Correio B

CARNAVAL

Entrevista com o presidente da liga das escolas de samba da Capital, Alan Catharinelli

De volta à presidência da Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca), após renunciar ao cargo, em 2022, por força de ameaças, o pedagogo Alan Catharinelli, de 45 anos, avalia o andamento dos trabalhos nos barracões das escolas de samba

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Na sua opinião, qual será a marca do Carnaval deste ano na Capital?

A marca do Carnaval 2024 vai ser o maior investimento da história. O repasse, no valor de R$ 1,2 milhão, refere-se a R$ 800 mil do governo do Estado e mais uma emenda parlamentar do deputado federal Beto Pereira, além de ter o aporte financeiro da prefeitura de R$ 440 mil. Esse recurso foi repassado para nós em dezembro, quando as escolas de samba puderam se preparar, fazer as compras para poder agilizar o processo de planejamento de todo o desfile nas questões de confecção de fantasias e alegorias.

E a Lienca também, para preparar toda sua equipe e todo o material necessário. Agilizar para que a gente faça um desfile com mais tranquilidade, mais preparado do que antes. Então, esse repasse é muito importante.

Também estamos tendo melhorias na infraestrutura, que é um desejo nosso desde os carnavais passados, como partes de arquibancada coberta, um cascalhamento onde ficam as arquibancadas e melhorias na iluminação para os dias dos desfiles. A Praça do Papa já está sendo toda revitalizada e preparada para receber a nossa população. Espero que tenhamos muitos turistas. Estaremos recebendo o presidente da Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba), a entidade máxima do Carnaval no Brasil.

Ele está vindo de São Paulo e vai passar os dois dias de desfile na capital. Teremos o orgulho e o prazer de estar recebendo o nosso presidente Kaxitu (Ricardo Campos), da Fenasamba. Ele está ansioso pela expectativa de vir conhecer o nosso desfile aqui in loco, e daqui ele sairá para uma série de visitas a escolas de samba do Brasil inteiro. Assim como ele, por que o turista vem de outro lugar, outra cidade, para curtir o nosso Carnaval? Porque o nosso Carnaval está em evidência, em crescimento.

Pela primeira vez na história, nós vamos fazer o ensaio técnico, no dia 7 de fevereiro, às 19h, lá na Praça do Papa, para que a gente possa fazer, principalmente, a testagem do som para que as escolas de samba tenham conhecimento da dimensão de onde estarão as torres dos jurados, para melhor se apresentarem, terem segurança.

É aquele esquenta mesmo para fazer os últimos ajustes na sua harmonia, na sua evolução, na bateria. As escolas estão a todo o vapor. Todas estão trabalhando e estão trazendo enredos riquíssimos de história e conteúdo. E, isso, a população de Campo Grande e nossos turistas vão vislumbrar pela grandeza do Carnaval da cidade.

Esse repasse feito com antecedência atende ao objetivo de um desfile mais bonito, organizado e seguro?

Nos ajudou muito, tendo em vista que, este ano, o Carnaval está na primeira quinzena de fevereiro. Sempre que a festa ocorre no início de fevereiro, dificulta muito, por conta das correrias que a gente tem que fazer. Esse prazo aí nos ajudou muito, tanto a Liga quanto as escolas de samba, para que possamos cumprir e executar com maestria o nosso planejamento.

De que maneira essa verba é dividida entre as agremiações?

A divisão da verba é feita da seguinte maneira: entre as escolas de samba campeãs [do ano passado], foram valores iguais [com a Deixa Falar em primeiro lugar, a Vila Carvalho em segundo e a Igrejinha em terceiro], entre as demais escolas, a gente escalonou por ordem de classificação. Então, as escolas que receberam recursos são as que vão desfilar na passarela do samba: Herdeiros do Samba, Deixa Falar, [Vila] Carvalho, Igrejinha, Catedráticos [do Samba], Cinderela [Tradição] e Unidos do Cruzeiro.

Esses recursos são suficientes?

Ainda não é o suficiente para que a gente possa realizar tudo o que desejamos, mas é um recurso que será muito bem aplicado, e a gente tem que usar da criatividade, buscar parcerias, para que a gente possa executar realmente aquilo que planejou. Mas a gente ressalta que é o maior da história que nós recebemos. A gente precisa, cada vez mais, superar isso, considerando que todos os materiais são muito caros aqui em Campo Grande. Por isso temos que buscar em outros estados, como São Paulo ou Rio. É de muita importância que esse recurso sempre tenha acréscimo a cada ano para a gente.

Além da verba, como tem sido os outros aportes do poder público quanto à infraestrutura?

A liga não trabalha sozinha. A liga realiza os desfiles e tem os seus correalizadores, que são o governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Setesc) e da Fundação de Cultura, e a prefeitura, por meio da Sectur. Nós sentamos, dialogamos e está sendo preparado todo o aparato da Sesau, Samu, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Guarda Civil.

Teremos segurança privada, brigadistas para acomodar e resguardar a nossa população e também os foliões e as escolas de samba. Tudo é feito com a maior tranquilidade, planejamento e diálogo, porque o tradicional carnaval das escolas de samba de Campo Grande, graças a Deus, sempre foi realizado com muita tranquilidade, sem brigas. É um Carnaval da família, de todas as pessoas que querem curtir as escolas de samba e que querem estar lá para prestigiar e aplaudir os espetáculos que elas proporcionam. 

E quanto à mobilização nos barracões?

A Lienca tem feito essa visita, inclusive com a corte de Momo, a todas as escolas, levando alegria, “boa sorte” e bons fluidos para os dias de desfile. Tenho observado que as escolas, conforme os recursos vão aumentando, o investimento também vai aumentando dentro dos barracões. O que me deixa muito feliz é a quantidade de pessoas empenhadas e sendo contratadas dentro das escolas, mobilizando e fomentando a economia da sua comunidade.

Todas estão trabalhando, investindo, contratando profissionais para que possam realizar um grande desfile na avenida. Isso é muito importante porque hoje todos nós sabemos que o Carnaval movimenta o turismo, a empregabilidade, a mão de obra formal e informal.

Quantos empregados não são criados neste período? O que gera na economia de nossa cidade e do nosso estado? É muito grande, e isso é muito importante para que todo ano a gente possa ter um Carnaval cada vez maior. E isso graças também ao que as escolas de samba proporcionam.

Por que retomar esse modelo de classificação que esteve vigente até 2018, com a volta do Grupo de Acesso? De que maneira a mudança favorece a beleza e a animação dos desfiles, assim como a profissionalização do trabalho nos barracões? 

Há muitos anos, a gente tinha abolido isso. Decidimos, a Lienca e as escolas de samba, retomar o Grupo Especial e o Grupo de Acesso, considerando que precisa aguçar o espírito da competitividade entre as escolas de samba. Assim, as escolas vão lutar mais para chegar ao campeonato. Ninguém quer descer. Então, por isso, para 2025, as escolas classificadas de primeiro a quarto lugar agora em 2024 comporão o Grupo Especial, e as classificadas em quinto e sexto lugares comporão o Grupo de Acesso.

As denúncias e os problemas de gestão que a Lienca enfrentou na temporada passada (envolvendo a prestação de contas da gestão anterior) já foram superados?

Sobre isso, não tenho muito o que falar, porque estou focado no Carnaval 2024. Estamos trabalhando muito, superamos isso. Foi muito difícil voltar a ter a nossa harmonia. Demorou um pouco, mas agora estamos focados. Todos unidos de mãos dadas para fazer o maior desfile de todos os tempos. Infelizmente, isso afetou mais internamente a liga e claro que respingou externamente. Problemas, todos têm, e a gente tem que seguir em frente para fazer a cada ano o melhor Carnaval.

Primeiros socorros

Especialista explica como diferenciar uma tosse eficaz de uma obstrução grave

Especialista explica como diferenciar uma tosse eficaz de uma obstrução grave e quais procedimentos devem ser adotados em adultos, crianças e bebês

12/08/2026 08h00

A noção teórica ajuda nos primeiros socorros, mas a prática garante a execução correta das manobras

A noção teórica ajuda nos primeiros socorros, mas a prática garante a execução correta das manobras Pexels

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Um pedaço de alimento, uma bala ou até um pequeno objeto podem interromper a respiração em poucos segundos. O engasgo costuma acontecer de maneira inesperada e, quando a passagem de ar é completamente bloqueada, a situação pode evoluir rapidamente para perda de consciência e parada cardiorrespiratória.

É justamente no intervalo entre o engasgo e a chegada do socorro que a atitude de quem está por perto pode ser determinante.

O problema é que o susto também favorece erros: oferecer água, colocar a mão dentro da boca da vítima ou tentar aplicar uma manobra de forma indiscriminada são atitudes que podem piorar o quadro.

Antes de qualquer procedimento, porém, é preciso identificar se o engasgo realmente impede a passagem de ar.

Segundo o fisioterapeuta e instrutor de Suporte Básico de Vida (BLS, do inglês Basic Life Support) da CoreHelp, Denis Corrêa, uma pessoa que ainda consegue tossir com força está apresentando uma resposta importante do próprio organismo para expulsar o corpo estranho.

“Quando a vítima consegue tossir com força, falar ou respirar, significa que ainda existe passagem de ar. Nesse caso, ela deve ser incentivada a continuar tossindo, porque a tosse é o mecanismo mais eficaz para expulsar o objeto. As manobras de desobstrução são indicadas quando surgem sinais de obstrução grave”, explica.

A mudança de cenário ocorre quando a vítima deixa de conseguir falar, tossir ou respirar. Ela pode levar as mãos ao pescoço, demonstrar dificuldade intensa para puxar o ar ou tentar emitir sons sem conseguir.

Em situações mais prolongadas, a falta de oxigênio pode deixar lábios, rosto e unhas azulados e levar à perda de consciência.

Nesse momento, esperar para ver se o problema melhora sozinho pode custar minutos preciosos.

“Nessa situação, não há tempo a perder. É preciso pedir ajuda, acionar o Samu pelo telefone 192 e começar imediatamente as manobras adequadas”, orienta o especialista.

ADULTOS E CRIANÇAS

Para adultos e crianças com mais de um ano que estejam conscientes e apresentem obstrução grave, as diretrizes de 2025 da American Heart Association orientam uma sequência alternada de golpes nas costas e compressões abdominais.

São cinco golpes firmes entre as escápulas. Se o objeto não sair, devem ser feitas cinco compressões abdominais. Os ciclos continuam sendo alternados enquanto a vítima permanecer consciente e a obstrução não for resolvida.

Quando há outras pessoas no local, o ideal é dividir as tarefas: enquanto uma pessoa inicia o atendimento, outra deve ligar para o Samu, pelo 192, e seguir as orientações do serviço de emergência.

A situação muda novamente se a vítima perder a consciência. Nesse caso, ela deve ser colocada sobre uma superfície rígida e o atendimento passa para o protocolo de ressuscitação cardiopulmonar, começando pelas compressões torácicas.

Durante o atendimento, a boca pode ser observada antes das tentativas de ventilação. Há uma diferença importante entre ver o objeto e procurá-lo às cegas.

“Um dos erros mais perigosos é colocar os dedos na boca da vítima sem enxergar o objeto. Essa varredura às cegas pode empurrá-lo ainda mais para dentro e agravar a obstrução”, alerta Denis.

BEBÊS

A noção teórica ajuda nos primeiros socorros, mas a prática garante a execução correta das manobrasEm bebês, as manobras devem ser mais cuidadosas, porque podem provocar lesões - Foto: Pexels

Com bebês menores de um ano, a atenção precisa ser redobrada. A técnica utilizada em adultos e crianças maiores não deve ser simplesmente reproduzida, porque as compressões abdominais podem provocar lesões nos órgãos internos.

Se o bebê não consegue chorar, tossir ou respirar, a orientação é posicioná-lo de bruços sobre o antebraço do socorrista, mantendo a cabeça mais baixa que o tórax e o pescoço sustentado. Nessa posição, são aplicados cinco golpes nas costas, entre as escápulas.

Na sequência, o bebê é virado cuidadosamente de barriga para cima, ainda com a cabeça abaixo do nível do tórax. São então realizadas cinco compressões torácicas.

Os ciclos devem continuar até que o objeto seja expelido ou o bebê perca a consciência. Em caso de perda de consciência, a criança deve ser colocada sobre uma superfície rígida e a ressuscitação cardiopulmonar deve ser iniciada.

“Os cuidados com bebês exigem uma técnica específica. Por isso, não se deve improvisar nem repetir as mesmas manobras utilizadas em adultos. Um treinamento prático ajuda a compreender a posição correta das mãos, a intensidade dos movimentos e a sequência do atendimento”, afirma o instrutor.

O QUE PODE ATRAPALHAR

Em uma situação de pânico, é comum tentar fazer alguma coisa imediatamente. Nem sempre, porém, essa iniciativa ajuda.

Dar água ou comida à pessoa que está engasgada não resolve uma obstrução das vias aéreas. Sacudir a vítima ou tentar pendurá-la pelos pés também não são procedimentos recomendados.

Outro comportamento que deve ser evitado é introduzir os dedos na boca para tentar “pescar” o objeto. Se ele não estiver visível, a tentativa pode deslocá-lo para uma região ainda mais profunda das vias aéreas.

Também não há indicação de aplicar manobras de desobstrução em alguém que ainda consegue tossir vigorosamente. A tosse deve ser estimulada e a vítima precisa ser observada, porque o quadro pode evoluir para uma obstrução completa.

A busca por ajuda, por sua vez, não deve ser deixada para depois. Em uma obstrução grave, o atendimento especializado precisa ser acionado o quanto antes, mesmo que outra pessoa esteja realizando as manobras.

QUANDO SE ENGASGAR SOZINHO

Há ainda uma situação especialmente delicada: quando a pessoa se engasga e não há ninguém por perto.

Se ainda conseguir tossir, a orientação é tentar expulsar o objeto por meio de uma tosse forte e buscar ajuda imediatamente. Se não conseguir falar ou respirar, pode tentar realizar compressões abdominais em si mesma.

Para isso, uma das mãos deve ser fechada e posicionada acima do umbigo e abaixo do osso do peito. A outra mão segura o punho e os movimentos são realizados rapidamente para dentro e para cima.

Mesmo nesse cenário, procurar ajuda é fundamental.

TREINO PRÁTICO

Saber o que fazer no papel não significa necessariamente conseguir agir diante de uma emergência. O medo, o nervosismo e a pressão do momento podem fazer com que uma pessoa esqueça informações que conhece ou execute uma técnica de maneira incorreta.

Por isso, Denis defende que o aprendizado de primeiros socorros seja acompanhado de treinamento prático.

“Durante uma emergência, é comum que o medo e o nervosismo dificultem a tomada de decisão. O treinamento permite reconhecer os sinais, entender a sequência correta e praticar as manobras antes que elas sejam realmente necessárias”, afirma.

Cursos de primeiros socorros podem ser realizados por pessoas sem formação na área da saúde e também são oferecidos para empresas, escolas e profissionais. Nas capacitações, os participantes praticam as técnicas em manequins e participam de simulações de situações de emergência.

A proposta é aproximar o treinamento de situações que podem acontecer no cotidiano, como um engasgo durante uma refeição em casa ou em um restaurante.

Além das técnicas de desobstrução, os cursos trabalham o reconhecimento de diferentes emergências, a avaliação da segurança do ambiente, o acionamento adequado do serviço de atendimento e a atuação conjunta entre os socorristas.

“O conhecimento técnico é importante, mas precisa ser colocado em prática. As simulações ajudam as pessoas a desenvolver segurança, rapidez e confiança para agir quando cada segundo faz diferença”, conclui Denis Corrêa.

Diálogo

A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece... Leia na coluna de hoje

Leia na coluna desta quarta-feira (12)

12/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cora Coralina - Escritora brasileira

"Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo. Aprendi a viver”.

FELPUDA 

A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece uma mostra de cinema. Há quem interprete “Missão Impossível” na tentativa de tornar sonho em realidade. Outros vivem em “Curtindo a Vida Adoidado”, como se mandato fosse lazer. Também há personagens de “O Poderoso Chefão”, especialistas em articulações de bastidores, enquanto alguns insistem em protagonizarem “Debi & Lóide” nas decisões mais simples. Sem falar nos que parecem presos em “Feitiço do Tempo”, repetindo os mesmos discursos a cada eleição. Afe!

Diálogo

Próximo

O Ministério Público do Trabalho em MS criou ofício especializado para atender povos indígenas e comunidades tradicionais. A iniciativa busca aproximar a instituição dos territórios, oferecendo atendimento específico, além do acompanhamento das demandas. 

Mais

O foco é ampliar o diálogo e garantir maior acesso aos direitos trabalhistas. A atuação também prevê tradução intercultural para facilitar a comunicação. A expectativa é tornar a presença do MPT-MS mais efetiva junto às comunidades.

Diálogo Carmen Cestari e Martina Cestari Arriagada - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Giulia Calbucci - Foto: Divulgação

Prova

Durante décadas, a máxima de que adversários de ontem viram aliados de hoje foi tratada como lei da política sul-mato-grossense. O problema é que surgiu uma testemunha pouco complacente: a internet. Vídeos antigos e críticas ferozes reaparecem na velocidade de um clique, desmontando romances políticos de ocasião. Tem candidato evitando até ser fotografado ao lado de antigos desafetos. Afinal, o eleitor pode até esquecer algumas promessas. As redes sociais, definitivamente, não.

Pendência

Quem está às voltas com o TRE-MS é o ex-senador Delcídio do Amaral, candidato ao Governo pelo PRD. A Justiça Eleitoral determinou inclusão do nome dele no Serasa e no Cadin pelo não pagamento integral de multa eleitoral aplicada por problemas na prestação de contas de 2022. Agora, a pendência financeira volta ao cenário eleitoral. A política ensina: antes de cuidar da campanha, é preciso acertar as contas.

Deu ruim

A senadora Soraya Thronicke e o deputado federal Lindbergh Farias entraram em terreno delicado ao acusarem o também parlamentar Alfredo Gaspar de estupro de vulnerável. O caso foi parar no STF e os dois parlamentares foram intimados à prestar esclarecimentos. A questão envolve uma acusação de extrema gravidade. Em política, denúncia sem provas pode virar problema muito maior do que o imaginado. E em ano eleitoral, então, o estrago pode alcançar muito além dos envolvidos diretamente.

ANIVERSARIANTES 

  • Henrique Alberto de Medeiros Filho,
  • Adriana Aparecida Burato Marques Buytendorp,
  • Dr. Marcos Paulo Tiguman,
  • Marlady Silva Perez, 
  • Dr. Marco Aurélio Ratier Jajah Nogueira,
  • Waldir Ramos de Mendonça,
  • Clarindo Gonçalves da Silva,
  • Jorge Luis Passuelo,
  • Márcio Sebastião de Paula Corrêa,
  • Virgilio Otavio Marson,
  • José João Pires de Oliveira,
  • Sebastião Rodrigues Teixeira,
  • Rosa Alves Bonifácio,
  • Taine Alves Nascimento,
  • Waldir Alves Moreira,
  • Djanira Ferreira Barbosa,
  • Norman Percival Davy Neto,
  • Leny Campos,
  • Maria de Lourdes Lorusso Issa, 
  • Luciana Almeida Corrêa,
  • Elisa Helena Leite Galvão de Melo,
  • Maitê Arévalo Nunes da Cunha Peron,
  • Mara Rúbia Gonino Barbosa,
  • José Segundo Rocha,
  • Valdelino de Oliveira Coelho,
  • Gisele Gonçalves Braba Meneguzzo,
  • Estela Esteves Barbosa,
  • Edvaldo Finotto,
  • Francisco de Assis Silva Fonseca,
  • Valmir Claro Sampatti,
  • Ana Clara de Oliveira Lino,
  • Marisa Andrade Rocha,    
  • Rosamaria de Moraes,
  • José Monteiro Salgado Filho,
  • Maria Cristina Calixto Mendes,
  • Gilda Maria Gomes dos Santos,
  • Carlos Malafaia Justino,    
  • Nildo José de Barros,
  • Maria Clara Lopes De Souza,
  • Ambrósio de Souza Barbosa,
  • José Claudionor Medeiros Rocha,
  • Irandy Godoi Valadares,
  • Marcus Vinicius Ramos Ollé,
  • Silvia Helena Cândia Solari, 
  • Rosana Fátima de Jesus,
  • Ricardo Alberto de Rezende,
  • Jeferson Adão de Almeida Matos,
  • Albino Tomasi Filho,
  • Manoel Baptista Ferreira,
  • Júlio Cienkonog Martins,
  • Estela Bruno de Almeida,
  • Mário Ruben Meneses Moncada,
  • Maria Thereza Neves Assis,
  • Nádia Ribeiro da Silva,
  • Meire Alves de Souza,
  • Adelurde Nogueira Pereira,
  • Juliane Penteado Santana,
  • Ambrozina Oliveira Dutra,
  • Maria Raquel Corrêa,
  • José Tosta Marques,
  • Lúcia Helena Katayama Tsuge,
  • Maria Jussara Mendonça Barbosa,
  • Manoeli Barbeta da Rosa,
  • Clarita de Souza,
  • Antonio de Souza, 
  • Manoel Teixeira,
  • Igor Navarro Rodrigues Claure,
  • Gerson Jorge Wassouf,
  • Flávio Alves Ferreira,
  • Hélio Massaru Jyoboji, 
  • Ninio Angelo Ayala,
  • Irace Basílio de Lima,
  • Antônio Augusto Alves da Silva,
  • Fábio Ximenes Lopes,
  • José Olinto Machado Silveira,
  • Paulo Serrou do Amaral,
  • Paula Santos Belchior dos Reis,
  • Paulo Fernando Goes de Freitas,
  • Alexander Runnacles,
  • Orlando Guassu,
  • Antônio José Correia,
  • Augusto da Silva,
  • Carlos Alberto Brenner Galvão Filho,
  • Barcelos Silveira Filho,
  • Domingos Célio Alves Cardoso,
  • Rubens Gonçalves Pereira,         
  • Hermes Jairo Garces da Silva,
  • João Batista Ottoni,   
  • Anelise Pereira Zanella, 
  • Ivair Ximenes Lopes,
  • Sebastião Clóvis Teixeira Neto,   
  • Izabelly Staut,
  • Patrícia de Carvalho Ribeiro,
  • Irene Alves da Costa,
  • Jairo José de Lima,
  • Daniela Aparecida Demetrio,
  • Joelma Rodrigues Alvares,
  • Sueli Aparecida dos Santos Moreira,
  • José Antônio Jorge Patrão Júnior,
  • Irenilde Barbosa de Souza,
  • Doracy Ferreira de Souza,
  • Katiucia Cristiane Eidt,
  • Luciani Coimbra de Carvalho,
  • Guilherme Baldochi,
  • Clélia Conrado Ormay, 
  • Nelson Ubyrajara Truzzi Tupy,
  • Priscila Sandri Trentin,
  • Mineia Raquel Zambon.        

Colaborou com Tatyane Gameiro

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