Esportes

Esportes

Jogadores deixam o Brasil cada vez mais cedo rumo à Europa

Muitos atletas não ficam mais do que uma ou duas temporadas no Brasil antes de serem vendidos para a Europa, como Vinicius Júnior, Endrick e Savinho

Continue lendo...

Êxodo de jogadores para a Europa se intensifica e molda cenário no futebol brasileiro

O Brasil sempre foi reconhecido como o país do futebol, mas nos últimos anos, uma tendência crescente é a saída precoce de jovens talentos para a Europa, muitas vezes antes mesmo de estrearem profissionalmente.

Esse fenômeno não passam despercebidos no universo das apostas esportivas, onde jovens brasileiros em ascensão geram palpites interessantes na Superbet Apostas. Jogue com responsabilidade.

Com essa situação, muitos jogadores brasileiros não ficam mais do que um ou duas temporadas no país. Esse é o caso de Vinicius Júnior, Endrick, Savinho, entre outros, vendidos rapidamente.

Atualmente no Palmeiras, Estêvão é outro que segue essa tendência. O jogador acertou com o Chelsea, e se apresentará a equipe inglesa no meio da temporada, após a disputa do Super Mundial de Clubes.

A casa de apostas William Hill fez um levantamento sobre os jogadores que estão na seleção brasileira e argentina, e como resultado, 70% deles não jogaram duas temporadas por clubes de seu país de origem.

Motivos que levam os jovens para a Europa

Do ponto de vista dos jogadores, três fatores fundamentais explicam a saída rápida para a Europa: dinheiro, competitividade em alto nível e exposição.

Portanto, o primeiro fator a ser considerado é a desvalorização do real em comparação com moedas fortes como o dólar e o euro. Isso faz com que os salários oferecidos no exterior muitas vezes dobrem ou até superem com folga os valores pagos no Brasil, tornando-se um incentivo financeiro decisivo para jogadores deixarem o país mais cedo.

Outro aspecto importante é a competitividade. O futebol europeu concentra os principais talentos do mundo, tornando as competições mais atrativas e desafiadoras para os jogadores.  

Dessa forma, jogar contra os melhores do planeta é uma oportunidade valiosa de crescimento técnico e visibilidade, desenvolvendo o seu futebol.

Por fim, atuar na Europa amplia significativamente a exposição do atleta, o que pode abrir portas para objetivos maiores, como conquistar uma vaga na Seleção Brasileira. Um bom desempenho em torneios de alto nível, como a Champions League da UEFA, costuma chamar mais atenção dos técnicos e da mídia especializada.

Além disso, outros fatores podem contribuir, como a logística do dia a dia, que é mais fácil com o calendário europeu em comparação com o brasileiro. A estrutura das equipes também é um diferencial, já que favorece o desenvolvimento dos jogadores e tratamento de possíveis lesões.

Desvantagens de uma saída rápida

Apesar das vantagens, uma saída rápida também apresenta desvantagens. Muitos jogadores brasileiros acabam enfrentando dificuldades para ganhar minutos em campo, o que pode limitar seu desenvolvimento.

Isso aconteceu com Gabigol e Pedro, jogadores cotados para serem estrelas, mas que voltaram para brilhar no Brasil sem deixar uma boa impressão na Europa. Na mesma linha, Vitor Roque é um exemplo recente.

Atualmente no Real Madrid, Endrick, apontado como uma das maiores promessas do mundo, também enfrenta o problema da minutagem, mas não mostra o desejo de voltar ao Brasil.

O principal ponto negativo de uma saída repentina é para o país, que perde um talento antes mesmo de mostrar o seu melhor futebol aos torcedores. Em um mundo ideal, podemos citar Neymar, como exemplo.

Badalado desde cedo, Neymar se profissionalizou pelo Santos, permaneceu no clube mesmo em meio ao forte assédio europeu e conquistou vários títulos, como a Libertadores, marcando seu nome na história do Peixe antes de seguir para o Barcelona.
 

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

Continue Lendo...

A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

Continue Lendo...

A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).