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Capa da semana B+: Entrevista exclusiva com a psicóloga e apresentadora Pamela Magalhães

"Sou uma Psicóloga incansável pela conscientização da saúde mental. Reconhecer transtornos é tão necessário quanto não nos resumirmos a eles".

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À frente do podcast Parece Terapia, a psicóloga  Pamela Magalhães ((CRP 06/88376) transformou conversas íntimas em um fenômeno de audiência. Em menos de um ano, o programa recebeu artistas e influenciadores em encontros de entrega rara.

O episódio com o ator Cássio Scapin, por exemplo, ultrapassou a marca de 2,5 milhões de visualizações, superando até o número de acessos da conversa com Whindersson Nunes, que chegou a ser destaque no Fantástico. “A primeira coisa que digo é: ‘Fique tranquilo, eu cuido de você’. E é de verdade”, explica Pamela, que vê na escuta um gesto de acolhimento capaz de atravessar barreiras.

A ideia do podcast nasceu da vontade de mostrar que, por trás da fama, todos compartilham dores, medos e aprendizados. “São temas delicados, mas quando trazidos por pessoas com visibilidade, acabam tornando a saúde mental mais acessível e possível de ser discutida. Se esse projeto já serviu para salvar uma única vida, eu já me dou por feliz.”

O caminho até aqui foi traçado com autenticidade. Pamela começou escrevendo em um blog sobre comportamento e saúde emocional. Os textos repercutiram e abriram espaço para convites na televisão, onde consolidou presença desde os 27 anos. “Sentia-me realizada ao perceber que, por meio de palavras, reflexões ou intervenções, eu poderia contribuir para a reconciliação do outro consigo mesmo.”

A escolha pela psicologia veio quase como um destino natural. “Minha mãe era psicóloga, e, embora as pessoas frequentemente sugerissem que eu seguisse essa profissão, percebi que me sentia naturalmente inclinada a ela. Inicialmente, cursei jornalismo, mas não completei o curso. No entanto, a psicologia se apresentou como um chamado, e nela me encontrei plenamente.”

Hoje, além do podcast, Pamela está à frente do Psi App, plataforma de atendimento psicológico 24 horas com profissionais de diferentes especialidades e valores acessíveis. A iniciativa nasceu da percepção de que ainda há um longo caminho para democratizar o acesso à saúde mental no Brasil. “Embora haja avanços na superação de tabus e estigmas, ainda é necessário intensificar os esforços para promover a psicoterapia também como prática preventiva.”

A psicóloga também se destaca como palestrante. Tem levado reflexões sobre saúde emocional a diferentes públicos no Brasil e fora dele.

“Estou em turnê com a minha palestra pelo Brasil e pelo mundo. Estou indo para Portugal agora em outubro, e no ano que vem para os Estados Unidos — Orlando e Miami. Estou muito realizada. Feliz por ver o aplicativo crescer, com mais sessões, empresas se envolvendo, oferecendo esse benefício aos colaboradores.”

De podcasts a palcos internacionais, Pamela Magalhães construiu uma trajetória em que a psicologia não fica restrita ao consultório. Ela atravessa telas, microfones e fronteiras, sempre com a mesma proposta: oferecer um espaço seguro para que histórias possam ser ditas — e ouvidas.

A psicóloga e apresentadora Pamela Magalhães é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação
Diagramação: Denis Felipe - Por:Flávia Viana

CE - Como foi o começo de tudo? Você teve duas formações. Sentia que era uma vocação?
PM -
 “Eu sou filha de cuidadores, mãe psicóloga, pai médico, numa estrutura familiar em que meus pais sempre trabalharam muito, e eu nasci uma pessoa curiosa pela vida, pelas pessoas, e com ímpeto de ajudar. Então fui aquela criança salvadora dos animais, aquela criança que se infiltrava na conversa dos adultos em casa, e quando eles se davam conta que tinha uma criança lá, já era tarde demais.

Eu já tinha aconselhado as amigas da minha mãe, já tinha dado pitaco nas histórias dos amigos. As manhas das dinâmicas humanas sempre foram algo bastante precoce na minha ótica, na minha percepção e no meu interesse.

Eu sempre tive muita facilidade de comunicação. Fiz teatro muito cedo, sempre gostei de falar, falar com pessoas, escrever textos, sempre me interessei muito em tudo que dizia respeito a conteúdos de comunicação. Cheguei até a mandar mensagem para redações, revistas da época, Capricho, Atrevida, dizendo que eu poderia responder às dúvidas dos leitores.

E até certa vez uma redatora-chefe me respondeu dizendo que bom que eu tinha esse desejo e que eu crescesse, estudasse, porque com 13, 14 anos não seria possível eu fazer isso.

Prestei jornalismo, mesmo todos em casa apontarem que eu tinha tudo pra fazer psicologia, pela minha capacidade de escuta, de interesse no outro, de ajudar as pessoas a se ajudarem. Mas minha mãe já era psicóloga e eu não imaginava que eu pudesse ser também.

No meio da faculdade de jornalismo muitas coisas aconteceram, meus pais separaram, eu deprimi, e no meio disso tudo um namoradinho que via a minha situação fez escondido a minha inscrição pro vestibular de psicologia. Resumindo, eu acabei prestando, passando, deixando o jornalismo no meio e migrando pra psicologia.

E me encontrei completamente. Sempre amei compreender as dinâmicas, a história do ser humano, o quanto as origens, os mecanismos, as lealdades impactam nas escolhas, no comportamento, nas atitudes, na omissão e nos caminhos.

Eu poderia ser qualquer coisa. Poderia ser advogada, pipoqueira, frentista, química. Mas ainda assim eu seria psicóloga, porque a psicologia está em mim.”

CE - Você foi pioneira na comunicação com o grande público. Houve preconceito? Existiam tabus?
PM -
 “Eu comecei a perceber que além de psicóloga clínica talvez eu pudesse fazer algo mais. A comunicação gritava muito forte em mim.

Então comecei a desbravar o universo da internet numa fase em que ninguém falava disso. Fui uma das primeiras, se não a primeira, psicóloga a fazer lives. Eu faço live há 14 anos. Semanalmente.

Começou no YouTube, depois Facebook, depois Instagram, depois voltei pro YouTube. Entrei nas redes sociais quando fazer isso era um total absurdo.

Eu fui muito criticada e atacada por isso. Primeiro quando comecei na TV, com pouquíssimo tempo de formada. Depois quando fui pras redes sociais. Hoje todos aqueles que me atacavam também estão ali. Assim é a vida.”

CE - Você pensa em levar o Parece Terapia para a TV aberta ou para o streaming?
PM - 
“É um grande sonho. Não só no sentido da minha realização como criadora, mas porque estamos carentes de conteúdos assim.

Se a saúde mental vira lei, que maravilha seria se as pessoas valorizassem mais conteúdos como esse. O Parece Terapia poderia estar na TV aberta ou no streaming.”

CE - O que te inspira atualmente — e o que ainda te desafia?
PM -
 “O que mais me inspira são as histórias das pessoas. Eu nunca deixei de atender. Sou clínica, vou fazer 20 anos de carreira clínica. Hoje atendo menos porque viajo muito, tenho palestras, cursos, parcerias, outros braços de trabalho, mas continuo com meus pacientes, alguns de 15, 17 anos de atendimento.

O que me inspira são as vidas, as partilhas, a forma como as pessoas tecem suas histórias. E também o meu mergulho em mim, na minha própria terapia, no meu desenvolvimento do autoconhecimento, na maneira como lido com minha família, com minha filha, com minha mãe, com meus lutos, dores e desafios. Nada faz a gente crescer mais do que estar conectado com a própria vida.”

A psicóloga e apresentadora Pamela Magalhães é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação
Diagramação: Denis Felipe - Por:Flávia Viana

CE - Você fala muito sobre amor-próprio, autoestima, leveza e equilíbrio. O que mudou com a maturidade?
PM - 
“O que eu falo é o que eu desenvolvo, estudo e pratico comigo. Muito mais do que minhas formações, é meu processo comigo mesma. Eu fui uma pessoa com muitas questões de autoestima e amor-próprio. Desde os 16 anos faço terapia. Quanto mais cedo a gente olha pras feridas, melhor. Quanto mais conscientes somos, mais aproveitamos a vida. Com o tempo eu fui entendendo minhas feridas, me acolhendo mais, ficando mais próxima da minha criança. Isso libertou a mulher que existe em mim.”

CE - A sociedade ainda é dura com as mulheres em relação à aparência. Esse tema entra nas suas palestras?
PM -
 “A aparência é a primeira coisa que a gente vê, mas é a última coisa que importa. Um cartão postal sem mensagem não vale nada. O que faz a diferença é o que tem dentro. Eu tento levar as pessoas a entrarem nas suas camadas, honrarem sua história, reconhecerem suas entranhas. O que não se compra é o que há de mais valioso: tempo, carinho, bons encontros, pessoas especiais.”

CE - Qual é sua missão nesse universo da comunicação e do entretenimento?
PM - 
“Minha missão é lembrar as pessoas sobre elas mesmas. Lembrar que não dá pra controlar o que está fora, mas dá pra gerenciar o que está dentro. Lembrar que ninguém pode desistir de si. Que a história ainda não acabou. Transbordar amor em tudo que eu faço. Tornar a vida das pessoas um pouquinho melhor. O mundo está frio demais. A gente adoece por falta de amor, escuta, amparo e empatia.”

CE - Como surgiu o Parece Terapia?
PM -
 “Veio depois do Coração Peludo. Achei que precisaria de alguém pra falar com os convidados, mas percebi que esse contato precisava ser meu. Até hoje sou eu quem fala com os artistas. Muitos me procuram. Eles entendem que ali podem mostrar vulnerabilidades, facetas que nunca mostraram. O projeto deu muito certo, muito rápido, e eu tenho um orgulho absurdo dele.”

CE - Como você concilia casamento e carreira?
PM -
 “O universo foi parceiro e meu marido veio trabalhar comigo. Meu trabalho não me cansa. Ele é natural. Eu nunca fiz roteiro, nunca estudei pauta. Vem de mim.”

CE - Ser mãe era um sonho?
PM - 
“Ser mãe foi um sonho realizado com muito suor. Foi uma luta enorme. Eu nunca negociei esse sonho. Fui mãe aos 39 anos. Não há nada no mundo que desenvolva mais o ser humano do que a maternidade.”

CE - Existe uma fórmula para o sucesso?
PM - 
“A gente precisa sonhar, mas precisa fazer. Reclamar não leva a lugar nenhum. Eu lutei muito. Já cheguei a desistir porque não tinha pacientes. Nunca me acomodei.”

CE - Você é uma mulher de fé?
PM -
 “Sou uma mulher de muita fé. Converso com Deus todos os dias. A fé somada ao autoconhecimento é a chave para tudo. Nada é mais reparador do que a paz de consciência.”

Música

Na UFMS, Ney Matogrosso recebe o título de doutor honoris causa

Honraria reconhece trajetória de um dos maiores artistas da música brasileira e marca início de três dias de intensa programação cultural voltada à juventude na UFMS

25/03/2026 09h00

Arquivo

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A abertura do Festival da Juventude 2026, marcada para amanhã, às 19h30min, promete entrar para a história do evento ao prestar uma das mais altas homenagens acadêmicas ao cantor e performer Ney Matogrosso.

O artista receberá o título de doutor honoris causa durante cerimônia realizada na Cidade Universitária da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, em um momento que une arte, reconhecimento institucional e diálogo entre gerações.

A entrega da honraria integra a programação oficial do festival, que ocorre entre quinta-feira e sábado, e deve atrair estudantes, artistas e o público em geral. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos a partir das 17h30min no Teatro Glauce Rocha, local onde será realizada a solenidade.

O momento simboliza o encontro entre a universidade pública e a cultura brasileira em sua forma mais potente. Ao reconhecer Ney Matogrosso, a UFMS destaca a relevância de sua obra, assim como também o impacto social e político de sua trajetória.

O título de doutor honoris causa é a mais alta distinção concedida por instituições acadêmicas a personalidades que contribuíram de forma excepcional para o desenvolvimento da sociedade, das artes e do pensamento.

Ao longo da história, essa honraria foi atribuída a nomes que transformaram suas áreas de atuação – e, no caso de Ney, a escolha dialoga diretamente com uma carreira marcada pela ruptura de padrões e pela constante reinvenção.

Natural de Bela Vista, no interior de Mato Grosso do Sul, o artista construiu uma trajetória que ultrapassou fronteiras geográficas e culturais.

Sua origem sul-mato-grossense adiciona um significado ainda mais especial à homenagem e aproxima o público local de uma figura que ganhou projeção internacional sem perder a conexão com suas raízes.

Desde a década de 1970, quando despontou como vocalista do grupo Secos & Molhados, Ney Matogrosso se destacou por sua capacidade de transformar o palco em um espaço de experimentação estética e liberdade de expressão.

Em um período marcado por repressão política no Brasil, sua presença artística desafiava normas e abria caminhos para novas formas de manifestação.

Com figurinos ousados, maquiagem marcante e performances carregadas de teatralidade, o artista redefiniu o papel do intérprete na música popular brasileira. Sua voz aguda e singular, aliada a uma presença cênica intensa, rapidamente o consolidou como um dos nomes mais inovadores de sua geração.

Ao seguir carreira solo, Ney expandiu ainda mais seus horizontes artísticos. Seu repertório transita por diferentes gêneros e estilos, sempre marcado pela liberdade criativa e pela recusa em se limitar a rótulos.

Essa postura o transformou em um símbolo de autenticidade e resistência, características que continuam a inspirar artistas e públicos até hoje.

Ao longo das décadas, sua trajetória dialogou com temas fundamentais como identidade, corpo, sexualidade, política e liberdade – questões que permanecem centrais nas discussões contemporâneas, especialmente entre os jovens. É justamente essa conexão que torna a homenagem no contexto do Festival da Juventude ainda mais significativa.

A escolha de conceder o título durante o evento reforça a proposta do festival de promover encontros entre diferentes gerações. Ao celebrar um artista que desafiou convenções e abriu caminhos, o FestJuv estabelece um elo entre o passado, o presente e o futuro da cultura brasileira.

A cerimônia seguirá o protocolo acadêmico tradicional, com sessão solene, leitura da resolução que concede o título, entrega do diploma e discurso do homenageado. 

NOITE DE ABERTURA

Após a outorga do título, Ney Matogrosso permanece no palco do Teatro Glauce Rocha para uma apresentação em formato de palestra-show. A atividade será conduzida por Febraro de Oliveira e Isabê, dois jovens participantes do festival, para promover o diálogo intergeracional.

Nesse formato, o artista compartilha histórias de sua trajetória, reflexões sobre o fazer artístico e interpretações de canções que marcaram sua carreira.

A proposta é criar um ambiente mais próximo e intimista, no qual o público possa conhecer o artista e o pensamento por trás de sua obra.

A apresentação aposta na simplicidade estética: vestido de preto e sem grandes adereços, Ney conduz o encontro com a presença cênica que o consagrou.

Entre relatos e performances, o público acompanha um percurso que atravessa décadas da cultura brasileira.

A programação da noite de abertura não se limita à cerimônia. Também nesta quinta-feira, o público poderá acompanhar a abertura da Vila das Letras e o show da Orquestra Indígena com participação da MC Anarandá, no Palco Livre, localizado na Praça da Juventude, em frente ao teatro.

Essas atividades marcam o início de três dias de intensa circulação cultural dentro da universidade, que se transforma em um espaço de convivência, criação e troca de experiências.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

No sábado e domingo, o Festival da Juventude apresenta uma programação diversa, que inclui oficinas formativas, palestras, espetáculos, mostras de cinema, debates, batalhas de rima, concursos literários e concurso de cosplay.

Entre os destaques nacionais estão a psicanalista Maria Homem, a escritora indígena Geni Nuñez e o cantor Chico Chico, responsável pelo show de encerramento.

O festival também abre espaço para artistas locais, como Circo do Mato, Teatro Imaginário Maracangalha, Jackeline Mourão, Cia Pisando Alto e Karla Coronel, promovendo a valorização da produção cultural regional.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além de proporcionar o acesso à cultura, o evento também tem como proposta incentivar jovens a desenvolverem sua expressão criativa por meio de diferentes linguagens.

As oficinas formativas abrangem áreas como literatura, audiovisual, tecnologia e poesia falada. Com vagas limitadas e certificação, as atividades proporcionam contato direto com profissionais atuantes no mercado.

Para o produtor e curador do evento, Febraro de Oliveira, essa dimensão é essencial. “As oficinas transformam o festival de palco em laboratório.

Enquanto os shows oferecem inspiração e visibilidade, as oficinas oferecem processo e aprofundamento. Elas deslocam o jovem da posição de espectador para a de criador”, destaca.

OFICINAS

Entre os destaques está a oficina Em Cena, a Ação, conduzida pela atriz Shirley Cruz, que compartilha experiências acumuladas ao longo de mais de 25 anos de carreira no cinema e na televisão.

Outro nome importante é o cineasta Joel Pizzini, responsável pela oficina de roteiro cinematográfico, que propõe uma reflexão sobre o processo criativo no cinema.

Na literatura, a escritora Monique Malcher conduz uma oficina de escrita criativa, enquanto Vinicius Barbosa aborda a mediação de leitura. E a multiartista Alessandra Coelho ministra oficina de slam, destacando a poesia falada como ferramenta de expressão e resistência.

NOVA GERAÇÃO

A programação musical também destaca novos talentos. Um dos principais nomes é Chico Chico, que apresenta o show Let It Burn – Deixa Arder.

O repertório mistura influências de blues, folk, milonga e música popular brasileira, além de releituras de clássicos. A apresentação marca uma fase mais madura do artista, combinando tradição e contemporaneidade.

>> Serviço

Festival da Juventude 2026

Local: Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande.
Data: de 26 a 28 de março.
Abertura: amanhã, às 19h30min, no Teatro Glauce Rocha.
Entrada gratuita.

Mais informações:
Site: festjuv.com.br/2026.
Instagram: @festivaldajuventudems.

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (25)

25/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes - escritor brasileiro

"Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala”.

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada fiscalização que realiza e posta em suas redes sociais, torna-se alvo de saraivada de ataques, inclusive dos seus colegas da Câmara Municipal de Dourados. Persistente, ela anda se desviando das minas espalhadas em cada órgão público que visita para constatar se os serviços estão indo ao encontro do que a população quer. Ela verifica, inclusive, o que teria sido varrido para debaixo do tapete. A realidade, dizem, é que há aqueles que desejam tirá-la do páreo de voos mais altos. Vai saber...

Diálogo

Eclético

O deputado Paulo Duarte está buscando novo rumo e, assim, deve deixar o PSB para se filiar, ao que tudo indica, no PSDB. O parlamentar tem trajetória partidária um tanto quanto extensa em sua vida política. Ele foi filiado ao PT.

Mais

E, inclusive, integrou o “núcleo duro” da administração petista em MS. Saiu do PT em 2016 e migrou para o PDT. Mas não durou muito, pois logo mudou de sigla, filiando-se ao MDB. Posteriormente, buscou abrigo no PSB e agora consta que estaria indo para o PSDB. Ufa!

DiálogoDr. Afonso Simões Corrêa, que está participando do programa de residência médica em Oncologia Clínica na USP, em São Paulo

 

DiálogoFlávia Ceretta

Eu juro!

O governador Eduardo Riedel jurou por todos os santos e arcanjos que não conversou sobre política com Lula, quando ele esteve em Campo Grande. Disse que o diálogo entre eles foi sobre, em suas palavras, “investimentos no Estado; falei para ele a respeito da rota bioceânica, da necessidade de manter o aporte para o acesso; conversamos do êxito da concessão, que foi uma delegação de parte das rodovias federais, e também de projetos que estão na Casa Civil e devem ser enviados ao Senado para aprovação da CAE, aqueles 200 milhões de dólares, que temos 50 de contrapartida”. Então, tá...

Palanque

A ministra Simone Tebet bateu o martelo com Lula e trocará MDB, seu partido por três décadas, pelo PSB, cuja figura mais ilustre é o vice-presidente Alckmin. Ela disputará uma das vagas ao Senado, mas por São Paulo, estado com maior colégio eleitoral do País, para “fazer palanque” para o lulismo. Em sua trajetória política em Mato Grosso do Sul foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora.

Recuo

Com a reta final da janela partidária e algumas definições para composição de chapas e, até mesmo, interesse de alçar outros voos, políticos decidiram fazer análise mais detidamente do cenário eleitoral. Assim, já se verifica certa disposição de algumas pré-candidaturas serem mantidas. Uma delas seria a da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). Ela teria cogitado até se filiar ao Novo para disputar o Senado. Porém...

Aniversariantes

Elaine Batista de Oliveira,
Alfredo Zamlutti Júnior,
Lauane Braz Andrekowiski Volpe Camargo,
Vilmar Vendramin,
Andréa Elizabeth Ojeda,
Clelia Casanobas Pereira,
Ilda Vilalba Lima,
Aline de Oliveira Silva,
Cicero Pucci,
Antônio Fernandes Teixeira,
Constantinos Mastroyannis,
Goro Shiota,
Izaura Saad do Amaral,
José Aparecido Miguel,
Luis Adolar Camargo Kieling,
Paulo Ricardo Sbardelote,
Darci Rocha Rodovalho,
Elcimar Serafim de Souza,
Marizeth de Faria Molina,
Eva Lefreve,
Miguel Cherbakian Primo,
Amaury D’Anunzio de Miranda Leal,
Eduardo Orsi Abdul Ahad,
Dra. Janete Lima Miguel,
Dr. Sidney Valieri,
Pércio de Andrade Filho,
Ana Carolina Correia,
Adelino Augusto Arakaki Martins,
Maria Neusa de Souza,
Thomaz Lipparelli,
Cristiane Iguma Câmara,
Bertildes Oliveira de Abreu,
Rose Mary Monteiro,
Joaquim Alcides Carrijo,
Luis Antonio de Oliveira,
Wagner Dagoberto Baptista,
Osmar Marques do Amaral,
Aparecido Camazano Alamino,
Alceu Roque Rech,
Zely Vieira Recalde,
Antônio Vladimir Furine,
Hélio Aldo dos Santos,
Magdalena Ferraz Baís,
Roseny Rodrigues Nogueira,
Maria Pereira Motta,
Leôncio de Souza Brito Filho,
Dr. Carlos Benigno Tokarski,
Nilza Maria Coutinho,
Maria Helena Pinheiro,
Zulmira de Freitas,
Nilton Nantes Coelho,
Arialú Paula Nogueira,
José Ernesto de Souza Faria,
Gabriel Meudau Lemos,
Marilda Coelho Lima,
Otávio Otaviano da Silva Pereira,
Maria Emília da Silva,
Pedro Paulo Gentil,
Dirceu Teixeira Nogueira,
Mirna Gonçalves,
Geraldo Carvalho Corrêa,
Nilson Arantes,
Altagno Sandin Bacarje,
Dilma Alvarenga da Silva,
Agenor de Figueiredo,
Fábio da Costa Rondon,
Maria Aparecida Barros de Moura,
Lodemir Cânepa Penajo,
Carlos Augusto Melke,
Taís Oliveira Pena,
Cristina de Melo Hamana,
Assis Alves Pimenta,
Allan Kardec Victor Hugo dos Santos,
Juliene Aparecida da Silva Gomes,
Wanir Maria Gasparetto da Silva,
Edilson Carlos Araujo de Oliveira,
Dayselene de Lara,
Anuncia Gimenes Ayala,
Antonio da Silva,
José Mário Facioli,
Gustavo Kiotoshi Shiota,
Everton Santos Garcia,
Edmilson Amaral da Rosa,
Carlos Uechi,
José Antonio Amaral Camargo,
Milton de Souza Leite,
Rodrigo Fernandes Ramos,
Silvia Aparecida da Silva Rocha,
Eloisa Fernandes dos Santos,
Ademir Gonçalves da Silva,
Thamara Silva Dauzacker Furlan,
Andreia Gomes Gusman,
Guilherme Coppi,
Rubens José Franco Cozza,
Silvania Gobi Monteiro Fernandes,
Márcio José da Cruz Martins,
Cenise Fatima do Vale Montini Jonson,
Dianary Carvalho Borges,
Carlos Eduardo Tedesco Silva,
Douglas Tiago Campos,
Katiussia Ribeiro Vieira,
Nelma Ortolan Franzim,
Sara Rosane Barcelos Moreira,
Luciane de Araújo Martins,
Everton Armôa Martos,
Humberto Dauber,
Carlos Henrique Suzuki,
Vicente Martins,
Quirino Areco

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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