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LITERATURA

Festival literário segue até quinta e terá lançamento de livros e revista

Além da revista inédita assinada por Jaminho, 2ª edição da Festa Literária de Mato Grosso do Sul, a ser realizada de hoje até quinta-feira, apresenta dois livros de poesia de Maria de Lourdes da Costa

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A literatura ganha lugar de destaque em Dourados durante esta semana. É que a Feira Literária de Mato Grosso do Sul (Felit-MS) volta a ocupar a Câmara Municipal da cidade com a sua segunda edição, a ser realizada de hoje até quinta-feira.

Durante o evento, os visitantes poderão conferir exposição de livros de autores regionais, lançamentos, sessões de autógrafos, contação de histórias, declamações de poesia e palestras sobre a literatura sul-mato-grossense.

Uma das editoras que marcam presença é a sul-mato-grossense Vida Produções, que comparece no encontro literário com o lançamento de três obras: “Cortina da Alma” e “Véu do Luar”, de Maria de Lourdes da Costa, e a revista literária “Senhorinha”, de Jaminho.

POEMAS DE PAIXÕES

A escrita literária sempre fez parte da vida de Maria de Lourdes da Costa, mas foi apenas perto dos 60 anos que ela publicou seu primeiro livro. Escrivã aposentada da Polícia Civil e dotada de um grande lirismo, ela está participando pela segunda vez da Felit-MS, lançando dois livros de poemas românticos, sensuais e eróticos.

“Ambos são recheados de mistérios e segredos, amores e paixões. Falam das buscas, das perdas, das dores, dos desencantos e das noites solitárias”, diz Maria de Lourdes. A escritora também é membro da Academia de Letras de Dourados e da Academia Luso-brasileira de Artes e Poesias.

Ela afirma que poder fazer esse lançamento e participar da feira tem uma grande relevância. “É uma oportunidade para divulgar o trabalho dos poetas, nos fazendo conhecidos dentro e fora do Estado”, aposta Maria de Lourdes.

RECONTANDO

Veterano na literatura regional, Jaminho lançará, durante a 2ª Felit-MS, a revista literária “Senhorinha”. Na publicação, o escritor revisita 10 contos infantis tradicionais, entre os quais: “Simbad, o Marujo”, “Branca de Neve”, “A Pequena Sereia”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos”, “Patinho Feio”, “João e Maria” e “Ali Babá e os 40 Ladrões”.

“Os contos foram recriados segundo a história, a cultura e a geografia sul-mato-grossense”, explica Jaminho.

O nome da revista é uma homenagem a uma importante figura da história local, a Senhorinha Maria da Conceição Barbosa de Lopes. Os livros podem ser adquiridos com os escritores durante o evento, mas também pelo site www.maracalvis.com.br ou pelo telefone (67) 99227-5169.

INCENTIVO À LEITURA

A Vida Produções tem mais de 13 anos de trajetória. À frente dela está a escritora Mara Calvis, que já publicou mais de 25 obras pela editora. Desde o ano passado, ela abriu as portas para todos os escritores que desejam concretizar o sonho de publicar suas obras.

Mara também estará na 2ª Felit-MS, com seus livros infantis que falam sobre meio ambiente, trânsito, cidadania e, ainda, a identidade, a história, a geografia, as lendas, os pontos turísticos, a cultura, a fauna e a flora de Mato Grosso do Sul.

“A ideia é que eles possam incentivar as crianças e os adolescentes a conhecerem seu estado e a terem orgulho de ser daqui”, explica a escritora.

OUTROS NOMES

A autora Blanche Torres lança duas coletâneas de crônicas na Felit-MS – “Cores da Felicidade” e “Homens, Mulheres e Outros Bichos”.

Os escritores e escritoras Alex Fraga, Ana Brida, André Martins Barbosa, Antônio Araújo, Antônio Carlos Ruiz e Athayde Nery de Freitas Junior também participam do evento.

O elenco de autores completa-se com: Aurineide Alencar, Boca Venâncio, Carlos Amarilha, Carlos Barros, Elias Borges, Emannuel Marinho, Gicelma Chacarosqui, Heleninha, James Borges, Luciano Serafim, Marcos Coelho, Nery Cristiana Fernandes, Odila Schwingel Lange, Renato Suttana, Rogerio Fernandes, Suzana Arakaki e Mary Basalia.

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felpuda

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (27)

27/07/2026 00h01

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BENJAMIN FRANKLIN - ESCRITOR AMERICANO

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia"

FELPUDA

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel entraria na pista com confortável vantagem. Lidera as pesquisas mais consistentes, reúne o maior arco de alianças e, por enquanto, assiste aos adversários tentando encontrar o ritmo da corrida.

Nos bastidores, o clima é de otimismo entre seus aliados. Mas política não distribui troféu por desempenho em treino. Pesquisa fotografa o momento, a urna conta a história. Até outubro muita água vai rolar, e agora Riedel corre na frente, enquanto muita gente ainda amarra o tênis. Como política não é para amadores...

Enfeite, não!

Senador bom sabe que mandato dura oito anos e imprevistos acontecem. Por isso, escolhe suplente com experiência e voto próprio. Não é para ser cabo eleitoral fantasma nem alguém que “tope qualquer coisa”. O problema é quando o eleitor vota num nome e recebe outro goela abaixo.

Mais

Aí o suplente assume e ninguém sabe de onde saiu nem o que pensa. É democracia de surpresa: você aperta o 1 e vem o 3. No Senado, cadeira vazia custa caro. Melhor preencher com gente, não com favor. E por aí vai...

Dr. Alexandre Branco Pucci e Ketlen Cordeiro. Foto: Studio Miguel Palácios
 Junia Lopez. Foto: divulgação

 Desafio

A convenção que confirmará Eduardo Riedel como candidato à reeleição promete reunir verdadeira frente ampla de aliados. PSDB, PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos e Avante dividirão o mesmo palco e os mesmos aplausos. Em caso de vitória, o desafio começa depois da posse, quando chegar a hora de repartir espaços na administração. Isso porque não existe almoço de graça. Na política, alianças são construídas com discursos. Governos, quase sempre, com cargos.

Na mira

O deputado Zeca do PT passou a enfrentar mais um foco de desgaste na pré-campanha. Lideranças políticas avaliam recorrer ao Ministério Público Eleitoral após a divulgação de gravações atribuídas a uma reunião com indígenas da Aldeia Lalima, em Miranda. Nos áudios, que circulam nas redes sociais, adversários afirmam haver pressão relacionada ao apoio eleitoral à deputada Camila Jara. Ele ainda poderá apresentar sua versão.

Reação

A repercussão da reunião na Aldeia Lalima, em Miranda, ganhou novo capítulo, após uma liderança indígena publicar vídeo nas redes sociais, manifestando indignação com a postura atribuída ao deputado Zeca do PT. Segundo o relato, foram usadas palavras consideradas ofensivas, inclusive de baixo calão. O cacique afirmou que a deputada Camila Jara é bem-vinda à comunidade, assim como qualquer outro candidato, independentemente do partido.

ANIVERSARIANTES

Dra. Flávia de Albuquerque Furlani,

Dr. Mário Cesar Mangiolardo,

Maria Emília Ramalho Sulzer,

Euzébio Valiente Maximovitch,

Ana Paula Costa Morilhas,

Nancineide Cássia da Silva Gonçalves,

Madalena Maria de Souza Vargas,

Olinda Shiroma Matsuda,

Hiyotata Catuyama,

Joel Douradode Assis,

Roberto Seijin Utima,

José Antônio Brandão,

Lucinete de Sena Borgo,

Jaqueline Cruz,

Mauro Benante Junior,

Gilda Santa Cruz,

Renata Letteriello,

Silvana Gonçalves Marques,

Edson Yoshizaki,

Diego Souza,

Mylla Rodrigues,

Israel Vitor Holmes,

Natália Gabriela Martin Duailibi Younes,

Dr. José Tadachi Sugai,

Dr. Bianco Latorraca,

Janete Rosane Schenkel,

Iara Trindade,

Nilton Vieira,

Antônio Tiago Machado,

Dr. Alberto Moraes de Souza,

Luiz Carlos Algaranhães Antunes,

Kethlin Lima Portela,

Joice Ana Palma,

Dr. Adão Vieira Nogueira,

Lauro José e Sá,

José Antônio Fernandes,

Mara Eliane Barbosa Freitas,

Ana Fátima Pizzato de Souza,

Joseny de Castro Coimbra Peters,

Marco Aurelio Claro,

Jeruza Rezende Ramos,

Luiz Arthur Serra Reinbold,

Antonio Gerson de Saboia,

Flávio Silveira Cury,

Ivone Coelho Masruha,

Dr. Roberto de Aquino Lopes Júnior,

Gleicy Saad,

José Domingos,

Emílio Corrêa de Souza,

Paulo Henrique de Mattos,

Vitória Franco,

Ilza Rezende Rodrigues,

Maria Gonçalves,

Claudio Santos,

Maria Madalena da Silva Conrado,

Maiza Abalen Bernard,

Antônio Castelani Neto,

Ademir Garcia da Silva

Maria Aparecida Limeira,

Humberto Sousa Silva,

Luiza de Almeida,

Beatriz Vieira Lourenço,

Vilma Guimarães,

Jesualdo D’Aurea,

Dirceu Vicente Rossettini Costa,

Kátia Rejane Branquinho da Costa Ornellas,

Maria da Graça Albertini Prechitko,

Feliciana Barbosa Abath,

Bruno Miragaia Gaeti,

João Catarino Tenório Novaes,

Romulo Guerra Gai,

Hiroshi Matsubara,

Olimpio Simião da Silva,

Eustáquio Jeovan de Figueiredo,

Loan Lima Harada,

Fábio da Silva Magalhães,

André Luiz Mariano de Oliveira,

Pedro Constantino Rozales Neto,

Roberto Silva Junior,

Ângela Maria Carlini Garcia de Oliveira,

Joaquim da Mota Longo,

Marlene de Aguiar Justino da Cruz,

Rossana Xavier Machado,

Antonio Lincoln Carvalho de Siqueira,

Rilton Alexandre Araújo,

Henrique Thomé Baptista,

Ayrton Pires Maia,

Bianca Della Pace Braga Medeiros,

Alberto Vieira Rossi,

Rozilei Foizer,

Bruno Carlos de Rezende,

Felipe Lakatos Melo,

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Sérgio Queiroz Serra,

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Coriolando Bachega,

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Talita Ertzogue Marques,

Farley Augusto da Silva Venturelli,

Eduardo Guimarães Mercadante,

James Erison Canova,

Kariny Rocco Moreira Berton,

Juliana Campos Veronesi,

Joice Ana Mosele,

Leonardo Anacleto Chaves.

 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

26/07/2026 14h00

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, muitos meninos cresceram ouvindo mensagens semelhantes: “engole o choro”, “seja forte”, “homem não demonstra fraqueza”. Embora essas frases pareçam inofensivas, elas ensinam algo profundo: que sentir deve ser escondido.

O problema é que emoções não desaparecem quando são reprimidas. Elas apenas encontram outras formas de se manifestar. Muitas vezes surgem como irritação, agressividade, isolamento ou dificuldade para construir relacionamentos saudáveis.

Quando falamos sobre prevenção da violência, saúde mental e relações mais equilibradas, também estamos falando sobre educação emocional. Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

A cultura costuma valorizar nos homens características como autonomia, coragem e firmeza. Todas elas são importantes. Mas podem coexistir com empatia, sensibilidade e capacidade de pedir ajuda. Uma habilidade não exclui a outra.

Pais, mães e educadores têm papel fundamental nesse processo. Quando acolhem emoções em vez de ridicularizá-las, ajudam a construir uma relação mais saudável com o próprio mundo interno. Quando demonstram que tristeza, medo e vulnerabilidade fazem parte da experiência humana, oferecem uma importante ferramenta de proteção emocional.

Isso também contribui para relações futuras. Adultos que conseguem identificar sentimentos tendem a comunicar necessidades com mais clareza, lidar melhor com frustrações e construir vínculos mais respeitosos.

Educar meninos para sentir não é apenas uma questão individual. É uma escolha que impacta famílias, relacionamentos e a sociedade como um todo. Afinal, homens emocionalmente conectados consigo mesmos costumam ser mais capazes de se conectar de forma saudável com os outros.

Talvez uma das maiores formas de proteção que possamos oferecer seja permitir que eles descubram que sentir não diminui ninguém. Humaniza.

Vamos desatar esses nós?

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