Correio B

Experiência sensorial

EMEI cria Dia de Spa para crianças em despedida do semestre

Vivência sensorial com escalda-pés, massagens, ervas aromáticas e sons da natureza proporcionou um momento de acolhimento para crianças de até dois anos

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Enquanto muitas despedidas de semestre são marcadas por brincadeiras e festas, uma turma do Berçário II da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Therezinha Mandetta Trad, em Campo Grande, encerrou as atividades de uma forma diferente: com uma tarde de SPA. Roupões, toucas, escalda-pés, massagens, aromas naturais, música com sons da natureza e até máscaras de pepino fizeram parte da experiência preparada especialmente para os pequenos.

Muito além da criatividade, a atividade teve um objetivo pedagógico. A proposta foi oferecer uma experiência sensorial capaz de estimular o desenvolvimento infantil, fortalecer vínculos afetivos e proporcionar um momento de tranquilidade antes das férias escolares.

A diretora da unidade, Elisangela Melo, explica que, na Educação Infantil, o foco não está em atividades tradicionais, mas em experiências que envolvem diferentes áreas do conhecimento, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

"Essa é uma experiência muito encantadora porque proporciona várias possibilidades de trabalho com as crianças. Trabalhamos a questão sensorial, o toque, o acolhimento, o afeto e também os aromas", afirma.

Para criar um ambiente acolhedor, a equipe preparou águas mornas aromatizadas com ervas conhecidas por suas propriedades calmantes, como erva-doce, alecrim e sálvia. Algumas dessas plantas também ficam penduradas no berçário, contribuindo para a ambientação.

A experiência foi realizada com uma turma do Berçário II, formada por crianças entre um ano e meio e dois anos de idade. Segundo a diretora, ações semelhantes já aconteceram em outros anos e fazem parte da proposta pedagógica da escola.

SPA PARA BEBÊS

Cada detalhe foi pensado para transformar a sala em um verdadeiro espaço de relaxamento para os pequenos. Os colchonetes da escola viraram macas confortáveis, enquanto a equipe organizou todos os elementos necessários para criar o clima de um SPA infantil.

Quando os bebês chegaram, encontraram roupões, toucas, taças de plástico para beber água e um ambiente cuidadosamente preparado.

A programação começou com um escalda-pés em água morna enriquecida com ervas aromáticas. Em seguida, as crianças receberam massagens utilizando a técnica Shantala, prática tradicional de origem indiana voltada para bebês, conhecida por favorecer o relaxamento, fortalecer vínculos afetivos e estimular o desenvolvimento corporal.

Durante a experiência, os pequenos ainda aproveitaram máscaras de pepino sobre os olhos, enquanto ouviam músicas com sons da natureza, como água corrente e canto de pássaros, criando um ambiente ainda mais tranquilo.

Segundo Elisangela Melo, todos os elementos foram escolhidos para despertar diferentes sentidos das crianças.

"O toque, os aromas, a música, a água... Tudo contribuiu para que eles se sentissem acolhidos e relaxados. Eles gostaram muito da experiência", relata.

RESPEITO À INFÂNCIA

Para a diretora, iniciativas como essa também servem para lembrar a importância de respeitar o ritmo das crianças em uma sociedade cada vez mais acelerada.

"É um momento para desacelerar. A gente vive numa sociedade extremamente acelerada e, muitas vezes, que não respeita o ritmo da criança, o aprendizado da criança e o tempo da infância", destaca.

Ela explica que experiências desse tipo trabalham diversos aspectos do desenvolvimento infantil, especialmente a afetividade e a construção da relação de confiança entre professores e alunos.

Além dos benefícios emocionais, a proposta também estimula habilidades sensoriais por meio do contato com diferentes temperaturas, texturas, cheiros e sons – elementos fundamentais nos primeiros anos de vida.

ORIENTAÇÃO AOS PAIS

A atividade aconteceu justamente no encerramento do primeiro semestre letivo, como uma forma de preparar os pequenos para o período de férias.

Segundo Elisangela, a escola também aproveitou a reunião com os pais para incentivar que esse contato com a natureza continue em casa.

"Nós conversamos com as famílias sobre a importância de diminuir o tempo de tela e proporcionar mais experiências com terra, plantas e natureza durante as férias. Essa foi justamente a proposta da atividade", explica.

Ela ressalta que momentos simples de exploração sensorial podem fazer diferença no desenvolvimento infantil e não exigem grandes investimentos, apenas tempo, presença e interação dos adultos com as crianças.

Saúde

Hastes flexíveis podem causar lesões e infecções nos ouvidos, alerta otorrinolaringologista

A otorrinolaringologista dra. Raquel Rodrigues explica que a limpeza interna dos ouvidos com cotonetes pode favorecer o acúmulo de cera, provocar infecções e até causar danos aos tímpanos

16/07/2026 08h30

Hastes flexíveis devem ser evitadas e apenas a região externa dos ouvidos deve ser limpa, durante o banho

Hastes flexíveis devem ser evitadas e apenas a região externa dos ouvidos deve ser limpa, durante o banho Magnific

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Apesar de ainda ser vista por muitas pessoas como um sinal de falta de higiene, a cera de ouvido – conhecida tecnicamente como cerume – desempenha um papel fundamental na proteção do sistema auditivo.

Produzida naturalmente pelo organismo, ela funciona como uma barreira de defesa contra agentes externos, ajudando a prevenir infecções e protegendo estruturas delicadas do ouvido.

O problema surge justamente quando, na tentativa de removê-la, muitas pessoas recorrem ao uso de hastes flexíveis com algodão, prática que pode causar mais prejuízos do que benefícios.

Em muitos lares, após o banho, a limpeza dos ouvidos com hastes flexíveis faz parte da rotina de higiene de adultos e crianças.

O hábito, transmitido de geração em geração, é frequentemente associado à sensação de limpeza e cuidado. No entanto, especialistas alertam que essa prática pode comprometer o funcionamento natural do ouvido e favorecer o surgimento de problemas auditivos.

Segundo a otorrinolaringologista dra. Raquel Rodrigues, o cerume não é um resíduo que precisa ser eliminado constantemente, mas sim um importante mecanismo de proteção criado pelo próprio organismo.

“O cerume é produzido pelas glândulas sebáceas e ceruminosas localizadas na parte externa do canal auditivo e não está ali por acaso. Ele atua como um mecanismo de defesa contra poeira, insetos, bactérias, fungos e umidade”, explica a especialista.

PROTEÇÃO NATURAL

O ouvido humano tem um sofisticado sistema de defesa que começa justamente com a produção do cerume.

Essa substância de aspecto amarelado ou amarronzado é composta por secreções naturais, células mortas da pele e pequenas partículas capturadas do ambiente.

Embora muitas pessoas considerem a cera algo desagradável, ela é essencial para a manutenção da saúde auditiva. Sua composição garante diversas funções importantes, entre elas, a lubrificação da pele do canal auditivo, a proteção contra agentes infecciosos e a remoção natural de impurezas.

Entre os principais benefícios do cerume estão: lubrificação, evitando o ressecamento da pele do canal auditivo e reduzindo descamações e coceiras; barreira física, impedindo que poeira, sujeira, pelos, insetos e outras micropartículas alcancem regiões mais profundas do ouvido; e ação antimicrobiana, graças ao seu pH levemente ácido e à presença de enzimas, dificultando a proliferação de bactérias e fungos que podem provocar infecções.

Além dessas funções, o cerume participa de um eficiente processo de autolimpeza. Diferentemente do que muitos imaginam, o ouvido não precisa ser limpo internamente porque ele próprio elimina a cera excedente.

“Nosso ouvido possui um sistema de autolimpeza que funciona quando mastigamos ou falamos. Esses movimentos da mandíbula, aliados ao crescimento natural da pele de dentro para fora do canal auditivo, empurram gradativamente a cera envelhecida até a borda da orelha, onde ela pode ser removida com segurança durante o banho ou ao secar a região com uma toalha”, afirma dra. Raquel Rodrigues.

O PERIGO DOS COTONETES

Apesar da eficiência desse mecanismo natural, milhões de pessoas continuam utilizando hastes flexíveis para remover a cera. O problema é que esses objetos não retiram o cerume de forma adequada. Na maioria das vezes, eles apenas empurram a substância para regiões mais profundas do canal auditivo.

Esse processo favorece o acúmulo progressivo da cera, que pode endurecer e formar uma espécie de tampão conhecido como rolha de cerume.

A médica alerta que o uso frequente de cotonetes é uma das principais causas desse problema.

“A condição exige atenção e, na grande maioria das vezes, é causada pelo uso de hastes flexíveis e outros objetos que empurram a cera para o fundo do canal auditivo”, destaca.

Além de favorecer a formação das rolhas de cerume, o uso inadequado desses objetos pode provocar ferimentos na pele do canal auditivo, aumentar o risco de infecções e, em casos mais graves, causar perfurações no tímpano.

Os riscos não se limitam aos cotonetes. Grampos de cabelo, chaves, tampas de caneta, palitos e outros objetos improvisados também podem provocar lesões sérias quando introduzidos no ouvido.

CERA EM EXCESSO

Embora o cerume seja benéfico, existem situações em que ele pode se acumular em excesso e gerar desconfortos.

Quando o mecanismo natural de eliminação falha, a cera endurece e bloqueia parcialmente ou totalmente o canal auditivo.

Nesses casos, a pessoa pode apresentar sintomas como: sensação de ouvido entupido ou abafado, diminuição temporária da audição, zumbidos, dor de ouvido, coceira persistente e tonturas ou sensação de desequilíbrio.

Além do uso de cotonetes, outros fatores podem favorecer o acúmulo excessivo de cerume.

O uso frequente de fones de ouvido intra-auriculares, por exemplo, pode dificultar a saída natural da cera. Pessoas que têm canais auditivos mais estreitos também apresentam maior predisposição ao problema.

A alta oleosidade da pele e o envelhecimento são outros fatores importantes. Com o avanço da idade, a composição do cerume sofre alterações.

“Quando envelhecemos, o cerume se torna mais seco e duro, facilitando a formação de rolhas de cera e dificultando o processo de autolimpeza do canal auditivo”, diz a especialista.

COMO HIGIENIZAR

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a limpeza adequada dos ouvidos é simples e não exige nenhum objeto específico.

Os especialistas recomendam que a higienização seja feita apenas na parte externa da orelha, conhecida como concha auricular, e na entrada do canal auditivo.

Durante o banho, a água e o sabonete que escorrem naturalmente pela região já são suficientes para remover impurezas superficiais. Depois, basta secar delicadamente a área com uma toalha macia.

Não há necessidade de introduzir qualquer objeto dentro do ouvido.

Essa orientação é respaldada por diversas entidades médicas ao redor do mundo, que reforçam que o canal auditivo saudável tem mecanismos próprios para se manter limpo e protegido.

QUANDO BUSCAR UM MÉDICO

A presença de cera no ouvido só deve ser considerada um problema quando provoca sintomas ou interfere na qualidade de vida da pessoa.

Ao notar sensação persistente de ouvido tampado, redução da audição, dores ou zumbidos, a recomendação é procurar um médico otorrinolaringologista.

O especialista poderá avaliar se os sintomas realmente estão relacionados ao excesso de cerume ou se existe outra condição que necessita de tratamento.

Caso seja confirmada a presença de uma rolha de cera, a remoção será realizada de forma segura por meio de técnicas apropriadas, como lavagem auricular, aspiração ou retirada manual com instrumentos específicos.

A automedicação ou a tentativa de resolver o problema em casa podem agravar o quadro e causar lesões.

Diálogo

Algumas cobranças pela execução das emendas parlamentares viraram assunto... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (16)

16/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Davi Roballo - escritor brasileiro

'O verdadeiro silêncio não é a ausência de som, mas a presença devastadora de tudo aquilo que jamais ousamos dizer”.

FELPUDA 

Algumas cobranças pela execução das emendas parlamentares viraram assunto permanente nos corredores da Assembleia de MS. Há quem diga que, por um motivo ou outro, dinheiro demora mais que promessa de campanha. A realidade é que a maioria dos deputados quer ver obras, máquinas e convênios saindo do papel antes da largada eleitoral. Afinal, emenda parada rende poucos votos. Já emenda paga costuma aparecer até em placa de inauguração. Vale lembrar que muitas vezes os beneficiados com tais emendas esbarram em problemas burocráticos. Sendo assim...

Preju

Em Campo Grande, uma empresa de perfumaria foi condenada a devolver os R$ 61,91 pagos por um cliente que nunca recebeu o perfume e indenizá-lo em R$ 5 mil por danos morais.   

Mais

A Justiça entendeu que houve falha no atendimento e constrangimento ao comprador. Moral da história: o perfume não chegou, mas a conta da empresa veio “perfumada”, causando prejuízo.

DiálogoFoto: Divulgação Sesc

Nesta quinta (16) e sexta-feiras (17), a partir das 19h, a cantora Duda Beat irá apresentar o espetáculo “Acústico e Tal”, no Sesc Teatro Prosa. Conhecida por unir referências do pop, da música nordestina e da MPB, Duda apresenta um espetáculo que coloca as canções em primeiro plano. Com arranjos mais enxutos e instrumentação reduzida, a artista percorre músicas do álbum mais recente, “tara & tal”, além de revisitar sucessos que marcaram sua trajetória ao longo de três discos e parcerias com importantes nomes da música brasileira. As apresentações terão entrada gratuita, com ingressos por meio da plataforma Sympla.

DiálogoDr. Omar Kadri e Cassiane Nunes Kadrie - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoPriscilla Quaresma - Foto: Divulgação

Berlinda

A Operação Gutemberg deixou pelo menos dez prefeitos em situação digna do velho ditado: “Escreveu, não leu, o pau comeu”. Segundo as investigações, a troca de compras milionárias de livros por vagas em hospitais teria colocado muita gente na berlinda. O Ministério Público já passou a folhear o caso com atenção. Confirmadas as suspeitas, haverá capítulos nada educativos pela frente. Nos tempos do linotipo, a conferência era “tipo por tipo”. Agora, a prestação de contas promete ser página por página.

Colegas

Se as urnas confirmarem previsão, a próxima legislatura poderá reunir três ex-governadores na Assembleia Legislativa. Londres Machado, que governou o MS em duas ocasiões durante o período de transição dos governadores nomeados, buscará a reeleição para o 14º mandato. Também devem disputar vagas André Puccinelli e Zeca do PT a reeleição. Cada um administrou o Executivo do Estado por oito anos e até tentaram voltar ao cargo, mas não tiveram sucesso.

Aprovado

Na sessão ordinária do dia 14, a Assembleia Legislativa de MS aprovou, em segunda votação, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. A proposta do Poder Executivo prevê receita de R$ 27,99 bilhões no próximo exercício financeiro. A LDO estabelece as metas e prioridades da administração estadual e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Como recebeu emendas, o texto segue agora para redação final antes da sanção.

ANIVERSARIANTES 

Yara Lamers, 
Mauricio Ferreira de Moraes Junior,
Dra. Crhistinne Cavalheiro Maymone Gonçalves,
Luiz Idelmar Gonçalves,
Mariana Garabini Brito,
Jocilene do Carmo Costa de Siqueira,
Carlos Alberto Bernardon,
Eduardo Belluzzo,
Carminda Rodrigues Barbosa Pereira,
José Pereira da Silva,
Milton Stein,
Betina Borges Suyama,
Osvaldo Gomes Vergine,
Pedro Carmelo Massuda,
Giselle Pizarro Hage,
Carlos Moreira Soares,
Eliel Valerio,
Marcelo Pereira de Melo,
Ilidio Gonçalves Marques,
Carlos Vanderlei Furlan, 
Waldir Francisco Guerra, 
Dr. Davidson Claudio Vincoletto, 
Paula Viscardi, 
Álvaro Fernando Dias Borges,
João Guilherme Lefevre Zabala,
Auxiliadora do Carmo Sales Oliveira,
Assunção do Carmo Vieira, 
José Vieira Heusi da Silva,
Idauri Carlos de Azambuja,
Verônica Ferreira Lima,
Aretusa Nogueira de Oliveira, 
Marianne Tavares da Silva,
Nelson Pimentel,
Rodrigo Lucena Machado,
Victor Hugo de Barros Ortiz,
Oziel Proença Rocha Filho,
Margareth Calderaro Guedes de Oliveira Fortes,
Paulo Preché, 
Verônica Ferreira Crivelli,
Ângela Maria Campos Camargo,
Janes Ayres de Araujo,
Marise Kelly Bastos e Silva,
Márcio Vargas, 
Daniel Ito Gorski, 
Gilson Oliveira dos Santos,
Paulo Rodrigues dos Santos,
Sizenando Ojeda de Almeida,
Ana Carolina Benevenuto,
Ercília Quadros Alves,
Diana Maciel Chama,
Joaquim Muller de Azevedo,
Dilson Guimarães Castro,
Ligia Cesco Novaes Leite,
Newton Tinoco,
Maria Abadia Tinoco,
Roberto Maki,
José Antônio de Oliveira,
Patrícia Cecília Peutehausky, 
Mauro Alves de Souza,
Oneide Proença de Oliveira,
Evelyn Almeida da Silva,
Carmen Aguero,
Juracy Borgiatto Ferreira,
Benedito do Carmo Kitizo,
Eulina Fechener de Pina,
Fátima Cardinal Buainain, 
Michely de Cássia Cavalari Prado,
Marco Antônio Coelho de Souza,
Sônia Yara de Mello Francelino,
Paulo Heber Martinelli Orfeu,
Ana Cecília do Nascimento,
Maria Auxiliadora dos Santos Diniz,
Roseany Menezes,
Lucimar dos Santos Júnior,
Irene Carneiro Moreira,
Pantaleão Blanc Rinaldi,
Sérgio Albuquerque,
Maria Alice de Oliveira Corrêa,
Joel Couto Alves,
Ivo Ferraz Nogueira,
Geisiele Rodrigues,
Jackson Emanuel Oliveira da Silva,
Luiz Carlos Ferreira Gomes,
Marcos Roberto Ferreira,
Oswaldo Jorge Bispo,
Paola Amaral Paulucci,
Lucinda de Andrade,
Maria Auxiliadora Moreira,
Lia Patrícia Campoçano Castilho,
Tereza Cristina Ferro,
Jail Benites de Azambuja,
Arthur Mário Medeiros Ramalho,
Amilcar Velasques,
Euler Campos Coelho,
Paulo Roberto Gomes,
Rosemir Xarão da Mota,
Rosângela Souza de Lusena,
Luana Falcão Gutierrez,
Valdeci de Alcântara Silva,
Messias de Oliveira Queiroz,
Eduardo Ramires de Rocha Barros,
Liliane Maria de Souza Rocha,
Fábio Nogueira Costa,
Ciro Martin Moura,
Walter Rosário Martino Dobbro,   
Edgar Soruco Junior,   
Antônio João Marçal de Souza,
Osmary Tavano Macari.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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