Correio B

"Ah, os refrescos!"

Confira 10 receitas de sucos refrescantes para combater o calor

Para sobreviver as altas temperaturas de forma deliciosa e saudável, o Correio B separou algumas receitas

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A cada ano que passa, o verão chega com toda força, trazendo mais dias quentes e ensolarados. Para ajudar a manter o corpo hidratado e refrescado, nada melhor do que apostar em sucos naturais deliciosos e nutritivos.

Confira a seguir 10 receitas de sucos refrescantes, com explicações sobre os benefícios de cada ingrediente:

1. Abacaxi com Hortelã

Ingredientes:

  • 1 abacaxi maduro
  • 10 folhas de hortelã
  • 1 litro de água
  • 10 pedras de gelo
  • Açúcar ou adoçante a gosto

Modo de preparo: Misture todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Não é necessário coar.

Benefícios: O abacaxi é rico em bromelina, uma enzima que auxilia na digestão e tem propriedades anti-inflamatórias. A hortelã, por sua vez, proporciona uma sensação refrescante e ajuda a aliviar problemas digestivos.

2. Melancia com Gengibre

Ingredientes:

  • 300g de melancia cortada
  • 1 colher de chá de gengibre ralado
  • 50 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador por aproximadamente 20 segundos e coe.

Benefícios: A melancia é composta por 90% de água, sendo excelente para hidratação. Além disso, é rica em licopeno, um antioxidante poderoso. O gengibre adiciona um toque picante e possui propriedades anti-inflamatórias.

3. Laranja com Cenoura e Gengibre

Ingredientes:

  • Suco de 2 laranjas
  • 1 cenoura média
  • 1 pedaço pequeno de gengibre
  • 200 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e coe se necessário.

Benefícios: A laranja é rica em vitamina C, fortalecendo o sistema imunológico. A cenoura fornece betacaroteno, importante para a saúde dos olhos e da pele. O gengibre adiciona um sabor picante e ajuda na digestão.

4. Água de Coco com Limão e Hortelã

Ingredientes:

  • 500 ml de água de coco
  • Suco de 1 limão
  • 5 folhas de hortelã
  • Gelo a gosto

Modo de preparo: Misture a água de coco com o suco de limão, adicione as folhas de hortelã amassadas e o gelo.

Benefícios: A água de coco é rica em eletrólitos, sendo excelente para hidratação. O limão adiciona vitamina C e a hortelã proporciona frescor e auxilia na digestão.

5. Suco Verde de Couve com Maçã

Ingredientes:

  • 2 folhas de couve
  • 1 maçã verde
  • Suco de 1 limão
  • 1 colher de sopa de chia
  • 200 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma mistura homogênea.

Benefícios: A couve é rica em vitaminas e minerais, incluindo o ferro. A maçã adiciona fibras e antioxidantes. A chia fornece ômega-3 e o limão potencializa a absorção de ferro.

6. Suco de Manga com Maracujá

Ingredientes:

  • 1 manga madura
  • Polpa de 2 maracujás
  • 300 ml de água
  • Gelo a gosto

Modo de preparo: Bata a manga com a água no liquidificador, adicione a polpa de maracujá e o gelo.

Benefícios: A manga é rica em vitaminas A e C, importantes para a saúde da pele e do sistema imunológico. O maracujá adiciona um sabor azedo refrescante e possui propriedades calmantes.

7. Suco de Melão com Hortelã

Ingredientes:

  • 2 xícaras de melão picado
  • 10 folhas de hortelã
  • 300 ml de água
  • Gelo a gosto

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva com gelo.

Benefícios: O melão é rico em água e possui baixo teor calórico, sendo ótimo para hidratação. A hortelã adiciona frescor e auxilia na digestão.

8. Suco de Morango com Limão

Ingredientes:

  • 1 xícara de morangos
  • Suco de 1 limão
  • 1 colher de sopa de mel
  • 300 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado.

Benefícios: Os morangos são ricos em antioxidantes e vitamina C. O limão potencializa a absorção de nutrientes e o mel adiciona um toque de doçura natural.

9. Suco de Abacaxi com Hortelã e Gengibre

Ingredientes:

  • 2 rodelas de abacaxi
  • 5 folhas de hortelã
  • 1 pedaço pequeno de gengibre
  • 300 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e coe se necessário.

Benefícios: Além dos benefícios já mencionados do abacaxi e da hortelã, o gengibre adiciona um toque picante e possui propriedades anti-inflamatórias e digestivas.

10. Suco de Uva com Acerola

Ingredientes:

  • 1 xícara de uvas sem sementes
  • 1/4 de xícara de acerolas
  • 300 ml de água

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e coe.

Benefícios: As uvas são ricas em resveratrol, um poderoso antioxidante. A acerola é uma das frutas mais ricas em vitamina C, fortalecendo o sistema imunológico.

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Coluna Entre Costuras e CuLtura: quando a collab vira estratégia

No Brasil, o movimento ganha força quando influenciadores deixam de ser apenas vitrines e passam a atuar como coautores ou, no mínimo, como signos culturais que legitimam uma coleção.

26/04/2026 15h00

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz Foto: Divulgação

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Se antes as colaborações eram um recurso pontual de marketing, hoje elas se consolidam como uma estratégia poderosíssima de vendas. Mais do que produto, a collab virou estratégia e talvez seja esse o seu maior valor.

Não por acaso, vemos um boom de parcerias que atravessam não só marcas, mas também personas. No Brasil, o movimento ganha força quando influenciadores deixam de ser apenas vitrines e passam a atuar como coautores ou, no mínimo, como signos culturais que legitimam uma coleção.

É o caso da colaboração entre Silvia Braz e Riachuelo, que reforça um fenômeno interessante: a estética aspiracional traduzida para o fast fashion. Silvia não entrega apenas roupa entrega estilo. O closet da influenciadora vira estratégia de marca, e o resultado é previsível (e eficaz): desejo imediato e prateleiras esvaziadas.

Mas há um ponto mais profundo nessa equação: a collab não gera valor apenas para marca e influenciadora ela também reposiciona a experiência de consumo para o público.

No caso de Silvia e Riachuelo, há um acesso claro a uma moda com códigos mais sofisticados, normalmente associados a um circuito mais exclusivo, agora traduzidos em preço e escala. É a sensação de pertencimento a um universo mais aspiracional, sem a barreira tradicional de entrada.

E é justamente aí que entra uma das engrenagens mais eficientes e menos discutidas das collabs: a construção de uma certa exclusividade calculada. Drops limitados, sensação de urgência e peças que desaparecem rápido criam a impressão de raridade, mesmo dentro de uma lógica de produção em escala.

Não se trata exatamente de exclusividade no sentido clássico, mas de uma escassez coreografada, que transforma acesso em conquista e acelera o consumo.

No eixo celebridade + marca, o exemplo de Amir Slama e Jade Picon (já na terceira edição) mostra outro caminho: a continuidade. Em vez de um drop isolado, a collab vira plataforma. Jade não é só rosto é extensão de lifestyle, ajudando a reposicionar o olhar sobre a marca.

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia BrazCollab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia Braz - Divulgação

Já no cenário internacional, a parceria entre H&M e Stella McCartney (e tantas outras ao longo dos anos) consolidou um modelo híbrido que poderíamos chamar de “fast fashion de luxo”. Aqui, o valor está na democratização simbólica: comprar não apenas uma peça, mas um fragmento de capital de moda.

Esse mesmo raciocínio aparece em collabs mais “inesperadas”, como Farm com Matte Leão ou ainda a união entre Farm e Dengo, que mistura moda e gastronomia com forte carga de brasilidade. Nessas interseções, o produto quase se torna secundário: o que se vende é experiência, identidade e pertencimento.

Porque, no fundo, collabs são sobre isso: criar comunidades temporárias. Quando duas marcas (ou uma marca e um influenciador) se encontram, somam não apenas públicos, mas universos simbólicos. E é nesse cruzamento que mora o desejo e essa sensação de novidade, conexão e exclusividade. 

Mas há um ponto de atenção: nem toda parceria sustenta valor no longo prazo. Collabs precisam ser episódicas, com começo, meio e fim, caso contrário, deixam de fortalecer a marca e passam a substituí-la.

Talvez seja esse o maior desafio da moda atual: equilibrar a velocidade das parcerias com a construção de identidade. Porque, entre costuras e cultura, uma coisa é certa, a collab só funciona quando costura algo maior do que roupa.

Collab rescente da Riachuelo com a influenciadora de moda Silvia BrazRenner em collab com a influnciadora de moda Livia - Divulgação

Dicas práticas para não perder (nem se perder):

Acompanhe redes sociais e newsletters das marcas, ative notificações para drops e, principalmente, filtre pelo seu repertório, porque, na era das collabs, comprar tudo é impossível, mas escolher bem virou posicionamento.

@gabrielarosastyle

 

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Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero?

A Dra. em psicologia Vanessa Abdo fala sobre o assunto na coluna desta semana

26/04/2026 14h30

Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero?

Guarda compartilhada de Pets: Justiça ou exagero? Foto: Divulgação

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A justiça deve decidir com quem fica um pet após a separação de um casal? Para alguns, isso soa como exagero. Para outros, é o reconhecimento de um vínculo legítimo. Nos últimos tempos, a chamada guarda compartilhada de animais de estimação tem provocado debates intensos e dividido opiniões.

Existe um argumento frequente de que "é só um animal" e que o sistema judiciário não deveria se ocupar disso. Mas essa visão ignora uma transformação importante: os pets passaram a ocupar um lugar afetivo central nas famílias. Eles não são mais acessórios da vida doméstica. São presença, companhia e, muitas vezes, parte da estrutura emocional de quem cuida.

Por outro lado, também é preciso cuidado para não romantizar tudo. Quando a justiça entra em cena, geralmente é porque o diálogo já falhou. E, em muitos casos, o pet deixa de ser apenas um vínculo afetivo e passa a ser instrumento de disputa. Não é sobre o bem-estar do animal, mas sobre quem "ganha" a relação. E isso, sim, é preocupante.

A questão talvez não seja se é exagero ou não, mas o que nos trouxe até aqui. Por que adultos não conseguem construir acordos sobre algo que envolve cuidado? Por que o conflito precisa escalar a ponto de exigir intervenção jurídica? Essas perguntas dizem mais sobre a qualidade das relações do que sobre o papel da justiça.

Reconhecer a importância emocional dos pets é um avanço. Transferir para o judiciário a responsabilidade de mediar vínculos afetivos pode ser um sinal de que ainda temos dificuldade em sustentar conversas difíceis e acordos maduros.

No fim, não se trata apenas de quem fica com o animal. Trata-se de como lidamos com o fim, com o outro e com aquilo que construímos juntos.

E talvez a pergunta mais honesta seja: estamos preparados para assumir, de forma adulta, os vínculos que escolhemos criar?

Vamos desatar esses nós?

@vanessaabdo7

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