Economia

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Confira como investir seu 13º para ter tranquilidade financeira em 2023

Primeira parcela do benefício foi paga nesta quarta-feira (30; a próxima deve ser quitada até 20 de dezembro

Continue lendo...

De acordo com o Departamento Intersindical de Estáticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13º salário deve injetar na economia brasileira cerca de R$ 249,8 bilhões neste ano. Entretanto, antes de sair comprando presentes de Natal para a família toda, é legal pensar em qual o melhor jeito de investir o valor extra recebido. 

Para responder essa pergunta, a administradora Fabiana Biazetto afirmou que este dinheiro pode ser usado de pelo menos quatro formas diferentes, sendo que vai de investimentos ao pagamento de dívidas. 

Porém, antes de tudo, a especialista orienta que o trabalhador tenha cautela ao usar o dinheiro e analise com calma qual é o melhor planejamento. Se possível, tente organizar as finanças de 2023 para ter certeza de como o valor será gasto. 

De acordo com ela, uma das formas mais comuns de usar o 13º salário é justamente organizar as contas do começo do ano, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ou outras despesas que vem após o Ano Novo. 

“Entre as maneiras de utilizar bem o valor extra estão pagar as contas do início do ano, como IPTU e IPVA, fazer investimentos ou poupar parte do dinheiro”, afirma. 

Confira cinco formas de usar seu dinheiro extra. 

PAGAR DÍVIDAS

O trabalhador que está endividado pode aproveitar a quantia para quitar o cheque especial ou parcelas de financiamento,cartão de crédito ou qualquer outro valor que esteja devendo. 

A administradora afirma que, mesmo que não dê para zerar tudo, a pessoa pode usar o dinheiro para pagar o máximo de dívidas, mas sempre começando por aquelas que cobram mais juros. 

CONTAS DO COMEÇO DE ANO 

Como já exemplificado pelo especialista, uma outra forma de usar a quantia extra é reservá-la para pagamento das contas que chegam em janeiro como IPTU, IPVA, matrículas, materiais escolares e outras despesas necessárias para iniciar 2023. 

EMERGÊNCIA

O trabalhador também pode usar o dinheiro para tirar do papel o plano de guardar dinheiro, fazendo um fundo de emergência. Aqui, o ideal é que o valor guardado seja equivalente a seis meses de despesas mensais. 

INVESTIMENTOS 

Em casos do trabalhador não ter dívidas e já ter um fundo de emergências, ele pode pensar em investir o dinheiro recebido. Dessa forma, é preciso estudar o mercado e escolher o tipo de investimento adequado às suas necessidades para que ele seja aplicado de forma estratégica e pensando no futuro. 

PRESENTES 

Porém, se a ideia é usar o dinheiro para presentear no final do ano, o ideal é aproveitar promoções como Black Friday e liquidação de Natal. Mas é preciso se organizar: se possível destine apenas uma parte do valor para as compras. 

A primeira parcela do 13º foi paga nesta quarta-feira (30). A segunda deve ser paga até o dia 20 de dezembro.

comércio exterior

Exportações de carne bovina crescem 42,6% em sete meses

Proteína ganha espaço na pauta do agro estadual, impulsionada pela valorização do produto e a maior demanda de China e EUA

25/08/2026 07h50

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Continue Lendo...

A carne bovina ganhou força nas exportações de Mato Grosso do Sul este ano e já movimenta mais de US$ 1,3 bilhão no acumulado de janeiro a julho. Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que o Estado exportou US$ 1,33 bilhão em produtos bovinos no período, alta de 42,6%, em relação aos US$ 932,8 milhões registrados nos sete primeiros meses de 2025.

Em quantidade, o avanço também foi expressivo. Os embarques passaram de 175,8 mil toneladas, entre janeiro e julho do ano passado, para 211,8 mil toneladas, no mesmo período deste ano, crescimento de 20,4%. O resultado indica que, além de vender mais carne ao exterior, o Estado também conseguiu obter maior valor por tonelada comercializada.

Ainda conforme os dados do Mdic, o desempenho é sustentado principalmente pela carne bovina desossada congelada, que concentra a maior parcela das vendas externas. De janeiro a julho, esse produto respondeu por US$ 1,04 bilhão, contra US$ 671,9 milhões no mesmo período de 2025, alta de 55%. A quantidade passou de 132 mil toneladas para 169,4 mil toneladas, aumento de 28,3%.

Na sequência aparecem as carnes desossadas frescas ou refrigeradas, cujas exportações alcançaram US$ 281,5 milhões, ante US$ 250,6 milhões no ano passado, crescimento de 12,3%. Por sua vez, a quantidade exportada caiu de 42,2 mil toneladas para 41,4 mil toneladas.

As carnes bovinas salgadas, em salmoura, secas ou defumadas registraram retração. A receita caiu de US$ 10,3 milhões, em 2025, para US$ 7,2 milhões, neste ano, enquanto a quantidade passou de 1,65 mil toneladas para pouco mais de mil toneladas.

DESTINO

A China aparece como o principal mercado da carne bovina de Mato Grosso do Sul e apresentou forte crescimento. Somente os embarques de carne bovina congelada para o país movimentaram US$ 586 milhões de janeiro a julho deste ano, contra US$ 318,5 milhões no mesmo intervalo de 2025. O crescimento foi de 84%.

Os Estados Unidos também ampliaram significativamente as compras, mesmo com as medidas protecionistas adotadas pelo país. Considerando carnes congeladas, frescas ou refrigeradas e salgadas, o mercado norte-americano respondeu por US$ 243,3 milhões em vendas de Mato Grosso do Sul nos sete primeiros meses deste ano. No mesmo período de 2025, foram US$ 171,3 milhões, alta de cerca de 42%.

O avanço confirma a tendência observada pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul). Para a consultora de economia da federação, Eliamar Oliveira, o desempenho está relacionado principalmente ao fortalecimento da demanda internacional e à competitividade da proteína brasileira.

“Mesmo com a redução no número de animais abatidos, as exportações cresceram em receita, mostrando que o desempenho não esteve condicionado apenas ao aumento da oferta”, explica.

A valorização da carne também teve papel importante no resultado. De acordo com a Famasul, o preço médio por tonelada exportada por MS avançou 19,7% no primeiro semestre, enquanto o preço da celulose, outro dos principais produtos da pauta estadual, recuou cerca de 7,8%.

Com isso, a proteína vem ganhando participação nas exportações do agronegócio. No primeiro semestre, a carne bovina respondeu por 20,6% do valor exportado pelo setor, aproximando-se da celulose, que representou 25,3%.

A soja, líder da pauta do agronegócio estadual, também teve desempenho positivo, com crescimento de 30,5% na receita. Já a celulose registrou queda de 16,6%, reflexo de um cenário internacional menos favorável para os preços do produto.

AGRONEGÓCIO

Segundo a Famasul, as exportações do agronegócio de MS somaram US$ 5,68 bilhões no primeiro semestre, alta de 12,4% em relação ao mesmo período de 2025. O setor respondeu por 96,1% de tudo o que o Estado vendeu ao exterior nos seis primeiros meses do ano.

Para Eliamar, o ganho de participação da carne não significa necessariamente uma substituição da celulose na pauta exportadora, mas uma mudança na participação relativa das cadeias produtivas.

“A carne bovina ganhou espaço em função de condições favoráveis de mercado, enquanto a celulose enfrentou um cenário de preços internacionais menos favoráveis”, afirma.

A cadeia também contribuiu para o mercado de trabalho. No primeiro semestre, a criação de bovinos registrou saldo positivo de 455 vagas formais em Mato Grosso do Sul. Considerando o segmento da pecuária, o saldo chegou a 611 novos postos de trabalho no período.

plano de reformulação

Sorvetes da Häagen-Dazs deixam o mercado brasileiro após quase 30 anos

General Mills, dona da marca, vendeu operações no Brasil para o Grupo 3corações por R$ 800 milhões e sorvetes não serão mais comercializados no País

24/08/2026 22h00

Os sorvetes da Häagen-Dazs não serão mais comercializados no Brasil

Os sorvetes da Häagen-Dazs não serão mais comercializados no Brasil Foto: Divulgação / Häagen-Dazs

Continue Lendo...

Os sorvetes da Häagen-Dazs não serão mais comercializados no Brasil, após a empresa multinacional americana General Mills, dona da marca, decidir reformular o seu portfólio. A informação foi confirmada pela empresa nesta segunda-feira, 24.

“A marca Häagen-Dazs não será mais distribuída no Brasil, devido a um plano de reformulação de portfólio da General Mills, anunciado em março de 2026″, disse a General Mills em nota.

A Häagen-Dazs está sendo descontinuada após quase 30 anos no mercado brasileiro. Ela chegou ao País em 1997, segundo a revista Forbes.

Em março deste ano, o Grupo 3corações, do segmento de cafés, anunciou a aquisição de ativos e das operações da General Mills no Brasil. A transição foi avaliada em R$ 800 milhões, informou o grupo, e inclui marcas como Yoki e Kitano. Ainda segundo o grupo, o acordo prevê a manutenção das marcas, visando o crescimento acelerado do negócio.

“Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, disse Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações, em março.

Com a aquisição, o Grupo 3corações afirma que avançou em sua estratégia de crescimento por meio da “diversificação e complementaridade de portfólio”, a partir da integração de novos produtos com o objetivo de permitir que a companhia atenda o consumo brasileiro do café da manhã ao jantar.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).