Esportes

CANOAGEM

Isaquias conquista bronze e vaga olímpica no Mundial

Jovem canoísta ainda assegura uma vaga para o Brasil em 2016

GAZETA ESPORTIVA

22/08/2015 - 18h16
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O brasileiro Isaquias Queiroz conquistou a medalha de bronze na prova de C1 200m do Mundial de Milão. Com a terceira colocação, alcançada na manhã deste sábado, o jovem canoísta brasileiro ainda assegura uma vaga para o Brasil na distância nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

Com o tempo de 38s605, Artsem Kozyr, representante da Bielorrusia, ganhou a medalha de ouro. A prata ficou com Qiang Li, competidor da China, que registrou 38s815. Para faturar o bronze em Milão, Isaquias cravou a marca de 38s915 na final.

“Errei na saída e acabei ficando meio barco atrás. Como sou bom nos últimos 100m, deu para recuperar. Poderia ter conseguido ouro ou prata, mas estou muito satisfeito. Treinei só dois meses para o Mundial nos 200m, que não é minha prova”, explicou Isaquias em entrevista aoSportv.

Com apenas 21 anos, o jovem nascido na cidade baiana de Ubaitaba é uma das maiores revelações do esporte brasileiro. A medalha conquistada na manhã deste sábado é a quinta de Isaquias em Mundiais, já que ele é o atual bicampeão na C1 500m e também ganhou o bronze na C1 1.000 e, com Erlon Souza, na C2 200m.

Esperança de medalha para nos Jogos do Rio de Janeiro 2016, Isaquias conta com os ensinamentos do técncico espanhol Jesus Morlan, contratado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em 2013. Ele é o mentor de David Cal, maior medalhista do esporte espanhol, dono de quatro pratas e um ouro.

O Mundial de Milão é o primeiro campeonato classificatório para as Olimpíadas do Rio de Janeiro. O Brasil iniciou a disputa já garantido na C1 1.000m e na K1 1.000m masculinas e na K1 500m feminina. O Pan-Americano de Canoagem, marcado para maio de 2016 nos Estados Unidos, também oferecerá vagas em 2016.

Esportes

Sul-mato-grossense Érick Cardoso vence Capone em evento do Jungle Fight

O aquidauanense venceu seu adversário de São Paulo por nocaute técnico no 2º round.

22/07/2024 14h00

Erick

Erick "Bebezão" Cardoso acerta chute rodado em Jeferson Capone no Jungle Fight 129 Foto: Adriano Albuquerque

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No último final de semana, o sul-mato-grossense Érick Cardoso alcançou o topo do Jungle Fight, o maior campeonato de MMA da América Latina, após vencer o paulista Jeferson Capone. O evento Jungle Fight 129 aconteceu no último sábado (20), no Ginásio do Pelezão, em São Paulo (SP).  

A luta entre o aquidauanense Érick Cardoso e Jefferson Capone foi pela categoria 77 kg. O combate foi animado e cheio de reviravoltas, mas Érick levou a melhor, vencendo por nocaute técnico no 2º round.

"Nossa luta foi uma guerra", relatou Capone pelas redes sociais.  

Acompanhe abaixo o nocaute e a vitória do sul-mato-grossense neste último sábado (20), em São Paulo. 

 


 

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PARIS-2024

Judoca conquista vaga e MS terá sete atletas na Paralimpíada

Com mais duas vagas conquistadas no judô, a campo-grandense Kelly Kethyllin Victório foi convidada pelo Comitê Paralímpico Internacional (CPI) para competir nos Jogos de Paris deste ano

22/07/2024 12h15

A judoca Kelly Kethyllin Victório é mais uma atleta sul-mato-grossense na Paralimpíadas de Paris

A judoca Kelly Kethyllin Victório é mais uma atleta sul-mato-grossense na Paralimpíadas de Paris Foto: Ale Cabral / CPB

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A judoca sul-mato-grossense Kelly Kethyllin Victório, de 20 anos, foi convidada para competir nos Jogos Paralímpicos de Paris, após o Brasil conquistar direito de mais duas vagas na competição, e agora se junta aos outros seis atletas do Mato Grosso do Sul que irão representar o país na capital francesa entre os dias 28 de agosto e 8 de setembro deste ano.

A convocação foi anunciada na última sexta-feira (19) pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que confirmou o recebimento e aceitação dos convites nominais enviados diretamente pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês).

Natural de Campo Grande, Kelly faz parte da categoria até 70 kg da classe J2 (baixa visão) - mesma categoria da atual campeã paralímpica Alana Maldonado - e vinha integrando a seleção brasileira de base, do qual ela conquistou a medalha de ouro no Parapan de Jovens do ano ano passado, em Bogotá (Colômbia). 

A atleta é do Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos Florivaldo Vargas (Ismac-MS) e, segundo consta na sua breve biografia no site da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV), ela nasceu com má-formação no nervo óptico, o que lhe causou baixa visão em ambos os olhos. 

Segundo a última atualização do ranking paralímpico divulgado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, em inglês), Kelly ocupava a décima colocação e, com inelegibilidade de vários judocas que estavam à sua frente, ela foi chamada pelo IPC.

Além dela, a judoca paranaense Larissa Silva, de 24 anos, foi convocada. Ela luta na categoria até 57 kg da classe J1 (cegos totais) e atualmente ocupa a oitava posição no ranking da IBSA. Dentre suas principais conquistas, estão os bronzes no Pan-Americano da IBSA de Edmonton, no Canadá, e no Grand Prix de Nur-Sultan, no Cazaquistão, ambos em 2022.

Importante ressaltar que o judô é a terceira modalidade que mais rendeu medalhas ao país nos Jogos Paralímpicos, com 25 no total, sendo cinco de ouro, nove pratas e 11 bronzes. Na história, a delegação brasileira conquistou 373 medalhas (109 de ouro, 132 de prata e 132 de bronze), ou seja, neste ano deve chegar ao seu 400º pódio.

Kelly + sete

Além da judoca, outros sete atletas sul-mato-grossenses já estão com vagas garantidas em Paris. No dia 04 de julho, a CPB divulgou a primeira convocação para os Jogos e dois da canoagem estavam na lista: Débora Benevides, de Campo Grande, e Fernando Rufino, de Eldorado.

Uma semana depois, a segunda lista foi divulgada e quatro atletas estavam nela: Yeltsin Francisco Ortega Jacques e Gabriela Mendonça Ferreira, ambos de Campo Grande, e Paulo Henrique Andrade dos Reis, de Dourados, além da judoca criada na capital Érika Cheres Zoaga.

Além dos seis atletas acima, a professora de judô Anne Talitha Almeida Ferreira Silva foi chamada para ser auxiliar-técnica da delegação brasileira na competição. Faixa preta e profissional de educação física, ela trabalha desde 2006 com o treino de atletas paralímpicos na modalidade.

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