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Capa B+: Entrevista exclusiva com a Chef carioca Mariele Horbach nossa nova colunista do Correio B+

"A coluna PANELANDO NO B+ será leve, divertida, e quero que tenha muita participação do público. Estou muito feliz!". A Rainha dos Botecos de São Paulo estreia ao lado de convidados especiais com receitas deliciosas.

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Mariele Horbach é Chef do Grupo Hungry, holding do setor de alimentos. Fora da cozinha, é também empresária, mãe e esposa. Nascida na cidade de Encantado no interior do Rio Grande do Sul, ela mora em São Paulo, e hoje, aos 39 anos, é sócia – proprietária com seu marido André Silveira de uma rede de bares/botecos que reverenciam a cultura e boemia carioca na capital paulista onde administra e assina todos os cardápios das casas.

“Se você quer abrir o seu próprio negócio, invista, tenha paciência e resiliência. Na maioria das vezes, o começo não é fácil, mas quando os resultados começam a aparecer, toda a dedicação passa a valer a pena”. Leonina com espírito de liderança, a Chef conhecida como a Rainha dos Botecos de São Paulo, usa da sua profissão e posição como uma mulher toda de botecos para proporcionar algo de positivo na vida das pessoas, seja gerenciando carreiras ou histórias de vida.

“Uma das minhas maiores satisfações e que me inspiram todos os dias, é de ter a certeza que a consequência de tudo isso é a felicidade de quem frequenta os meus bares, dos funcionários que trabalham comigo e tudo mais que eu puder proporcionar inspirando e incentivando outras pessoas com o minha história e trajetória que construo um pouco todos os dias, eu sou realmente grata e isso me dá a certeza de que estou no caminho certo”.

A Chef carioca estreia sua coluna de gastronomia no Correio B+ - Panelando no B+ hoje, e em estrevista exclusiva ao Caderno ela fala sobre sua escolha pela culinária, ser empreendedora, linha licenciada e o que vamos ver em sua coluna do jornal que você poderá assistir em nosso canal do YouTube, Portal e Redes Sociais.

A Chef  Mariele Horbach é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Daniele Akime - Diagramação Denis Felipe e Denise Neves  

CE - Mari, quando você descobriu a culinária?
MH -
Eu acho que eu não descobri a culinária, eu fui descoberta por ela.
Comecei muito cedo! Sou descendente de italianos e vim de uma família do Rio Grande do Sul, e lá a gente já, desde pequena, aprendia a cozinhar, fazer pão, fazer bolo... Então muito nova tive contato com a cozinha, tipo cinco, seis anos, eu ficava na cozinha com a minha avó, com a minha mãe, e a culinária sempre esteve dentro das nossas raízes. As meninas aprendiam a cozinhar muito cedo aonde eu morava, então, eu tive que aprender a cozinhar, a mexer no fogão. Meus pais trabalhavam, minha irmã também tinha que trabalhar, e eu tinha que me virar...

CE - Quando decidiu que cozinhar e empreender seria o seu caminho?
MH -
Aos 18 anos, quando eu cheguei no Rio, comecei a ser inserida nesse meio de restaurante da minha irmã e da família dela, e eu vi que essa era uma grande oportunidade da minha vida, talvez a única naquele momento, que era empreender, cozinhar, então, eu tinha que ir.

Eu sempre brinco que, na minha vida, dificilmente, tudo que acontece, eu nunca tenho um plano B, por isso, eu me agarro tanto no plano A e tenho que fazer certo sempre, porque não existia o meu plano B, e foi a oportunidade que eu vi ali também, de empreender, cozinhar e de mudar de vida, crescer e ser alguém. Á partir do momento que eu fui inserida nesse meio de restaurante, eu falei, “Essa é a minha chance!”. Ou eu agarro e faço uma cápsula dentro dela e não deixo escapar, ou eu não sei o que vai acontecer. Então, eu agarrei com todas as minhas força!


CE - Cozinhar e empreender sempre caminharam juntos? 
MH -
Sim, cozinhar e empreender sempre caminham lado a lado! Como eu já tinha esse know-how de bar e restaurante da família da minha irmã, quando eu cheguei no Rio de Janeiro, essa sementinha já estava plantada em mim, eu não tinha como não cuidar de umas das áreas mais importantes de um restaurante que é a cozinha. Então, como eu falei anteriormente, eu vi como uma oportunidade de mudar de vida e de crescer. Como eu já dominava essa área da cozinha, eu já tinha entendido que esse era o meu dom, minha paixão, e o que eu gostava de fazer.

Quando eu cheguei em São Paulo e montei meu primeiro restaurante com o André, meu sócio e marido, e como ele ficava boa parte do tempo fora na agência (ele é publicitário e trabalhava em agência nessa época) eu assumia o Garota da Vila inteiro, da cozinha ao administrativo, ambos ficavam nas minhas mãos.

Cheguei a contratar um chef de cozinha porque eram inúmeras coisas para resolver, mas felizmente ele não certo, porque aí mais uma vez estava a oportunidade de uma me aprofundar na cozinha e na culinária da qual sou a responsável até hoje em todos os meus bares que são um sucesso, até porque, mais uma vez eu só tinha o plano A para executar na minha vida, e mais uma vez deu certo!

Mari recebeu convidados em sua estreia na coluna PANELANDO NO B+ - Foto: Glauco Epov

CE - Como é ser mulher é dona de bares? 
MH -
Eu deixo sempre muito claro que é uma grande honra poder levantar essa bandeira em ser uma das pioneiras de ser não dona de bar, mas sim dona de boteco. Eu de fato coloquei a cara de ser dona de botecos raíz mesmo, com aquela essência botecão.

Eu acho que as pessoas notam o meu orgulho de defender essa bandeira que eu quero levantar a bola e dizer para fazermos esse movimento das donas de botecos, mas que estejam de fato à frente, não apenas de figuração e acho que eu sou a pessoa que está levantando a bandeira e falando que é muito legal ser dona de boteco. O Grupo Hungry tema minha cara, porque são quatro botecos que fazem parte dele, e eu tenho orgulho e sou muito grata por tudo!

CE - Qual é o segredo dos seus cardápios? 
MH -
Bom, quem chega em qualquer um dos meus botecos, você vê muito da minha identidade e do André (meu marido e sócio), você de fato vê a gente ali, e esse é o segredo, é toda essa essência, a comida afetiva, as receitas de família como a carena assada e o sanduíche feito com ela também “inventado” pelo meu filho mais velho José.
No cardápio dos botecos do Grupo Hungry estão a nossa verdade, identidade e personalidade, é esse o segredo.

CE - Porque a escolha da cultura carioca?
MH -
Porque fui morar no Rio de Janeiro muito nova, aos 10 anos e o André sendo carioca não tinha como a gente não escolher a cultura carioca. E nós não somos tipo carioca, a gente é carioca de verdade. Tudo em nossos botecos são carioca raiz, o carioca do subúrbio, temos em nossas casas elementos do subúrbio, da zona sul onde o André morava também. É a nossa verdade, essência e personalidade, do cardápio, a ambientação até o tratamento com nossos clientes que viram nossos amigos.

Mari no Bar Jobim, um dos botecos cariocas do Grupo Hungry - Foto: Glauco Epov

CE - Entre os pratos nos botecos o que é mais pedido e porque?
MH –
Os clássicos são os mais pedidos como: Osvaldo Aranha, Picadinho Carioca, Vinícius de Moraes e Filé à Francesa, nossos carros chefes. As pessoas entram no nosso bar falando que veio só pra experimentar o Osvaldo Aranha dos nossos botecos, porque ele é muito famoso e muito divulgado também. O prato que a gente mais vende de fato é o Osvaldo Aranha, mas isso também se aplica para o cardápio clássico carioca.

CE - Os botecos viraram uma holding, como foi esse processo? 
MH –
Os botecos se tornaram uma holding pela necessidade de profissionalização e amadurecimento, onde à partir de agora vão vir mais bares e projetos. Foi assim que o Grupo Hungry nasceu, porque dentro dele temos não só os botecos, mas também produtos.

CE - O que mais gosta de cozinhar?
MH –
O que eu mais gosto de cozinhar é comida salgada, principalmente as comidas de boteco, as comidas do Rio de Janeiro. O doce é algo que me deixa desconfortável, mas estou mudando isso, saindo da minha zona de conforto e deixando acontecer, me desafiando porque sei fazer inúmeras coisas ou absorvo muito rápido aquilo que me é pedido ou proposto, mas eu adoro mesmo é fazer pratos salgados. Mas quem sabe na próxima entrevista eu tenho mudado de ideia (risos).

Mari em gravação com a apresentador Amaury Jr - Foto: Divulgação

CE - Como é conciliar a vida de empresária, mãe, Chef...
MH -
Pra mim é tudo muito orgânico, e é tudo uma mistura que pra mim não é difícil. As pessoas que me veem, minhas amigas, as pessoas de fora me perguntam como eu dou conta, mas eu respondo que é o meu dia a dia e os meus filhos fazem parte de todo esse processo também, eles estão sempre com a gente. Pra mim é muito orgânico eu conciliar essas coisas. Claro que tem dias que o filho fica doente, minhas ajudantes faltam e os dias ficam mais pesados, mas eu estou tão acostumada com isso, eu não divido isso em áreas diferentes da minha vida, e tudo está linkado e aí parece ser fácil.

CE - Porque Rainha dos Botecos?
MH –
 A Rainha dos Botecos começou como uma brincadeira, e depois que eu comecei a ter mais de um bar as minhas amigas começaram a falar:”Llá vem a rainha”, e aí começou com essa identidade de Rainha dos Botecos. E eu gostei da ideia porque como eu disse, quero levantar a bandeira de ser dona de boteco como eu sou, e assim ficou e imprimiu essa identidade e virou agora minha marca pessoal, a Rainha dos Botecos de São Paulo.

Cozinhando com o apresentador Edu Guedes - Foto: Divulgação

CE - Como foi esse lançamento da sua primeira linha de produtos? 
MH –
Foi mais uma coisa na vida que eu nunca pensei que fosse acontecer assim como foi. Nunca pensei que eu fosse ter uma linha de tiaras, que é uma marca minha desde a infância. É muito apego e memória afetiva, porque eu uso desde que pequena.

Está sendo muito gratificante e emocionante ter uma linha com o meu nome e de algo que faz parte da minha história. Estar ao lado de uma empresária como a Fernanda Fernandes CEO da Ellos Semijóias é ver nascer uma parceria linda da qual tenho orgulho e admiração e temos muitos planos futuros. Então assim, é inexplicável falar sobre essa linha de produtos licenciados, é muito mais do que eu sempre sonhei.

CE - O que podemos esperar da sua coluna no Correio do Estado?
MH -
Gente, vocês podem esperar tudo de melhor! Vai ser muito legal, vai ser muito maravilhosa o Panelando com o B+ dentro do Caderno B+. Vou fazer pratos, mas teremos também dicas, segredos para você reproduzir com fidelidade na sua casa.

A ideia é que a coluna seja leve, espontânea e com a participação de todos vocês, SEMPRE! Além disso, vou cozinhar algumas vezes com convidados que também trarão suas dicas e receitas para fazermos todos juntos. Então as expectativas para a coluna são as melhores e eu estou muito feliz e animada. Obrigada Correio do Estado pela parceria, que seja de longa data e que todos gostem e fiquem felizes como eu estou.

Mari e André Silveira, sócio e marido recebem o apresentador Ronnie Von e a esposa Cris em um de seus botecos o GAROTA DA VILA - Foto: Divulgação

CE - Planos para 2024?
MH -
Meus planos para 2024 é que eu fortaleça ainda mais a minha imagem como Chef, mulher e dona de boteco, mas também como mulher à frente de boteco com força e orgulho. E eu quero cada vez mais inspirar mais mulheres a irem em frente e acreditarem como eu.

Que o Grupo Hungry cresça e sua expansão se concretize e eu só posso agradecer 2023. E aproveito para agradecer também ao Correio do Estado pela oportunidade de parceria que pra mim é uma alegria imensa entrar o ano ao lado de vocês.

Mari ao lado da também empresária Fernanda Fernandes em lançamento da sua primeira linha de produtos licenciadas com a Ellos Semijoias - Foto: Divulgação

 

Em gravação da coluna no Pocketstudio - Foto: Divulgação

 

Com os filhos José e Francisco em campanha de Dia das Mães - Foto: Glauco Epov

 

Moda Correio B+

Coluna: Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro

Em um mundo acelerado, o luxo começa a valorizar o tempo lento.

17/05/2026 14h30

Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro

Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro Foto: Divulgação

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Por muito tempo, o luxo foi um território de certezas. Couro exótico, brilho raro, exclusividade quase intocável, símbolos de um imaginário que parecia imune ao tempo. Mas, como toda construção cultural, o luxo também envelhece. E, agora, ele é chamado a se reinventar.

A provocação do filósofo Gilles Lipovetsky ecoa com força: “há uma missão política que o luxo precisa assumir”. Não se trata apenas de estética ou status, mas de responsabilidade. O luxo, que sempre aspirou à eternidade, começa a confrontar uma contradição essencial: não há permanência possível quando os próprios recursos que o sustentam estão em risco.

Um exemplo emblemático é a bolsa de crocodilo. Antes ápice do desejo, hoje carrega um peso simbólico desconfortável. A consciência ambiental deslocou o olhar do consumidor, não basta mais possuir, é preciso saber de onde vem, como foi feito, quem foi impactado. O objeto de luxo deixou de ser apenas objeto: tornou-se narrativa.

Essa mudança não é superficial. Ela redefine o próprio valor. Se antes a raridade bastava, agora ela precisa ser ética. Se antes o acabamento importava, hoje a origem ganha protagonismo.

Nesse cenário, a artesania ressurge com potência não como nostalgia, mas como resposta contemporânea. O feito à mão, o saber transmitido, o tempo investido: tudo isso passa a representar não apenas qualidade, mas verdade.

Há algo de profundamente simbólico nisso. Em um mundo acelerado, o luxo começa a valorizar o tempo lento. Em uma lógica de produção em massa, ele volta a reconhecer o gesto individual. Em meio à artificialidade, busca autenticidade.

Mas não nos enganemos: essa transformação não é apenas espontânea, ela é também pressionada. Consumidores mais informados, crises ambientais visíveis e uma cultura cada vez mais crítica obrigam o setor a se reposicionar. O luxo, que sempre ditou tendências, agora precisa escutar.

Lipovetsky alerta: um luxo que destrói ecossistemas compromete o próprio futuro que pretende habitar. É uma frase que ultrapassa a moda e toca em algo mais amplo, a sustentabilidade como condição de existência, não como diferencial.

Nesse novo cenário, o luxo deixa de ser apenas um marcador social para se tornar um campo de escolhas morais. Comprar passa a ser um ato com implicações culturais, ambientais e políticas.

Talvez estejamos assistindo ao surgimento de um novo tipo de desejo. Um desejo menos ligado à ostentação e mais à coerência. Menos ao excesso e mais ao significado.

Entre costuras e cultura, o luxo segue sendo espelho do seu tempo. E, ao que tudo indica, o tempo agora exige mais do que beleza: exige consciência.

Abaixo darei dicas de como você pode consumir com mais consciência:

  1. Leia a etiqueta (de verdade): vá além do “made in”. Busque informações sobre origem da matéria-prima e cadeia produtiva.
     
  2. Prefira o artesanal: peças feitas por pequenos produtores ou ateliês carregam história, duram mais e têm menor impacto.
     
  3. Questione materiais exóticos: couros raros ou peles exigem atenção redobrada quanto à procedência e sustentabilidade.
     
  4.  Valorize a longevidade: luxo hoje é o que permanece, escolha peças atemporais, reparáveis e de alta durabilidade.
     
  5. Apoie marcas transparentes: empresas que comunicam seus processos tendem a ser mais responsáveis.
     
  6. Considere o second hand: brechós de alto padrão e plataformas de revenda prolongam o ciclo de vida de peças de luxo.
     
  7. Cuide do que já tem: manutenção, reparo e conservação também são atos de consumo consciente.

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação

O Ás de Espadas anuncia um período de clareza em que a mente se torna afiada para cortar ilusões e sustentar decisões firmes com discernimento e confiança. É hora de usar a razão para superar obstáculos emocionais e tomar as rédeas da situação.

17/05/2026 12h30

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação Foto: Divulgação

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A semana se abre sob um céu que pede menos pressa e mais precisão. Enquanto Marte ingressa em Touro e desacelera os impulsos em favor da construção mais lenta e paciente, o Ás de Espadas surge como o Arcano da Semana para cortar excessos, dissipar ruídos emocionais e trazer clareza às decisões.

No Tarô, o Ás de Espadas representa o instante em que a mente finalmente atravessa a névoa. É a lâmina da verdade, da lucidez e das escolhas conscientes.

E essa energia conversa diretamente com a configuração astrológica atual: se Marte em Touro exige estratégia, constância e segurança material, o Ás de Espadas oferece o discernimento necessário para entender onde vale a pena investir tempo, energia e emoções.

Sob essa influência, somos convidados a abandonar atitudes impulsivas e agir com inteligência prática. O céu favorece revisões financeiras, reorganizações na rotina e conversas importantes capazes de redefinir acordos, relações e prioridades.

Aquilo que antes parecia confuso tende a ganhar forma por meio de diálogos mais honestos e de uma percepção mais racional sobre o que realmente sustenta os desejos e planos para o futuro.

Ao mesmo tempo, o Sol em Gêmeos amplia a circulação de ideias e cria pontes entre razão e adaptação. O contraste entre a firmeza taurina e a curiosidade geminiana faz desta uma semana poderosa para negociações, aprendizados e novas estratégias.

O Ás de Espadas entra justamente como mediador dessa dinâmica: ele corta ilusões, mas também abre caminhos. Mostra que palavras bem colocadas podem destravar situações paradas e que decisões inteligentes têm mais força do que reações precipitadas.

Esta é uma semana para pensar antes de agir, planejar antes de acelerar e confiar mais na consistência do que na ansiedade pelos resultados imediatos. O Ás de Espadas lembra que toda grande transformação começa primeiro na mente no instante em que enxergamos com clareza aquilo que merece permanecer e aquilo que precisa ser deixado para trás.

O Ás de Espadas traz uma forte onda de energia mental e intelectual, marcando o início de uma nova forma de pensar. Você pode estar à beira de um avanço importante ou de uma percepção que muda completamente a forma como enxerga o mundo, permitindo mais clareza e objetividade. “A verdade vos libertará.”

Também é possível que uma compreensão repentina surja, trazendo luz a um problema que antes parecia confuso e, finalmente, revelando o caminho à sua frente.

Veja este arcano como um sinal de incentivo: sua mente está em pleno movimento de expansão. Você se encontra mais aberto a novas ideias, aprendizados e experiências capazes de ampliar seu conhecimento e transformar a maneira como se expressa no mundo.

Este é um momento de metanoia: uma transformação profunda da mente e da forma de enxergar a vida. Antigos padrões, crenças e pensamentos deixam de fazer sentido, abrindo espaço para uma nova consciência.

Mais do que uma simples mudança, a metanoia representa um despertar interno, a coragem silenciosa de abandonar o que limita para abraçar uma versão mais verdadeira de si mesmo.

O Ás de Espadas revela que este é um excelente período para iniciar projetos que exijam intelecto, comunicação e força mental. Há uma tendência maior à clareza de pensamento, ao surgimento de insights importantes e ao desejo de desenvolver habilidades ligadas ao conhecimento.

Você pode sentir inspiração para iniciar um curso, aprimorar sua comunicação, desenvolver a oratória ou se dedicar a atividades que desafiem sua mente e ampliem sua visão de mundo.

O Ás de Espadas também aponta para conquistas no campo intelectual e acadêmico, favorecendo aprovações, bons resultados em avaliações importantes, reconhecimento pelo próprio desempenho e a conclusão bem-sucedida de etapas marcantes, como uma graduação, pós-graduação ou concurso. 

Como em todas as cartas do naipe de Espadas, o Ás de Espadas simboliza poder, mas um poder que exige consciência. A espada é uma lâmina de dois gumes: ao mesmo tempo em que pode abrir caminhos, revelar verdades e construir novas possibilidades, também pode ferir, romper e destruir.

Sua mensagem é clara: todo poder carrega responsabilidade. Caberá a você decidir de que forma utilizará essa força mental, escolhendo entre agir com sabedoria e discernimento ou deixar que o ego, a impulsividade e a agressividade assumam o controle.

Este arcano pede firmeza emocional, clareza de pensamento e maturidade para compreender como suas palavras, decisões e atitudes impactam não apenas a própria vida, mas também aqueles ao seu redor. A verdadeira força do Ás de Espadas nasce quando inteligência e consciência caminham juntas, colocando o poder a serviço do crescimento, da verdade e do bem maior.

O Ás de Espadas também incentiva a busca pela verdade e pelo senso de justiça. Este arcano revela coragem para enfrentar desafios, defender ideias e encarar situações com clareza e determinação. Em outras palavras, você está pronto para a batalha e o Ás de Espadas anuncia a possibilidade de conquista após a luta, especialmente quando há firmeza, discernimento e honestidade em suas ações.

O Ás de Espadas também simboliza a recuperação do poder pessoal e a capacidade de retomar o controle da própria vida. Como todo Ás, anuncia um novo começo, um momento de despertar, clareza e renovação interior.

Seu poder pessoal se assemelha a uma espada ainda guardada na bainha, esperando para ser revelada. Quando você reconhece aquilo que realmente o fortalece, torna-se capaz de transformar a própria energia, deixando para trás a postura de vítima e assumindo o papel de protagonista da sua história.

O Ás de Espadas corta padrões mentais limitantes e rompe estados de confusão ou estagnação. Sua luz intensa ilumina a consciência, desperta a autoconfiança e favorece decisões mais firmes e conscientes. Este arcano convida você a assumir o comando da própria vida e seguir adiante com lucidez, coragem e clareza mental.

No amor, o Ás de Espadas traz clareza emocional, sinceridade e diálogos importantes. A carta pode incentivar o afastamento de pessoas ou padrões tóxicos, abrindo espaço para relações mais verdadeiras e saudáveis.

Para quem está solteiro, indica a possibilidade de um novo vínculo baseado em transparência. Já nos relacionamentos, pede honestidade para resolver conflitos e enfrentar verdades necessárias para o fortalecimento da conexão.

O Ás de Espadas no trabalho representa clareza mental, novos começos intelectuais e o poder da razão. Ele indica um momento excelente para colocar projetos complexos em prática, assumir liderança ou iniciar uma nova oportunidade que exigirá foco, estratégia e comunicação clara.

O Ás de Espadas pode indicar o início de uma nova fase profissional marcada por desafios estimulantes, aprendizado e trocas intelectuais enriquecedoras. Este é um período favorável para desenvolver habilidades, compartilhar ideias e seguir com clareza os objetivos que deseja alcançar.

A carta também pode representar um novo trabalho, uma promoção ou qualquer oportunidade capaz de expandir sua visão e deixar sua mente ainda mais aguçada.

No campo financeiro, o Ás de Espadas pede clareza e racionalidade para tomar decisões, cortar excessos e identificar oportunidades com coragem e discernimento.

O Ás de Espadas representa o poder das suas palavras e comunicação, incentivando você a falar sua verdade e defender aquilo em que acredita. Abrace os novos começos que vêm com o Ás e deixe que isso te inspire a seguir em frente com confiança e propósito. Confie no seu poder pessoal e use-o com sabedoria para alcançar seus objetivos. Com o Ás de Espadas, a vitória está ao alcance.

Uma mão poderosa segura a espada reluzente. Faíscas crepitam de sua lâmina. A Espada representa sua vitalidade, força vital e poder pessoal. A espada é coroada. Isso simboliza que, quando você compreende seu poder, se torna apto para governar sua vida.

Você é o Rei ou Rainha do seu próprio mundo, investido com a autoridade divina para torná-lo tão bem-sucedido quanto ousar. As montanhas simbolizam as grandes alturas que você vai alcançar, se decidir agir.

Um ramo de oliveira balança do lado esquerdo da coroa. Isso simboliza que sua vida vai parecer mais tranquila quando você agir. Isso parece contraintuitivo para nossos medos, que nos dizem para evitar coisas que possam causar estresse. No entanto, a turbulência interna vem da evitação do confronto, não da responsabilidade.

Um ramo de palmeira adorna o lado direito da coroa. As palmeiras são primordiais, resistentes e robustas. Eles podem suportar calor semelhante ao deserto e furacões torrenciais. O ramo de palmeira simboliza sua resiliência. Você pode suportar muito mais do que pode estar se dando crédito.

Hoje, um novo começo bate à sua porta. Não se prenda ao passado nem se perca no que ainda está por vir. Seu poder pessoal vive no presente, no agora.

Direcione essa energia para o lugar da sua mente onde nascem a clareza, a coragem e as decisões que podem transformar sua vida. “A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.” (Albert Einstein)

Que o Ás de Espadas inspire você a enxergar com clareza, agir com coragem e confiar mais na força das próprias escolhas. Afinal, toda grande transformação começa no momento em que decidimos pensar e viver de uma nova forma.

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão

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