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Reality show +QMãe busca resgatar autoestima de mães

Mães podem se inscrever gratuitamente para participar da websérie

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O reality show +QMãe chega para revolucionar a vida de mulheres que enfrentam os desafios da maternidade, ajudando-as a redescobrir sua autoestima e autoconfiança.

A websérie, apresentada pela empresária e especialista em redução de estresse materno Júlia Maturana, traz uma proposta inovadora: transformar profundamente a vida de mães que, muitas vezes, colocam suas próprias necessidades em segundo plano.

Em cada episódio, uma participante terá a oportunidade de reconstruir sua identidade, focando em três áreas pessoais de sua escolha. O objetivo do +QMãe é proporcionar às mães a chance de se verem além do papel de cuidadoras, encontrando sua melhor versão para enfrentar os desafios diários com mais força e determinação.

Júlia Maturana explica a importância dessa transformação. “Queremos que essas mulheres possam se redescobrir e se fortalecer, enfrentando a vida com mais confiança e alegria”. As mudanças oferecidas pelo programa são personalizadas, permitindo que cada mãe escolha o que deseja trabalhar, seja na imagem, nas relações familiares ou até na saúde e bem-estar.

O programa oferece um extenso cardápio de opções para as participantes, que podem optar por transformações que envolvem assessoria de imagem, consultoria de moda e estilo, ou até aprender técnicas de automaquiagem.

Além disso, outras áreas como nutrição, culinária, atividade física, finanças, socialização, relacionamento amoroso, vida sexual e qualidade do sono também estão disponíveis para escolha.

A origem do +QMãe

A ideia de criar o reality show surgiu da própria experiência de Júlia Maturana com os desafios da maternidade. Embora seja mãe de três filhos e ame seu papel, Júlia sentiu a necessidade de resgatar sua identidade como mulher para alcançar uma vida mais equilibrada e saudável.

“Quando nos tornamos mães, muitas vezes esquecemos de nossos próprios sonhos e desejos. É fácil cair na armadilha de cuidar de todos, menos de nós mesmas, o que acaba afetando nossa autoestima e confiança”, explica.

Estudos recentes da Universidade de São Paulo (USP), IBGE e Datafolha mostram que a situação enfrentada por Júlia é comum a muitas mães no Brasil. Segundo as pesquisas, 94% das mães se sentem desgastadas, 91% estão tristes e insatisfeitas com a rotina estressante e 78% assumem a maior parte das tarefas domésticas.

Esses dados também indicam que a sobrecarga de tarefas tem um impacto negativo na saúde: 75% das mães relatam descontrole emocional, 66% se sentem mal em relação à saúde mental e 25% sofrem de depressão.

Episódios

O projeto piloto do +QMãe conta com cinco episódios, sendo os dois primeiros já disponíveis online. O episódio de estreia foca na transformação de Júlia, que recuperou sua autoconfiança por meio de mudanças na imagem. A websérie busca inspirar outras mães, mostrando que é possível alcançar bem-estar e qualidade de vida.

Como participar

Mães interessadas em participar do reality show podem se inscrever facilmente. Basta acessar o perfil oficial do +QMãe no Instagram (@maisqmae_oficial) e enviar a mensagem “Quero me inscrever” via Direct. Também é possível realizar a inscrição pelo canal do YouTube, onde os episódios estão disponíveis.

felpuda

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (27)

27/07/2026 00h01

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BENJAMIN FRANKLIN - ESCRITOR AMERICANO

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia"

FELPUDA

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel entraria na pista com confortável vantagem. Lidera as pesquisas mais consistentes, reúne o maior arco de alianças e, por enquanto, assiste aos adversários tentando encontrar o ritmo da corrida.

Nos bastidores, o clima é de otimismo entre seus aliados. Mas política não distribui troféu por desempenho em treino. Pesquisa fotografa o momento, a urna conta a história. Até outubro muita água vai rolar, e agora Riedel corre na frente, enquanto muita gente ainda amarra o tênis. Como política não é para amadores...

Enfeite, não!

Senador bom sabe que mandato dura oito anos e imprevistos acontecem. Por isso, escolhe suplente com experiência e voto próprio. Não é para ser cabo eleitoral fantasma nem alguém que "tope qualquer coisa". O problema é quando o eleitor vota num nome e recebe outro goela abaixo.

Mais

Aí o suplente assume e ninguém sabe de onde saiu nem o que pensa. É democracia de surpresa: você aperta o 1 e vem o 3. No Senado, cadeira vazia custa caro. Melhor preencher com gente, não com favor. E por aí vai...

Dr. Alexandre Branco Pucci e Ketlen Cordeiro. Foto: Studio Miguel Palácios
 Junia Lopez. Foto: divulgação

 Desafio

A convenção que confirmará Eduardo Riedel como candidato à reeleição promete reunir verdadeira frente ampla de aliados. PSDB, PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos e Avante dividirão o mesmo palco e os mesmos aplausos. Em caso de vitória, o desafio começa depois da posse, quando chegar a hora de repartir espaços na administração. Isso porque não existe almoço de graça. Na política, alianças são construídas com discursos. Governos, quase sempre, com cargos.

Na mira

O deputado Zeca do PT passou a enfrentar mais um foco de desgaste na pré-campanha. Lideranças políticas avaliam recorrer ao Ministério Público Eleitoral após a divulgação de gravações atribuídas a uma reunião com indígenas da Aldeia Lalima, em Miranda. Nos áudios, que circulam nas redes sociais, adversários afirmam haver pressão relacionada ao apoio eleitoral à deputada Camila Jara. Ele ainda poderá apresentar sua versão.

Reação

A repercussão da reunião na Aldeia Lalima, em Miranda, ganhou novo capítulo, após uma liderança indígena publicar vídeo nas redes sociais, manifestando indignação com a postura atribuída ao deputado Zeca do PT. Segundo o relato, foram usadas palavras consideradas ofensivas, inclusive de baixo calão. O cacique afirmou que a deputada Camila Jara é bem-vinda à comunidade, assim como qualquer outro candidato, independentemente do partido.

ANIVERSARIANTES

Dra. Flávia de Albuquerque Furlani,

Dr. Mário Cesar Mangiolardo,

Maria Emília Ramalho Sulzer,

Euzébio Valiente Maximovitch,

Ana Paula Costa Morilhas,

Nancineide Cássia da Silva Gonçalves,

Madalena Maria de Souza Vargas,

Olinda Shiroma Matsuda,

Hiyotata Catuyama,

Joel Douradode Assis,

Roberto Seijin Utima,

José Antônio Brandão,

Lucinete de Sena Borgo,

Jaqueline Cruz,

Mauro Benante Junior,

Gilda Santa Cruz,

Renata Letteriello,

Silvana Gonçalves Marques,

Edson Yoshizaki,

Diego Souza,

Mylla Rodrigues,

Israel Vitor Holmes,

Natália Gabriela Martin Duailibi Younes,

Dr. José Tadachi Sugai,

Dr. Bianco Latorraca,

Janete Rosane Schenkel,

Iara Trindade,

Nilton Vieira,

Antônio Tiago Machado,

Dr. Alberto Moraes de Souza,

Luiz Carlos Algaranhães Antunes,

Kethlin Lima Portela,

Joice Ana Palma,

Dr. Adão Vieira Nogueira,

Lauro José e Sá,

José Antônio Fernandes,

Mara Eliane Barbosa Freitas,

Ana Fátima Pizzato de Souza,

Joseny de Castro Coimbra Peters,

Marco Aurelio Claro,

Jeruza Rezende Ramos,

Luiz Arthur Serra Reinbold,

Antonio Gerson de Saboia,

Flávio Silveira Cury,

Ivone Coelho Masruha,

Dr. Roberto de Aquino Lopes Júnior,

Gleicy Saad,

José Domingos,

Emílio Corrêa de Souza,

Paulo Henrique de Mattos,

Vitória Franco,

Ilza Rezende Rodrigues,

Maria Gonçalves,

Claudio Santos,

Maria Madalena da Silva Conrado,

Maiza Abalen Bernard,

Antônio Castelani Neto,

Ademir Garcia da Silva

Maria Aparecida Limeira,

Humberto Sousa Silva,

Luiza de Almeida,

Beatriz Vieira Lourenço,

Vilma Guimarães,

Jesualdo D'Aurea,

Dirceu Vicente Rossettini Costa,

Kátia Rejane Branquinho da Costa Ornellas,

Maria da Graça Albertini Prechitko,

Feliciana Barbosa Abath,

Bruno Miragaia Gaeti,

João Catarino Tenório Novaes,

Romulo Guerra Gai,

Hiroshi Matsubara,

Olimpio Simião da Silva,

Eustáquio Jeovan de Figueiredo,

Loan Lima Harada,

Fábio da Silva Magalhães,

André Luiz Mariano de Oliveira,

Pedro Constantino Rozales Neto,

Roberto Silva Junior,

Ângela Maria Carlini Garcia de Oliveira,

Joaquim da Mota Longo,

Marlene de Aguiar Justino da Cruz,

Rossana Xavier Machado,

Antonio Lincoln Carvalho de Siqueira,

Rilton Alexandre Araújo,

Henrique Thomé Baptista,

Ayrton Pires Maia,

Bianca Della Pace Braga Medeiros,

Alberto Vieira Rossi,

Rozilei Foizer,

Bruno Carlos de Rezende,

Felipe Lakatos Melo,

Takeo Ohira,

Zarife Cristina Hamdan,

Carlos Eduardo Oliveira de Souza,

Sérgio Queiroz Serra,

Cleiton Dahmer,

Coriolando Bachega,

Éder Mosciaro Barreto,

Talita Ertzogue Marques,

Farley Augusto da Silva Venturelli,

Eduardo Guimarães Mercadante,

James Erison Canova,

Kariny Rocco Moreira Berton,

Juliana Campos Veronesi,

Joice Ana Mosele,

Leonardo Anacleto Chaves.

 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

26/07/2026 14h00

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, muitos meninos cresceram ouvindo mensagens semelhantes: “engole o choro”, “seja forte”, “homem não demonstra fraqueza”. Embora essas frases pareçam inofensivas, elas ensinam algo profundo: que sentir deve ser escondido.

O problema é que emoções não desaparecem quando são reprimidas. Elas apenas encontram outras formas de se manifestar. Muitas vezes surgem como irritação, agressividade, isolamento ou dificuldade para construir relacionamentos saudáveis.

Quando falamos sobre prevenção da violência, saúde mental e relações mais equilibradas, também estamos falando sobre educação emocional. Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

A cultura costuma valorizar nos homens características como autonomia, coragem e firmeza. Todas elas são importantes. Mas podem coexistir com empatia, sensibilidade e capacidade de pedir ajuda. Uma habilidade não exclui a outra.

Pais, mães e educadores têm papel fundamental nesse processo. Quando acolhem emoções em vez de ridicularizá-las, ajudam a construir uma relação mais saudável com o próprio mundo interno. Quando demonstram que tristeza, medo e vulnerabilidade fazem parte da experiência humana, oferecem uma importante ferramenta de proteção emocional.

Isso também contribui para relações futuras. Adultos que conseguem identificar sentimentos tendem a comunicar necessidades com mais clareza, lidar melhor com frustrações e construir vínculos mais respeitosos.

Educar meninos para sentir não é apenas uma questão individual. É uma escolha que impacta famílias, relacionamentos e a sociedade como um todo. Afinal, homens emocionalmente conectados consigo mesmos costumam ser mais capazes de se conectar de forma saudável com os outros.

Talvez uma das maiores formas de proteção que possamos oferecer seja permitir que eles descubram que sentir não diminui ninguém. Humaniza.

Vamos desatar esses nós?

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