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João Fonseca tem data e hora de estreia no Australian Open; confira

João entra em quadra nesta segunda-feira, 19, por volta das 22h30, pelo horário de Mato Grosso do Sul

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João Fonseca já tem data e horário de estreia no Australian Open de 2026 definidos. O brasileiro de 19 anos e atualmente na 32ª posição no ranking da ATP enfrentará o americano Eliot Spizzirri em duelo válido pela primeira rodada da chave de simples do Grand Slam.

João entra em quadra nesta segunda-feira, 19, por volta das 23h30 (de Brasília). O carioca e Spizzirri farão o segundo jogo da 1573 Arena, depois do confronto entre o italiano Luciano Darderi e o chileno Cristian Garin.

Esta será a segunda participação de Fonseca no Australian Open. No ano passado, ele parou na segunda rodada, quando foi superado pelo italiano Lorenzo Sonego.

Na estreia, o brasileiro bateu o favorito russo Andrey Rublev por 3 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/1), 6/3 e 7/6 (7/5), em sua única vitória contra um top-10 do mundo na carreira.

Atual 85º colocado do ranking da ATP, Eliot Spizzirri tem 24 anos e disputa o Grand Slam na Austrália pela segunda vez na carreira. Ao todo, o americano acumula cinco finais de simples em torneios de nível Challenger, com dois títulos e três vices no currículo.

João Fonseca e Spizzirri já se enfrentaram uma vez no circuito profissional. Em 2024, o brasileiro foi superado pelo rival no qualificatório do US Open por 2 sets a 1.

 

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Ouro Inédito

Imprensa da Noruega exalta ouro de Lucas Braathen, mas lamenta saída do atleta: 'Frustrante'

Os principais veículos do país onde o esquiador nasceu e iniciou a carreira, na Noruega, manifestaram insatisfação por ele ter competido pelo Brasil

15/02/2026 11h30

Reprodução Redes Sociais

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O ouro olímpico de Lucas Braathen pelo Brasil ecoou também na Noruega. Neste sábado, os principais veículos do país onde o esquiador nasceu e iniciou a carreira dedicaram amplo espaço à conquista histórica no esqui alpino, com direito a elogios à trajetória e lamentos pela mudança de bandeira.

Lucas, de 25 anos, defendeu a Noruega até 2023. Após conflitos com a federação local, anunciou aposentadoria ainda no auge. Meses depois, oficializou a decisão de competir pelo Brasil, país de sua mãe. Em Milão-Cortina, escreveu um capítulo inédito para o esporte brasileiro.

O jornal Aftenposten, de Oslo, publicou reportagem extensa sobre a vitória e abriu espaço para uma análise do comentarista Daniel Roed-Johansen, que destacou a dualidade da imagem pública do atleta.

"Braathen é o pavão do esqui. É fácil se deixar deslumbrar por roupas coloridas, trabalhos como modelo e grandes ambições. Mas ninguém deve se enganar. Acima de tudo, ele é um atleta de elite dedicado", escreveu.

Já o Dagbladet repercutiu a transmissão da emissora NRK e a avaliação do ex-esquiador e comentarista Kjetil André Aamodt, que tratou a troca de federação como uma perda esportiva para o país.

"É um pouco frustrante que ele não seja atleta norueguês", afirmou.

Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas chegou a disputar os Jogos de Pequim-2022 representando a Noruega. Quatro anos depois, subiu ao topo do pódio sob a bandeira brasileira, resultado que, além de histórico para o Brasil, reabriu na Noruega o debate sobre a saída precoce de um de seus talentos mais midiáticos e competitivos da última geração.

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Torneio na Austrália

Rayssa Leal conquista o título da etapa de Sydney da Street League Skateboarding

Rayssa Leal conquistou neste sábado (14) o título da Street League Skateboarding (SLS) de Sydney

15/02/2026 10h30

Reproduçção Redes Sociais

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Rayssa Leal conquistou neste sábado o título da Street League Skateboarding (SLS) de Sydney, primeira de sete etapas da temporada. A brasileira terminou a disputa com 30,1, à frente da japonesa Liz Akama (29,2) e da australiana Chloe Covell (24,7).

A skatista do Maranhão, dona de duas medalhas olímpicas, começou com notas baixas (5,8 e 3,8) bem atrás de suas adversárias (6,9 e 6,2 de Akama e 7,3 e 8,0 de Covell), mas conseguiu se recuperar e, em sua melhor tentativa, obteve 8,4.

Aos 18 anos, Rayssa enfrenta rivais ainda mais jovens. A japonesa nasceu em 2009, e a australiana, em 2010. Todas já com participação olímpica. Akama foi vice-campeã em Paris-2024, edição em que a brasileira conquistou o bronze.

O Brasil também garantiu presença no pódio masculino em Sydney. Giovanni Vianna terminou com a medalha de bronze, com 34,7. O título ficou com o japonês Ginwoo Onodera, que obteve sete notas acima de 9,0, e somou 37,3. O norte-americano Julian Agliardi foi o vice-campeão, com 35,5.

A próxima etapa da SLS acontece em Los Angeles, no dia 4 de abril. O Brasil abrigará duas disputas, em agosto e dezembro.

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