Economia

APOSENTADORIA

Revisão da vida toda é aprovada no Supremo; veja os próximos passos

Governo pode entrar com embargos de declaração para definir o alcance da revisão

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Os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) conseguiram uma segunda vitória da revisão da vida toda no STF (Supremo Tribunal Federal) na tarde desta quinta (1º), mas o processo ainda não chegou ao fim, pois o governo poderá entrar com embargos de declaração para definir o alcance da revisão, segundo especialistas.

A AGU (Advocacia-Geral da União), que representa o INSS na Justiça, informou que ainda vai analisar possíveis pedidos de modulação.

Como o processo tem repercussão geral, o entendimento do Supremo deverá ser seguido em tribunais e varas previdenciárias do país, mas essa aplicação pode não ser imediata.

Se houver apresentação de embargos, é possível que os tribunais aguardem o julgamento para só então retomarem a análise dos processos que estão suspensos, explica o advogado Roberto de Carvalho Santos, do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários).

Os ministros não podem mais mudar seus votos, mas os envolvidos ainda têm direito de entrar com os embargos em até cinco dias após a publicação do acórdão, segundo o STF. Essa publicação, por sua vez, deve ser feita em até 60 dias.

É possível, por exemplo, que o governo queira definir a partir de quando a decisão vai passar a valer, além de definir o período dos atrasados, que são os valores retroativos. Somente após essas etapas o julgamento é considerado encerrado, ou seja, haverá o trânsito em julgado.

O julgamento terminou com placar de 6 por 5 a favor dos aposentados. No plenário virtual, os aposentados já haviam conseguido o mesmo placar, mas o tema precisou passar por análise presencial dos ministros, após pedido do ministro Nunes Marques.

O voto do ministro Marco Aurélio, que era o relator e aposentou-se em julho deste ano, foi mantido.

APOSENTADO QUE JÁ TEM AÇÃO RECEBERÁ ANTES

Segundo o advogado Fernando Gonçalves Dias, o aposentado que já tem uma ação na Justiça em andamento, seja em uma vara previdenciária ou em um Juizado Especial Federal, vai começar a receber antes de quem não procurou a Justiça.

Para quem não entrou na Justiça, a correção só pode ser solicitada em até dez anos, contados a partir do mês seguinte ao primeiro pagamento do benefício.

Se o pagamento da primeira aposentadoria foi feito em novembro de 2012, por exemplo, o prazo para pedir uma revisão de cálculo se encerra em dezembro de 2022. Além disso, o benefício precisa ter sido concedido com base nas regras da lei 9.876, de novembro de 1999.

Segundo o advogado previdenciário Rômulo Saraiva, no caso da desaposentação (troca de aposentadoria, que foi negada pelo Supremo em 2020), os juízes destravaram as ações rapidamente após o julgamento.

O QUE ACONTECE COM AS DECISÕES NAS AGÊNCIAS DO INSS?

O entendimento não precisa ser aplicado imediatamente nas decisões administrativas do INSS, ou seja, direto nas agências do INSS.

Em dois casos de grandes revisões que foram julgadas a favor de aposentados (a revisão do teto e a dos auxílios, para benefícios por incapacidade), o INSS só passou a fazer a correção automaticamente (sem a necessidade de o segurado apresentar um pedido) após o Ministério Público Federal e o Sindicato dos Aposentados entrarem com ações cíveis públicas, que foram julgadas a favor dos segurados.

Foram fechados acordos, com definição de calendários de pagamentos em lotes anuais. Os atrasados da revisão dos auxílios, por exemplo, levaram dez anos para serem quitados.

GASTO COM A REVISÃO É CONTESTADO POR ADVOGADOS

Em março, pouco depois do pedido de destaque do ministro Nunes Marques, o INSS divulgou que a aprovação do entendimento implicaria um gasto extra de R$ 360 bilhões em 15 anos aos cofres públicos, valor ainda maior que o calculado em 2021 pelo instituto, de R$ 46 bilhões em dez anos.

Tais números são questionados pelo Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários). O ganho médio nas aposentadorias seria, em média, de 3,1%, segundo o instituto, valor 25% menor que o estimado pelo INSS.

As informações apresentadas, segundo o Ieprev, têm erros metodológicos que incham o impacto financeiro da revisão da vida toda.

"Pela maneira que foram divulgadas, consiste mais em uma estratégia que visa criar constrangimento externo nos julgadores, do que, propriamente, em um estudo estatístico", afirma o instituto.

ATRASADOS

O pagamento dos atrasados pode chegar a mais de R$ 300 mil, dependendo do valor da correção e do ano em que o segurado começou a receber a aposentadoria.

A ação judicial julgada nesta quarta pelo STF pede que todas as contribuições do cidadão sejam incluídas no cálculo de aposentadorias e pensões, sem descartar os pagamentos anteriores a julho de 1994, em moedas anteriores ao real.

A revisão da vida toda chegou ao STF após inúmeras pessoas sentirem-se lesadas com a desconsideração das contribuições pré-1994 e tentarem, na Justiça, a revisão do cálculo.

Ao longo desses anos, há pessoas que entraram na Justiça e conseguiram corrigir as suas aposentadorias de acordo com contribuições anteriores ao Plano Real.

Nesse caso, o aposentado pode ter conseguido, ainda, o montante dos atrasados correspondente aos cinco anos anteriores à data de início do processo, já que nesse período recebia um benefício de menor valor.

Tem direito à revisão o segurado que se aposentou nos últimos dez anos, desde que seja antes da reforma da Previdência de 2019. É preciso, ainda, que o benefício tenha sido concedido com base nas regras da lei 9.876, de 1999.

Nem todos os aposentados desse período terão vantagem com essa revisão, que beneficia quem recebia salários maiores antes de julho de 1994.

VEJA ALGUNS CASOS

EXEMPLO 1

  • O aposentado de 64 anos, cuja profissão era fisioterapeuta, pediu o benefício ao INSS em outubro de 2016
  • O valor inicial de sua aposentadoria foi de R$ 1.962,16, na época
  • Antes de 1994, ele tinha 214 contribuições. Depois, eram 210 meses
  • Com a revisão, solicitada em outubro de 2020, o valor da aposentadoria é de R$ 2.256,22
  • O valor dos atrasados a que ele teve direito foi de R$ 17.457,71

EXEMPLO 2

  • O segurado se aposentou por idade em setembro de 2018, com benefício de R$ 954
  • Ele tinha, ao todo, 312 contribuições, muitas delas entre o valor do salário mínimo e o teto
  • Com a revisão, pedida em 2019, o valor do benefício passou para R$ 5.194,41
  • Ele tem direito a R$ 88 mil de atrasados

EXEMPLO 3

  • O segurado se aposentou por tempo de contribuição em 2014, com benefício no valor de R$ 2.839,15
  • Ele tinha 192 contribuições; entre 70% e 90% delas era no valor do teto do INSS
  • A revisão foi pedida em 2017
  • A aposentadoria subiu de R$ 4.453, 84 para R$ 5.778 neste ano
  • O valor dos atrasados é de R$ 106 mil

EXEMPLO 4

  • O segurado pediu a aposentadoria por tempo de contribuição em 2009
  • O valor foi de R$ 1.352,81 na época
  • Ao todo, havia 220 contribuições pelo teto durante a maior parte do tempo antes de 1994
  • O benefício passou de R$ 2.944,75 para R$ 3.945,97 em 2022
  • O valor dos atrasados é de R$ 105 mil

Agronegócio

Plano Safra esbarra em menor crédito subsidiado e preocupa setor em MS

Apesar do volume recorde de recursos, entidades avaliam que a redução dos recursos para custeio e a baixa participação das operações com juros equalizados podem limitar o acesso ao financiamento da próxima safra

25/07/2026 09h00

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Embora o governo federal tenha anunciado um volume recorde de R$ 525,1 bilhões para o Plano Safra 2026/2027, entidades do agronegócio avaliam que o montante não garante, na prática, maior acesso ao crédito dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul.

A preocupação é que a redução dos recursos destinados ao custeio da produção, somada à pequena parcela de operações com juros equalizados pelo Tesouro Nacional, acabe restringindo justamente o financiamento necessário para viabilizar a próxima safra.

A discussão ganhou um novo capítulo nesta semana, com a publicação, no Diário Oficial da União, da portaria que regulamenta o pagamento da equalização das taxas de juros às instituições financeiras que operarão o Plano Safra 2026/2027.

A norma estabelece os critérios para as operações contratadas entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027 e autoriza 26 instituições financeiras a operacionalizarem as linhas de crédito com equalização. 

Ao todo, serão R$ 97,5 bilhões destinados às operações equalizadas para médios e grandes produtores e outros R$ 44,3 bilhões para a agricultura familiar.

A análise técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) destaca a preocupação com a redução dos recursos para custeio, o cenário de endividamento rural e a ausência de medidas de apoio ao produtor.

“O Sistema Famasul vê com preocupação a efetividade do Plano Safra 2026/2027, diante dos desafios enfrentados pelo produtor rural. Embora o governo tenha anunciado um volume recorde nominal de recursos, a política de crédito rural precisa ser analisada para além dos números divulgados, já que sua efetividade será determinada pela capacidade de transformar esses recursos em financiamento efetivamente acessível ao produtor”, destaca a entidade.

“Em um cenário de amplo endividamento, custos de produção ainda elevados e maior exposição aos riscos da atividade agropecuária, o principal desafio do setor continua sendo garantir condições para financiar a próxima safra”, acrescenta.

De acordo com a Famasul, um dos pontos mais preocupantes é a redução de aproximadamente R$ 30 bilhões dos recursos destinados ao custeio e à comercialização em relação ao plano anterior.

“Essa modalidade financia as despesas diretamente ligadas à produção, como aquisição de sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis e demais custos operacionais, sendo considerada a principal necessidade financeira do produtor rural no curto prazo, principalmente diante da exposição aos riscos climáticos, inclusive com a possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño”, reforça a entidade.

Enquanto isso, os recursos destinados às linhas de investimento passaram de R$ 101,5 bilhões para R$ 140,2 bilhões. “Mesmo que esse montante seja importante para o desenvolvimento do setor, a prioridade do momento é recompor o fluxo de caixa e financiar a safra corrente, e não assumir novos compromissos de longo prazo”, destaca a Famasul.

JUROS

A composição dos recursos também chama atenção. Dos R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial, apenas R$ 97 bilhões, cerca de 18,5% do total, correspondem às operações com juros equalizados, modalidade em que o governo subsidia parte do custo financeiro para reduzir as taxas cobradas ao produtor.

A regulamentação publicada nesta semana confirma que essas operações serão distribuídas entre 26 instituições financeiras habilitadas pelo governo federal.

“A disponibilidade de crédito não significa, necessariamente, acesso ao financiamento. O custo efetivo das operações incorpora despesas como seguros, tarifas, registros e outras exigências que aumentam significativamente o valor final contratado, reduzindo a capacidade de acesso ao crédito, especialmente em um cenário de maior restrição financeira”, explica a Famasul.

A federação pondera ainda que a redução das taxas de juros em algumas linhas não elimina os desafios enfrentados pelos produtores.

“Em diversas linhas tradicionais de investimento houve redução dos recursos disponíveis. No Moderfrota, por exemplo, a taxa caiu de 13,5% para 12,5%, enquanto os recursos passaram de R$ 9,5 bilhões para R$ 3,7 bilhões, redução de aproximadamente 61%. Esse cenário demonstra que a redução dos juros, isoladamente, não garante maior disponibilidade de financiamento ao setor produtivo”, ressalta.

Outro ponto levantado pela Famasul é a ausência de medidas voltadas à recuperação financeira dos produtores e ao fortalecimento dos instrumentos de gestão de risco.

Em linha semelhante, a Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja-MS) avalia que o Plano Safra amplia os investimentos, mas reduz a capacidade real de financiamento, já que o crescimento nominal dos recursos não acompanha a inflação do período. Consequentemente, há perda do poder de compra do crédito disponível.

INFLAÇÃO

Levantamento da equipe econômica indica que, enquanto os recursos anunciados aumentaram 1,7%, a inflação acumulada foi de aproximadamente 4,72%. “Com isso, o Plano Safra registra uma perda real de cerca de 2,9% na capacidade de financiamento quando comparado ao ciclo anterior”, afirma a análise.

“Além do efeito da inflação, a composição dos recursos também mudou. O montante destinado ao custeio e à comercialização, utilizado pelos produtores para financiar despesas da safra, como aquisição de insumos, sementes, fertilizantes, defensivos e demais despesas para custeio da lavoura, foi reduzido em 7,2%, o equivalente a R$ 29,8 bilhões. Por outro lado, os recursos para investimento aumentaram 38,1%, priorizando linhas voltadas à armazenagem, energia renovável, irrigação, inovação e modernização das propriedades rurais”, detalha o texto.

Para o analista de economia da Aprosoja-MS, Raphael Gimenes, o efeito da inflação explica a diferença entre o número anunciado e o ganho real de crédito.

“Quando descontamos a inflação, observamos que o crescimento nominal não representa um ganho real na capacidade de financiamento. Além disso, a redução dos recursos destinados ao custeio pode limitar o acesso dos produtores ao crédito utilizado para financiar despesas da safra, como aquisição de insumos e demais custos operacionais”, afirma.

O aumento nos recursos para investimento também não resolve a necessidade mais imediata do produtor, segundo o presidente presidente da Aprosoja-MS, Jorge Michelc.

“O aumento dos recursos para investimento é positivo, principalmente para projetos estruturantes que aumentam a eficiência das propriedades rurais. Entretanto, ele não substitui a necessidade de crédito para custeio, que é essencial para garantir o plantio e a condução da safra”, comenta.

Já o analista Linneu Borges Filho chama atenção para a origem dos recursos. Com a participação do Tesouro Nacional caindo para 24,8% do total de investimento, 75,2% do financiamento passa a depender das instituições financeiras.

“A redução das taxas de juros é uma notícia positiva, mas é preciso olhar também para a origem desses recursos. Com uma participação menor do Tesouro Nacional, uma parcela maior do crédito dependerá das instituições financeiras. Isso pode influenciar a disponibilidade e as taxas dos recursos ao longo da safra”, explica.

Para os médios produtores enquadrados no Pronamp, o Plano Safra prevê aumento de 5,1% nos recursos e redução da taxa máxima de juros, de 10% para 9% ao ano.

O presidente da Aprosoja-MS resume o sentimento das entidades.

 “O anúncio dos recursos é importante para o planejamento do setor, mas o produtor precisa olhar além dos valores divulgados. É fundamental que o crédito esteja disponível no momento em que for necessário, com condições que permitam financiar a produção e manter a competitividade da agricultura brasileira”.

REDUÇÃO

Os produtores de Mato Grosso do Sul também contarão com um orçamento menor do principal agente financeiro do crédito rural.

Conforme divulgado pelo Banco do Brasil, serão disponibilizados R$ 13,4 bilhões para o financiamento da safra 2026/2027 no Estado, abaixo dos cerca de R$ 16 bilhões anunciados no ciclo anterior.

Desse total, mais de R$ 1 bilhão serão destinados aos pequenos e médios produtores, enquanto R$ 12,4 bilhões atenderão a agricultura empresarial.

Em âmbito nacional, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 210 bilhões para o Plano Safra, sendo R$ 70 bilhões voltados aos pequenos e médios produtores e R$ 140 bilhões destinados à agricultura empresarial.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 877, sexta-feira (24/07): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso.

25/07/2026 08h30

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 877 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 24 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 48 apostas ganhadoras (R$ 1.169,99)
  • 4 acertos - 938 apostas ganhadoras (R$ 59,87)
  • 3 acertos - 7.773 apostas ganhadoras (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 877 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 0
  • Coluna 2: 0
  • Coluna 3: 5
  • Coluna 4: 5
  • Coluna 5: 1
  • Coluna 6: 7
  • Coluna 7: 3

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 878

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 27 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 878. O valor da premiação está estimado em R$ 4,1 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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