Italianos em alerta

Alerta na Itália: atividade vulcânica é registrada e voos são cancelados no país

Terminal permaneceu fechado por causa das cinzas vulcânicas e das condições meteorológicas adversas

Repetindo o ocorrido que já afetou os italianos há pouco tempo, o aeroporto internacional de Catânia foi fechado novamente na última terça-feira (29), na Sicília, por causa da atividade contínua do vulcão Etna. O terminal permaneceu fechado até as 13h do horário de Greenwich (10h em Brasília), por causa das cinzas vulcânicas e das condições meteorológicas adversas.

O encerramento ocorreu horas após a reabertura do terminal, que havia ficado fechado por três dias consecutivos. A operadora SAC orientou os passageiros a verificar o status dos voos com as companhias aéreas antes de ir ao terminal e informou que divulgaria novas atualizações conforme a situação evoluísse.

 

Impacto no tráfego regional

O novo fechamento afetou milhares de viajantes e obrigou as companhias aéreas a desviar voos para outros aeroportos da Sicília. O governo local ampliou a oferta de trens para transportar os passageiros afetados até terminais alternativos em Comiso, Trapani e Palermo, distribuindo a demanda entre os aeroportos disponíveis.

Catânia é o quinto aeroporto mais movimentado da Itália em número de passageiros e sofre interrupções recorrentes causadas pelas cinzas do Etna, o vulcão mais alto e mais ativo da Europa.

Durante períodos anteriores de encerramento, entre 630 e 700 voos foram desviados ou cancelados, e as estimativas de prejuízos ao setor de turismo variam entre 12,8 milhões e 24 milhões de euros. Esta foi uma das paralisações mais graves enfrentadas pelo aeroporto em pelo menos duas décadas.

Assustador

Parece cena de filme: tubarão nada diante de casas após forte tempestade

Tubarão foi flagrado nadando entre as casas de uma rua residencial

30/09/2026 07h44

Foto: Elien/Pexels

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Um tubarão foi flagrado nadando entre as casas de uma rua residencial de Surf City, em Nova Jersey, neo último sábado (26), em meio à água que tomou conta do bairro durante uma tempestade forte.

Drew Procaccino contou à agência de vídeos Storyful que viu a cena por volta do meio-dia, bem em frente à própria casa. A nadadeira cortando a superfície da rua alagada deixou os vizinhos em dúvida sobre o que estavam vendo.

Confusão inicial com peixe comum

"É um tubarão?", questiona uma voz no vídeo, enquanto o bicho segue pela via tomada pela enchente. Segundo Procaccino, em relato à Storyful, a primeira impressão de quem presenciou a cena foi a de que se tratava apenas de algum peixe passando por ali.

A dúvida só foi esclarecida depois que a ABC News procurou o pesquisador Greg Skomal, da Divisão de Pesca Marinha de Massachusetts, para avaliar as imagens. Ele confirmou tratar-se de um smooth dogfish, da espécie Mustelus canis — no Brasil, conhecida como cação-liso ou canejo.

 

Espécie pequena não oferece perigo

Ninguém informou as medidas exatas do animal visto nas ruas de Surf City. De acordo com a Conserve Wildlife Foundation of New Jersey, essa espécie tem dentes achatados, usados para triturar crustáceos, e pode atingir até 1,5 metro, embora costume ser bem menor.

A presença desse tipo de tubarão perto da baía é comum em dias normais. O mais provável é que ele tenha sido arrastado da baía de Barnegat, que invadiu áreas residenciais durante o temporal — embora as imagens não mostrem o caminho percorrido até chegar à rua.

Tempestade alagou toda a região

Surf City está localizada em Long Beach Island, na costa de Nova Jersey, área atingida por uma tempestade costeira conhecida como nor'easter. Esse tipo de fenômeno se caracteriza por ventos fortes provenientes do nordeste, comuns na costa leste dos Estados Unidos.

O vídeo viralizou nas redes, mas a tempestade também teve consequências. A inundação provocada pelo temporal matou pelo menos uma pessoa e deixou milhares de residências sem eletricidade na região atingida.

Boa ou má notícia?

Enquanto desemprego cai ao menor nível desde 2012 no Brasil, 5 milhões de robôs trabalham no mundo

O Brasil registrou sua menor taxa de desemprego para agosto

30/09/2026 07h13

Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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O Brasil registrou sua menor taxa de desemprego para agosto desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2012. Entre junho e agosto, 5,3% da força de trabalho estava desocupada, queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior. O contingente de ocupados atingiu um novo recorde, de 103,5 milhões de pessoas.

O crescimento concentrou-se em setores específicos como construção e indústria, sinalizando recuperação seletiva do mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, dados do Banco Central revelam tensão: a inadimplência no crédito subiu para 5% em agosto. O patamar mais alto desde março de 2011, refletindo o peso das taxas de juros elevadas sobre a capacidade de pagamento das famílias.

Emprego formal bate recorde enquanto informalidade se mantém

Os vínculos formais no setor privado atingiram 39,5 milhões de trabalhadores — o maior número já registrado. Paralelamente, o contingente informal permaneceu em 26,1 milhões de autônomos e 5,5 milhões de domésticos. A informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, ante 37,3% no trimestre anterior.

A força de trabalho — ocupados mais desocupados — chegou a 109,3 milhões, alta de 0,5% no trimestre e 0,7% no ano. Essa expansão aponta para maior participação das pessoas no mercado, mesmo em um cenário em que a inadimplência sinaliza dificuldades de endividamento entre famílias e pequenos negócios.

Automação global avança enquanto Brasil cria postos

Enquanto o mercado nacional aquece, a transformação tecnológica acelera globalmente. Mais de 5 milhões de robôs industriais estão em operação em ambientes de trabalho ao redor do mundo, conforme dados da Federação Internacional de Robótica. O estoque cresceu 9% em 2025, refletindo ritmo acelerado de automação nas principais economias.

A China lidera essa transformação, com 59% das novas instalações de robôs no mundo em 2025. No Brasil, quase 4.300 robôs foram instalados no mesmo ano, um aumento de 38% impulsionado principalmente pela indústria automotiva. A tendência sinaliza que, enquanto o país cria empregos em setores tradicionais, a adoção de máquinas autônomas molda o futuro da produção em escala global.

O contraste entre crescimento local e transformação estrutural

A redução do desemprego brasileiro contrasta com desafios emergentes: humanoides e sistemas autônomos seguem em desenvolvimento para funções específicas, ainda enfrentando limitações em tarefas do mundo real. Projeções indicam expansão significativa dessa tecnologia nos próximos anos, com implicações diretas para mercados de trabalho em diferentes economias.

A queda do desemprego em agosto reflete um dinamismo setorial concentrado em construção e indústria, enquanto a inadimplência crescente demonstra fragilidade na base de renda das famílias. Ao mesmo tempo, a automação global continua seu avanço acelerado, sugerindo que flutuações trimestrais no emprego convivem com transformação mais profunda nas competências demandadas pelo mercado de trabalho.

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