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'Estou pronto', diz Rafael Câmara sobre vaga na Fórmula 1 na próxima temporada

O jovem de 21 anos é cotado para assumir um lugar na Haas, substituindo Esteban Ocon

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Rafael Câmara tem tudo para dar seus últimos passos na Fórmula 2 e se tornar o mais novo piloto brasileiro na Fórmula 1 na próxima temporada, juntando-se a Gabriel Bortoleto. O jovem de 21 anos é cotado para assumir um lugar na Haas, substituindo Esteban Ocon.

O brasileiro não esconde sua expectativa para conquistar uma vaga na principal categoria do automobilismo e, em entrevista ao The Race, afirmou que se sente preparado para dar esse salto: "Se eu estiver lá, também será um sonho, porque você trabalha a vida inteira para isso. Vai ser algo legal e acho que estou pronto."

Além disso, Rafael Câmara comentou que existem diferenças nas duas categorias, mas tem experiência para lidar com a mudança: "Acho que, no fim das contas, você ainda está pilotando carros velozes em um circuito (na F-1). Então, já faço isso há bastante tempo."

"É um lugar muito diferente. Há muito mais coisas acontecendo. Mas acho que isso se dá principalmente fora do carro. No carro, você simplesmente faz o seu trabalho e tenta sempre maximizar o que pode. Acho que é o que mais gosto. Dirigir sempre será um prazer", completou.

Em 2026, o piloto brasileiro vem tendo contato com os carros da Fórmula 1 e realizou sessões de testes com a Ferrari e, mais recentemente, guiou o veículo da Haas, em avaliações promovidas pela equipe norte-americana. Durante as atividades, impressionou o dono da escuderia e deu um passo importante para conquistar uma vaga em 2027.

Porém, apesar disso, Câmara destacou que é importante realizar os testes, mas seu desejo é guiar na categoria de cima: "Obviamente, é sempre bom conseguir TPCs, mas você não quer apenas provar um pouco e não estar presente o tempo todo."

No último final de semana, em etapa disputada em Baku, no Azerbaijão, o brasileiro conquistou um resultado importante na Fórmula 2. Em três corridas realizadas no país, Rafael assumiu a liderança da competição, chegando a 207 pontos no campeonato, contra 200 de Tsolov, vice-líder.

Os próximos dois GPs são o do Catar e o de Abu Dabi, mas a realização das duas etapas permanece indefinida por causa da situação no Oriente Médio. Assim, o recifense pode conquistar o campeonato, graças ao seu desempenho em Baku, caso as duas corridas sejam canceladas.

Pilotando o carro da Invicta, Rafa Câmara vem se destacando logo em sua temporada de estreia na F-2, e sua performance rendeu elogios de James Robinson, chefe da equipe. Segundo o gestor, o brasileiro se destaca por sua velocidade, que descreveu como algo natural do jovem.

"A velocidade é simplesmente incrível. Nunca conheci um piloto com tanto talento natural quanto ele. Ele tem uma sensibilidade com os pneus que eu nunca vi antes. É algo tão natural. Assim que ele entrou no carro, dava para perceber que aquele cara tinha algo especial, uma velocidade e uma sensibilidade naturais que nunca tínhamos visto antes", disse o chefe da equipe ao The Race.

FUTEBOL

Ancelotti FAZ mudanças e promessa do Cruzeiro pode chegar ao time titular

Novas caras na "seleção canarinho" começam a ilustrar o novo ciclo do Brasil até 2030

27/09/2026 23h00

O técnico Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira

O técnico Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF

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Neste domingo (27) o técnico Carlo Ancelotti realizou mais um treino e deve promover mudanças na equipe titular para o segundo amistoso contra a Austrália, na próxima terça-feira (29), em Brisbane. O setor mais afetado foi a defesa, que foi completamente modificada nas atividades, incluindo o goleiro.

Otávio, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior foram acionados nos lugares de Hugo Souza, Matheuzinho, Marquinhos e Douglas Santos, respectivamente. O arqueiro do Corinthians foi alvo de críticas no gol anotado pela equipe australiana no meio de semana e o jovem do Cruzeiro pode aproveitar a oportunidade.

Por outro lado, do meio-campo para frente, o italiano promoveu apenas duas mudanças: os jovens Gabriel Bontempo e Rayan entraram nos lugares de Endrick e Estêvão. A formação com quatro atacantes e dois meias deve ser alterada após o desempenho abaixo do esperado no último amistoso.

A outra novidade é a mudança de posicionamento de Raphinha, que pode ser testado como centroavante na equipe. O jogador tem sido utilizado na função pelo técnico Hansi Flick no Barcelona e tem apresentado ótimos números, com 14 gols e três assistências em oito partidas na temporada.

Nas atividades deste domingo, o jovem Otávio, do Cruzeiro, começou a atividade na equipe titular, enquanto Hugo Souza e Pedro Morisco foram acionados na equipe titular durante o treino Outras mudanças foram realizadas na equipe, como as entradas dos meias Andrey Santos, Breno Bidon e Martinelli. Samuel Lino, Endrick e Estêvão também foram testados.

Antes da próxima partida, a seleção brasileira tem mais um treinamento, nesta segunda-feira (28). O amistoso será realizado às 07h10, horário de Brasília, de terça-feira, em Brisbane. No dia 3 de outubro, o Brasil tem outro duelo, desta vez contra a Índia, em Calcutá.

Primeira convocação

Também o meia Martinelli está vivendo seus primeiros dias com a camisa da seleção brasileira, após ser chamado para substituir o atacante João Pedro, que lesionou o joelho pelo Chelsea. Em entrevista à CBF TV, o jogador do Fluminense falou sobre a nova experiência e quer aproveitar a oportunidade no elenco de Carlo Ancelotti.

"É um sentimento de um sonho realizado. Todo jogador quer vestir o escudo da seleção. Só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade, ao professor e todo o staff. E cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela seleção".

Aos 24 anos, o meio-campista defende as cores da equipe profissional do Fluminense desde 2020 e não tem histórico pelas seleções de base do Brasil. Embora não tenha recebido o mesmo holofote que outros companheiros de Xerém, como André, atualmente no Wolverhampton, e o próprio João Pedro, o jogador conquistou espaço pela regularidade e falou como recebeu a notícia da convocação.

"Quando recebi a ligação que infelizmente o João Pedro teve uma lesão e eu fui chamado, fiquei muito feliz. No outro dia, o Thiago (Silva), que trabalhou com ele no Milan, comentou comigo, me passou algumas coisas. Esse momento é muito importante na minha carreira e espero ajudar muito o mister e todos os nossos companheiros da seleção".

Martinelli também aproveitou para agradecer ao Fluminense, o único clube que defendeu profissionalmente até então. "É o clube que me fez homem, me fez jogador, que me deu oportunidade de mostrar meu futebol". "Tenho total gratidão ao clube. E vou continuar dando a vida pelo meu time para que possa estar mais vezes aqui".

O jogador também revelou suas inspirações no futebol e citou nomes recentes da seleção brasileira, como Fred, do Atlético-MG, Casemiro e Fabinho.

"É difícil citar todo mundo, mas quem eu via na televisão eram Casemiro, que eu gostava muito, Fabinho, e um pouco mais antigo o Kléberson, que não peguei muito, mas via vídeos e o pessoal comenta que era um baita meio-campista. O próprio Fred, que acabou de voltar para o Brasil, era um cara que eu sempre gostei de ver jogando".

No primeiro amistoso diante da Austrália, que terminou empatado por 1 a 1, o meia permaneceu no banco de reservas. Agora a expectativa da estreia fica para terça-feira (29), diante do mesmo adversário, em Brisbane.

"A gente sabe que são jogos importantes para nós. É o início de uma trajetória, de uma caminhada. A gente está encarando esses jogos com muita seriedade". "É uma equipe que tem suas qualidades, que é forte fisicamente, estamos conversando para que a gente possa evoluir a cada jogo, sentir à vontade e se adaptando dentro do esquema que o Mister quer".

 

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ALTO RENDIMENTO

Brasil fatura medalha de bronze nos mundiais paralímpicos de judô e triatlo

País fechou a competição marcial em segundo lugar no quadro geral de medalhas, com 12 pódios, atrás apenas da China

27/09/2026 14h10

Com 12 pódios, Brasil levou três ouros, cinco pratas e quatro bronzes

Com 12 pódios, Brasil levou três ouros, cinco pratas e quatro bronzes Divulgação/CBDV/Sofia Brito

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Neste domingo (27) o Brasil conquistou medalhas de bronze no Mundial Paralímpico de judô, em Tbilisi, na Geórgia, e no Mundial Paralímpico de triatlo, em Pontevedra, na Espanha. 

No judô, as competições foram por equipes, e os judocas brasileiros subiram ao terceiro lugar do pódio em ambos os naipes.

Entre as mulheres, a equipe foi formada por Rebeca Silva, Meg Emmerich, Larissa Silva e Brenda Freitas. As brasileiras fizeram 4 a 1 no Cazaquistão, que só pontuou na categoria em que o Brasil não tinha representante. O ouro foi para a China, e a prata para a equipe de atletas neutros.

Já os homens bateram a França no desempate, após igualdade inicial de 3 a 3. Deyverson de Souza venceu a luta decisiva. Os outros atletas brasileiros foram Arthur Silva, Denis Rosa, Felipe Amorim e Thiego Marques. A Geórgia levou o ouro, e a prata ficou novamente com a equipe formada por atletas neutros.

Com os resultados do dia, o Brasil fechou a competição em segundo lugar no quadro geral de medalhas, com 12 pódios, sendo três ouros, cinco pratas e quatro bronzes. A China ficou em primeiro, com menos medalhas no total (nove), mas com quatro ouros.

Pódio duas vezes

Ainda em terras europeias, o Mundial Paralímpico de Triatlo também teve brilho brasileiro. A prova do revezamento em Pontevedra, na Espanha, terminou com o bronze da equipe do Brasil, além do ouro dos Estados Unidos e da prata da Austrália.

Com isso, o país encerrou sua participação com dois pódios, já que Erica Rodrigues, da classe PTS5 (deficiências físico-motoras e paralisia cerebral), havia conquistado a prata na sexta-feira.

Na prova de domingo, o Brasil foi representado por Jéssica Ferreira, da classe PTWC (cadeirantes), Ruiter Silva, da classe PTS5, além de Erica Rodrigues.

 

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