Correio B

MÚSICA

De Campo Grande ao Top do Spotify: quem escreveu "Flash", a música da trend dos perfumes

Gabriel Guima conta como a música nasceu em uma sessão em Goiânia, como chegou a Hugo & Guilherme e o que muda na vida de quem compõe quando uma canção explode

Continue lendo...

No dia em que terminaram de escrever "Flash", em 18 de agosto de 2025, os quatro compositores criaram um grupo de mensagens chamado "FLASH - TOP 1". Pouco mais de um ano depois, a música gravada por Hugo & Guilherme está entre as mais ouvidas do país e virou trilha da trend em que famosos e anônimos mostram suas coleções de perfume nas redes. Por trás dela estão quatro amigos que saíram de Campo Grande para compor em Goiânia.

Um deles é Gabriel Guima, de 30 anos, nascido em Campo Grande e criado na região do Monte Castelo.

"A Flash nasceu de quatro amigos que saíram de Campo Grande pra escrever esse sucesso em Goiânia", conta. Os parceiros são Atayde Filho e Rafa Conter, também nascidos na Capital, e Will Andrade, que nasceu em Rondonópolis (MT), mas sempre morou em Campo Grande.

Lançada pela dupla em agosto, a faixa já soma mais de 23 milhões de reproduções no Spotify e ocupa o 3º lugar do ranking diário da plataforma no Brasil, com quase 1 milhão de execuções por dia, segundo o levantamento de domingo (11).

A primeira gravação da música, feita pela dupla Lucas & Higor, também está entre as mais ouvidas do país, com mais de 20 milhões de reproduções. Somadas, as duas versões passam de 43 milhões de plays só no Spotify. No YouTube, o clipe oficial de Hugo & Guilherme já passava de 23 milhões de visualizações na semana passada.

No último domingo (11), a música ganhou uma versão em forró gravada por Zé Vaqueiro, com participação de Hugo & Guilherme, durante o DVD "Diamante – Ao Vivo em Belém".

Uma ideia, um violão e um refrão pronto

Segundo Gabriel, a música foi montada em etapas, cada parceiro somando uma parte. Atayde Filho chegou com a história e leu a ideia para o grupo. Gabriel pegou o violão e criou a melodia do começo. Will Andrade mexeu na entrada da segunda parte. O refrão veio de uma vez só. "O Rafa saiu do quarto e soltou o refrão inteiro", lembra. Depois, os quatro definiram juntos a repetição do refrão e fecharam a canção.

"Quando terminamos, todos estávamos convictos de que tínhamos feito algo especial ali", diz.
A música foi gravada primeiro pela dupla Lucas e Higor, que não tinha exclusividade sobre ela. Foi por esse registro, de acordo com Gabriel, que Hugo & Guilherme conheceram "Flash" e decidiram gravá-la com exclusividade.

A trend dos perfumes, segundo ele, partiu de Guilherme, que coleciona fragrâncias, e de Zé Vaqueiro, e se espalhou de forma orgânica, sem ação de marca. "Sempre acreditamos muito no potencial dela, mas essa proporção que tomou acredito que ninguém imaginava", afirma. Para ele, o que está acontecendo é inédito no mercado da composição, "e acreditamos que está só no começo".

Sobre a versão em forró, a avaliação é positiva. "Acho que encaixou perfeitamente. Acredito que deu outro gás pra música, em todos os sentidos."

Do palco para a composição

Gabriel começou a compor profissionalmente em 2019, quando ainda cantava em dupla com Marco Antônio, que hoje segue carreira solo com o projeto CountryBoy. Marco escrevia desde os 13 anos, e os dois precisavam de repertório para gravar um DVD. Foi assim que Gabriel entrou no processo de criação. "Comecei a entender como funcionava e o quão importante era a composição, que é onde a música nasce", diz.

Em 2023, ele se mudou para Goiânia para ficar mais perto do mercado. Em 2025, deixou os palcos para se dedicar só à composição. Hoje, segundo ele, são praticamente 100 músicas gravadas, entre elas "Tem Amor, Tem Volta", de Jorge & Mateus, no álbum Check-in (2024); "Oposto", do Grupo Menos é Mais, no Churrasquinho 3; "Vai que Bate um Vento", de Fiduma & Jeca com Rio Negro & Solimões; e "Piscininha" e "Cessar Fogo", de João Gustavo & Murilo.

O compositor e o sucesso

Quando uma música vira trend, explica Gabriel, a divulgação e o consumo da obra aumentam, e o retorno financeiro acompanha. Em "Flash", os direitos são divididos de forma igual entre os quatro autores.

Perguntado se o compositor ainda é invisível no sertanejo, ele discorda, mas faz ressalvas. "Não somos invisíveis, mas acredito que muitas coisas em relação a isso podem melhorar e precisam mudar. O importante é o compositor saber o seu valor e dar o devido valor à sua obra."

A letra de "Flash" brinca com o duplo sentido. Sobre críticas, Gabriel defende a liberdade de quem escreve. "Pra nós, o limite e a interpretação ficam pra quem ouve. Por isso, nós, compositores, temos o direito de explorar a licença poética."

A rota Campo Grande–Goiânia

Gabriel afirma que existe uma cena de composição sertaneja em Mato Grosso do Sul, mas que ela já foi mais forte. Ele conhece muitos compositores de Campo Grande que hoje vivem em Goiânia, que aponta como um dos principais polos do setor, ao lado de Londrina, Fortaleza e São Paulo.

Para quem está começando no Estado, o conselho é unir "estratégia, persistência e estudo de mercado", usar a internet para divulgar as músicas e criar contato com artistas, e, sempre que possível, passar temporadas em Goiânia para compor por lá.
Sobre os próximos passos, ele não adianta nomes. "Tem muita coisa boa pra vir, muita música boa saindo. Se Deus quiser, em breve estarei contando muitas novidades."

SAÚDE

Congresso de Nutrologia revela: transtornos podem ter ligação com cultura alimentar

Especialistas defendem escuta ativa, acompanhamento multidisciplinar e estratégias individualizadas para pacientes com obesidade, pós-bariátricos e que têm alterações na relação com a comida

12/10/2026 10h00

Emagrecer costuma ser um processo que envolve não somente diversos hábitos como também as emoções; por isso, é necessário fazê-lo com acompanhamento multidisciplinar

Emagrecer costuma ser um processo que envolve não somente diversos hábitos como também as emoções; por isso, é necessário fazê-lo com acompanhamento multidisciplinar Reprodução/magnific

Continue Lendo...

Mudar a alimentação vai muito além de receber uma lista de alimentos permitidos e proibidos. Hábitos alimentares são construídos ao longo da vida e podem estar associados a emoções, experiências, crenças, relações sociais e até a diferentes formas de funcionamento do cérebro. Por isso, estratégias de aconselhamento e o reconhecimento de transtornos alimentares são cada vez mais importantes no acompanhamento de pacientes.

O tema esteve entre as discussões do 30° Congresso Brasileiro de Nutrologia (CBN), realizado de 24 a 26 de setembro, em São Paulo (SP). Promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), o evento reuniu profissionais e pesquisadores para discutir avanços no diagnóstico e no tratamento da obesidade e de outras questões relacionadas à saúde e à alimentação. 

Durante as palestras, especialistas chamaram atenção para situações que podem ser confundidas com falta de disciplina, “frescura” ou simplesmente dificuldade para seguir uma dieta.

Mudança de hábito

Segundo os especialistas, uma das dificuldades no tratamento da obesidade é justamente compreender que o comportamento alimentar não é determinado apenas pelo conhecimento sobre nutrição.

Mesmo quando o paciente sabe o que deveria comer, isso não significa que conseguirá modificar seus hábitos imediatamente.

Nesse processo, estratégias utilizadas em intervenções motivacionais e na terapia cognitivo-comportamental podem ajudar o paciente a reconhecer a distância entre a maneira como se comporta e a forma como gostaria de agir.

A abordagem passa, por exemplo, pela empatia. Em vez de confrontar alguém que não conseguiu seguir determinada orientação, o profissional pode investigar o que aconteceu, quais sentimentos estavam envolvidos e quais obstáculos apareceram na rotina.

A chamada “resistência” também deve ser compreendida como parte do processo. Para quem está acostumado a determinados sabores, horários e formas de comer, uma mudança brusca pode parecer inviável. Por isso, metas menores e possíveis de serem cumpridas tendem a ser mais úteis do que uma série de restrições difíceis de manter.

Outra estratégia é identificar os estímulos associados ao comportamento alimentar. Um paciente pode, por exemplo, comer diante do estresse, do cansaço ou da ansiedade sem necessariamente reconhecer essas situações como gatilhos. Com o tempo, pode passar a confundir fome com vontade de comer.

Recaídas acontecem

A prevenção de recaídas também foi apontada como parte fundamental do tratamento. Um episódio fora do planejamento pode provocar a sensação de fracasso e desencadear um ciclo de compensação, culpa e abandono.

A proposta, nesse caso, é transformar o episódio em informação: entender o que aconteceu, quais fatores contribuíram e o que pode ser feito de maneira diferente na próxima situação.

O apoio social também tem papel importante. Família e amigos podem facilitar ou dificultar mudanças de comportamento, especialmente quando não compreendem o tratamento. Por isso, esclarecer as pessoas próximas sobre a condição e sobre as estratégias utilizadas pode melhorar a comunicação e a adesão.

Pós-bariátricos exigem atenção

A necessidade de olhar além do peso também foi destacada durante a discussão sobre pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.

A médica Fernanda Miranda, pediatra e psicoterapeuta especializada em transtornos alimentares, chamou atenção para mudanças que podem aparecer principalmente após o primeiro ano da cirurgia. Segundo ela, o reganho de peso nem sempre representa uma falha do procedimento. Em muitos casos, pode estar relacionado a alterações no comportamento alimentar.

A especialista destacou que pacientes com obesidade grave apresentam elevada frequência de diagnósticos psiquiátricos ao longo da vida e que transtornos alimentares e sintomas relacionados à perda de controle sobre a alimentação precisam ser investigados antes e depois da cirurgia.

Entre os comportamentos que merecem atenção estão a compulsão com perda de controle, o grazing, caracterizado pelo chamado beliscar repetidamente ao longo do dia, além de padrões restritivos e relacionados ao medo de recuperar peso.

Um dos desafios é justamente identificar o grazing. O paciente pode não perceber ou não se lembrar da quantidade de pequenos episódios de alimentação que acontecem durante o dia. Por isso, a especialista recomenda ferramentas como diários alimentares e registros das refeições para ajudar a reconstruir o comportamento.

“Não é simplesmente uma questão de força de vontade”, é a lógica defendida durante a palestra: é necessário compreender qual comportamento está acontecendo para, então, definir a intervenção.

A avaliação deve ainda considerar possíveis alterações anatômicas relacionadas à cirurgia. Uma queixa do paciente não deve ser automaticamente atribuída a um transtorno alimentar. Caso exista dificuldade para comer, por exemplo, é necessário investigar também possíveis causas clínicas e encaminhar o paciente ao cirurgião responsável quando necessário.

Tratamento multidisciplinar

Outro ponto destacado no congresso foi a importância do acompanhamento multidisciplinar. Pacientes com alterações importantes do comportamento alimentar podem precisar de nutricionista, psicólogo, psiquiatra, nutrólogo e, dependendo do caso, outros profissionais.

A terapia cognitivo-comportamental aparece como uma das estratégias utilizadas no tratamento de diferentes transtornos alimentares. A ideia é trabalhar pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm o problema.

Para os especialistas, o profissional que acompanha a obesidade não deve tentar conduzir sozinho um quadro de transtorno alimentar. O rastreamento deve ser contínuo, já que diferentes comportamentos podem aparecer ou se modificar ao longo do tratamento.

Medo de comer

Outro tema abordado foi o transtorno alimentar restritivo evitativo (Tare). Diferentemente de transtornos como anorexia nervosa, o problema não está necessariamente relacionado ao medo de engordar ou à insatisfação corporal.

O Tare pode se manifestar por diferentes motivos. Um deles é a sensibilidade a características dos alimentos, como textura, cheiro, sabor ou aparência. Outro é o medo de consequências relacionadas à alimentação, como engasgar ou vomitar. Também existe o perfil marcado pelo desinteresse pela comida ou pela dificuldade de perceber sinais internos de fome e saciedade.

A consequência pode ser uma redução importante da variedade alimentar, deficiência nutricional, dependência de suplementos ou prejuízos na vida social.

Um exemplo discutido durante a apresentação foi o de pessoas que, após um episódio de engasgo, passam a evitar determinado alimento ou até grupos inteiros. O medo pode se generalizar e fazer com que a pessoa restrinja progressivamente a alimentação.

Por isso, chamar alguém de “fresco” ou “enjoado” pode contribuir para o estigma e atrasar a procura por ajuda. A orientação apresentada no congresso é para investigar o motivo da restrição e encaminhar o paciente para uma terapia específica quando necessário.

A seletividade alimentar, por sua vez, não significa necessariamente que exista um transtorno. Uma pessoa pode ter preferência por um número menor de alimentos sem apresentar prejuízo nutricional, funcional ou social. O diagnóstico depende justamente da presença de consequências relevantes.

O saudável que prejudica

Outro comportamento discutido foi a ortorexia nervosa, caracterizada por uma preocupação excessiva e rígida com a qualidade e a “pureza” dos alimentos.

A busca por uma alimentação saudável, por si só, não representa um problema. A questão surge quando a preocupação se transforma em uma fixação que provoca sofrimento, ansiedade, isolamento social ou restrições cada vez maiores.

O paciente pode passar horas planejando, comprando e preparando alimentos, além de eliminar progressivamente grupos considerados “impuros”, como produtos com conservantes, corantes, açúcar, glúten ou outros ingredientes.

Com o tempo, a lista de alimentos proibidos pode se tornar maior do que a de alimentos permitidos, aumentando o risco de deficiências nutricionais.

As redes sociais podem contribuir para esse processo ao reforçar continuamente determinados discursos sobre alimentação “limpa” e estilos de vida considerados superiores. O problema não está em escolher alimentos naturais ou evitar determinados produtos, mas na rigidez e no impacto que essas escolhas passam a ter sobre a vida.

O isolamento também pode aparecer quando a pessoa deixa de frequentar restaurantes, encontros ou eventos porque não consegue controlar a origem e a composição da comida oferecida.

 

Assine o Correio do Estado

Diálogo

"Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por..." Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (12)

12/10/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

José Saramago - Escritor português

"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais”.

FELPUDA

Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por essas bandas, está muito enganado. Com a polarização entre Flávio Bolsonaro e Lula, há quem garanta que o bicho promete pegar a partir de hoje, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Dizem até que, pelo que se tem visto, serão muitos e muitos pedidos de intercessão da Santa para os dois candidatos. De um lado, os senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar; do outro, Vander Loubet, Camila Jara e Fábio Trad. Pelo jeito, descanso mesmo, só depois do dia 25. E olhe lá!...

Diálogo

Devagar

Quem aguarda a ponte sobre o Rio Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica, não pode ter pressa. O corredor só deverá funcionar de fato em 2028. Ainda faltam das obras de estrutura aduaneira à papelada necessária para liberar a entrada e a saída de cargas entre os países da rota.

Martelo

Os aeroportos regionais de Bonito, Dourados e Três Lagoas devem entrar no contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília, cuja repactuação prevê leilão em dezembro. O pacote reúne terminais de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Paraná e Bahia.

DiálogoRafaela Brighentti
DiálogoMaria Gal

Rolando

Nos bastidores de Brasília, rola a conversa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai indicar a sua ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, para ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dela seria apresentado ao Senado ainda neste ano, para ocupar a vaga do ministro Luís Roberto Barroso.

Em falta

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, três deputados que buscavam a reeleição foram barrados: Junior Mochi (MDB), Lia Nogueira (PSDB) e Antonio Vaz (Republicanos). Mochi garante que não faltou empenho. Em 40 dias de campanha, rodou milhares de quilômetros pelo Estado, mas seus esforços não se converteram em votos suficientes. Nem sempre quem corre mais chega primeiro.

Baixas

Na Câmara dos Deputados, dois nomes de Mato Grosso do Sul ficaram sem mandato: Geraldo Resende (União Brasil) e Luiz Ovando (PP). Resende teve 31.714 votos e enxerga no resultado o avanço do voto ideológico no Estado. Para ele, o eleitor escolheu mais pela bandeira política do que por trajetória ou pelo trabalho parlamentar. Como dizem por aí: “Nem sempre o serviço prestado vale tanto quanto a camisa vestida”.

E?...

Como vão acelerar a operação tapa buracos, se nem mesmo deram conta de fazer a licitação do asfalto, hein?

ANIVERSARIANTES

 
  • Milvia Anna Tonissi Nasser,
  • Flávio Regis Wanderley,
  • Eva Elise dos Santos Bumlai (Neca),
  • Flávio Orsi Abdul Ahad,
  • Elenice Maricone Garcia Cardoso,
  • Claudia Gomes Gusman,
  • Horacio Porto Filho,
  • Ed Chaves de Oliveira,
  • Maria da Glória Alves da Silva,
  • Railson Vieira,
  • Scheila Kassar do Amaral,
  • Ronaldo José Severino de Lima,
  • Ana Concepcion de Andrade,
  • José Eduardo de Souza,
  • Flávio Shoji Miguita,
  • Antonia Zanario da Silva,
  • Sérgio Maidana da Silva,
  • Roberto Razuk Filho (Neno),
  • Sergio Rodrigues Diaz,
  • Edina Ferreira de Souza,
  • Marcus Paulo Ferreira da Silva,
  • Lucilene de Fátima Agustini Pineis,
  • Felipe Schinaider, 
  • Ana Beatriz Maiolino Volpe (Bia),
  • Mário Marcius Bacha,
  • Luiz Gustavo Cunha,
  • Jarina de Campos,
  • Eluid Josafat Lima,
  • Frederico Mezenga Vieira,
  • Edevaldo Soares Vilhagra,
  • Célio Evaristo de Oliveira,
  • Rose Mary dos Santos Fiúza,
  • Clodoaldo Soares Rodrigues,
  • Marcos Gonçalvez Nascimento,
  • Marina Rodrigues de Jesus,
  • Sueli Tereza Soares,
  • Daniel Vieira Lossavero,
  • Enzo Amaral,
  • José Airton Saraiva,
  • Sônia Zanuncio Martins,
  • José Divino de Souza,
  • Antonio Reginaldo Arakaki,
  • João Bosco da Silva,
  • Irineu Araujo Pael,
  • Alline Tomikawa,
  • Leonardo Saad Costa, 
  • Sebastião de Oliveira Barbosires,
  • Pedro Paulo Sperb Wanderley,
  • Dr. Jaime Balejo,
  • Dr. Euclides Lopes Martins,
  • Luiz Roberto Faria,
  • Sônia Prata Chacha,
  • Ana Paula Oliveira Capilé,
  • Dirce Loureiro Chioveti,
  • Marcos Antônio Capilé,
  • Daniella Bandeira,
  • Fabyo Luiz Assunção,
  • Dênis Ricardo Pedrosa,
  • Vanildo de Souza Leão,
  • Nadir Nogueira de Brito,
  • Regina Bittencourt,
  • Dra. Ana Paula Ribeiro Costa,
  • Taciana Albuquerque,
  • José Wilson Ramos Costa Junior,
  • Gabriela Neves,
  • Conrado Baptista,
  • Augusto Carlos Cabral da Silva,
  • José Tamarindo Melo,
  • Virlaine Bardella Lopes, 
  • Juno Paula Correa Paes,
  • Antonio Carlos de Novaes Filho,
  • Pamela Elena Oliveira de Souza,
  • Marco Antonio Girão D`Avila,
  • Gislaine de Araújo Alegre,
  • Nelma Barbosa Souza,
  • Carolina Ribeiro,
  • Inio Roberto Coalho,
  • Gilson Prazeres dos Santos,
  • Luciano Anechini Lara Leite,
  • Raimunda de Oliveira Ferreira,
  • Rôney Pini Caramit,
  • Sandra Priscila Nomura,
  • Donizete Aparecido Jacomelli,
  • Grisiela Cristine Aguiar Coelho,
  • Maria Mercedes Gonçalves de Souza,
  • Wagner de Oliveira Soares,
  • Adriano Muniz Rebello,
  • João Miguel Machado da Silva,
  • Margareth da Silva Coutinho,
  • Patricia Macedo de Queiroz,
  • Aurelio Vinicius Silva Marinho, 
  • Dr. Fábio Molinari,
  • Mauricio Serra Gigliotti,
  • José Carlos de Santana,
  • Jackeline Almeida Dorval,
  • Marco Antonio Pimentel dos Santos,
  • Andressa Hiraoka Pereira,
  • Leonardo Rupp Catarino,
  • Clodoaldo Marques,
  • José Armando Sangiuliano,
  • Danieli Aparecida Pedroso Marcondes,
  • José Laureano Ribeiro,
  • Diego Luiz Rojas Lube,
  • Agostinho Adair Gonçalves,
  • Eduardo Icasati,
  • Glaucirley Martins de Miranda,
  • Irene Maria dos Santos Almeida,
  • Nilza de Souza Jaffal,
  • Simone Aparecida Cabral de Amorim.
 
Colaborou Tatyane Gameiro

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).