Economia

MITO

CPF na nota não ajuda a aumentar score de crédito; entenda

Os órgãos de proteção ao crédito não utilizam essa ferramenta para calcular a pontuação do score

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Embora muitas pessoas pensem que a prática de inserir o CPF na nota fiscal aumenta o score de crédito, na prática, isso não acontece. Na realidade, os credores avaliam o histórico de movimentação financeira como termômetro de confiança.  

O score de crédito é uma pontuação utilizada por órgãos de proteção ao crédito como o Serasa, SPC e Boa Vista. Por meio desse score, é estipulada uma pontuação que pode ir de 0 a 1.000m, pela qual os consumidores são avaliados por histórico de movimentações financeiras.  

Desse modo, é medido o grau de confiança conforme cada consumidor realiza o pagamento de suas contas.

Segundo o advogado especialista em Direito do Consumidor e ex-superintendente do Procon Estadual de Mato Grosso do Sul, Marcelo Salomão, vários quesitos são levados em consideração para a pontuação do score de crédito.  

“Pagamentos de contas como as de água, luz, telefone, cartão de crédito, financiamento de casa, de móveis, não negativação no banco, ter uma vida economicamente organizada, tudo isso é avaliado para o aumento de score”, pontua.  

O advogado ainda destaca que os bancos utilizam a metodologia de score, mas eles não são obrigados a conceder o empréstimo em virtude somente do score alto, sendo uma decisão do banco.  

“Mas quando o cliente tem uma vida extremamente organizada, como pagamento em dia de suas contas, financiamentos em dia, algumas pessoas jurídicas que são ligadas às pessoas físicas também, isso aumenta o score e o consumidor consegue contratar empréstimos com juros mais baixos e até ter um valor mais alto na concessão desse empréstimo”, disse.  

Geralmente, os bancos e financeiras realizam consultas ao score antes de liberar o crédito ao consumidor, seja do cartão de crédito, financiamento ou outras modalidades de crédito.

Logo, é importante destacar ser um mito a afirmação de que ao adicionar o CPF no cupom fiscal o consumidor terá uma alta no score.  

Sobre isso, Marcelo Salomão diz que não há nenhuma vinculação do CPF na nota para aumentos ou diminuição do score.  

“Quando você faz uma compra e inclui seu CPF na nota, essa informação é exclusivamente do estabelecimento, se o estabelecimento compartilhar essa informação com o banco, estará ferindo a lei geral da proteção de dados”, destaca.  

Outro mito 

O advogado ainda destaca mais um mito importante relacionado à negociação de dívida e um aumento imediato no score.  

“Tem empresas que promovem acordos e querem negociar dívidas falando que, se o consumidor negociar imediatamente, o score dele vai aumentar, isso também é um mito, leva um tempo. Uma coisa é ter o nome limpo, outra coisa é ter um score alto. Pode-se ter um nome limpo e score baixo por uma movimentação financeira baixa”, explicou.  

CPF na nota  

Na prática, o CPF na nota se trata de uma iniciativa dos governos estaduais para controlar a tributação fiscal do comércio, do ICMS e também combater a sonegação de impostos.

 

Produção Animal

MS acelera produção de suínos para ampliar as exportações

Mato Grosso do Sul aumenta produção, aposta em transformar milho em proteína animal e projeta alcançar 150 mil matrizes até o próximo ano

27/06/2026 09h00

Reprodução

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A estratégia de Mato Grosso do Sul de deixar de ser apenas um fornecedor de milho e soja para se consolidar como exportador de proteína animal está impulsionando um novo ciclo de expansão da suinocultura.

Com crescimento de quase 20% na produção de animais para abate neste ano, investimentos públicos recorde e previsão de ampliar em 36% o plantel de matrizes até 2027, o Estado aposta na cadeia suinícola para agregar valor à produção agrícola, gerar empregos e fortalecer sua economia.

Dados do Boletim Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Sistema Famasul) mostram que, entre janeiro e maio deste ano, MS produziu 1,64 milhão de suínos destinados ao abate, alta de 19,4% em relação ao mesmo período de 2025.

No mercado externo, as exportações de carne suína in natura renderam US$ 22,5 milhões, crescimento de 57,6% na receita e de 60,7% no volume embarcado.

Segundo o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Rogério Beretta, a expansão faz parte da política estadual de industrialização da produção agropecuária.

“Hoje a gente ainda não utiliza toda a nossa produção de milho e soja, a gente ainda exporta. Então, é de interesse do Estado, dentro da política de agregação de valor, levar indústrias para transformar o nosso milho em carne e aí sim exportarmos carne com valor agregado, gerando emprego dentro do nosso estado”, afirmou.

A evolução da atividade confirma essa estratégia. Há alguns anos, Mato Grosso do Sul tinha entre 70 mil e 80 mil matrizes.

Atualmente, o Estado contabiliza mais de 130 mil matrizes, enquanto cerca de 111,5 mil estão cadastradas no programa Leitão Vida. A meta do governo é de atingir 150 mil matrizes até 2027.

Beretta afirma que o crescimento ocorre de forma planejada e sustentado pela elevada tecnificação da atividade.

“A suinocultura do Mato Grosso do Sul cresceu muito. Nossa previsão para 2027 é chegar a 150 mil matrizes. É um ritmo de crescimento que a gente entende como sustentável. O setor tem muita tecnologia envolvida e coloca o Mato Grosso do Sul em um patamar altíssimo de produção, agregação de valor e associativismo”.

INCENTIVOS

Um dos principais instrumentos para estimular a expansão da cadeia é o programa Leitão Vida, que remunera produtores conforme indicadores de sustentabilidade, biossegurança, bem-estar animal, sanidade, gestão, desempenho zootécnico e cumprimento da legislação trabalhista e ambiental.

Somente neste ano, mais de R$ 50 milhões já foram concedidos aos produtores, enquanto no ano passado os incentivos somaram R$ 75 milhões. A expectativa é de fechar este ano com aproximadamente
R$ 85 milhões em benefícios.

“Os produtores recebem esses recursos diretamente das indústrias. É uma forma que o Estado encontrou para incentivar uma produção cada vez mais tecnificada e sustentável”, explicou Beretta.

O programa foi modernizado em 2025 e atualmente conta com 272 estabelecimentos cadastrados e auditados em MS, distribuídos principalmente nos polos de São Gabriel do Oeste e da região de Dourados.

EXPORTAÇÕES

Apesar do avanço das exportações, o mercado interno vive um momento de acomodação. Em maio, o preço do suíno vivo ficou em R$ 5,70 por quilo, queda de 3,4% em relação a abril e de 15,6% na comparação anual, reflexo do aumento da oferta.

De acordo com a técnica da Famasul Eliamar Oliveira, o crescimento da produção pressiona temporariamente as cotações, mas o mercado internacional vem absorvendo parte desse excedente.

As Filipinas seguem como principal destino da carne suína sul-mato-grossense, seguidas por Argentina e Hong Kong. Entre os destaques está o aumento superior a 300% das compras argentinas.

A expectativa é de que o período de inverno fortaleça também o consumo doméstico, contribuindo para a recuperação dos preços pagos aos produtores.

Além da produção de carne, o governo aposta na transformação dos resíduos da atividade em fonte de energia e combustível renovável.

Segundo Beretta, aquilo que antes era tratado apenas como passivo ambiental se tornou uma oportunidade econômica.

“Os dejetos dos suínos hoje já geram biogás para produção de energia elétrica. Em Mato Grosso do Sul, essa geração é suficiente para abastecer uma cidade de aproximadamente 25 mil habitantes. Agora estamos avançando também para a produção de biometano, que poderá abastecer caminhões, máquinas e veículos”.

Na avaliação do secretário, a expansão dessa tecnologia deverá contribuir para reduzir custos de produção e ajudar MS a alcançar a meta de neutralidade das emissões de carbono até 2030, consolidando a suinocultura como uma das cadeias estratégicas do agronegócio estadual.

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LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 865, sexta-feira (26/06): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

27/06/2026 08h28

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 865 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 26 de junho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 2 apostas ganhadoras, (R$ 14.956,02)
  • 5 acertos - 32 apostas ganhadoras, (R$ 1.335,35)
  • 4 acertos - 566 apostas ganhadoras, (R$ 75,49)
  • 3 acertos - 5.101 apostas ganhadoras, (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 865 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 5
  • Coluna 2: 3
  • Coluna 3: 6
  • Coluna 4: 0
  • Coluna 5: 8
  • Coluna 6: 4
  • Coluna 7: 2

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 866

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 29 de junho, a partir das 20 horas, pelo concurso 866. O valor da premiação está estimado em R$ 2,4 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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