Inauguração

Dono da Havan constrói estátua gigante de 24 metros que pesa 8 toneladas

Peça será instalada em frente à loja da varejista.

<p>Uma réplica de 24 metros da Estátua da Liberdade chegou a Macapá após percorrer quase 4 mil quilômetros pelo Brasil em apenas 15 dias. A peça de 8 toneladas será instalada em frente à loja da varejista, que abre as portas neste sábado (3).</p>

<p>O percurso começou em 8 de setembro em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, onde a estrutura foi fabricada. A peça seguiu de caminhão até Belém e depois de balsa pela Amazônia. A empresa estimava que a jornada levaria até 20 dias, mas o transporte foi concluído em 15 dias.</p><div class="bob-video" style="margin:18px 0"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vOTf_TsOTO8" width="560" height="315" frameborder="0" loading="lazy" allowfullscreen="" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture"></iframe></div><p><br></p>

<h2>A unidade número 197 da rede</h2>

<p>A loja em Macapá é a 197ª unidade da Havan no Brasil e marca a expansão da varejista, que projeta fechar o ano com 200 lojas no país. O investimento na cidade ultrapassou R$ 100 milhões e gerou 200 empregos diretos na região.</p>

<p>Com 10 mil metros quadrados, o espaço oferecerá estacionamento, praça de alimentação e mais de 350 mil itens. Imagens da peça já instalada sobre a base foram compartilhadas pelo empresário Luciano Hang na terça-feira (29). A inauguração acontece no fim de semana, após a estátua cruzar o território nacional por terra e água.</p><p>A Havan possui mais de 80 réplicas da Estátua da Liberdade espalhadas por suas filiais no Brasil. As estruturas se tornaram uma das principais marcas visuais da rede varejista e podem ser encontradas em diferentes cidades, geralmente instaladas na entrada das lojas. Inspiradas no monumento original de Nova York, nos Estados Unidos, as réplicas chamam a atenção pelo tamanho e ajudam a identificar as unidades da Havan à distância.</p>

Curiosidades da Natureza

O canto de duas aves é tão poderoso que uma britadeira parece silenciosa perto delas

Volume que só encontra paralelo em sons industriais do cotidiano,

30/09/2026 13h13

Continue Lendo...

<p>Duas espécies de aves ocupam agora posição privilegiada entre as criaturas mais barulhentas do planeta. O araponga-de-garganta-nua e a seriema-de-pernas-vermelhas produzem vocalizações que ultrapassam 120 decibéis — um volume que só encontra paralelo em sons industriais do cotidiano. A descoberta saiu publicada na edição de terça-feira do periódico Evolution, resultado de investigação conduzida por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst.</p>

<p>O som que essas aves emitem aproxima-se, em intensidade, do ruído de uma britadeira em funcionamento, permitindo uma comparação imediata com máquinas pesadas.</p><p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HHBi6HWHhdE" width="560" height="315" frameborder="0" loading="lazy" allowfullscreen="" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture"></iframe></p>

<h2>Como foi feita a medição</h2>

<p>O biólogo evolucionista João CT Menezes, coautor do trabalho, realizou a pesquisa durante seu doutorado sob orientação do professor Jeff Podos. Ambos mediram as vocalizações de 123 espécies de aves espalhadas entre Massachusetts e Brasil, num período que se estendeu de dezembro de 2018 até janeiro de 2025.</p>

<p>O araponga-de-garganta-nua atinge 122,4 decibéis a 1 metro, com pressão sonora 800 vezes superior ao beija-flor-de-garganta-escura, a ave mais silenciosa documentada. Entre as 123 espécies analisadas, 113 tiveram suas vocalizações gravadas pela primeira vez.</p>

<h2>Qual ave merece o título de mais barulhenta</h2>

<p>A resposta depende inteiramente de como se define barulho, e o araponga-de-garganta-nua alcançou o chamado mais intenso entre aves individuais — quase 131 decibéis. Já a seriema-de-pernas-vermelhas liderou quando considerada a média dos sons mais altos produzidos por grupos de aves, atingindo aproximadamente 121 decibéis.</p>

<p>Antes dessa descoberta, o araponga-branco mantinha o recorde oficialmente reconhecido pelo Guinness World Records desde 2019, com gritos medidos em até 125 decibéis. Como parente próximo dessa espécie, o araponga-de-garganta-nua já era considerado pelos pesquisadores como candidato provável a figurar nesse ranking de ruído extremo.</p>

<p>Catherine Sheard, bióloga de Aberdeen, ressalta que essa indefinição reflete o desafio de estabelecer um critério único para medir intensidade sonora em ambientes naturais.</p>

<h2>Desafios na captura de sons em campo</h2>

<p>Registrar vocalizações de aves selvagens apresenta obstáculos práticos consideráveis. Pesquisadores precisam conhecer a exata distância da ave quando ela emite o canto, pois essa variável afeta diretamente como o som se propaga. Frequentemente, quando o observador consegue avistar a ave, ela interrompe o comportamento vocal por timidez ou simplesmente alça voo para longe.</p>

<p>Para contornar essas limitações, a equipe utilizou telêmetros a laser — instrumentos também usados em campos de golfe — e conseguiu compilar um acervo inédito de gravações. Aves maiores demonstraram geral tendência a produzir cantos com maior amplitude sonora, padrão que se revelou consistente ao longo das observações realizadas em ambientes naturais.</p>

Curiosidades

Vê baratas andando pela casa durante o dia? Entenda o que significa e por que pode ser um bom sinal

Sair dos esconderijos enquanto há claridade pode indicar algo.

30/09/2026 12h55

Foto: Erik Karits/Pexels

Continue Lendo...

Encontrar uma barata cruzando a cozinha à noite já causa desconforto, mas avistar o inseto em plena luz do dia costuma preocupar ainda mais. Como esses insetos preferem se esconder durante o dia, sair dos esconderijos enquanto há claridade pode indicar que algo está fora do padrão.

A Penn State Extension explica que a barata-germânica aparece durante o dia quando há muitos indivíduos ou quando a falta de alimento, de água ou a aplicação de pesticidas forçam a saída dos abrigos. Um único inseto, porém, não basta para confirmar o problema, e é a repetição da cena que merece atenção.

Em alguns casos, a presença de baratas durante o dia pode indicar que o ambiente onde elas costumam se esconder está se tornando menos favorável à sua permanência.

Por que a escuridão atrai esses insetos

Frestas de armários, cantos próximos a encanamentos e espaços apertados são esconderijos ideais quando há luz e movimento na casa. Quando o ambiente escurece e a agitação diminui, esses insetos saem à procura de água, comida e parceiros, seguindo o ritmo biológico natural da espécie.

Esse comportamento explica por que ver um exemplar à noite não revela, isoladamente, o tamanho do grupo instalado no imóvel. A informação ganha peso quando o padrão se repete e o inseto passa a circular fora do horário esperado, inclusive sob luz forte.

O que muda quando a atividade é diurna

Avistar o inseto à luz do dia mais de uma vez sugere que o esconderijo pode estar cheio ou que algo ali dentro mudou — seja pela falta de alimento, pela presença de água ou por uma dedetização recente, e nenhum desses fatores, isoladamente, garante infestação severa, já que um indivíduo isolado pode simplesmente ter sido deslocado de outro lugar.

O alerta surge quando a presença fora do horário normal vira rotina, principalmente perto de pias, ralos e pontos quentes ou úmidos da casa. Esses ambientes reúnem justamente os três recursos que atraem o inseto: abrigo, alimento e umidade.

Como diferenciar um caso pontual de um problema maior

O horário em que o inseto aparece é só uma peça do quebra-cabeça, nunca a resposta completa. Fezes pequenas e escuras, cápsulas de ovos (as ootecas) e ninfas espalhadas pela casa são sinais que, somados à presença diurna, reforçam a suspeita de uma colônia já estabelecida.

Quando esses indícios aparecem juntos, a chance de existir um grupo escondido nas proximidades aumenta. Nesse cenário, vale revisar rachaduras, vedar frestas e eliminar restos de comida e água parada, que são justamente os recursos que sustentam a permanência do inseto no imóvel.

Cortar o acesso a água, alimento e abrigo continua sendo o caminho mais eficaz para reverter esse tipo de situação doméstica.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).