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Lukaku sai do banco, participa de gol em 22 segundos e evita derrota da Bélgica para o Egito na Copa

Atacante de 33 anos ajuda equipe belga a superar a forte marcação da seleção egípcia, que foi às redes com Ashour

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Nem Kevin De Bruyne, nem Jeremy Doku. O personagem da estreia da Bélgica na Copa do Mundo acabou sendo um velho conhecido da torcida. Aos 33 anos, Romelu Lukaku saiu do banco de reservas no segundo tempo e precisou de apenas 22 segundos em campo para participar do lance que garantiu o empate por 1 a 1 com o Egito, nesta segunda-feira, no Lumen Field, em Seattle.

Remanescente da geração que levou a Bélgica ao terceiro lugar na Copa de 2018, eliminando o Brasil nas quartas de final, o atacante do Napoli começou a partida entre os suplentes. Até sua entrada, os belgas encontravam dificuldades para superar a forte marcação egípcia e viam os adversários mais próximos da vitória.

Como fica o Grupo G?

Bélgica e Egito iniciam a competição com um ponto cada. Irã e Nova Zelândia se enfrentam ainda nesta segunda-feira, em Los Angeles.

Agenda de Bélgica e Egito

A Bégica volta a campo no domingo, às 16h (de Brasília), diante do Irã, em Los Angeles. No mesmo dia, às 22h, o Egito encara a Nova Zelândia, em Vancouver, no Canadá.

Como foi o jogo entre Bélgica e Egito na Copa do Mundo?

O Egito havia aberto o placar aos 19 minutos do primeiro tempo. Em seu aniversário, Mohamed Salah iniciou a jogada com uma inversão de bola para Ashour. O meio-campista do Al Ahly dominou e acertou um belo chute para vencer Courtois. O gol teve um significado especial: foi o primeiro de Ashour com a camisa da seleção e aconteceu justamente em uma Copa do Mundo.

A vantagem egípcia poderia ter sido ampliada antes mesmo do intervalo. Zico, atacante que recebeu o apelido em homenagem ao ídolo brasileiro, obrigou Courtois a fazer boa defesa. Já na etapa final, Ashour desperdiçou uma oportunidade clara após rebote do goleiro belga, enquanto Marmoush também levou perigo em duas chegadas consecutivas.

Quando a pressão egípcia parecia encaminhar a vitória, Lukaku entrou em campo aos 20. Em sua primeira participação, brigou pela bola dentro da área e esteve diretamente envolvido no lance que terminou com gol contra do zagueiro Hany, decretando o empate.

O atacante ainda teve a chance de completar a virada aos 41. Após cruzamento de Nicolas Raskin, apareceu livre na marca do pênalti, mas cabeceou por cima do travessão.

O empate manteve a Bélgica invicta, ampliando para 18 partidas sua sequência sem derrotas, e impediu que o Egito conquistasse o primeiro triunfo em uma Copa do Mundo.

BÉLGICA 1 X 1 EGITO

BÉLGICA - Courtois; Meunier, Ngoy, Mechele e Castagne (De Cuyper); Onana (Raskin), Tielemans e De Bruyne (Vanaken); Trossard, Doku (Fernández-Pardo) e De Ketelaere (Lukaku). Técnico: Rudi Garcia.
EGITO - Shoubir; Hany, Ibrahim e Fatouh; Lashin, Attia, Zico (Zizo), Fathy (Hafez) (Adel) e Ashour (Rabia); Salah (Abdelkarim) e Marmoush. Técnico: Hossam Hassan
GOLS - Ashour, aos 19 minutos do primeiro tempo. Hany (contra), aos 20 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Castagne e De Cuyper (Bélgica); Attia e Fatouh (Egito)
ÁRBITRO - Ramon Abatti Abel (BRA)
RENDA E PÚBLICO - Não divulgados.
LOCAL - Lumen Field, em Seatlle (EUA)

Futebol

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

Em São Paulo, seleção masculina derrota Costa Rica pelas semifinais

10/09/2026 20h00

Taba Benedicto

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Maior vencedor da Copa América de futebol de cegos entre os homens, o Brasil vai em busca do sétimo título. Nesta quinta-feira (10), a seleção verde e amarela derrotou a Costa Rica por 2 a 0 no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, pelas semifinais da competição.

Os brasileiros não encontraram dificuldades e abriram vantagem sobre os costarriquenhos antes da metade da primeira etapa - cada tempo tem 20 minutos de duração. Aos seis, Maicon conduziu a bola após cobrança de falta, arrastou a marcação de três adversários e chutou rasteiro para abrir o placar. Aos 12, Nonato recebeu na área e bateu forte, no alto, sem chances para o goleiro Rony Madrigal.

No segundo tempo, o técnico Cesinha aproveitou para rodar o elenco. Mesmo assim, a equipe da casa manteve o jogo sob controle e até criou algumas chances, parando em boas defesas do goleiro costarriquenho.

Em 11 edições, o Brasil sempre foi à final, com seis conquistas e quatro vices. O último na edição de 2022, quando perderam nos pênaltis para a anfitriã Argentina.

Os Murciélagos (morcegos, na tradução do espanhol, apelido da seleção argentina), aliás, ficaram fora da decisão continental pela primeira vez. Mais cedo nesta quinta, os hermanos, atuais campeões mundiais e vice paralímpicos foram superados pela Colômbia por 1 a 0 nas penalidades, após empate sem gols com bola rolando.

A final diante dos colombianos será neste sábado (12), às 17h30 (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa) no YouTube transmite a partida ao vivo.

Esta será a segunda final do Brasil neste ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Em julho, os brasileiros conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Parasul-Americanos, em Valledupar (Colômbia), superando os argentinos na decisão.

Apesar da queda nas semifinais, a Costa Rica se garantiu no Campeonato Mundial do ano que vem, assim como Argentina e Colômbia. O Brasil, como país-sede, já tinha vaga assegurada. Pentacampeã paralímpica, a seleção verde e amarela é também cinco vezes campeã do mundo, sendo a maior vencedora nos dois principais eventos da modalidade.

Decisão

Brasília vai receber a primeira final única da Copa do Brasil

Estádio sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio

10/09/2026 13h45

Foto: Divulgação

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O Mané Garrincha, em Brasília, será o palco da primeira final única da Copa do Brasil, marcada para o dia 6 de dezembro. A CBF vai anunciar nesta quinta-feira, 10, após o sorteio do mando das semifinais.

Palmeiras, Vasco, Atlético Mineiro e Grêmio seguem na disputa e se enfrentam pelas semifinais no início de novembro.

O Mané Garrincha sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio em uma edição com semifinalistas de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em agosto, o governo do Distrito Federal enviou um ofício à CBF em oferecendo o Mané Garrincha como sede da final. No documento, o governo exaltou as "condições estruturais, logísticas e institucionais" do estádio, "plenamente compatíveis com a dimensão esportiva, econômica e simbólica da principal competição eliminatória do futebol brasileiro".

Como não recebe regularmente partidas da Série A do Brasileirão, o estádio não conta com a tecnologia do sistema de impedimento semiautomático, o que demandará algum tempo para a instalação. Precisará, então, passar pelas adequações necessárias de infraestrutura para que os equipamentos funcionem, além da realização de testes.

A opção por Brasília tem sido bastante utilizada pela CBF para os jogos da Supercopa, confronto entre os campeões da Série A e da Copa do Brasil, principalmente pelo fator neutralidade. Das sete edições do confronto desde a retomada do formato, em 2020, quatro foram disputadas no Mané Garrincha.

Disputada desde 1989, a Copa do Brasil terá pela primeira vez uma final realizada em jogo único, repetindo o modelo adotado pela Uefa com a Champions League, e pela Conmebol com Libertadores e Sul-Americana.

O torneio com a maior premiação do País vai render R$ 78 milhões só ao campeão só pela vitória na final e R$ 34 milhões ao vice.

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