Correio B

Correio B+

Que tal aprender a fazer uma Textura de Doce de Leite?

Espuma de doce de leite artesanal do chef Félix Sanchez é sucesso, e ele compartilha sua paixão pela gastronomia com receita deliciosa para o Correio B+

Continue lendo...

Com uma trajetória de destaque, o chef Sanchez compartilha sua história de paixão pela gastronomia e os desafios de comandar uma das cozinhas mais conhecidas de Búzios (RJ).

Segundo ele, todos devem ter o direito de viver uma experiência gastronômica sem limitações, e esta é a nova proposta do Místico Restaurant na região.

Além disso, o Chef visualiza os talentos de sua cozinha dando a oportunidade de todos participarem dos processos criativos, transformando sua equipe em uma família com um objetivo em comum: fazer o cliente sentir aquela explosão de sabores que todos falam, mas que somente poucos conseguem realmente entregar.

No menu, sabores e texturas criam uma harmonia de aromas para o paladar. Os ingredientes são orgânicos, frescos e preparados com muita dedicação e cuidado. Na receita compartilhada com a gastronomia do Correio B+ desta semana, Félix Sanchez apresenta e nos ensina a fazer Texturas de Doce de Leite, uma espuma de doce de leite artesanal, crocante de massa folheada e sorvete de doce de leite. Se delicie fazendo aí na sua casa!

Receita Texturas de Doce de Leite  

Espuma de doce de leite artesanal, crocante de massa folhada e sorvete de doce de leite

Rendimento: 30 copos

Ingredientes:

  • Amêndoas caramelizadas:
  • Amêndoas laminadas 1kg 
  • Açúcar 1kg
  • Água 1l

Modo de preparo:

  • Colocar para ferver a água junto com o açúcar até virar um xarope. 
  • Por outro lado, colocar as amêndoas num tabuleiro com silpat e acrescentar 3 conchas do xarope. 
  • Levar ao forno 180°C até secar o xarope e repetir o procedimento até as amêndoas caramelizarem, mexendo bem a cada vez.

Doce de leite:

  • Leite 4l
  • Creme de leite 1l
  • Açúcar 550g
  • Bicarbonato de sódio 16g

Modo de preparo:

  • Colocar todos os ingredientes numa panela e levar ao fogo baixo até a preparação engrossar e tomar cor de doce de leite. 
  • Colocar um prato virado dentro da panela para evitar que a preparação grude no fundo.
  • Leva 6-7 horas.

Espuma de doce de leite:

  • Doce de leite 350g
  • Creme de leite 100g

Modo de preparo:

  • Colocar os ingredientes previamente misturados dentro de um sifão e insira duas cargas.
  • Ganache de mel:
  • Chocolate branco 200g
  • Creme de leite 60g
  • Manteiga 35g
  • Mel 15g
  • Colocar o creme de leite para ferver e botar em cima do chocolate branco até homogeneizar. Acrescentar a manteiga a temperatura ambiente e o mel. Misturar e esfriar. Usar o ganache à temperatura ambiente.

Montagem:

  • Em uma taça ou copo, intercale camadas de doce de leite, espuma de doce de leite e ganache de mel. Por cima, polvilhe as amêndoas caramelizadas.
  • Sirva com um pedaço de massa folhada para decorar e sorvete de doce de leite.

Saúde Correio B+

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino

A síndrome do intestino irritável (SII) pode estar associada à má absorção de carboidratos em até 48,9% dos pacientes, e o teste respiratório é o principal método não invasivo capaz de identificar essas causas

25/07/2026 17h00

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Sintomas digestivos persistentes, como distensão abdominal, dor e excesso de gases, podem ser consequência de uma fermentação intestinal desregulada, que não é detectada por exames de sangue nem pela colonoscopia.

Nesse contexto, um teste realizado por meio da respiração do paciente permite identificar o problema. O método analisa gases como hidrogênio, metano e sulfeto de hidrogênio no ar expirado, produzidos durante o processo de fermentação no intestino.

Dois fatores principais estão envolvidos nesse processo. O primeiro é a má absorção de carboidratos. Açúcares como frutose, frutanos, lactose e sacarose, presentes em frutas, trigo, leite e alimentos industrializados, não são completamente digeridos e acabam sendo fermentados pelas bactérias intestinais.

O segundo é o supercrescimento bacteriano no intestino delgado, conhecido como SIBO, no qual o excesso de bactérias intensifica essa fermentação e leva a sintomas como distensão abdominal, dor e alterações do hábito intestinal, incluindo diarreia e constipação.

“Esse desequilíbrio impacta diretamente a qualidade de vida do paciente e, muitas vezes, demora a ser identificado, porque os sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com outras condições”, explica Karitas Matsunaga, gastroenterologista e hepatologista.

Os números mostram o quanto esses quadros podem passar despercebidos. Um estudo publicado na BMC Gastroenterology analisou 186 pacientes com síndrome do intestino irritável por meio do teste respiratório e identificou má absorção de frutose em 38,2% dos casos e de frutanos em 48,9%.

Além disso, 22,6% dos pacientes apresentavam ambas as condições simultaneamente, o que reforça que a fermentação excessiva pode ter múltiplas origens no mesmo indivíduo, todas invisíveis aos exames convencionais.

Testes respiratórios de hidrogênio e metano como seguros, de baixo custo e entre os métodos menos invasivos disponíveis para investigar esses distúrbios. Embora não substitua a colonoscopia, que avalia alterações estruturais como inflamações, pólipos e tumores, o exame preenche uma lacuna diagnóstica importante ao avaliar o funcionamento do intestino.

“Ele ajuda a transform ar sintomas inespecíficos em dados objetivos, o que facilita a investigação e a definição da conduta clínica”, afirma a especialista.

Com o diagnóstico de intolerâncias alimentares confirmado pelo teste respiratório, o manejo costuma envolver ajustes nutricionais alimentares, como a adoção temporária de dietas que restringem carboidratos de difícil absorção.

Nos casos de SIBO, antibióticos específicos podem ser prescritos pelo gastroenterologista. O acompanhamento multidisciplinar tende a ser mais eficaz justamente por se basear em uma causa identificada.

“Quando a origem dos sintomas não é identificada, o paciente entra em um ciclo prolongado de consultas, dietas por conta própria e uso de medicações sintomáticas que não resolvem o problema. Um diagnóstico preciso encurta esse caminho e muda completamente a abordagem terapêutica”, conclui Vera Lúcia Ângelo Andrade, gastroenterologista, possui Mestrado e Doutorado em Ciências, com foco em Patologia Geral. É especialista em Gastroenterologia e Doenças Funcionais, sócia-proprietária da Clínica NU.V.E.M em Belo Horizonte.

Pet Correio B+

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias

Tutores devem priorizar rações com boa fonte de proteína; alimentação natural é alternativa, mas precisa de orientação profissional e encaixe na rotina familiar

25/07/2026 15h30

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Manter uma alimentação equilibrada é o primeiro passo para garantir a saúde e o bem-estar integral dos pets. O mercado conta com diversas opções de rações e petiscos, porém, algumas fórmulas tendem a causar alergias, além de não fornecer todos os nutrientes necessários. Por isso, antes de escolher, o tutor deve estar atento à composição do alimento.

“Na composição fornecida pelo fabricante no pacote, o primeiro ingrediente da lista é o que está em maior proporção na fórmula. Cães e gatos precisam de proteína de boa qualidade, preferencialmente de alta digestibilidade”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá, primeira marca de skincare para animais do Brasil.

Embora ingredientes amiláceos e fibrosos ajudem na estrutura da ração e no trânsito intestinal, eles devem estar em equilíbrio no alimento.

A farinha de trigo em excesso, por exemplo, favorece a intolerância ao glúten. Em animais sensíveis, fórmulas com muitos aditivos, corantes ou ingredientes de baixa digestibilidade podem piorar sintomas gastrointestinais e dermatológicos.

Em relação à fonte de proteína, também é preciso escolher com cautela. “O frango é uma das proteínas frequentemente envolvidas em reações alimentares em cães sensíveis, por isso, deve ser evitada em algumas dietas.

Peixes como salmão e tilápia, além da proteína de ervilha e farinha de mosca, são opções mais leves e melhor toleradas por animais com predisposição a alergias. Além disso, elas fornecem uma boa saciedade, auxiliando no controle do peso”, afirma Nathália.

Outros nutrientes importantes são fibras, ácidos graxos, prebióticos, vitamina E, ômega-3, ômega-6 e biotina. Alguns ingredientes naturais, como própolis, chlorella e spirulina, estão relacionados ao aumento da imunidade, à melhora da função hepática e ao alívio de alergias, e também são recomendados para uma dieta equilibrada.

Equilíbrio ideal 

A classificação de rações e petiscos entre standard, premium e super premium ajuda os tutores a identificarem as opções mais saudáveis. “Algumas versões premium e super premium oferecem melhor seleção de ingredientes, maior digestibilidade e fórmulas sem transgênicos ou sem glúten”, assinala a médica-veterinária.

Caso o tutor opte pela alimentação natural, é indispensável que o cardápio seja elaborado por um veterinário para garantir o aporte nutricional adequado. 

“Entre a alimentação natural ou com alimentos industrializados, a melhor escolha é aquela que se encaixa na rotina da família. O mais importante é garantir que as refeições sejam equilibradas. Tanto em uma dieta quanto na outra, pode ser necessário incluir complementos alimentares para garantir a saúde e o bem-estar a longo prazo”, orienta Nathália.

Vale lembrar que os petiscos também entram na conta e não devem superar os 10% das calorias totais que o pet consome. Além disso, para evitar o consumo desnecessário de farinhas, a recomendação é optar por peixes desidratados, como tilápia e merluza, iogurte natural congelado e gelatina sem sabor e incolor.

Os primeiros sinais de que o animal não se adaptou ao alimento, ou de que ele não está adequado, são fezes amolecidas, vômitos e coceiras. 

“Mesmo assim, qualquer sintoma físico ou comportamental deve ser devidamente investigado, porque pode indicar um problema mais sério, que exige intervenções que vão além da alimentação”, alerta Nathália.

 

 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).