Esportes

Paris 2024

Na estreia brasileira em Paris, Ana Luiza Caetano faz sua melhor marca no tiro com arco

Brasileira ficou com a 19º colocação, e vai enfrentar a eslovena Zana Pintaric

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Dando início à participação brasileira nas Olimpíadas de Paris de 2024, Ana Luiza Caetano, de 21 anos, conquistou o 19º lugar na etapa classificatória do Tiro com Arco, encerrando a apresentação com 660 pontos, o melhor resultado de sua carreira.

A prova aconteceu na madrugada desta quinta-feira (25), e consiste em 12 rounds de seis tiros cada.

Na próxima fase, que é de combates (mata-mata), Ana irá enfrentar a eslovena Zana Pintaric, que ficou em 46º lugar, com 638 pontos na apresentação.

“Foi uma prova muito intensa e puxada mentalmente. É a parte mais longa do tiro com arco, não é a minha prova preferida, eu gosto mais dos combates. Eu estava ali tentando trazer um pouco dessa energia e dessa dinâmica dos combates ao atirar três flechas, depois mais três para estabelecer um ritmo. Deu certo, foi bom. Consegui aproveitar e ser feliz”, disse Ana em entrevista ao Comitê Olímpico Brasileiro.

Ao fim da primeira parte do ranqueamento, Ana figurava na 13ª colocação, ao somar 335 pontos. Em um dos rounds, inclusive, a brasileira cravou todas as flechas na pontuação máxima de 10. Na parte final, ela oscilou um pouco, mas conseguiu emplacar bons momentos para fechar a primeira parte da competição com recorde pessoal.

A prova ainda teve quebra de recorde mundial e olímpico com Sihyeon Lim, da Coreia do Sul, que fez incríveis 694 pontos.

O classificatório também serve para a prova em duplas, que Ana deve disputar com Marcus Vinícius D’Almeida. A pontuação de ambos, somada, precisa ficar entre as 16 melhores entre todas as duplas, para que eles entrem na disputa.

“Fico aguardando agora o Marcus e tenho certeza de que ele vai fazer o melhor possível. Provavelmente vamos conseguir uma boa classificação. Isso ajuda um pouco, mas não é tudo, pois agora é uma parte completamente diferente. Um atleta bom na classificatória não necessariamente é bom no combate. É confiar e continuar fazendo o melhor”, comentou.

Ana destacou ainda que dar início à participação brasileira na competição foi uma honra, e que espera trazer boa sorte para o Brasil.

“Foi feliz demais esse início ao ser a primeira atleta do Brasil a competir nestes Jogos. Eu me inspiro muito em muita gente que vi aqui. Andar na Vila, encontrar com a Rebeca (Andrade, da Ginástica Artística), dividir o quarto com a Bia do Tênis…estou nas nuvens, estou com meus heróis. Saber que estou abrindo a competição é uma honra. Espero trazer boa sorte para todo mundo”, ressaltou a arqueira.

Com informações de Comitê Olímpico Brasileiro.

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Baixas

Brasileirão 2026 chega a 20 técnicos demitidos e só 6 clubes não trocaram de treinador

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense

28/10/2026 23h00

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba Foto: Divulgação / Twitter

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Na noite da última terça-feira, 27, Fernando Seabra não resistiu a uma sequência de sete jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro e foi demitido do Coritiba, tornando-se a mais nova vítima da competição. Com isso, a Série A, em sua 32ª rodada, soma 20 técnicos demitidos em 2026.

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense, em seu retorno à primeira divisão, a frequentar a parte de cima da tabela. Porém, na reta final, o clube perdeu fôlego e posições na tabela, enfrentando uma sequência negativa e ficando na 12ª posição do torneio, com 39 pontos conquistados, a cinco da zona de rebaixamento.

Com a troca de comando no Coritiba, o Campeonato Brasileiro chega à marca de 20 mudanças de treinadores nesta edição, com apenas seis clubes mantendo o mesmo técnico desde o início da competição.

Os únicos comandantes que seguem à frente de suas equipes desde a primeira rodada da competição são: Abel Ferreira, no Palmeiras (2ª); Rogério Ceni, no Bahia (7ª); Vagner Mancini, no Red Bull Bragantino (10ª); Rafael Guanaes, no Mirassol (15ª); Odair Hellmann, no Athletico-PR (4ª); e Jair Ventura, no Vitória (14ª)

Já a primeira saída aconteceu ainda na 3ª rodada do Brasileirão, quando o Atlético-MG optou pela troca no comando técnico após empatar em 3 a 3 com o Remo e encerrou o trabalho de Jorge Sampaoli.

Além disso, até aqui, seis equipes estão em seu terceiro treinador na competição, já tendo realizado três mudanças no comando, ou seja, demitido dois treinadores. São elas: Vasco, Remo, São Paulo, Botafogo, Chapecoense e Corinthians.

TREINADORES DEMITIDOS NESTA EDIÇÃO DO BRASILEIRÃO:

Fernando Seabra, Coritiba

Fernando Diniz, Corinthians

Paulo Pezzolano, Internacional

Léo Condé, Remo

Luís Castro, Grêmio

Franclim Carvalho, Botafogo

Luis Zubeldía, Fluminense

Renato Gaúcho, Vasco

Fábio Matias, Chapecoense

Roger Machado, São Paulo

Dorival Júnior, Corinthians

Gilmar Dal Pozzo, Chapecoense

Martín Anselmi, Botafogo

Juan Vojvoda, Santos

Tite, Cruzeiro

Hernán Crespo, São Paulo

Juan Carlos Osorio, Remo

Filipe Luís, Flamengo

Fernando Diniz, Vasco

Jorge Sampaoli, Atlético-MG

futebol

Vini Jr. é 17º e Brasil iguala sua pior Bola de Ouro em 30 anos

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021

26/10/2026 19h00

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro Divulgação/Fifa

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O Brasil teve seu pior desempenho em uma Bola de Ouro desde 2010. Na premiação que acontece nesta segunda-feira, 26, em Londres, Vini Jr. foi o brasileiro mais bem colocado, ficando em 17º lugar. O resultado iguala a pior marca do País em 30 anos, quando Ronaldo Fenômeno terminou na 26ª posição.

A temporada do camisa 7 do Real Madrid não foi das melhores. No período avaliado pela premiação, o jogador marcou 28 gols e deu 16 assistências, porém não conquistou títulos individuais nem com seu clube.

Pela seleção, o atleta teve uma boa Copa do Mundo, na qual marcou quatro vezes e deu uma assistência. Na competição, porém, o Brasil caiu nas oitavas de final para a Noruega. Além de Vini, Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal, também ficou no top 30, na 21ª posição.

BRASIL NÃO REPETIA DESEMPENHO TÃO ABAIXO DESDE 2010

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021. Naquela edição, Neymar terminou na 16ª posição e foi o brasileiro mais bem colocado da votação.

Em 2010, Maicon também foi o destaque nacional na lista, ao terminar em 17º lugar. A marca passou a representar a pior colocação de um brasileiro desde então, agora igualada por Vini Jr.

Antes disso, Ronaldo Fenômeno ficou em 26º lugar, em 1995. A edição marcou a primeira vez que a Bola de Ouro permitiu a participação de jogadores de qualquer nacionalidade, desde que atuassem por clubes europeus.

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