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VIDA SAUDÁVEL

Ex-BBB Paula emagrece 44 kg e revela
o que a fazia engordar no passado

Ex-BBB Paula emagrece 44 kg e revela
o que a fazia engordar no passado

BOLSA DE MULHER

18/12/2016 - 16h00
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A ex-BBB Paula Leite emagreceu 44 kg em apenas 11 meses. Deles, 34 foram eliminados de forma saudável, ou seja, com dieta e atividade física, mas Paulinha nem sempre cuidou bem de seu corpo.

Em depoimento ao UOL, a ex-BBB revelou que até os 20 anos nunca tinha tido problemas com a balança. “Eu era magra, mas aos 21 eu resolvi que queria emagrecer cinco quilos e tinha uma moda na cidade em que eu morava [em Boa Vista, Roraima] de tomar remédio para emagrecer”, revelou na entrevista.

Depois que começou a tomar o remédio, Paulinha emagreceu oito quilos, mas quando parou, engordou 14 e desenvolveu dificuldade para perder peso.

De acordo com a endocrinologista, metabologista e coach de emagrecimento Cassandra Pauperio, é comum as pessoas desenvolverem dificuldade para emagrecer depois de tomarem remédios de emagrecimento.

Isto acontece porque os medicamentos provocam perda de gordura e também de massa muscular. Quando a ingestão do remédio é interrompida, a pessoa volta a comer normalmente, mas o gasto calórico passa a ser menor do que antes porque a quantidade de músculos está menor. Com isso, a pessoa engorda mais do que emagreceu.

“O gasto calórico vai ser proporcional à quantidade de músculo que restou, quantidade de músculo menor, gasto calórico também, então a pessoa acumula mais gordura”, explica a endocrinologista.

Além disso, para cada 1 kg perdido, o corpo demora cerca de um mês para entender que aquele peso foi eliminado e, consequentemente, criar memória do novo peso.

Enquanto isso, o corpo tenta reverter a perda de peso e a tendência é engordar. Esta é uma espécie de mecanismo de sobrevivência do organismo, que entende a perda de peso como uma ameaça à vida, já que a gordura é nossa fonte primária de energia.

Por isso que mesmo quando a pessoa está tomando remédio de emagrecimento ela precisa praticar atividade física e manter uma alimentação saudável e balanceada.

Desta forma, ela poderá ir reduzindo a medicação progressivamente sem voltar a engordar. Lembrando que todo remédio só pode ser tomado com orientação e acompanhamento médico.

ALTERAÇÕES HORMONAIS

Alguns remédios manipulados ainda podem conter hormônios em sua composição, como o hormônio tiroidiano, que ajuda a emagrecer e a acelerar o metabolismo, ou testosterona, que atua no aumento de massa magra.

Quando presentes em medicamentos, estes hormônios podem desregular a parte hormonal. Provavelmente foi o que aconteceu com a ex-BBB Paulinha, já que ela afirma que desenvolveu problemas hormonais após tomar medicamentos para emagrecer.

REMÉDIOS PARA EMAGRECER

De acordo com a endocrinologista, no Brasil, são só três os remédios para emagrecer que são liberados e eles atuam de diferentes formas. A sibutramina, por exemplo, atua acelerando o metabolismo e dando a sensação de saciedade.

Já o Orlistate atua sobre a litase, que é uma enzima intestinal, e consegue diminuir a absorção de gordura em 30%. E o Lilaglutide, que é injetável, tem um mecanismo central, que promove saciedade, e um periférico que retarda o esvaziamento gástrico.

QUANDO TOMAR?

Segundo Cassandra, os medicamentos são indicados apenas para pessoas com IMC acima de 30 ou para pessoas com IMC próximo a este e que já tenham problemas de saúde, como gordura no fígado e diabetes.

Contudo, mesmo nestes casos, o correto é que a pessoa tente reverter o sobrepeso e até a obesidade com exercícios físicos e reeducação alimentar.

“Antes, sempre tentamos fazer mudanças de estilo de vida e exames para saber se a pessoa tem algum problema de saúde que possa estar fazendo com que ela engorde”, explica a endocrinologista.

Além disso, é importante ressaltar que o remédio não se sustenta por si só, ele é apenas uma ajuda. Se qualquer pessoa deixar de tomá-lo e não fizer dieta, nem se exercitar, vai engordar.

A prática de atividade física ainda evita o ganho de peso futuro, controla a ansiedade e também a compulsão alimentar.

Cassandra ainda ressalta o perigo de começar a tomar um remédio prescrito pelo médico, mas não fazer retornos. De acordo com ela, alguns remédios têm efeitos colaterais e é necessário ficar atento a eles. O Orlistate, por exemplo, inibe a absorção de vitaminas e, em alguns casos, é necessário suplementação.

DIETAS RADICAIS

Paulinha assume que outro erro foi ter aderido a dietas radicais para emagrecer. Ela revela que em dois meses de “dietas malucas” perdeu 10 kg, mas também perdeu cabelos e suas unhas ficaram fracas devido à falta de nutrientes.

A coach em emagrecimento Cassandra ressalta que é possível até acontecer uma desnutrição por carência de vitaminas quando as pessoas se submetem a dietas muito restritivas. “A dieta também deve ser feita com acompanhamento para ir avaliando se a pessoas está carente de alguma vitamina e, se necessário, fazer a suplementação”, afirma a endocrinologista.

Quando a queda de cabelo começou, Paulinha procurou um médico e foi encaminhada para um nutricionista. Com o acompanhamento deles, iniciou a dieta Dukan e retomou as atividades físicas. Desta forma, ela conseguiu emagrecer mais 34 kg em apenas 9 meses, desta vez de forma saudável.

Missão

Cruz Vermelha existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de sua criação

Presente no Estado antes mesmo de sua criação, a organização que atua para aliviar o sofrimento humano, inclusive em emergências e crises, existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de seu nascimento

26/10/2026 09h00

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra Mundial

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra Mundial Foto: CVBMS

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Organização humanitária global que atua, entre outras frentes, com auxílio médico e apoio em crises para aliviar o sofrimento humano, a Cruz Vermelha celebra hoje a data de seu nascimento e, presente em Mato Grosso do Sul antes mesmo da criação do Estado, tem sua história local fortemente ligada a uma mulher curitibana que serviu de forma voluntária e também após o fim da Segunda Guerra Mundial. 

Atuante no Brasil desde 1907, especificamente em Mato Grosso do Sul, o primeiro registro local segundo a Cruz Vermelha vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942. 

Para além de nomes como o do suíço Henry Dunant, tido como fundador entre os cinco que se reuniram inicialmente entre os dias 26 e 29 de outubro de 1863 na criação do Comitê Internacional de Ajuda aos Feridos – que posteriormente se tornaria a Cruz Vermelha (CICV) –, localmente, a organização não governamental (ONG) cita entre as voluntárias pioneiras o nome de Guilhermina. 

Os registros locais indicam que a curitibana Guilhermina teria sido uma das 73 enfermeiras que serviram durante a Segunda Guerra Mundial.

A Cruz Vermelha de Mato Grosso do Sul cita apenas a representação dela para o compromisso humanitário que atravessa gerações até os dias de hoje, sem destacar, porém, qual seria seu sobrenome. 

Curitibana Guilhermina serviu na Segunda Guerra MundialPrimeiro registro local vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942 - Foto: CVBMS

SOBRENOME E HISTÓRIA

Guilhermina Rodrigues Gomes, segunda-tenente enfermeira da Força Expedicionária Brasileira (FEB), embarcou rumo à Itália após ser convocada em outubro de 1944.

Logo no ano seguinte, ela retornou ao território nacional, depois de uma lida de cuidados a soldados brasileiros e de demais nacionalidades, sendo sobrevivente inclusive de uma explosão em frente a um hospital da cidade italiana de Livorno, região portuária alvo de uma série de bombardeios. 

Ao lado de Graziela Afonso de Carvalho, Guilhermina Rodrigues aparece nos registros históricos como uma das duas primeiras enfermeiras a serem reformadas, reconhecidas jurídica e publicamente como militares portadoras de sequelas de guerra, reconhecimento que só teria vindo em novembro de 1946.

O incidente que acabou fraturando a coluna da enfermeira teria sido a explosão de uma mina terrestre, registrada nas imediações do 7th Station Hospital de Livorno, detonação forte o suficiente para arremessar Guilhermina longe.

Ela foi condecorada no Brasil com as medalhas de Campanha e Guerra e de Ouro da Cruz Vermelha. Apesar de ter nascido em Curitiba (PR), em 1° de dezembro de 1912, foi o Museu da FEB em Campo Grande que ajudou a resgatar e preservar sua história e identidade. 

No dia 2 de julho de 1944, 73 enfermeiras brasileiras embarcaram rumo à Segunda Guerra Mundial, incorporadas ao serviço na Itália em cinco hospitais de campanha do exército norte-americano.

O general Mascarenhas de Moraes, no Relatório do Comandante da FEB, salientou: “ O Comando Brasileiro julga o esforço, a operosidade e a dedicação das nossas enfermeiras na Itália como um atestado veemente do valor da mulher brasileira”.

CRUZ VERMELHA EM MS

Oficialmente, a filial sul-mato-grossense da Cruz Vermelha Brasileira aparece com data de fundação do dia 8 de julho de 1983, recebendo reconhecimento de utilidade pública do governo de Mato Grosso do Sul e da Prefeitura de Campo Grande em 1985, antes mesmo de MS completar uma década. 

Os dados atualizados Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul (CVBMS) apontam um total de 285 voluntários ativos no Estado, com mais da metade da equipe (62%) até os dias de hoje formada por mulheres, com voluntários desde 15 anos até 79 anos. Os voluntários com idade entre 18 e 29 anos formam a faixa etária mais numerosa. 

“Reunimos profissionais, estudantes, aposentados e pessoas de diversas áreas. Saúde, psicologia, educação, assistência social, comunicação, Direito, administração, logística e segurança estão entre as competências presentes no voluntariado”, indica a CVBMS. 

Em Mato Grosso do Sul, além da Capital, que abriga a sede estadual da ONG, na Rua da Liberdade, nº 512, na Vila Santa Dorotheia, a CVBMS mantém núcleos em Aquidauana, Chapadão do Sul, Dourados e também em Ponta Porã. 

O trabalho da CVBMS acontece por meio de pessoas que escolhem compartilhar tempo, conhecimento e experiência em benefício da comunidade.

Importante frisar que nem todo voluntário vai diretamente para o fronte, com alguns envolvidos nessas ações, mas com outros colaboradores atuando em capacitações, planejamento, saúde, apoio psicossocial, logística, comunicação ou até mesmo na administração.

“Nosso trabalho é realizado com a participação de voluntários, profissionais, parceiros e apoiadores comprometidos com os princípios humanitários e com a proteção da vida e da dignidade”.

“Em comum, todos assumem o compromisso de agir de acordo com os princípios fundamentais do movimento internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade”, afirma a Cruz Vermelha Brasileira em MS.

Em contato com a sociedade por meio de ações de promoção da saúde, orientação e prevenção, o que inclui até mesmo mutirões, a Cruz Vermelha atua também por meio de atividades itinerantes e palestras sobre temas de interesse da comunidade, como, por exemplo: hábitos saudáveis; infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); prevenção de doenças; primeiros socorros; saúde da mulher; violência e proteção. 

Além disso, como complementa a CVBMS, há frentes que atuam com a promoção de cursos e atividades educativas específicas em empresas, escolas, instituições, entre outros, o que pode oferecer à sociedade capacitação em primeiros socorros psicológicos, mas também ensinar a população sobre prevenção de acidentes, preparação para emergências e outros conteúdos voltados à proteção e ao cuidado.

Cabe ressaltar também que, entre esses atendimentos à sociedade em geral, por exemplo, há uma iniciativa focada na inclusão social por meio da alfabetização digital de pessoas idosas, tendo em vista o fato de que boa parte dos casos de estelionatos costumam vitimar essa faixa etária. 

“Realizamos projetos destinados a comunidades e grupos em situação de vulnerabilidade, com ações de acolhimento, orientação, promoção da cidadania e fortalecimento das redes locais. O trabalho começa pela escuta e pelo reconhecimento das necessidades de cada território”, ressalta a ONG.

APOIO À SOCIEDADE

Sobre os atendimentos, que podem servir de apoio para eventos e demais ações sociais e atividades institucionais, a Cruz Vermelha costuma atender às solicitações conforme o objetivo, o público presente e a estrutura necessária para suporte, bem como a equipe disponível. Até mesmo eventos sem finalidade humanitária podem receber um orçamento.

Também são promovidas iniciativas para acolhimento e apoio psicossocial, o que inclui, além das capacitações em primeiros socorros psicológicos, ações direcionadas a pessoas, famílias, jovens, crianças, cuidadores e equipes expostas a situações de crise.

Nesse sentido, a Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul mobiliza voluntários e recursos para apoiar pessoas afetadas por desastres, crises e outras situações emergenciais.

“Também participa de campanhas solidárias, arrecadações, distribuição de donativos e iniciativas de preparação comunitária”, destaca a CVBMS.

A organização está presente em quase 200 sociedades nacionais, com atuação no combate à fome, à desnutrição, à subnutrição, à doença e a outros tipos de violência social.

“Em 1916, inaugurou-se a Seção Feminina, responsável por incorporar as mulheres cariocas à luta sanitarista no centro do Rio de Janeiro, onde mantém seu escritório central até hoje”.

Diálogo

Mesmo votando a favor por livre pressão, os aliados criticam a oposição... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (26)

26/10/2026 00h01

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Winston Churchill - estadista britânico

"Os homens tropeçam por vezes na verdade,
mas a maior parte torna a levantar-se e continua depressa
o seu caminho, como se nada tivesse acontecido”.

Felpuda

Mesmo votando a favor por livre pressão, os aliados criticam a oposição, alegando que ela quer mesmo “é jogar a prefeita Adriane Lopes num buraco bem fundo” com a criação da CPI do Tapa-Buraco. A referência irônica está relacionada aos incontáveis buracos espalhados por todas as ruas de Campo Grande. E a tal operação tapa-buraco não está valendo nadica de nada, porque eles continuam abertos e, a cada dia, sendo “promovidos” a crateras. Enfim, maioria acha que tudo não passa de pano de fundo para tentar driblar a indignação da população. Dá licença, vai!...

Virando pó

Rodovias sob jurisdição do Estado estão esfarelando com as chuvas que castigam o MS neste outubro, em índices recordes de precipitação bem acima do normal, segundo dados meteorológicos. No Cone-Sul, situação é tão caótica que os motoristas viraram cinegrafistas.

Mais

Nas redes sociais são postados dezenas de vídeos, denunciando a buraqueira em longos trechos das estradas que, justamente nesta época, deveriam dar suporte logístico aos produtores rurais. O governo já anunciou a “recuperação paliativa dos pontos críticos”. Mas...

Roberta Diau
Cris Vianna

Cadeiras

O governador Eduardo Riedel estuda promover mudanças na estrutura da máquina administrativa, depois de avaliar os erros e acertos do seu governo. Ele analisa a ideia de dividir algumas secretarias, o que permitiria a acomodação dos antigos aliados que deixaram o governo para concorrer às eleições e foram derrotados.

Campeã

Ainda nem foram finalizadas as prestações de contas, mas já há uma vencedora incontestável nas eleições: a Meta, dona do Instagram, do Facebook e do WhatsApp. Até agora, recebeu pelo menos R$ 288,7 milhões em serviços contratados diretamente. Flávio Bolsonaro foi quem declarou mais gastos com ela, num valor quase três vezes superior ao informado por Lula, segundo as prestações de contas parciais. O prazo para a prestação final dos candidatos do primeiro turno termina no dia 3 de novembro. Até lá, o placar poderá mudar.

Na lista

O economista Jaime Verruck está sendo cotado para reassumir a Secretaria de Meio Ambiente, considerada uma pasta estratégica. Ele tem formação de doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial pela Universidade Complutense de Madrid, onde também obteve o Diploma de Estudos Avançados. Verruck trabalhou nas gestões de Reinaldo Azambuja e de Eduardo Riedel. Pela sua qualificação, ele conta com o apoio político de Azambuja e da senadora Tereza Cristina para assumir um cargo de peso.

Aniversariantes

  • Maria Coelho de Campos,
  • Marcelo Radaelli da Silva,
  • Meire Vilma Coelho de Campos,
  • José Carlos Barbosa (Barbosinha),
  • Mônica Corrêa Rinaldi Netto,
  • Sueli Serra Trindade Rodrigues,
  • Bruno Willian Monteiro Miranda,
  • Fábio Castro Leandro,
  • Antonio Fermiano,
  • Odair Garcia,
  • Elba Helena Cardoso de Oliveira,
  • Safira Maria de Figueredo Sousa,
  • Alcides de Lima,
  • Rodrigo Souza e Silva,
  • Anísio de Barros Mandetta,
  • Robson Gomide Alves,
  • Audy Gomes Paiva,
  • Carlos Afonso Marcondes Medeiros,
  • Márcio Lolli Ghetti,
  • Maria Aparecida Medeiros,
  • Marcílio Arnaldo de Alencar,
  • Gisele Bueno Cavalheiro,
  • Grasiele Luiza Damin Pauli,
  • Isadora Tannous De Lamônica
  • Guimarães Gregio,
  • Annye Yasunaka Herradon,
  • Tereza Abrão,
  • Pedro César da Fonte Nogueira,
  • Hatsue Utino,
  • Manoel de Andrade,
  • Alda de Souza Fontoura,
  • Elenir Rose Cury,
  • Newton de Souza,
  • Margareth Silva dos Santos,
  • Tais Ferreira,
  • Luciene de Almeida,
  • Sérgio Córdoba,
  • Ana Mafalda Espírito Santo,
  • Odete de Barros Lima,
  • José Augusto Rezek,
  • Paula Regina Burim,
  • Terezinha Chaves Gaiotto,
  • Valdir Jair da Silva,
  • Claudemir das Neves,
  • Felisberto Soei Furuguem,
  • Eleusa Tessaro,
  • Rosângela Gauna de Oliveira Rezende,
  • Celso Guimarães Dias,
  • José Maria Martins,
  • Luiz Guilherme Silva Cangussú,
  • Maristela Scholz Nunes Franco,
  • Denise Bueno,
  • Cláudio dos Santos Silva,
  • Robson Roberto Duarte Alencar,
  • Alessandro Vicente Pereira,
  • Lidiane Ferreira de Resende,
  • João José Marques de Souza,
  • Saulo de Tarso Praconi,
  • Fábio Capobianco Pereira da Silva,
  • Judite Mendonça da Costa Pereira,
  • Patrícia Soares da Rocha,
  • Júlio César Cestari Mancini,
  • Vicente Randes Pereira,
  • José Renato Miguel,
  • Gilney Tadeu dos Santos Alves,
  • Ângela Zenir do Carmo,
  • Márcio Gumiero de Souza,
  • Cassandra Maria Lopes Ferreira,
  • Dra. Christiane Maria dos Santos
  • Pereira Jucá Interlando,
  • Christian Duarte Mollinedo,
  • João Carlos Moreira,
  • Mário Duílio Evaristo Henry Neto,
  • Cristiane Elizabete da Silva Cândido,
  • Paulo César Donato,
  • Diná Elias Almeida de Lima,
  • Elaine de Araújo Santos,
  • João Marques Bueno Neto,
  • Elton Massanori Ono,
  • Mônica Vilela Barata,
  • Hudson Netto Leite,
  • Denílson de Melo Santos,
  • Giselle Amaral Rosa,
  • Flora Corrêa,
  • Hermes Henrique Moreira Maciel,
  • Elaine Cristina Alencar Cacci,
  • Igor Guilherme Dehn de Melo,
  • João Carlos Carvalho Regasso,
  • Laisa Take Ferrel,
  • Marivaldo Coan,
  • Rejane Ribeiro Fava Geabra,
  • Marcelo Penajo de Souza,
  • Silvana Maria Santos Dutra,
  • Orlando Gouveia de Matos,
  • Maria Fernanda Guerreiro Fernandes,
  • Rafael Rosa Junior,
  • Francisco Alves Filgueiros,
  • Thiago Nascimento Lima,
  • Eva Borges de Oliveira,
  • Mislene Araújo de Britto,
  • Tomás Barbosa Rangel Neto,
  • Walter da Silva Teixeira,
  • Vera Lúcia Santos Lopes,
  • Lorena Nantes Silva,
  • José Henrique Menezes Pascoal,
  • Patrícia Mello Assis,
  • Carolina Moreira,
  • Morgana Leite de Souza,
  • Marcos Duarte de Mattos.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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