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FUTSAL

Com nova parceria, UCDB inicia campanha na Liga Feminina

A equipe salesiana manteve a sua vaga para representar MS na modalidade

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Agora como Pezão/UCDB o  time de futsal feminino da Universidade Católica Dom Bosco segue em preparação para estrear em casa a sua campanha na Liga Feminina de Futsal (LFF).

Estreante no ano passado na principal liga brasileira de futsal feminino, que têm apoio da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), o Pezão/UCDB jogará pelo segundo ano consecutivo a competição, sendo a única equipe a representar Mato Grosso do Sul entre os 12 clubes participantes.

O técnico do time salesiano, Luiz Fernando Borges, o Nando, explicou o motivo da mudança de parceria, do clube de Chapadão do Sul, SERC, para a equipe tradicional Pezão. 

“Não seguimos com a parceria com a SERC porque o presidente do clube que apoiava o projeto faleceu, e a atual diretoria não têm interesse em seguir com um time feminino, por isso optamos pela mudança”, disse Nando.

Sobre a competição, a capitã da equipe, Bruna Elisbão, espera que o Pezão/UCDB use a experiência adquirida no ano passado, para ir bem. 

“Teremos cinco jogos em Campo Grande nesta primeira fase de Liga, agora sabemos como funciona, conhecemos os times, e adquirimos rodagem jogando contra as equipes. A expectativa é conseguir novamente passar de fase em uma posição melhor desta vez”, declarou a jogadora.

Nando também acrescenta que tem boas expectativas com a campanha do Pezão/UCDB na Liga Feminina de Futsal deste ano.

“A nossa expectativa para a disputa da competição é muito grande, já estreamos fora de casa, em Brusque, e o desempenho foi animador, apesar do resultado”, declarou.

Neste último sábado (13) o Pezão/UCDB perdeu de 4 a 0, na primeira rodada da LFF, jogando contra o Barateiro Havan Futsal (SC). Os gols foram marcados pela Thalita, Meire e Eveli (duas vezes).

Na segunda rodada a equipe de Campo Grande jogará contra o Londrina (SC), neste sábado (19) às 16h, no Ginásio Guanandizão.

Com relação as mudanças no elenco, o time salesiano conta agora com a jogadora Aninha Ramires, pivô que veio do DEC/Operário, ex-jogadoras do clube também voltaram como reforços da equipe nesta temporada.

Danieli Souza, que estava jogando no Leganés da Espanha, volta para o país para vestir novamente as cores da UCDB e Aninha Santana, que jogou em Portugal, também está de volta ao time campo-grandense.

Outras jogadoras nesta temporada saíram da equipe, como a Amanda Santana, que agora defende a Unichapecó (SC) e a Julia Name que foi para o Taboão Magnus (SP).

LIGA FEMININA

Com início de disputa realizado neste último final de semana, a LFF temporada 2024 é a principal liga do futsal feminino brasileiro. Doze equipes jogam a competição, que têm previsão de termino no mês de novembro.

Na primeira fase, o campeonato é disputado em grupo único, onde em 12 rodadas é de turno único são definidas as oito equipes classificadas para a segunda fase.

Em jogos de ida e volta, a fase de mata-mata é realizada das quartas de final até chegar a grande final da competição.

No ano passado a equipe campeã do torneio foi o Stein Cascavel (PR), que defendeu o seu título conquistado em 2022, se tornando bicampeã da LFF. A final foi disputada contra o Taboão Magnus, que terminou com a vitória do time paranaense por 4 a 0.

A então Serc/UCDB ficou na oitava colocação na LFF de 2023. Estreante na competição, o time de Campo Grande conseguiu a classificação heroica na última rodada da fase de grupos, mas perdeu nas quartas de final em duelo contra o Taboão Magnus, que havia terminado a primeira fase na liderança do campeonato.

 SAIBA

Apesar de ter mudado o seu nome e parceria no futsal, sendo agora Pezão /UCDB, o time salesiano ainda usará a nomenclatura da Serc na competição da Taça Brasil de Futsal, que acontece em maio deste ano.       

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manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

Surpresa

Badosa leva susto de argentina, mas vira com apoio de brasileiros e vai às quartas do SP Open

A torcida brasileira abraçou a rivalidade com a Argentina e deu um baita empurrão em Badosa

17/09/2026 23h00

Foto: Reprodução

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Paula Badosa precisou suar mais do que o imaginado para avançar à terceira rodada do SP Open, nesta quinta-feira. Principal favorita do WTA a nível WTA 250, a espanhola perdeu o primeiro set para a argentina Jazmin Ortenzi, mas conseguiu a virada, empurrada por apoio das arquibancadas brasileiras, avançando com 4/6, 6/2 e 6/2.

Apenas a 160ª do mundo, Ortenzi entrou na quadra Maria Esther Bueno, no Parque Villa-Lobos, tentando aprontar diante da ex-número 2 do mundo e conseguiu parte de sua missão, ao sair de um 1 a 4 para 6 a 4, com cinco pontos seguidos no primeiro set.

A alegria da argentina parou por aí. A torcida brasileira abraçou a rivalidade com a Argentina e deu um baita empurrão em Badosa, que se mostrou soberana nos dois sets a seguir, abraçada pela torcida local.

A espanhola não se intimidou com a quebra no primeiro game do segundo set, devolveu a seguir e logo virou para 4 a 1. Aproveitando novo break, fechou com 6 a 2 na primeira oportunidade, levando a definição para o terceira set.

Mais concentrada, Badosa logo abriu 2 a 0. Em set no qual permitiu uma quebra, mas pontuou no serviço de Ortenzi em três oportunidades, repetiu a parcial anterior, definindo novamente na primeira chance.

Em disputa apenas de estrangeiras após queda de todas as cinco representantes brasileiras, Badosa terá pela frente nesta sexta-feira a norte-americana Mary Stoiana, 116ª do mundo, e que se garantiu entre as oito melhores ao superar a tcheca Dominika Salkova por 7/6 (7/5) e 6/1.

Terceira favorita no Parque Villa-Lobos, Solana Sierra foi outra tenista argentina eliminada no dia, com derrota em sets diretos para a holandesa Suzan Lamens, parciais de 6/3 e 6/2. Já a francesa Anna Blinkova, cabeça de chave 4, não decepcionou. Ela bateu a tcheca Vendula Valdmannova com 6/3 e 6/0.

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