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Lilo & Stitch: Saiba quem são os dubladores do novo live-action

Com estreia prevista para maio, trailer do filme foi lançado na última quarta

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A Disney divulgou na última quarta-feira (12) o live-action de Lilo & Stitch, dirigido por Dean Fleischer Camp, e que está prestes a chegar aos cinemas em maio de 2025.

A nova adaptação promete manter a essência do clássico animado de 2002, com uma mistura de atores reais e elementos em CGI. 

Uma das características mais marcantes das animações no Brasil são as dublagens e esse é um ponto que o live-acrion apostou para garantir a nostalgia do público. O elenco de dubladores contará com algumas das vozes do filme de 2002.

Quem "empresta" a voz?

Lara Paciello, de apenas 6 anos, é a dubladora brasileira da personagem Lilo, interpretada originalmente pela atriz Maia Kealoha, de 8 anos. Na animação de 2002, Lilo era dublada por Bianca Salgueiro.

Já o alienígena Stitch vai garantir a familiaridade da história. No Brasil, seu dublador permanece o mesmo de 2002, tendo a voz de Márcio Simões. O mesmo ocorreu na versão original, com Chris Sanders dando continuidade ao seu trabalho.

A irmã mais velha de Lilo, Nani é interpretada por Sydney Agudong e dublada por Vic Brow. Na animação, a dublagem brasileira era por conta de Mareliz Rodrigues.

O papel de Dr. Jumba Jookiba, o criador de Stitch, é assumido por Zach Galifianakis. No Brasil, a voz do personagem fica por conta de José Leonardo, dublador conhecido por trabalhos como "Os Simpsons" e "Coragem, o cão covarde".

Pleakley, um agente alienígena que ajuda Lilo e Nani, será dublado por Yuri Chesman, conhecido pelas dublagens do ator estadunidense Taylor Lautner. Pleakley foi originalmente dublado no Brasil por Cláudio Galvan.

O assistente social que cuida de Lilo e Nani, Cobra Bubbles, é interpretado por Courtney B. Vance e dublado por Ronaldo Júlio.

Estreia

O filme está programado para estrear nos cinemas em 22 de maio de 2025. Ainda não há uma data confirmada para sua chegada ao Disney+, mas é provável que ocorra entre três a quatro meses após a estreia nos cinemas.

Confira o trailer:

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Destinos B+

Plataforma de turismo lança opção de pagamento parcelado no Brasil

Nova opção de pagamento oferece mais flexibilidade aos viajantes em reservas nacionais elegíveis no Brasil, enquanto 4 em cada 5 brasileiros afirmam que o parcelamento torna as viagens mais acessíveis financeiramente

31/10/2026 17h00

Plataforma de turismo lança opção de pagamento parcelado no Brasil

Plataforma de turismo lança opção de pagamento parcelado no Brasil Foto: Divulgação

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O pagamento parcelado desempenha um papel importante na forma como os brasileiros planejam suas viagens. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Booking.com, líder global em reservas de viagens online, 81% dos brasileiros entrevistados afirmam que a possibilidade de parcelar o pagamento torna as viagens mais acessíveis financeiramente.

Com base nesses dados e alinhada à sua missão de tornar mais fácil para todas as pessoas conhecerem o mundo, a Booking.com anuncia a disponibilização do pagamento parcelado para reservas de acomodações elegíveis no Brasil. A nova opção permite que os viajantes dividam o valor de suas reservas nacionais em até seis parcelas sem juros, utilizando cartões de crédito elegíveis emitidos no Brasil, oferecendo mais flexibilidade na hora de organizar os gastos com hospedagem.

Para os parceiros de acomodações que aceitam pagamentos online pela  Booking.com, a novidade permite oferecer uma forma de pagamento alinhada às preferências dos consumidores brasileiros, sem que os parceiros precisem gerenciar o parcelamento diretamente. A opção será disponibilizada automaticamente nas reservas elegíveis, sem que os estabelecimentos necessitem fazer nada.

Na prática, a Booking.com viabiliza a opção de pagamento parcelado para os hóspedes, enquanto os parceiros de acomodação continuam recebendo o valor integral das reservas, de acordo com a forma e os prazos de repasse já estabelecidos, independentemente do número de parcelas escolhido pelo hóspede.

Atualmente, essa modalidade de pagamento não gera custos adicionais nem exige mudanças operacionais para os parceiros. As acomodações que ainda não aceitam pagamentos online pela Booking.com podem aderir ao programa para também oferecer o parcelamento em reservas elegíveis.

“O parcelamento faz parte da maneira como muitos brasileiros organizam suas despesas. Ao disponibilizar essa opção para reservas de acomodações elegíveis, queremos oferecer mais flexibilidade aos viajantes, permitindo que planejem suas viagens de acordo com seu orçamento”, afirma Henrique Di Lorenzo, Diretor de Pagamentos para Viajantes da Booking.com.

A pesquisa conduzida pela plataforma também revela que 92% dos brasileiros consideram importante que uma viagem caiba em seu orçamento mensal, enquanto 90% valorizam opções flexíveis de pagamento. Além disso, 33% afirmam que o parcelamento os ajuda a viajar com mais frequência, e 28% dizem que essa opção permite manter experiências que consideram importantes durante a viagem.

“Ao ampliar as opções de pagamento, buscamos ajudar nossos parceiros de acomodação a alcançar um público maior de viajantes brasileiros e gerar novas oportunidades de reservas, com potencial para aumentar a conversão nas propriedades elegíveis, sem acrescentar complexidade operacional”, afirma Di Lorenzo.

*A pesquisa foi realizada com brasileiros de 18 anos ou mais, que fizeram ao menos uma viagem de lazer nacional ou internacional nos últimos 12 meses. Ao todo, 1.200 pessoas foram entrevistadas em todo o Brasil. O levantamento foi realizado em junho de 2026.

**Apenas reservas nacionais são elegíveis, ou seja, aquelas em que o viajante utiliza um cartão de crédito elegível emitido no Brasil , a acomodação deve estar localizada em território brasileiro e o pagamento é realizado em Reais.

Cinema Correio B+ - Especial Halloween

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?

Da Rainha Má à Agatha Harkness, a Disney transformou o medo das feiticeiras em fascínio por mulheres poderosas

31/10/2026 15h00

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs? Foto: Divulgação

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Era uma vez uma mulher linda, poderosa e obcecada pela própria beleza. Ela tinha um espelho mágico, um reino inteiro aos seus pés e um único problema: uma menina mais jovem e mais bonita. Quando Branca de Neve e os Sete Anões estreou, em 1937, a Disney apresentou ao mundo sua primeira grande vilã e estabeleceu um modelo que atravessaria décadas.

A bruxa era uma mulher que não aceitava envelhecer, perder a beleza ou dividir seu poder. Quase 90 anos depois, continuamos fascinados por ela. Mas talvez o mais interessante seja perceber que, nesse intervalo, as bruxas mudaram. E nós também.

O curioso é que a Disney, responsável por algumas das princesas mais famosas da história do cinema, também criou vilãs muito mais interessantes do que várias de suas heroínas. Afinal, enquanto as princesas sonhavam com o amor verdadeiro, as bruxas queriam poder, juventude, reconhecimento, vingança ou simplesmente fazer o que bem entendessem.

Eram vaidosas, cruéis, inteligentes, engraçadas e absolutamente inesquecíveis. Tinham personalidade, figurinos fabulosos e, frequentemente, as melhores falas.
 

A Rainha Má e o terror de envelhecer

A Rainha Má de Branca de Neve não é apenas uma mulher invejosa. É a representação de um medo que a sociedade continua alimentando: o envelhecimento feminino. Sua identidade depende da confirmação de que é a mais bela de todas.

Quando o espelho deixa de lhe oferecer essa garantia, a jovem Branca de Neve deixa de ser uma enteada e passa a representar uma ameaça intolerável.

Há algo profundamente psicológico nessa relação. A Rainha não deseja apenas eliminar a rival. Ela precisa destruir aquilo que denuncia sua própria vulnerabilidade. O espelho, afinal, não é somente um objeto mágico. É a instância que determina seu valor.

E quando ela se transforma numa velha horrenda para oferecer a maçã envenenada, a Disney cria uma ironia cruel: para preservar a juventude, a personagem assume justamente a aparência que mais teme.

Também é impossível ignorar a força visual dessa transformação. Para uma geração de crianças, a velhinha com a maçã foi mais assustadora do que muitos monstros do cinema de terror.

A Disney compreendeu muito cedo que o medo não depende necessariamente de violência explícita. Às vezes basta um sorriso, uma voz e uma maçã vermelha.

Malévola: o poder de uma mulher rejeitada

Em 1959, A Bela Adormecida apresentou uma feiticeira ainda mais sofisticada. Malévola não precisava perguntar ao espelho se era bonita. Sabia perfeitamente quem era, conhecia seu poder e não aceitava ser ignorada.

Sua vingança começa porque não foi convidada para uma festa. Parece desproporcional? Evidentemente. Mas existe uma questão simbólica nessa exclusão. Malévola não suporta ser desconsiderada.

Com seus chifres, capa negra, postura aristocrática e voz ameaçadora, ela é uma das maiores criações visuais da animação. Ao contrário da Rainha Má, não precisa se disfarçar de velha para assustar. Seu poder está na própria presença.

E ainda pode se transformar em dragão, numa demonstração de força que nenhuma princesa da época seria autorizada a possuir.

Décadas depois, a Disney decidiu revisitar essa personagem. Em Malévola (2014), Angelina Jolie interpreta uma mulher cuja crueldade passa a ser compreendida a partir da traição e da violência que sofreu. A vilã ganha uma história, uma dor e, sobretudo, uma perspectiva própria.

É uma mudança fundamental. Aquela que havia sido apresentada como a encarnação do mal passa a ser protagonista. E o amor capaz de quebrar a maldição deixa de depender exclusivamente do príncipe. A Disney não estava apenas recontando um conto de fadas. Estava reconhecendo que suas antigas vilãs talvez merecessem ser ouvidas.

Madame Min e o prazer de ser uma bruxa

Mas nem todas as feiticeiras da Disney carregam tragédias. Em A Espada Era a Lei (1963), Madame Min representa algo completamente diferente: o prazer de ser má, excêntrica e absurdamente divertida.

Desarrumada, trapaceira, temperamental e orgulhosa de suas habilidades, Min não pretende conquistar um reino ou recuperar a juventude. Quer demonstrar que é mais poderosa do que Merlin. Sua batalha de transformações com o mago permanece entre as sequências mais criativas da animação clássica.

Ela representa uma categoria especial de vilã: aquela que se diverte tanto com a própria maldade que nos obriga a rir junto. Não exige compreensão psicológica nem redenção. E talvez seja justamente por isso que continua tão irresistível.

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?Madame Min e o prazer de ser uma bruxa - Divulgação

Úrsula: a mulher que negocia desejos

Em 1989, A Pequena Sereia apresentou outra feiticeira extraordinária. Úrsula não é uma mulher convencional, tampouco deseja parecer uma. Extravagante, teatral, voluptuosa e dona de uma presença monumental, ela ocupa praticamente toda a tela quando aparece.

Inspirada visualmente na drag queen Divine, Úrsula tornou-se um ícone que ultrapassou o universo infantil. Mas sua característica mais interessante não está apenas na aparência. Está na maneira como compreende o desejo dos outros.

Úrsula não obriga Ariel a procurá-la. A jovem sereia chega voluntariamente, movida pela vontade de viver uma vida diferente. A bruxa identifica esse desejo, oferece uma solução e cobra um preço terrível: sua voz.

É uma das metáforas mais poderosas da Disney. Para conquistar o amor e transformar sua identidade, Ariel aceita abrir mão da própria capacidade de expressão. Úrsula não cria o desejo da princesa, mas sabe explorá-lo. Seu poder está na manipulação das faltas e fantasias alheias.

E, convenhamos, poucas vilãs foram tão divertidas ao fazer isso.

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?Úrsula: a mulher que negocia desejos - Divulgação

Mamãe Gothel: quando o amor é uma forma de controle

Embora não seja uma bruxa no sentido tradicional, Mamãe Gothel, de Enrolados (2010), pertence claramente à mesma linhagem das feiticeiras clássicas. Sua obsessão pela juventude recupera o tema da Rainha Má, mas acrescenta uma dimensão psicológica ainda mais perturbadora.

Gothel não precisa envenenar Rapunzel. Basta convencê-la de que o mundo é perigoso, de que ninguém poderá protegê-la e de que sua sobrevivência depende da obediência à mãe.

A violência, aqui, não está num feitiço, mas na manipulação emocional. Gothel se apropria da identidade materna para controlar a jovem e preservar o poder rejuvenescedor de seus cabelos. O amor é apresentado como proteção, quando na verdade funciona como aprisionamento.

É uma vilã assustadoramente contemporânea. Afinal, não existe nada de sobrenatural na culpa utilizada como instrumento de controle.

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?Mamãe Gothel: quando o amor é uma forma de controle - Divulgação

As irmãs Sanderson e a transformação das bruxas em estrelas

Em Abracadabra (1993), a Disney encontrou outra maneira de explorar o imaginário das feiticeiras. Winifred, Sarah e Mary Sanderson são perigosas, cruéis e interessadas em recuperar a juventude. Mas são também três mulheres extraordinariamente engraçadas.

Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy transformaram as irmãs num espetáculo de exagero, humor e personalidade. O filme não foi um grande sucesso nos cinemas, mas ganhou uma segunda vida na televisão e no vídeo doméstico, até se tornar uma tradição de Halloween.

É interessante observar como personagens originalmente construídas para assustar passaram a ser celebradas. Hoje, as irmãs Sanderson despertam muito mais afeto do que medo. O público sabe que elas são vilãs, mas deseja revê-las, repetir suas falas e acompanhar suas confusões.

A Disney havia descoberto algo que suas animações clássicas já sugeriam: às vezes, o público se diverte mais com as bruxas do que com os heróis.

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?As irmãs Sanderson e a transformação das bruxas em estrelas - Divulgação

Wanda e Agatha: as bruxas finalmente assumem o protagonismo

Com a Marvel integrada ao universo Disney, a transformação das feiticeiras ganhou outra dimensão. Wanda Maximoff, a Feiticeira Escarlate, não cabe facilmente na divisão entre heroína e vilã. Seu poder é imenso, mas sua trajetória também é marcada pelo luto, pela perda e pela dificuldade de aceitar a realidade.

Em WandaVision, o desejo de reconstruir uma família transforma-se numa prisão para outras pessoas. Wanda quer recuperar aquilo que perdeu, mas acaba impondo sua fantasia a uma cidade inteira. A magia funciona como expressão de uma dor que ela não consegue elaborar.

Agatha Harkness, por sua vez, representa uma evolução ainda mais curiosa. Inicialmente apresentada como antagonista, ganhou sua própria série, Agatha Desde Sempre, em 2024. Interpretada por Kathryn Hahn, é sarcástica, ambiciosa, manipuladora e suficientemente carismática para conquistar o público sem precisar se transformar numa mulher exemplar.

Aqui está uma diferença importante em relação às antigas animações. Agatha não precisa abandonar todas as suas características negativas para merecer protagonismo. Continua moralmente ambígua, divertida e perigosa. Sua trajetória também permite explorar temas como maternidade, perda, desejo e pertencimento.

E talvez seja essa a grande conquista das bruxas contemporâneas: a possibilidade de existir sem a obrigação de representar apenas o bem ou o mal.
 

As bruxas da Disney: por que amamos tanto suas vilãs?Wanda e Agatha: as bruxas finalmente assumem o protagonismo - Divulgação

Afinal, as bruxas mudaram ou fomos nós?

Durante décadas, os contos de fadas ensinaram que mulheres ambiciosas, independentes, vaidosas ou poderosas eram ameaçadoras. As princesas eram jovens, belas, bondosas e frequentemente passivas. As bruxas tinham planos, desejos e iniciativa. Uma precisava ser salva; a outra movimentava toda a história.

Claro que essa oposição nunca foi tão simples quanto parece. Malévola continua sendo cruel na animação original, Úrsula manipula Ariel e a Rainha Má tenta assassinar uma adolescente. Não há necessidade de absolver essas personagens para reconhecer sua força.

Mas o olhar contemporâneo mudou. Hoje, conseguimos enxergar nas antigas vilãs questões que ultrapassam a maldade: o medo do envelhecimento, a necessidade de reconhecimento, o ressentimento, a rejeição, a maternidade possessiva, o desejo de autonomia e a dificuldade de lidar com a perda.

Isso não significa que todas as bruxas sejam vítimas incompreendidas. Algumas são simplesmente perversas. E tudo bem. A ficção também precisa de mulheres que possam ser terríveis sem que uma explicação traumática seja obrigatória.

O mais interessante é perceber como a Disney, que ajudou a construir o arquétipo da feiticeira monstruosa, acabou participando de sua transformação em símbolo de fascínio, complexidade e, em alguns casos, identificação.

Quase 90 anos depois de Branca de Neve, talvez as princesas continuem vendendo o sonho do final feliz. Mas são as bruxas que nos fazem perguntas mais interessantes.

E, cá entre nós, quem nunca achou a Malévola muito mais fascinante do que a Bela Adormecida?

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