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Mariana Santos: "Eu sempre amei humor! O humor você não explica, você vem com ele"

Em entrevista exclusiva ao B+, Mariana fala sobre saúde mental, vontade de fazer mais cinema, sobre viralizar na internet

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Impossível não assistir a atriz Mariana Santos sem estampar um sorriso no rosto. 

Olhando assim, ninguém adivinharia que ela fez magistério e se formou professora primária. Por muitos anos, Mariana (45), se dividiu entre o palco e a sala de aula.

“Eu sempre precisei trabalhar e estudar ao mesmo tempo, até para custear meus cursos de teatro que eram e sempre foram a minha verdadeira paixão. É muito difícil viver só do teatro, principalmente no início, porque a gente paga pra trabalhar, sabe? A gente que se maquia, paga o transporte, figurino, etc”, relembra.

 

Uma atriz que faz, entre outras coisas, humor. É assim que Mariana Santos se define. Prestes a estrear na nova novela das 19h da TV Globo, ‘Cara e Coragem’, Mari celebra sua extensa carreira artística que se dividiu entre os palcos, cinema e TV, desde sua primeira peça teatral na infância.

“A minha vocação veio muito cedo, ainda na escola. As aulas de teatro eram as que eu mais amava e aguardava ansiosamente. Então foi muito natural, eu mesma fui buscando meus cursos pra fazer, foi uma vocação que surgiu muito naturalmente”, explica.

 

A estreia de Mariana foi na Globo em 2006, “casa” que reside há anos no humorístico ‘Zorra Total’, com o quadro ‘Dirce e Aderbal’. Descoberta por Maurício Sherman, diretor da atração na época, ela desempenhou diversos papéis no humorístico da emissora.

A atriz também fez parte da bancada estrelada do programa ‘Amor e Sexo’ comandado por Fernanda Lima. 

Sua participação era sempre a mais aguardada do programa. “Ali eu pude me divertir e deixar que as pessoas me conhecessem. 

Eu adoro estar no palco, de trocar com as pessoas e sentir a energia do público. Acho que o programa em si foi mais um grande divisor de águas na minha carreira”, define.

Mariana é casada com o produtor teatral Rodrigo Velloni, vive em São Paulo e se divide na ponte aérea com o RJ. 

“Eu adoro estar no palco, eu me solto, eu brinco e me divirto. O que é engraçado, pois acabo passando uma imagem totalmente diferente do que eu sou na intimidade. Parece que surge uma outra Mariana”, revela.

A atriz é a Capa do Correio B+ desta semana nas vésperas da sua estreia na novela ‘Cara e Coragem’ da TV Globo. Em entrevista exclusiva ao B+, Mariana fala sobre saúde mental, vontade de fazer mais cinema, sobre viralizar na internet e sua nova personagem que contracenará com os atores Marcelo Serrado e Ricardo Pereira.

 

CE - Mariana, você encontrou sua vocação muito cedo... Foi amor à primeira vista toda essa identificação?

MS - A minha vocação veio muito cedo, ainda na escola. As aulas de teatro eram as que eu mais amava e aguardava ansiosamente. 

Então foi muito natural, eu mesma fui buscando meus cursos pra fazer, foi uma vocação que surgiu muito naturalmente

 

CE - Você fez magistério e foi professora. Como foi dividir o seu tempo com o teatro?

MS - Eu sempre precisei trabalhar e estudar ao mesmo tempo, até para custear meus cursos de teatro que eram e sempre foram a minha verdadeira paixão. É muito difícil viver só do teatro, principalmente no início, porque a gente paga pra trabalhar, sabe? 

A gente que se maquia, paga o transporte, figurino, etc. Eu não venho de família rica, minha família era de classe média-baixa, então eu sempre ajudei em casa. 

Então eu optei pelo magistério que eu amava. Porque quando eu era criança, sempre brincava de duas coisas: de dar aula para as minhas bonecas e de fazer teatro, então o magistério foi uma escolha também muito natural.

 

CE - Em que momento você deixou de dar aulas e ficou somente no teatro?

MS - Eu nunca fiquei somente no teatro, eu fui parando de dar aulas quando eu fui pra TV em 2006, com o Zorra Total. 

E ainda assim eu continuei dando aulas. 

Eu só parei mesmo, quando a TV tomou muito do meu tempo. Além de ser professora eu já fui muitas outras coisas: garçonete, recepcionista de festa de 15 anos, bodas, animadora de festa infantil. Muitas outras coisas.

 

CE - Sempre gostou de humor?

MS - Eu sempre amei humor. O humor você não explica né? Você vem com ele, com um olhar diferente para a vida. 

Eu me lembro, de eu contar uma coisa para os meus amigos ou parentes, e eles riam comigo, eles achavam a maneira que eu falava engraçada, leve, e eu gostava dessa sensação, de fazer as pessoas rirem, seja numa sala de aula ou com a minha família. 

Foi uma busca natural o humor na minha carreira, porquê de uma certa forma ele sempre esteve comigo.

 

CE - Entre tantas personagens, alguma que seja a sua favorita?

MS - É muito difícil ter um personagem favorito, cada um tem um significado importante. 

Eu separaria assim... O primeiro personagem que eu fiz no Zorra, que foi a Dirce, que me abriu as portas lá. 

A Maria Pia também foi muito importante, porque foi a primeira novela que eu fiz. Teve a lanterninha de 'Atreva-se', no teatro, que me abriu portas também, e que foi dirigido pelo Jô Soares.

 

CE - Do Zorra para o Amor e Sexo. Como foi o convite e a experiência?

MS - Eu já estava no Zorra há anos, e estava feliz lá, porém buscando outras experiências. 

Em uma ocasião dei uma entrevista para o Jô, falando sobre a minha peça 'Atreva-se', que inclusive era dirigida por ele. 

E essa entrevista rendeu muito na época, e a Fernanda Lima e o Antônio Amâncio me convidaram. 

A experiência no Amor e Sexo foi incrível, intensa e um turbilhão de conhecimento de palco. Eu adoro fazer programa assim, que você não tem roteiro. 

Eu adoro me jogar nas coisas, me comunicar no improviso e no jogo de cena com a plateia. Foi mega enriquecedor pra mim, eu amei demais.

CE - E como foi viralizar no TikTok?

MS - Eu tomei um susto enorme, não esperava mesmo! Até a Anitta, gente! Essa música faz parte do meu solo ‘Só de Amor’, que conta a história de uma mulher que sofre altos e baixos enfrentando suas crises de pânico e ansiedade de uma forma lúdica. 

Na peça, uma das músicas que ela canta é sobre remédios. 

Quando eu participei do programa do Bial em 2019, eu cantei essa música e pensei: “Meu

Deus! Como eu vou cantar essa música falando um monte de nome de remédios?!”.

Eu não esperava essa repercussão toda! A diretora musical da peça, que pra mim é uma das melhores do Brasil, Fernanda Maia, compôs essa música comigo e ela, assim como eu, não para de se impressionar com a

repercussão nas redes. Ela diz: “Meu Deus Mari, que loucura!” E é uma loucura mesmo, porque eu não tenho Tik Tok (risos). Outro dia, eu recebi pelo Twitter a

notícia que eu sou a rainha do Tik Tok sendo que eu nem tenho, gente!  Foram milhares e milhares de dublagens, e eu levei um susto. Essa música comunica muito né, porquê são remédios populares, as pessoas tomam ou conhece alguém que toma (risos).

CE – Você é uma pessoa da Internet? Como se relaciona com ela?

MS - Gente eu tô na internet, mas eu não sou DA internet, né? 

Eu me relaciono de uma forma muito natural com as mídias e faço postagens de forma muito espontânea, sem a cobrança de ter que ficar postando qualquer coisa, sabe?

 

CE - Mari, você entra em mais uma novela na maior emissora do país, sua “casa” há tantos anos. Qual é a sua expectativa?

MS - Estou há muitos anos na casa e muito feliz. 

A cada novo trabalho me sinto desafiada e vejo um mar de possibilidades artísticas se abrindo com novos encontros e novos recomeços. 

A expectativa para a estreia da novela são as melhores, como a gente ficou muito tempo sem poder trabalhar presencialmente, isso fez muita falta. 

É o meu trabalho, eu me divirto muito e me relaciono com as pessoas. Então, as minhas expectativas são as melhores, sempre.

CE - Fale um pouco da sua personagem em Cara e Coragem...

MS - A Rebecca é uma mulher extremamente humana, que se apaixona, erra, e acima de tudo, ama seu filho e quer exercer a maternidade com afeto. 

A personagem é diferente de tudo que eu já fiz, espero que o público se apaixone por ela, assim como eu. 

Ela era casada com o Moa, personagem do Marcelo Serrado, e tem um filho com ele. Ela sofreu de uma depressão pós-parto e decide ir embora para a Europa com o melhor amigo do Moa, o personagem do Ricardo Pereira. 

A Rebeca vai abrindo camadas que o público vai descobrir ao longo da trama. 

Ela e o marido são apaixonados, mas ela fecha seus olhos para as atividades ilícitas do marido. Enfim, ela não faz questão de se aprofundar nas questões que ela não aprofundou até agora. 

Acredito que falte a coragem, e é justamente disso que a novela fala. Acho que a gente julga muito as pessoas, e ninguém é uma coisa só.

CE - Você fala abertamente sobre saúde mental, sofre de pânico e ansiedade, como você se cuida?

MS - Eu sofro de pânico e ansiedade, e me trato desde nova e convivo bem com isso, graças ao meu acompanhamento médico e acima de tudo, o teatro. 

Eu falo que o teatro me salvou porque se não fosse ele eu não tinha nem saído de casa. 

O que me motivava a sair e a enfrentar meus pânicos e as minhas crises de ansiedade, foi a arte, já que no palco eu não tenho isso. Também não tenho quando estou na TV, atuando ou quando estou em um programa.

CE - É difícil pra você trabalhar com algo tão intenso e se deparar com uma crise?

MS - No palco eu não tenho isso. Também não tenho

quando estou na TV, atuando ou quando estou em um programa. Engraçado né? 

Porém eu já tive episódios horríveis, de eu não querer mais sair de casa mesmo, sabe? Eu passava muito mal pra chegar nos lugares, e eu não conseguia controlar a minha respiração, eu hiperventilava muito e também suava frio. 

Então eu acabava desistindo de sair de casa, já que eu passava muito mal. Quando eu comecei a ter medo de sair de casa para ir ao supermercado, eu decidi procurar ajuda. 

Quando o pânico te impossibilita de viver, e ter uma vida razoavelmente livre, você precisa procurar ajuda. Porém eu nunca tive isso no trabalho.

CE - Como foi a sua experiência na Dança dos Famosos?

ME:  Foi incrível! Eu participei duas vezes da Dança dos Famosos, em 2015 ou 16, não me lembro, e agora no Superdança. 

Foi incrível, eu fiquei em 3° lugar. A gente desenvolve uma outra relação com o nosso corpo, e a gente entrava ao vivo, então era uma mega adrenalina. 

A ansiedade trabalhou ao meu favor nesse sentido, dá aquele frio na barriga gostoso que te põe pra frente.

Foi uma experiência artística completa, que só me engrandeceu. 

Melhora a nossa postura... E fazer o Super Dança teve um gostinho especial, porquê estávamos no meio da pandemia, né? Então deu uma sacudida de que a vida continua, sabe? Foi muito bom também!

CE - E cinema Mariana, pensa em fazer filmes?

MS - Sim, penso em fazer mais cinema.

Eu já fiz filmes, mas fiz pouco. Não só filmes de comédia, mas também outros gêneros. Eu adoraria explorar mais o mundo do cinema.

 

CE - Um personagem que sonha em fazer...

MS - O próximo. Acho que a gente como artista tem sempre que sonhar com o próximo trabalho que se apresenta. 

Um personagem que flerta com humor e drama, com muitas nuances e muitas camadas. 

Acho que é isso, é bom a gente se instigar e sempre ter uma paixão pelo próximo trabalho.

 

CE - Uma inspiração...  

MS - Eu sou uma pessoa muito observadora, eu me inspiro nas pessoas comuns, na minha mãe, nos meus amigos, nas pessoas próximas.

 

CE - Um vontade da Mariana...

MS - É continuar fazendo o que eu amo, vivendo do meu trabalho, da arte.  

Demorou até que eu conseguisse viver do meu trabalho, e agora eu vivo dele, o que eu mais quero é trabalhar, ficar viva e com saúde para aproveitar a vida e também cuidar das pessoas que eu amo.

Moda Correio B+

Coluna: Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro

Em um mundo acelerado, o luxo começa a valorizar o tempo lento.

17/05/2026 14h30

Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro

Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro Foto: Divulgação

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Por muito tempo, o luxo foi um território de certezas. Couro exótico, brilho raro, exclusividade quase intocável, símbolos de um imaginário que parecia imune ao tempo. Mas, como toda construção cultural, o luxo também envelhece. E, agora, ele é chamado a se reinventar.

A provocação do filósofo Gilles Lipovetsky ecoa com força: “há uma missão política que o luxo precisa assumir”. Não se trata apenas de estética ou status, mas de responsabilidade. O luxo, que sempre aspirou à eternidade, começa a confrontar uma contradição essencial: não há permanência possível quando os próprios recursos que o sustentam estão em risco.

Um exemplo emblemático é a bolsa de crocodilo. Antes ápice do desejo, hoje carrega um peso simbólico desconfortável. A consciência ambiental deslocou o olhar do consumidor, não basta mais possuir, é preciso saber de onde vem, como foi feito, quem foi impactado. O objeto de luxo deixou de ser apenas objeto: tornou-se narrativa.

Essa mudança não é superficial. Ela redefine o próprio valor. Se antes a raridade bastava, agora ela precisa ser ética. Se antes o acabamento importava, hoje a origem ganha protagonismo.

Nesse cenário, a artesania ressurge com potência não como nostalgia, mas como resposta contemporânea. O feito à mão, o saber transmitido, o tempo investido: tudo isso passa a representar não apenas qualidade, mas verdade.

Há algo de profundamente simbólico nisso. Em um mundo acelerado, o luxo começa a valorizar o tempo lento. Em uma lógica de produção em massa, ele volta a reconhecer o gesto individual. Em meio à artificialidade, busca autenticidade.

Mas não nos enganemos: essa transformação não é apenas espontânea, ela é também pressionada. Consumidores mais informados, crises ambientais visíveis e uma cultura cada vez mais crítica obrigam o setor a se reposicionar. O luxo, que sempre ditou tendências, agora precisa escutar.

Lipovetsky alerta: um luxo que destrói ecossistemas compromete o próprio futuro que pretende habitar. É uma frase que ultrapassa a moda e toca em algo mais amplo, a sustentabilidade como condição de existência, não como diferencial.

Nesse novo cenário, o luxo deixa de ser apenas um marcador social para se tornar um campo de escolhas morais. Comprar passa a ser um ato com implicações culturais, ambientais e políticas.

Talvez estejamos assistindo ao surgimento de um novo tipo de desejo. Um desejo menos ligado à ostentação e mais à coerência. Menos ao excesso e mais ao significado.

Entre costuras e cultura, o luxo segue sendo espelho do seu tempo. E, ao que tudo indica, o tempo agora exige mais do que beleza: exige consciência.

Abaixo darei dicas de como você pode consumir com mais consciência:

  1. Leia a etiqueta (de verdade): vá além do “made in”. Busque informações sobre origem da matéria-prima e cadeia produtiva.
     
  2. Prefira o artesanal: peças feitas por pequenos produtores ou ateliês carregam história, duram mais e têm menor impacto.
     
  3. Questione materiais exóticos: couros raros ou peles exigem atenção redobrada quanto à procedência e sustentabilidade.
     
  4.  Valorize a longevidade: luxo hoje é o que permanece, escolha peças atemporais, reparáveis e de alta durabilidade.
     
  5. Apoie marcas transparentes: empresas que comunicam seus processos tendem a ser mais responsáveis.
     
  6. Considere o second hand: brechós de alto padrão e plataformas de revenda prolongam o ciclo de vida de peças de luxo.
     
  7. Cuide do que já tem: manutenção, reparo e conservação também são atos de consumo consciente.

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação

O Ás de Espadas anuncia um período de clareza em que a mente se torna afiada para cortar ilusões e sustentar decisões firmes com discernimento e confiança. É hora de usar a razão para superar obstáculos emocionais e tomar as rédeas da situação.

17/05/2026 12h30

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação

A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação Foto: Divulgação

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A semana se abre sob um céu que pede menos pressa e mais precisão. Enquanto Marte ingressa em Touro e desacelera os impulsos em favor da construção mais lenta e paciente, o Ás de Espadas surge como o Arcano da Semana para cortar excessos, dissipar ruídos emocionais e trazer clareza às decisões.

No Tarô, o Ás de Espadas representa o instante em que a mente finalmente atravessa a névoa. É a lâmina da verdade, da lucidez e das escolhas conscientes.

E essa energia conversa diretamente com a configuração astrológica atual: se Marte em Touro exige estratégia, constância e segurança material, o Ás de Espadas oferece o discernimento necessário para entender onde vale a pena investir tempo, energia e emoções.

Sob essa influência, somos convidados a abandonar atitudes impulsivas e agir com inteligência prática. O céu favorece revisões financeiras, reorganizações na rotina e conversas importantes capazes de redefinir acordos, relações e prioridades.

Aquilo que antes parecia confuso tende a ganhar forma por meio de diálogos mais honestos e de uma percepção mais racional sobre o que realmente sustenta os desejos e planos para o futuro.

Ao mesmo tempo, o Sol em Gêmeos amplia a circulação de ideias e cria pontes entre razão e adaptação. O contraste entre a firmeza taurina e a curiosidade geminiana faz desta uma semana poderosa para negociações, aprendizados e novas estratégias.

O Ás de Espadas entra justamente como mediador dessa dinâmica: ele corta ilusões, mas também abre caminhos. Mostra que palavras bem colocadas podem destravar situações paradas e que decisões inteligentes têm mais força do que reações precipitadas.

Esta é uma semana para pensar antes de agir, planejar antes de acelerar e confiar mais na consistência do que na ansiedade pelos resultados imediatos. O Ás de Espadas lembra que toda grande transformação começa primeiro na mente no instante em que enxergamos com clareza aquilo que merece permanecer e aquilo que precisa ser deixado para trás.

O Ás de Espadas traz uma forte onda de energia mental e intelectual, marcando o início de uma nova forma de pensar. Você pode estar à beira de um avanço importante ou de uma percepção que muda completamente a forma como enxerga o mundo, permitindo mais clareza e objetividade. “A verdade vos libertará.”

Também é possível que uma compreensão repentina surja, trazendo luz a um problema que antes parecia confuso e, finalmente, revelando o caminho à sua frente.

Veja este arcano como um sinal de incentivo: sua mente está em pleno movimento de expansão. Você se encontra mais aberto a novas ideias, aprendizados e experiências capazes de ampliar seu conhecimento e transformar a maneira como se expressa no mundo.

Este é um momento de metanoia: uma transformação profunda da mente e da forma de enxergar a vida. Antigos padrões, crenças e pensamentos deixam de fazer sentido, abrindo espaço para uma nova consciência.

Mais do que uma simples mudança, a metanoia representa um despertar interno, a coragem silenciosa de abandonar o que limita para abraçar uma versão mais verdadeira de si mesmo.

O Ás de Espadas revela que este é um excelente período para iniciar projetos que exijam intelecto, comunicação e força mental. Há uma tendência maior à clareza de pensamento, ao surgimento de insights importantes e ao desejo de desenvolver habilidades ligadas ao conhecimento.

Você pode sentir inspiração para iniciar um curso, aprimorar sua comunicação, desenvolver a oratória ou se dedicar a atividades que desafiem sua mente e ampliem sua visão de mundo.

O Ás de Espadas também aponta para conquistas no campo intelectual e acadêmico, favorecendo aprovações, bons resultados em avaliações importantes, reconhecimento pelo próprio desempenho e a conclusão bem-sucedida de etapas marcantes, como uma graduação, pós-graduação ou concurso. 

Como em todas as cartas do naipe de Espadas, o Ás de Espadas simboliza poder, mas um poder que exige consciência. A espada é uma lâmina de dois gumes: ao mesmo tempo em que pode abrir caminhos, revelar verdades e construir novas possibilidades, também pode ferir, romper e destruir.

Sua mensagem é clara: todo poder carrega responsabilidade. Caberá a você decidir de que forma utilizará essa força mental, escolhendo entre agir com sabedoria e discernimento ou deixar que o ego, a impulsividade e a agressividade assumam o controle.

Este arcano pede firmeza emocional, clareza de pensamento e maturidade para compreender como suas palavras, decisões e atitudes impactam não apenas a própria vida, mas também aqueles ao seu redor. A verdadeira força do Ás de Espadas nasce quando inteligência e consciência caminham juntas, colocando o poder a serviço do crescimento, da verdade e do bem maior.

O Ás de Espadas também incentiva a busca pela verdade e pelo senso de justiça. Este arcano revela coragem para enfrentar desafios, defender ideias e encarar situações com clareza e determinação. Em outras palavras, você está pronto para a batalha e o Ás de Espadas anuncia a possibilidade de conquista após a luta, especialmente quando há firmeza, discernimento e honestidade em suas ações.

O Ás de Espadas também simboliza a recuperação do poder pessoal e a capacidade de retomar o controle da própria vida. Como todo Ás, anuncia um novo começo, um momento de despertar, clareza e renovação interior.

Seu poder pessoal se assemelha a uma espada ainda guardada na bainha, esperando para ser revelada. Quando você reconhece aquilo que realmente o fortalece, torna-se capaz de transformar a própria energia, deixando para trás a postura de vítima e assumindo o papel de protagonista da sua história.

O Ás de Espadas corta padrões mentais limitantes e rompe estados de confusão ou estagnação. Sua luz intensa ilumina a consciência, desperta a autoconfiança e favorece decisões mais firmes e conscientes. Este arcano convida você a assumir o comando da própria vida e seguir adiante com lucidez, coragem e clareza mental.

No amor, o Ás de Espadas traz clareza emocional, sinceridade e diálogos importantes. A carta pode incentivar o afastamento de pessoas ou padrões tóxicos, abrindo espaço para relações mais verdadeiras e saudáveis.

Para quem está solteiro, indica a possibilidade de um novo vínculo baseado em transparência. Já nos relacionamentos, pede honestidade para resolver conflitos e enfrentar verdades necessárias para o fortalecimento da conexão.

O Ás de Espadas no trabalho representa clareza mental, novos começos intelectuais e o poder da razão. Ele indica um momento excelente para colocar projetos complexos em prática, assumir liderança ou iniciar uma nova oportunidade que exigirá foco, estratégia e comunicação clara.

O Ás de Espadas pode indicar o início de uma nova fase profissional marcada por desafios estimulantes, aprendizado e trocas intelectuais enriquecedoras. Este é um período favorável para desenvolver habilidades, compartilhar ideias e seguir com clareza os objetivos que deseja alcançar.

A carta também pode representar um novo trabalho, uma promoção ou qualquer oportunidade capaz de expandir sua visão e deixar sua mente ainda mais aguçada.

No campo financeiro, o Ás de Espadas pede clareza e racionalidade para tomar decisões, cortar excessos e identificar oportunidades com coragem e discernimento.

O Ás de Espadas representa o poder das suas palavras e comunicação, incentivando você a falar sua verdade e defender aquilo em que acredita. Abrace os novos começos que vêm com o Ás e deixe que isso te inspire a seguir em frente com confiança e propósito. Confie no seu poder pessoal e use-o com sabedoria para alcançar seus objetivos. Com o Ás de Espadas, a vitória está ao alcance.

Uma mão poderosa segura a espada reluzente. Faíscas crepitam de sua lâmina. A Espada representa sua vitalidade, força vital e poder pessoal. A espada é coroada. Isso simboliza que, quando você compreende seu poder, se torna apto para governar sua vida.

Você é o Rei ou Rainha do seu próprio mundo, investido com a autoridade divina para torná-lo tão bem-sucedido quanto ousar. As montanhas simbolizam as grandes alturas que você vai alcançar, se decidir agir.

Um ramo de oliveira balança do lado esquerdo da coroa. Isso simboliza que sua vida vai parecer mais tranquila quando você agir. Isso parece contraintuitivo para nossos medos, que nos dizem para evitar coisas que possam causar estresse. No entanto, a turbulência interna vem da evitação do confronto, não da responsabilidade.

Um ramo de palmeira adorna o lado direito da coroa. As palmeiras são primordiais, resistentes e robustas. Eles podem suportar calor semelhante ao deserto e furacões torrenciais. O ramo de palmeira simboliza sua resiliência. Você pode suportar muito mais do que pode estar se dando crédito.

Hoje, um novo começo bate à sua porta. Não se prenda ao passado nem se perca no que ainda está por vir. Seu poder pessoal vive no presente, no agora.

Direcione essa energia para o lugar da sua mente onde nascem a clareza, a coragem e as decisões que podem transformar sua vida. “A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.” (Albert Einstein)

Que o Ás de Espadas inspire você a enxergar com clareza, agir com coragem e confiar mais na força das próprias escolhas. Afinal, toda grande transformação começa no momento em que decidimos pensar e viver de uma nova forma.

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão

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