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SÉRIE

Na 3ª temporada de 'Stranger Things', turma de Eleven enfrenta outras ameaças

Estreia da produção será no dia 4 de julho na Netflix

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Para quem foi fisgado logo na 1ª temporada, em 2016, a série Stranger Things virou um vício. Uma febre. A ponto de a história criada pelos Irmãos Duffer se tornar um dos grandes sucessos da Netflix. A proximidade da 3ª temporada, que estreia na quinta, 4, já está movimentando as redes, sobretudo quando o assunto são teorias sobre o que os oito novos episódios reservam. Nas entrevistas, autores e elenco não puderam se aprofundar nos detalhes, para não dar spoilers. Assim, os fãs tiveram de se concentrar no material divulgado até agora para tentar decifrar os possíveis desdobramentos do que ficou em aberto na temporada anterior, exibida em 2017.

Stranger Things traz uma combinação de elementos que pode explicar o sucesso da série - que tem uma grande legião de fãs também no Brasil. A escolha certeira dos atores seria uma delas. Também sua trama de ficção científica e suspense. E o fato de ser situada nos anos 1980, e trazer várias referências da época, em cinema, música, moda e comportamento, que ativam a memória afetiva de quem viveu aquela década ou mesmo de gerações posteriores que tiveram contato com ela de alguma forma. Da trilha sonora marcada pelo tecladinho oitentista até cenas inspiradas em E.T., Os Goonies e Alien.

Elementos-surpresa

A exemplo das temporadas anteriores, a 3ª fase de Stranger Things, série original da Netflix, que estreia na quinta, 4, chega envolta de mistérios sobre os novos rumos da trama. Afinal, os elementos-surpresa são a alma do negócio. No final da 2ª temporada, Eleven (Millie Bobby Brown) usa seus poderes para fechar o portal para o Mundo Invertido e, aparentemente, a cidade de Hawkins, em Indiana, EUA, está salva do Monstro das Sombras. No entanto, o que o trailer final mostra é que o mal pode ter ficado trancado no mundo real.

Segundo teoria de fãs, a criatura que vai aterrorizar a cidadezinha será um novo monstro, criado a partir da transformação de algum personagem que já existe. Um indício disso seria a imagem dos ratos correndo na mesma direção durante o trailer. Ratos são conhecidos por carregar doenças e, ainda de acordo com os fãs, o novo vilão surgirá a partir de uma infecção, e não vindo do Mundo Invertido, como aconteceu na 1ª temporada, com o temido Demogorgon, e na 2ª temporada, com o Monstro das Sombras. 

O delegado Jim Hopper (David Harbour) volta a ser uma figura importante. E, ao que tudo indica, o garoto Will não será poupado de novo - apesar dos pedidos dos fãs para que dessem uma trégua a ele. Interpretado por Noah Schnapp, Will integra a turma da qual fazem também parte Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Max (Sadie Sink) e Eleven. Ele já sofreu nas duas primeiras temporadas - na 1ª, ficou desaparecido no Mundo Invertido, dimensão que existe em paralelo à nossa, e saiu de lá graças à sua mãe, Joyce (Winona Ryder). 

O ano agora é 1985. É verão e a turma entra em férias. Um shopping foi aberto na cidade. Eles deixaram de ser crianças. Haverá um clima de romance no ar. "Eleven é uma ótima namorada. Ela gosta muito do Mike. Tem o papel protetor na relação, não só porque tem superpoderes, mas também porque passou muito tempo tendo de aprender a se proteger", diz Millie, uma das revelações da série, em material da Netflix. Só para lembrar, Eleven e Mike se beijaram no Baile da Neve na temporada anterior.

Mas não existe mais rotina normal em Hawkins. E como a cidade deixou de ser pacata há tempos, novos mistérios, aventuras e sustos ainda estão por vir.

 

 

Correio B+ - Empreendorismo

Bailarina e médica cria ponteira moldável e inédita no Brasil

Neurocirurgiã pediátrica cria solução inovadora para bailarinas que enfrentam dificuldades com a rotina usando sapatilhas de pontas

18/07/2026 18h00

Raquel Rodrigues  Fundadora da FlexPointe

Raquel Rodrigues Fundadora da FlexPointe Foto: Sérgio Bemfica

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A FlexPointe surgiu a partir da necessidade pessoal da fundadora da marca, Raquel Rodrigues, que ao iniciar no universo da dança como bailarina adulta, enfrentou muitas dificuldades com o desconforto das sapatilhas de ponta.

Fora das aulas, ensaios e apresentações, Raquel é médica neurocirurgiã pediátrica, e transferiu o seu amor pelo cuidado à saúde adquirido na profissão para o ballet, que se tornou outra grande paixão, e assim ela teve a ideia de criar uma ponteira moldável personalizada à anatomia individual do pé de cada bailarina.

“Incomodada com as limitações das opções disponíveis no mercado, comecei a estudar materiais, processos de moldagem e possibilidades de personalização que pudessem resolver esse problema. Foi desse trabalho que nasceu a FlexPointe, uma marca dedicada ao desenvolvimento de soluções inovadoras que contribuam para a experiência, a proteção e a performance bailarinística”, conta Raquel fundadora da FlexPointe que dedica de 18 a 20 horas semanais ao ballet.

Nascida no Rio de Janeiro (RJ), Raquel Rodrigues, 40, se formou em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Posteriormente, se mudou para São Paulo (SP), onde concluiu a sua formação em Neurocirurgia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e construiu a sua trajetória profissional na capital paulista, onde mora atualmente.

Ao acreditar que nunca é tarde para começar novos desafios, ela iniciou no ballet apenas na fase adulta, há cerca de oito anos.

Em novembro de 2025 foi quando ela fez do amor pela dança um propósito também científico que pudesse revolucionar o universo do ballet, proporcionando mais qualidade de vida à saúde dos pés das bailarinas brasileiras.

Raquel Rodrigues  Fundadora da FlexPointe Raquel Rodrigues - Foto: Sérgio Bemfica

“Minha formação médica me ensinou a observar, investigar, testar hipóteses e buscar soluções baseadas em evidências. O ballet me ensinou a importância da escuta do corpo, da persistência infinita e da atenção aos mínimos detalhes. A união dessas experiências acabou se transformando em um projeto empreendedor”, destaca a fundadora da FlexPointe.

A marca possui quatro modelos de ponteiras são inspirados em seus personagens preferidos no ballet: Odette, Aurora, Aspícia e Fada Lilás. Ainda que a FlexPointe tenha surgido a partir das ponteiras moldáveis personalizadas, a proposta da marca foi ampliada para outras soluções inovadoras ao ballet.

Além das ponteiras moldáveis, a FlexPointe também dispõe dos produtos FlexBag (bolsa para acessórios, feito de tecido antibacteriano), FlexPad (protetor de atrito para os pés) e FlexGlide (sachê protetor para a pele).

Beleza Correio B+

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Médica esclarece as principais dúvidas sobre o fotoprotetor oral e explica quando ele realmente pode ser um aliado da saúde da pele

18/07/2026 16h30

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer Foto: Freepik

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Em julho é celebrado o Dia Mundial da Saúde da Pele. A data, uma iniciativa da Liga Internacional de Sociedades Dermatológicas em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foca na conscientização de que o cuidado dermatológico vai muito além da estética, sendo essencial para a saúde.

Em meio ao crescimento da busca por soluções que unem beleza, bem-estar e prevenção, o filtro solar oral passou a ganhar espaço na rotina de skincare. Apesar da popularidade, muitas dúvidas ainda cercam seu funcionamento e seus benefícios, principalmente nas redes sociais, onde informações equivocadas costumam ganhar repercussão.

“O filtro solar oral é um excelente aliado para proteger a pele dos danos causados pela radiação solar, mas faz parte de uma estratégia de cuidado. O uso diário do protetor solar, associado a outras medidas de fotoproteção, continua sendo indispensável para preservar a saúde da pele e prevenir o envelhecimento precoce e doenças relacionadas ao sol”, afirma a médica atuante em dermatologia, Dra. Isadora Ragognete.

- O filtro solar oral substitui o protetor solar tradicional. Mito!

O fotoprotetor oral não cria uma barreira contra os raios ultravioleta. Sua ação ocorre por meio de antioxidantes que ajudam a reduzir os danos celulares provocados pela exposição solar. “O filtro solar oral nunca substitui o protetor solar aplicado na pele. Ele complementa a proteção e potencializa os cuidados, mas não bloqueia a radiação UV”, explica a Dra. Isadora

- O filtro solar oral pode beneficiar pacientes com melasma e outras condições dermatológicas. Verdade!

Pacientes com melasma, rosácea, fotossensibilidade, histórico de câncer de pele ou que realizam procedimentos dermatológicos podem receber indicação para utilizar o suplemento como parte da estratégia de tratamento. “Existem situações em que o fotoprotetor oral oferece benefícios importantes, principalmente quando associado aos demais cuidados indicados pelo médico”, complementa a médica.

Quem toma filtro solar oral pode permanecer mais tempo no sol. Mito!

Nenhum suplemento aumenta o tempo seguro de exposição solar ou elimina os riscos causados pela radiação ultravioleta. “Mesmo utilizando o fotoprotetor oral, é fundamental reaplicar o filtro solar, utilizar barreiras físicas e evitar a exposição nos horários de maior intensidade solar”, comenta a doutora.

Os antioxidantes presentes no filtro solar oral ajudam a reduzir os danos provocados pelo sol. Verdade!

Ativos como Polypodium leucotomos, licopeno e luteína auxiliam na redução do estresse oxidativo e contribuem para minimizar os efeitos do fotoenvelhecimento quando associados à fotoproteção tópica. “Os antioxidantes fortalecem os mecanismos naturais de defesa da pele e ajudam a reduzir os impactos da radiação solar sobre as células”, relata Isadora.

Todo mundo deve tomar filtro solar oral diariamente. Mito!

O suplemento não faz parte de uma recomendação universal. A indicação depende das características da pele, da rotina e das necessidades clínicas de cada paciente. “O tratamento deve ser individualizado. Nem toda pessoa precisa utilizar o fotoprotetor oral, por isso a avaliação médica é fundamental”, ressalta a médica.

 A melhor fotoproteção é a combinação de diferentes estratégias. Verdade!

Além do filtro solar oral, especialistas recomendam o uso diário do protetor solar, reaplicação ao longo do dia, roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e a redução da exposição solar nos horários de pico. “A proteção da pele não depende de um único produto. Os melhores resultados são alcançados quando diferentes medidas são adotadas de forma conjunta”, explica  Isadora.

A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir os danos causados pela radiação ultravioleta e preservar a saúde cutânea ao longo da vida.

“A fotoproteção é um investimento diário em saúde. Quanto mais cedo esse hábito é incorporado à rotina, maiores são os benefícios na prevenção do envelhecimento precoce, das manchas e até do câncer de pele. O filtro solar oral pode ser um grande aliado, mas sempre como parte de um cuidado completo e orientado por um profissional”, conclui.

 

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