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Fifa 2026

Neymar na Copa: como ele convenceu Ancelotti e vai para o 4º Mundial com a seleção

Em outubro de 2023, o camisa 10 rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo

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A última partida de Neymar pela seleção brasileira foi uma das mais sofridas do jogador na carreira. Em outubro de 2023, o camisa 10 rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo.

Foram 369 dias parados até retornar, ainda pelo Al-Hilal. Nova lesão, agora muscular. Depois, já em 2025, o retorno ao Santos com o propósito de voltar à seleção.

Isso quase aconteceu na última convocação de Dorival Júnior (em março de 2025), mas Neymar foi cortado após sofrer um edema na coxa esquerda. Com Ancelotti, havia ficado fora de todas as listas. Até agora. O técnico italiano resolveu convocar o jogador pela primeira vez na sua gestão, justamente na convocatória para a Copa do Mundo de 2026.

Era a dúvida que esteve presente em todas as entrevistas que Ancelotti concedeu como técnico do Brasil. A resposta pouco mudava. Falava que dependeria do estado físico do jogador. Foi como Neymar correspondeu.

O santista não é o mesmo do auge. Desde aquele 17 de outubro de 2023, não conseguiu ter o mesmo desempenho. Nos últimos meses, porém, mostrou como é possível contribuir da maneira que pode.

Neymar começou o ano fora dos gramados, em recuperação de uma cirurgia no joelho esquerdo. Ele estreou quando a temporada já tinha um mês, pelo Campeonato Paulista. A maioria das partidas até o momento foi pelo Campeonato Brasileiro.

Neymar começou o ano fora dos gramados, em recuperação de uma cirurgia no joelho esquerdo. Ele estreou quando a temporada já tinha um mês, pelo Campeonato Paulista. A maioria das partidas até o momento foi pelo Campeonato Brasileiro.

Dos 30 jogos do Santos no ano, Neymar esteve em 15. São oito vitórias santistas com o camisa 10 e apenas duas sem ele. O atacante só perdeu quatro vezes em 2026, menos da metade dos 10 revezes do time.

Em 15 partidas, Neymar fez seis gols e deu quatro assistências. A melhor exibição foi contra o Vasco, na qual marcou duas vezes na vitória por 2 a 1.

Pesou contra ele a polêmica agressão a Robinho Júnior em treino do Santos. Foi preciso um pedido de desculpas público para amenizar o cenário. Aos 34 anos e mesmo com atitudes infantis, Neymar convenceu Ancelotti também pela experiência.

Será a quarta Copa do jogador. A chance de contar uma história diferente, depois de não ter grande destaque nas outras. A primeira, em 2014, foi abreviada por lesão na coluna. Até hoje é a edição que mais participou de gols: marcou quatro e deu uma assistência, em cinco jogos.

Em 2018, virou piada pela reação às faltas. Foram apenas dois gols e uma assistência em, novamente, cinco partidas. Quatro anos depois, em 2022, o gol contra a Croácia foi o auge, mas apagado pela eliminação nos pênaltis - sem que Neymar cobrasse.

Ainda no Catar, foram só dois gols e uma assistência, mas em três partidas. O jogador se machucou no primeiro jogo e voltou apenas nas oitavas de final.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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