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Seleção brasileira masculina chega à semifinal do Mundial de goalball

Brasileiros superaram a Ucrânia por 7 a 1 e enfrentam os donos da casa neste domingo, às 3h (horário do Mato Grosso do Sul)

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Neste sábado (13), a seleção masculina de goalball - modalidade praticada por atletas com deficiência visual - se classificou à semifinal do Campeonato Mundial de Hanghzou (China), mostrando que não é somente no futebol que o Brasil quer conquistar o mundo em 2026.

Os brasileiros superaram a Ucrânia por 7 a 1 e enfrentam os donos da casa neste domingo, às 4h (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, na sigla em inglês) no YouTube transmite ao vivo.

No goalball, são três atletas de cada lado. Todos usam vendas, para evitar que aqueles de baixa visão tenham vantagem sobre os totalmente cegos. A bola tem um guizo, que permite aos jogadores escutarem onde ela está para poderem defender os arremessos.

São dois tempos de 12 minutos, mas acaba antes se uma das equipes abrir dez gols de diferença.

A vitória brasileira teve gols de André (três), Leomon (dois), Parazinho e Paulo. O triunfo teve gosto de revanche. Os quatro artilheiros fizeram parte da seleção medalhista de bronze na Paralimpíada de Paris (França), em 2024, superada pela própria Ucrânia na semifinal.

Atual tricampeão mundial, o Brasil é o país com mais títulos da competição entre os homens. Se vencer a China na reedição da última final e se classificar à decisão, a seleção já garante vaga para os Jogos de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028, para buscar o segundo ouro paralímpico na história. O primeiro veio em Tóquio (Japão), em 2021.

O Brasil também esteve representado nas quartas de final do Mundial feminino, que ocorre simultaneamente ao masculino em Hanghzou. A seleção verde e amarela não resistiu à Turquia, atual campeã, mas ainda pode buscar a vaga paralímpica nos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru), em 2027.

Após um empate emocionante por 4 a 4 no tempo normal, com Victória Amorim (dois), Jéssica e Moniza marcando os gols brasileiros, a decisão da classificação à semifinal foi para os pênaltis - no goalball, o atleta de um time arremessa e o da outra equipe tenta defender sozinho. As turcas, campeãs paralímpicas em Paris, fizeram 3 a 2 e levaram a melhor.

 

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FÓRMULA 1

Grid de largada do GP de Barcelona têm Russell na pole e Bortoleto em 12º

Brasileiro terminou o Q2 apenas com a 12ª posição e não conseguiu confirmar a vaga entre os dez melhores para o grid de largada

13/06/2026 23h00

 Russell superou Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes), e formaram as três primeiras posições

Russell superou Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes), e formaram as três primeiras posições Foto: Divulgação / formula1.com

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George Russell, o britânico da Mercedes, conquistou a terceira pole position da temporada na manhã deste sábado (13), após treino classificatório no Circuito de Barcelona-Catalunha, na cidade de Montmeló. Já o brasileiro Gabriel Bortoleto conseguiu a 12ª posição e foi eliminado no Q2.

Enquanto o piloto na terceira posição do campeonato cresceu nos momentos finais e liderou o Q2 e Q3, o cenário é diferente do lado do Brasil, já que na última semana, em Mônaco, Bortoleto não conseguiu disputar a segunda fase após sofrer um acidente e ficou em 16º.

Com o tempo de 1min14s679, Russell superou Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes), e formaram as três primeiras posições. Lando Norris (McLaren), Max Verstappen (Red Bull), Isack Hadjar (Red Bull), Oscar Piastri (McLaren), Liam Lawson (Racing Bulls), Nico Hülkenberg (Audi) e Charles Leclerc (Ferrari) completam as dez primeiras colocações.

Já o brasileiro Gabriel Bortoleto conseguiu a 12ª posição e foi eliminado no Q2. Na última semana, em Mônaco, ele não conseguiu disputar a segunda fase após sofrer um acidente e ficou em 16º.

Q1 sem surpresas

A disputa no treino classificatório começou sem grandes surpresas no Circuito de Montmeló, com Lewis Hamilton (Ferrari), George Russell (Mercedes) e Charles Leclerc (Ferrari) garantindo os melhores tempos. O heptacampeão fez 1min15s625 e garantiu a primeira colocação.

O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, garantiu a 14ª posição e conseguiu passar para o Q2, com 1min16s616. Na última semana, em Mônaco, o jovem piloto até conseguiu passar para a segunda etapa, mas errou em um dos trechos, sofreu um acidente nos últimos instantes e não pôde participar.

Já o experiente Fernando Alonso, da Aston Martin, vai largar na última colocação dentro de casa. Bicampeão da Fórmula 1, o piloto teve a pior colocação no grid de largada no GP de Barcelona, após terminar em 20º na corrida de 2022.

Os eliminados do Q1 foram: Esteban Ocon (Haas), Alexander Albon (Williams), Sérgio Pérez (Cadillac), Valtteri Bottas (Cadillac), Lance Stroll (Aston Martin) e Fernando Alonso (Aston Martin).

Bortoleto eliminado no Q2

O brasileiro terminou o Q2 apenas com a 12ª posição e não conseguiu confirmar a vaga entre os dez melhores para o grid de largada. O jovem teve desempenho semelhante durante o TL1 e o TL3. Apenas durante o segundo treino livre ele conseguiu estar entre os primeiros, fechando com a 8ª colocação.

Já a liderança ficou com George Russell, com 1min15s228. Ele foi seguido por Charles Leclerc e Kimi Antonelli. Líder do Q1, o britânico Lewis Hamilton ficou com a 5ª posição.

Os eliminados do Q2 foram, respectivamente: Arvid Lindblad (Racing Bulls), Gabriel Bortoleto (Audi), Franco Colapinto (Alpine), Pierre Gasly (Alpine), Oliver Bearman (Haas) e Carlos Sainz (Williams).

Q3 tem acidente com Leclerc

Em mais um final de semana frustrante, o monegasco Charles Leclerc sofreu outro acidente em circuito. Na tentativa de volta mais rápida, o piloto da Ferrari saiu de traseira e colidiu contra o muro.

Durante o GP de Mônaco, no último domingo (7), ele perdeu o controle na curva Antony Noghès durante a relargada e abandonou a prova na volta 65.

Na última tentativa, os pilotos da Mercedes protagonizaram mais uma disputa acirrada na pista. Kimi Antonelli tinha o melhor desempenho, mas foi ultrapassado pelo companheiro George Russell, com 1min14s679. Com uma ótima performance, o experiente Lewis Hamilton se "infiltrou" entre os rivais e conquistou a segunda posição, com 1min14s743.

COMO FICOU O GRID DE LARGADA NO GP DE BARCELONA NA FÓRMULA 1

1. George Russell (ING/Mercedes), 1min14s679

2. Lewis Hamilton (ING/Ferrari), 1min14s743

3. Kimi Antonelli (ITA/Mercedes), 1min14s998

4. Lando Norris (ING/McLaren), 1min15s001

5. Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min15s021

6. Isack Hadjar (FRA/Red Bull), 1min15s077

7. Oscar Piastri (AUS/McLaren), 1min15s090

8. Liam Lawson (NZL/Racing Bulls), 1min16s542

9. Nico Hülkenberg (ALE/Audi), 1min16s657

10. Charles Leclerc (MON/Ferrari), sem tempo

11. Arvid Lindblad (ING/Racing Bulls), 1min15s840

12. Gabriel Bortoleto (BRA/Audi), 1min16s001

13. Franco Colapinto (ARG/Alpine), 1min16s191

14. Pierre Gasly (FRA/Alpine), 1min16s261

15. Oliver Bearman (ING/Haas), 1min16s389

16. Carlos Sainz (ESP/Williams), 1min17s827

17. Esteban Ocon (FRA/Haas), 1min17s073

18. Alexander Albon (TAI/Williams), 1min17s424

19. Sérgio Pérez (MEX/Cadillac), 1min17s545

20. Valtteri Bottas (FIN/Cadillac), 1min17s757

21. Lance Stroll (CAN/Aston Martin), 1min18s758

22. Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), 1min18s815

FUTEBOL

Seleção brasileira empata na estreia da Copa do Mundo de 2026

Gol de Vini Jr. garante partida equilibrada contra Marrocos após início de sufoco

13/06/2026 20h24

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo Reprodução/CazéTV

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Disputada No estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem sede nos Estados Unidos e também reúne Haiti e Escócia, o Brasil enfrentou o Marrocos neste sábado (13) mas o placar não saiu do empate, com o jogo terminando em 1 a 1. 

Conforme análise do jornalista Ricardo Magatti, esse resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium "foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial". 

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Análise de jogo

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez - ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

 

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