Economia

Mato Grosso do Sul

Distribuidora de combustíveis vai à Justiça para não pagar milhões em impostos

Autuada por não recolher ICMS sobre álcool anidro, Ipiranga tenta escapar de protesto, execução e negativação no Serasa

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Temendo ser incluída no cadastro da Dívida Ativa do Estado de Mato Grosso do Sul e também na lista de inadimplentes de instituições de apoio ao sistema bancário, como a Serasa Experian, a Ipiranga Produtos de Petróleo Ltda. foi à Justiça para conseguir uma certidão positiva com efeitos de negativa, por causa de uma dívida de R$ 4,31 milhões com o fisco sul-mato-grossense.

A gigante nacional da distribuição de combustíveis não recolheu, entre os meses de abril e dezembro de 2020, um total de R$ 1,98 milhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o álcool anidro que comprou de usinas localizadas em Mato Grosso do Sul para misturar à gasolina.

Na época, a Ipiranga afirmou que não recolheu o imposto estadual porque possuía créditos presumidos (quando o imposto é recolhido antes) de outras operações no valor de R$ 2,85 milhões. A justificativa não foi suficiente administrativamente: tanto na Sefaz quanto no Tribunal Administrativo Tributário (TAT), a empresa perdeu a disputa.

Passados quase seis anos das autuações e temendo ficar com o nome sujo junto a entidades de crédito, a gigante da distribuição de combustíveis ingressou com pedido de tutela de urgência na Justiça sul-mato-grossense.

A Ipiranga deixou claro na ação que ainda pretende questionar a dívida, pois alega ter créditos tributários com o governo. Contudo, contratou um seguro-garantia no valor de R$ 4,31 milhões, cuja apólice foi anexada ao pedido feito ao Poder Judiciário, na esperança de conseguir a certidão positiva com efeitos de negativa e, assim, livrar-se de ter o nome negativado, além de evitar execuções fiscais e protestos cartoriais.

Outro pedido

Este não é o único pedido feito pela gigante da distribuição de combustíveis. Em outra ação semelhante, a empresa apresentou uma apólice de seguro-garantia de R$ 30,6 mil, alusiva ao não recolhimento de R$ 15,2 mil de ICMS referentes a uma carga de 43,8 mil litros de óleo diesel, fiscalizada em 29 de junho de 2022 pela Sefaz.

Batalha judicial

As ações para tentar obter certidões positivas com efeito de negativas e escapar da negativação do nome ocorrem três meses depois de a mesma empresa dar início a uma batalha judicial com o governo.

Em janeiro, ela cobrou R$ 2,6 milhões de crédito tributário que alega possuir em outra ação judicial. A Ipiranga sustenta que pagou ICMS a mais no fim da década passada e ingressou contra o governo de Mato Grosso do Sul, no dia 30 de janeiro, com uma ação declaratória de existência de relação jurídico-tributária com repetição de indébito — o que, em linguagem simples, significa que a distribuidora quer que a Justiça reconheça o pagamento a maior e determine a devolução dos valores.

Ao todo, a Ipiranga cobra R$ 2.653.845,91, valor que afirma ter pago no período de julho a dezembro de 2018. O suposto excedente tem origem em um cálculo que, à primeira vista, é complexo, mas pode ser simplificado.

A distribuidora afirma que a refinaria — que paga o imposto primeiro no regime de substituição tributária — recolheu o ICMS com base em um preço “estimado” pelo governo à época. No entanto, quando a Ipiranga vendeu o combustível para grandes consumidores (como empresas de ônibus, por exemplo), o preço real da venda teria sido menor do que o valor utilizado pelo governo para calcular o imposto antecipadamente.

Naquele período, o regime de tributação do ICMS era o plurifásico. Nesse modelo, a tributação ocorre em cada etapa da cadeia, formada por refinaria, distribuidora, posto e consumidor.

Para facilitar o recolhimento, o governo utilizava a substituição tributária, cobrando o imposto já na refinaria (ou na distribuidora, no caso de importação). Nesse sistema, o primeiro elo da cadeia recolhe todo o imposto, que vai sendo compensado ao longo das operações seguintes.

A Ipiranga alega que o preço médio informado pelo governo, utilizado como base de cálculo, era superior ao efetivamente praticado junto a grandes consumidores, como transportadoras e empresas de ônibus, que compram combustível no atacado.

Esse sistema plurifásico não está mais em vigor. Atualmente, o modelo é monofásico, no qual o ICMS sobre combustíveis incide uma única vez em toda a cadeia, com valor fixo por litro, independentemente do preço final na bomba.

A Ipiranga menciona essa mudança para esclarecer que o processo trata do sistema antigo, mais complexo e que gerava diferenças de valores que agora são cobradas de volta do governo.

A distribuidora se baseia em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no Tema 201, que definiu ser obrigação dos Estados devolver a diferença do ICMS quando o valor real da venda for menor que o valor presumido. A empresa argumenta que, ao vender diretamente para grandes companhias, “pulou” a etapa dos postos, praticando preços inferiores aos estimados, o que geraria direito ao reembolso milionário.

Ainda não há decisão no processo, que está em fase inicial. Também não houve manifestação do governo. O juiz deverá analisar a petição, ouvir a defesa do Estado e, possivelmente, determinar a realização de perícia contábil — já solicitada pela própria Ipiranga — para verificar a correção dos cálculos dos R$ 2,6 milhões pleiteados.

Disparada

A disputa entre o governo de Mato Grosso do Sul e a Ipiranga ocorre em meio a outra polêmica: a alta no preço dos combustíveis, acompanhada de desconfiança por parte de consumidores e órgãos de controle de que grandes distribuidoras estariam se apropriando dos esforços da Petrobras e dos governos para reduzir impostos e conter preços nas refinarias, elevando o valor final ao consumidor.

Em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel (PP) afirmou, em mais de uma ocasião, que a Secretaria-Executiva de Defesa do Consumidor (Procon-MS) deve intensificar a fiscalização contra preços abusivos de combustíveis.

No início do mês, o Estado aderiu ao programa do governo federal e deve contribuir com subsídio na tributação do óleo diesel.
 

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LOTERIAS

Resultado da Quina de hoje, concurso 7067, quinta-feira (16/07)

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sábado, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

16/07/2026 20h08

Confira o resultado da Quina

Confira o resultado da Quina Foto: Arquivo

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7067 da Quina na noite desta quinta-feira, 16 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 7 milhões.

Confira o resultado da Quina de hoje!

Os números da Quina 7037 são:

  •    25 - 05 - 55 - 08 - 18 

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 7038

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na sexta-feira, 17 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 7038. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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LOTERIAS

Resultado da Lotofácil de hoje, concurso 3737, quinta-feira (16/07)

A Lotofácil é uma das loterias mais populares no Brasil, com sorteios realizados seis vezes por semana, de segunda a sábado; veja números sorteados

16/07/2026 20h06

Confira o resultado da Lotofácil

Confira o resultado da Lotofácil Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3737 da Lotofácil na noite desta quinta-feira, 16 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 10 milhões.

Os números da Lotofácil 3737 são:

  •  03 - 15 - 13 - 22 - 05 - 08 - 11 - 09 - 14 - 02 - 25 - 23 - 17 - 12 - 06 

O sorteio da Lotofácil é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Lotofácil é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 15 dente as 25 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Como apostar na Lotofácil

Os sorteios da Lotofácil são realizados diariamente, às segundas, terças, quartas, quintas, sextas-feiras e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 15 dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 3.268.760, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 211, ainda segundo a Caixa.

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