sensação de urgência e peças que desaparecem rápido criam a impressão de raridade, mesmo dentro de uma lógica de produção em escala.

Não se trata exatamente de exclusividade no sentido clássico, mas de uma escassez coreografada, que transforma acesso em conquista e acelera o consumo.

No eixo celebridade + marca, o exemplo de Amir Slama e Jade Picon (já na terceira edição) mostra outro caminho: a continuidade. Em vez de um drop isolado, a collab vira plataforma. Jade não é só rosto é extensão de lifestyle, ajudando a reposicionar o olhar sobre a marca.

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia BrazCollab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz - Divulgação

Já no cenário internacional, a parceria entre H&M e Stella McCartney (e tantas outras ao longo dos anos) consolidou um modelo híbrido que poderíamos chamar de “fast fashion de luxo”. Aqui, o valor está na democratização simbólica: comprar não apenas uma peça, mas um fragmento de capital de moda.

Esse mesmo raciocínio aparece em collabs mais “inesperadas”, como Farm com Matte Leão ou ainda a união entre Farm e Dengo, que mistura moda e gastronomia com forte carga de brasilidade. Nessas interseções, o produto quase se torna secundário: o que se vende é experiência, identidade e pertencimento.

Porque, no fundo, collabs são sobre isso: criar comunidades temporárias. Quando duas marcas (ou uma marca e um influenciador) se encontram, somam não apenas públicos, mas universos simbólicos. E é nesse cruzamento que mora o desejo e essa sensação de novidade, conexão e exclusividade. 

Mas há um ponto de atenção: nem toda parceria sustenta valor no longo prazo. Collabs precisam ser episódicas, com começo, meio e fim, caso contrário, deixam de fortalecer a marca e passam a substituí-la.

Talvez seja esse o maior desafio da moda atual: equilibrar a velocidade das parcerias com a construção de identidade. Porque, entre costuras e cultura, uma coisa é certa, a collab só funciona quando costura algo maior do que roupa.

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia BrazRenner em collab com a influnciadora de moda Livia - Divulgação

Dicas práticas para não perder (nem se perder):

Acompanhe redes sociais e newsletters das marcas, ative notificações para drops e, principalmente, filtre pelo seu repertório, porque, na era das collabs, comprar tudo é impossível, mas escolher bem virou posicionamento.

@gabrielarosastyle

 

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Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero?

A Dra. em psicologia Vanessa Abdo fala sobre o assunto na coluna desta semana

26/04/2026 14h30

Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero?

Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero? Foto: Divulgação

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A justiça deve decidir com quem fica um pet após a separação de um casal? Para alguns, isso soa como exagero. Para outros, é o reconhecimento de um vínculo legítimo. Nos últimos tempos, a chamada guarda compartilhada de animais de estimação tem provocado debates intensos e dividido opiniões.

Existe um argumento frequente de que "é só um animal" e que o sistema judiciário não deveria se ocupar disso. Mas essa visão ignora uma transformação importante: os pets passaram a ocupar um lugar afetivo central nas famílias. Eles não são mais acessórios da vida doméstica. São presença, companhia e, muitas vezes, parte da estrutura emocional de quem cuida.

Por outro lado, também é preciso cuidado para não romantizar tudo. Quando a justiça entra em cena, geralmente é porque o diálogo já falhou. E, em muitos casos, o pet deixa de ser apenas um vínculo afetivo e passa a ser instrumento de disputa. Não é sobre o bem-estar do animal, mas sobre quem "ganha" a relação. E isso, sim, é preocupante.

A questão talvez não seja se é exagero ou não, mas o que nos trouxe até aqui. Por que adultos não conseguem construir acordos sobre algo que envolve cuidado? Por que o conflito precisa escalar a ponto de exigir intervenção jurídica? Essas perguntas dizem mais sobre a qualidade das relações do que sobre o papel da justiça.

Reconhecer a importância emocional dos pets é um avanço. Transferir para o judiciário a responsabilidade de mediar vínculos afetivos pode ser um sinal de que ainda temos dificuldade em sustentar conversas difíceis e acordos maduros.

No fim, não se trata apenas de quem fica com o animal. Trata-se de como lidamos com o fim, com o outro e com aquilo que construímos juntos.

E talvez a pergunta mais honesta seja: estamos preparados para assumir, de forma adulta, os vínculos que escolhemos criar?

Vamos desatar esses nós?

@vanessaabdo7

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