Correio B

Diálogo

Chama atenção curiosidade relacionada as eleições desse ano. As 24 cadeira... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (25) e domingo (26)

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Ileides Muller, poeta de ms

"Quero voltar ao começo de onde fui arrancada pela mão firme do tempo. Lá ficou meu prelúdio”.

Felpuda

Chama atenção curiosidade relacionada as eleições desse ano. As 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de MS estarão sendo disputadas por quatro ex-presidentes e por outro que entregará o cargo, reeleito ou não, no final deste ano. Além disso, também estão na fila como pré-candidatos dois ex-governadores. Para o Parlamento estadual os ex-dirigentes Londres Machado, Paulo Corrêa, Junior Mochi, Jerson Domingos e o atual Gerson Claro. Isso, além dos ex- governadores André Puccinelli  e José Orcírio. Vai vendo...

Foto: Freepik

Um curso online e gratuito, com 100 vagas e financiamento da União Europeia, vai oferecer ferramentas de combate à desinformação. Trazido ao Brasil pelo Centro Universitário Integrado de Campo Mourão, o curso “Democracia, Europa, Extremismo de Extrema-direita: Neutralizando Perigos” será ministrado de 6 de julho a 8 de agosto, e as inscrições já estão abertas no site defend.grupointegrado.br. O corpo docente é composto por doutores com experiência internacional e pesquisadores do Brasil, Portugal, Rússia, Itália e África do Sul, que abordarão temas como a regulação das Big Techs, a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o papel da ciência no combate à desinformação. As aulas serão ministradas no período noturno e em outros idiomas terão tradução simultânea. No final, haverá emissão de certificado.

Valéria Masson Coimbra e José Roberto Lima - Foto: Arquivo pessoal

 

Lele Burnier - Foto: Bruno Ryfer

Farpas

O deputado federal Luiz Ovando, que flanava tranquilo no PP, não está nada satisfeito com a entrada no partido do seu colega Dagoberto Nogueira. Os dois já andaram trocando farpas quando do ato de filiação do ex-tucano. Tudo por uma questão, digamos, de identidade política que, na trajetória pública, deixa marcas profundas. No caso dos dois parlamentares, dizem que nenhum faltou com a verdade. 

Disfarce

O fato é que os dois parlamentares têm queda para a esquerda e somente estão em legenda de centro-direita por uma questão de conveniência e sobrevivência política, como atestam alguns de seus correligionários. Luiz Ovando iniciou sua vida pública no PPS , e depois de tentativas infrutíferas para conquistar um mandato, mudou de posição, filiando-se ao antigo PSL, da direita conservadora, enquanto Dagoberto “reinou” muitos anos no PDT, sigla de esquerda.

Porta de Entrada

O Rio de Janeiro concentrou quase um em cada quatro turistas internacionais que vieram ao Brasil no primeiro trimestre de 2026. Foram 884.535 desembarques, o equivalente a 23,65% do total, consolidando o estado como principal porta de entrada do país. O volume representa crescimento de 19% em relação a 2025.

Aniversariantes

Sábado (18)

Pedro Pedrossian Neto;
Bruna Chinaglia Maiolino Baruta;
Luiz Octávio Pinho;
Johnny Weise Khouri;
Ana Claudia Diniz Duim;
Alvarina Cardoso da Silva;
Edite Higa Guenka;
Mário Whately Thompson;
Dr. Júlio César Fanaia Bello;
Laerson Barbosa dos Santos;
José Richarles Brum;
Diego Soares dos Santos;
Marivanda Inez Rodrigues Pereira Eilert;
Wilian Parava de Albuquerque;
Luiz Carlos Spengler;
Silvia Rocha Pereira da Silva;
Armindo Antonio da Silva;
José Vamberto Alves;
Lauri Floro dos Santos;
Vera Lúcia Lhanos;
Luiz Edison Schneider;
Ana Paula Albuquerque dos Reis;
Adriana Pereira da Silva Bretan;
Marcelo Henrique Lessonier;
Fernando Wollmann;
Isa Maria Aquino Ratier;
Beatriz Bertoncelo;
Dr. Arlindo Seiki Nakasone;
Marcelo Pimentel Duailibi;
Carlos Alberto de Jesus Marques;
Haroldo Cavalcante Fagundes;
Dr. Marcelo Antonio Cotrim Ferro;
Ricardo Teixeira Albaneze;
Marta Recalde Lino;
Afonso Carneiro Pinheiro Filho;
Rosana Marckert de Paula Ribeiro;
Mariana Prado;
Nicole Arguelho Cardenas;
Tatiana Sena Borgo;
Wagner Luiz Figueiredo da Silva;
Willian dos Santos Peruzzo;
Sílvia Calarge;
Dr. Carlos Augusto Guimarães de Lima;
Maria Elza da Cruz;
Aline Satsiko Andrade Teruya;
Ismara da Silva Dib;
Elza da Costa Moraes;
Emily Cardoso Arima;
Natália Mangiolardo Martins;
Dr. Ailton Cabral Duarte;
Dr. José Gomes Filho;
Dra. Waldomira Martins Virgilio;
Alfredo Figueiredo;
Yayoi Tomouti Shigematsu;
Ana Paola Morales;
Maria Dalva de Souza Figueiredo;
Viviani Moro;
Marisa Mieko Matsumoto;
Mário Mori;
Fabricio Marcos Shimabukuro;
Roberto Akira Kojima;
Dirceu Vicente Rossettini Costa;
Tânia Regina Luzardo de Souza Sichinel;
Adenir Fatima Ruzzon;
Gustavo Henrique Zanella;
Stéphani Saraiva Campos;
Antonio Hoscher;
Ida Maria Crisci Manzano;
Luciane Morimatsu Zaidan;
Eulália Josédna Nery Ayach;
Marco Petry Laureano Leme;
Paula Miyasaki;
Renata Egito Barbosa;
Erika Helena Kikuchi;

Domingo (19)

Carmen Cestari;
Célia Márcia de Arruda Leandro;
Gabriela Além Straliotto;
Alcidema Severino da Silva (Cici);
Kátia Keiko Harasaki Shiraishi;
Maria Alice Borges;
Pedro Luiz Gonçalves Antunes;
Selma de Pinho Pieri;
Arnaldo Seiji Fujita;
Cândida Rodrigues de Moraes Pereira;
Cirene Alves da Silva;
Giordana Martins Stefanello;
Aurelio Fagundes de Oliveira;
Clayton Alves Ferreira;
Natasha Sainz Gonzalez;
Teresa Raquel Filippi Gomez;
Carlos Clementino Moreira Filho;
Lino Iahnn Cardoso;
Júlia de Oliveira;
André César Molina Teodoro;
Maria Aparecida Rocha Simei;
Tânia Regina dos Santos Machado;
Dr. Flávio Renato Rocha de Lima;
Cândida Pereira da Rosa;
Nilza Maria de Barros;
Ana Lúcia Rocha;
Nilda Peixoto dos Santos;
Elton Amaral da Rosa;
Jorge Setsuo Kowata;
Regina Maura Ramos Câmara;
Maurício Pereira Fernandes;
Alda Nunes Chamarro;
Dalva Maria Silva Martins;
Maria da Graças Silva;
Maria Nilda Cavalcante Rangel;
Claudemir Rivarola;
Eliana Cesar Silveira;
Edgard Fernandes da Rocha;
José Luiz Campos Leite;
Maria de Oliveira Nunes;
João Elesbão de Souza;
José Soares Rodrigues;
Kawata Hiraoki;
Leopoldo Garcia;
Manoel Gonçalves Neto;
Neuza Vieira Guerra;
Marta Helena Bego;
Eleandro Aranega;
Norma Viana da Silva Pólvora;
Shayene Diniz Rezek;
Dr. Joel Martins Garcia;
Christofer Fedritti;
João Humberto Nogueira Chaves;
Maira Araújo de Almeida Mendonça;
Luciene Mara Varela Cunha;
Nelson Rodrigues de Oliveira;
Edna da Silva Santos;
Luis Alberto Safraider;
Edson de Almeida;
Emerson Borher Guimarães;
Angela Maria Lelis Spada;
Kely Tamazato;
Hilda Balbino Giacomolli;
Luci Mara Tamisari Areco;
Marline Kalache Correa Lima;
Neuri Luiz Pigatto Filho;
Antônio Álvaro Pereira Jobim;
Fátima Francisca Catanante;
Sonia Aita Isquierdo;
Rodrigo Rafael Peloi;
Fábio Edmilson Hirata;
Osvaldo Gonçalves Troche;
Roberto Holzhausen;
Suzana Bambokian;

Colaborou Tatyane Gameiro

SAÚDE E PREVENÇÃO

Testes genéticos ajudam a identificar predisposições e possíveis tratamentos para o câncer

Apesar de apenas entre 5% e 10% dos casos oncológicos estarem diretamente associados a mutações genéticas herdadas, testes genéticos ajudam a identificar predisposições e possíveis tratamentos

23/04/2026 08h30

Testes genéticos clínicos têm ganhado espaço como ferramentas de apoio à medicina personalizada

Testes genéticos clínicos têm ganhado espaço como ferramentas de apoio à medicina personalizada Freepik

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Será celebrado no sábado, o Dia do DNA, data que reforça a importância da genética na compreensão das doenças e na construção de estratégias de cuidado mais eficazes.

Nos últimos anos, a oncologia passou por uma transformação significativa com a incorporação de testes genéticos capazes de identificar predisposições hereditárias ao câncer.

Embora representem um avanço importante, esses exames ainda levantam dúvidas e exigem cautela na interpretação, especialmente fora do contexto clínico.

A ideia de que o câncer é, em grande parte, hereditário ainda é um equívoco comum. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que apenas entre 5% e 10% dos casos estão diretamente associados a mutações genéticas herdadas.

A maioria dos tumores surge a partir de uma combinação de fatores, como envelhecimento, exposição ambiental, alimentação, sedentarismo e hábitos como o tabagismo. Ainda assim, quando presentes, as alterações genéticas podem ter impacto relevante na forma como a doença é prevenida, diagnosticada e tratada.

Nesse contexto, os testes genéticos clínicos têm ganhado espaço como ferramentas de apoio à medicina personalizada. Diferentemente dos testes de ancestralidade, populares entre o público geral, esses exames são desenvolvidos com foco específico na saúde e seguem critérios rigorosos de indicação.

“É essencial entender que nem todo teste genético disponível no mercado tem utilidade clínica. Muitos exames vendidos diretamente ao consumidor trazem informações limitadas e não devem ser interpretados sem orientação médica”, explica a geneticista Luissa Hikari Hayashi Araujo.

ALTERAÇÕES GENÉTICAS

A indicação para a realização de testes genéticos voltados à oncologia geralmente está relacionada ao histórico familiar. Casos de câncer em parentes próximos, especialmente em idades precoces ou em padrões recorrentes, podem indicar a presença de síndromes hereditárias.

Nesses cenários, a investigação genética permite identificar mutações específicas que aumentam o risco de desenvolvimento de determinados tumores.

Entre os exemplos mais conhecidos estão alterações nos genes BRCA1 e BRCA2, fortemente associados ao câncer de mama e ovário. Mulheres portadoras dessas mutações, por exemplo, podem apresentar risco significativamente maior ao longo da vida, o que justifica estratégias diferenciadas de acompanhamento.

A identificação dessas alterações permite uma abordagem mais individualizada. Pacientes com predisposição genética podem iniciar exames de rastreamento mais cedo, realizá-los com maior frequência ou adotar medidas preventivas específicas.

Em alguns casos, inclusive, são consideradas intervenções cirúrgicas profiláticas, sempre com avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.

Além da prevenção, os testes genéticos também têm papel importante na definição do tratamento. A oncologia de precisão utiliza informações moleculares para orientar terapias mais direcionadas, aumentando as chances de resposta e reduzindo efeitos colaterais desnecessários.

Em tumores associados a mutações específicas, o conhecimento do perfil genético pode abrir caminho para o uso de medicamentos-alvo, que atuam diretamente nas alterações identificadas.

Apesar dos avanços, especialistas reforçam que predisposição genética não é sinônimo de diagnóstico. Ter uma mutação não significa, necessariamente, que a pessoa desenvolverá câncer.

Da mesma forma, a ausência de alterações identificáveis não elimina completamente o risco. Isso ocorre, porque muitos fatores envolvidos no surgimento da doença ainda não são totalmente compreendidos pela ciência.

Outro ponto importante é que os testes disponíveis atualmente não conseguem detectar todas as mutações possíveis. Existem variantes genéticas cujo significado ainda é desconhecido, classificadas como “variantes de significado incerto”.

Nesses casos, não é possível afirmar se há aumento real do risco, o que exige acompanhamento contínuo e reavaliação conforme novos estudos surgem.

ACONSELHAMENTO GENÉTICO

A expansão dos painéis multigênicos – exames que analisam simultaneamente diversos genes – tem ampliado a capacidade de investigação, mas também trouxe novos desafios. Quanto maior o volume de informações, maior a necessidade de interpretação especializada.

Resultados mal compreendidos podem gerar ansiedade, decisões precipitadas ou até tratamentos inadequados.

Por isso, o aconselhamento genético se tornou etapa fundamental no processo. Antes e depois da realização do exame, o paciente deve ser orientado sobre as possibilidades, limitações e implicações dos resultados.

Esse acompanhamento ajuda a transformar dados técnicos em informações compreensíveis e úteis para a tomada de decisão.

A oncogenética integra o cuidado multidisciplinar, reunindo médicos, geneticistas e outros profissionais de saúde para oferecer uma avaliação completa. O foco está em considerar não apenas o resultado do exame, mas também o contexto clínico, histórico familiar e perfil individual de cada paciente.

DEBATE ÉTICO

Além do aspecto técnico, a popularização dos testes genéticos levanta questões éticas e sociais. O acesso a essas tecnologias ainda não é uniforme e, muitas vezes, está restrito a centros especializados ou à rede privada.

Ao mesmo tempo, a oferta de testes diretos ao consumidor cresce rapidamente, nem sempre acompanhada de informação de qualidade.

Esse cenário reforça a necessidade de educação em saúde. Compreender o que um teste genético pode – e o que não pode – revelar é essencial para evitar interpretações equivocadas. A genética oferece possibilidades importantes, mas não substitui hábitos saudáveis nem elimina a necessidade de acompanhamento médico regular.

Na prática, a prevenção do câncer continua baseada em pilares bem estabelecidos. Alimentação equilibrada, prática de atividade física, controle do peso, redução do consumo de álcool, abandono do cigarro e realização de exames de rotina são medidas que impactam diretamente na redução do risco.

Mesmo em indivíduos com predisposição genética, esses fatores desempenham papel relevante.

A tendência é de que, nos próximos anos, a genética continue avançando, com testes mais precisos, acessíveis e integrados à prática clínica. Novas descobertas devem ampliar a compreensão sobre os mecanismos do câncer e abrir caminho para estratégias ainda mais eficazes de prevenção e tratamento.

Até lá, especialistas são unânimes em um ponto: a genética deve ser vista como uma aliada – e não como uma sentença.

Quando bem utilizada, pode antecipar riscos, orientar decisões e salvar vidas. Mas, para isso, precisa estar sempre acompanhada de conhecimento, contexto e responsabilidade.

Diálogo

A tal história que CPI ou CPMI sabe-se como começa e não como termina, mos... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (23)

23/04/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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George Bernard Shaw - escritor irlândes

"O homem sensato adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Sendo assim, qualquer progresso depende do homem insensato”.

Felpuda

A tal história que CPI ou CPMI sabe-se como começa e não como termina, mostra que está ultrapassada no Brasil atual. As duas que foram instaladas, para apurar o grande duto que sugou bilhões do dinheiro dos aposentados e a do crime organizado, não deram em nadica de nada. Forças não tão ocultas entraram em campo, impediram a prorrogação, a votação de requerimentos de nomes e sobrenomes ligados aos poderes e fizeram outras manobras que avalizaram a continuidade da vida nabebesca que essa turma levava antes dos escândalos. E é vida que segue...

Inovando

A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul iniciou cooperação inédita com a Civitatis e a Storm Education para qualificar o trade e ampliar a presença de MS no mercado internacional. 

Mais

Como parte da ação, será realizado no próximo dia 28, às 14h ( MS), o webinar “Inovação e experiência no turismo: o idioma inglês como diferencial competitivo”. Informações: turismo.ms.gov.br.

DiálogoFoto: Divulgação/Luciano Candisani

Até o final do próximo mês de maio, a exposição de fotografias Água Pantanal Fogo estará em cartaz no prestigiado Museu da Ciência, em Londres. As imagens do Pantanal que fazem parte da mostra são de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, sob curadoria de Eder Chiodetto. Exibida no Reino Unido pela primeira vez como parte de sua turnê internacional, Água Pantanal Fogo integra a Temporada Cultural Reino Unido/Brasil 2025-26, organizada pelo British Council e pelo Instituto Guimarães Rosa. A exposição é gratuita, revelando a frágil beleza do Pantanal, a maior área úmida do mundo, e as ameaças à sua rica vida selvagem.

DiálogoDra. Bruna Vilela - Foto: Arquivo pessoal

 

DiálogoDra. Luisa Cherubini Mussi - Foto: Arquivo pessoal

Time

O pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja, mesmo na briga por um mandato no Legislativo e não no Executivo, conta com a primazia de ter time formado na Assembleia de MS, com o qual poderá contar durante a sua campanha eleitoral. Como presidente do PL, conseguiu trazer para o partido parlamentares que somam sete cadeiras. Caso todos sejam reeleitos, poderá dar andamento às suas articulações futuras como presidência da Casa e prefeitura de Campo Grande. É esperar para conferir.

Freio

Quem submergiu com a ideia de lançar candidato ao governo de MS foi o ex-senador Delcídio do Amaral, presidente do PRD (Partido Renovação Democrática). A legenda formou federação com o Solidariedade e nos últimos meses e tinha proposta de participar da disputa majoritária. Mas, depois ficou demonstrado que “o pé foi tirado do acelerador” e o foco passou a ser a formação de chapas para disputar vagas nos poderes legislativos.

Suando

No dia 25, às 7h, no Horto Florestal de Ponta Porã, acontecerá primeiro treinão preparatório para a 4ª Corrida dos Poderes. Ao todo, serão quatro encontros, com etapas também em Corumbá, Três Lagoas e Costa Rica. A prova principal está marcada para 7 de novembro, com arena montada na Assembleia de MS. Em alusão ao Dia do Servidor Público, o evento busca incentivar hábitos saudáveis e fortalecer ações solidárias. A expectativa é reunir cerca de 4,2 mil participantes.

Aniversariantes

Dr. Sérgio Luiz Reis Furlani;
Maria Teresa de Mendonça Casadei;
Ricardo Augusto Bacha;
Liliane Gobbo;
Rodrigo Rezek Pereira;
Matheus Bambil de Almeida;
Guisela Thaler Martini;
Georges Mansour Hage;
Derlis Ariel Gonçalves;
Bernardino Fernandes;
Edison dos Santos Barbosa;
Fernando Alves Bittencourt;
Johnny Vilalba de Matos;
Laura Cristina Moraes de Almeida;
Heloisa Vargas Fernandes;
Jorge Pereira de Castro;
Luiz Pascoal Anholeto;
Nelson Coelho Pina;
Lázaro Ortega Silva;
Daniel Oliveira da Conceição;
Joanil Massister Benites;
Milton Ijudi Ekamoto;
Orminda Rosa Rolim;
Dra. Ana Beatriz Sperb Wanderley Marcos;
Jorge Luiz Rodrigues Noronha;
Cândida Tavares de Souza Figueiró;
Maria da Conceição Ribeiro Paraguassu;
Arnaldo Villas;
Martim Vaz;
Kelson Carvalho;
Jorge da Costa Marques;
Marcos Zambeli da Silva;
Adelina Rosa de Lima Tognini;
Flávio Rosemberg de Matos;
Vicente Jacques Monteiro Leite;
Terezinha Cândido Sobral Amaducci;
Jorge Pereira Vieira;
Mônica Aparecida Alves de Souza;
João Granjeira de Freitas;
Sulamirtes Rodrigues Galvão;
Otávio Almeida Loureiro;
Antonio Menezes de Souza;
Danielle Gutierrez Jacob;
Marley Pettengill Galvão Serra;
Álvaro Vareiro;
Lúcia Satiko Nakaiama;
Alcides Moreira dos Santos Júnior;
Altamiro de Souza;
Roseli Araújo de Matos Machado;
Taiãna Aparecida Alves;
Nilce Helena de Moraes;
Benedita da Silva Saraiva;
Adnair Dias da Silva Viana;
Ronald Ferreira de Novaes;
Cristiane Miranda Mônaco;
Eva Selanir Blanco Braga;
Luciene Machado;
Renato Martins Neder;
Elisabeth Cristina Sisti;
Maria Rita da Costa Assis;
Maria Claudia Machado;
Edson Mário de Souza Alves;
Gustavo Adolpho Bianchi Ferraris;
Ana Maria Flôres de Almeida;
Geraldo Inácio da Silva;
Mário Sérgio Nantes;
Dra. Silvia Hiromi Nakashita;
Fred Alexandre dos Santos Silva;
João Lúcio Mendes da Silva;
Karla Ferreira de Souza;
Maria Emília Borges de Matos;
João Augusto Moraes Machado;
Marisa Barbosa Ferreira;
Edson Rufino Martins Neto;
Elizabete Tsuco Nakasone;
Moacyr Arantes Sobrinho;
Osvaldo Pereira da Silva;
Renato Ferreira da Silva;
Jairo de Oliveira;
Edith Fernandes Xavier;
Alisson Nelicio Cirilo Campos;
Júlio Augusto de Melo;
Ana Lourdes Diniz;
Laurita Zorrom Cavalcanti;
Sônia Inês de Oliveira Peralta Santana;
Anibal Rodrigues Escobar;
Rita Nery da Silva;
Jorge Leite de Almeida;
Dr. Celso Jorge Cordoba Mendonça;
Marcio de Campos Widal;
Karina Dalla Pria Balejo;
Adalberto Luiz Reichert;
Leonardo Menegucci;
Ieda Freitas Martins;
Patricia do Amaral;
Clayton Espinola Correa;
Alline D’amico Bezerra;
Zeno Martins Gazote;
Melissa Nunes Romero Echeverria;
Arno Knoch;
Luiz Roberto Rodrigues;
Carlos Eduardo Girão de Arruda;
Melissa Murad Soares;
Leandro José Guerra;
Denise Garcia Sakae;
Elizângela Doretto de Souza;
Saulo Roberto Mioto da Costa;
Adriano Moreira Boabaid;

Colaborou Tatyane Gameiro

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