Ainda mais rico

Neymar herda fortuna de bilionário sem filhos; motivo da escolha vem à tona um ano depois

Empresário gaúcho solteiro e sem filhos o nomeou como beneficiário de todo seu patrimônio

Quem herda uma fortuna nem sempre sabe que está no testamento.

Neymar descobriu, há cerca de um ano, que um empresário gaúcho solteiro e sem filhos o nomeou como beneficiário de todo seu patrimônio — uma decisão que ganhou repercussão em setembro de 2025. E voltou a circular nas redes sociais recentemente, trazendo consigo a explicação de por que o jogador foi escolhido.

O documento foi registrado em um cartório de Porto Alegre e inclui imóveis, investimentos e participações em empresas. Na época da divulgação, o empresário tinha 31 anos e optou por não revelar sua identidade, mantendo apenas a história e a razão da escolha em público.

A razão por trás da herança

Admiração pela trajetória do atacante e identificação pessoal motivaram a decisão do empresário. Segundo ele, questões familiares e a relação de Neymar com o próprio pai foram fatores determinantes para nomeá-lo como beneficiário.

A assessoria do jogador esclareceu na ocasião que não havia recebido nenhuma comunicação oficial sobre a existência do testamento. Até hoje, o valor exato dos bens destinados ao atacante permanece desconhecido — nem o empresário nem o cartório confirmaram a cifra.

O confuso valor da herança

Reportagens da época mencionaram aproximadamente R$ 6,1 bilhões, mas esse número era uma estimativa do patrimônio do próprio Neymar feita pelo Sportico, e não um valor oficialmente atribuído à herança. Sem confirmação sobre o tamanho real dos bens, não é possível calcular quanto o jogador efetivamente receberia caso o testamento fosse executado.

Um testamento não significa transferência automática de patrimônio. O documento representa apenas a manifestação de vontade do autor, e a transferência efetiva depende do momento da sucessão e dos procedimentos legais. Enquanto estiver vivo, o autor pode alterar suas disposições testamentárias conforme a legislação permite.

O patrimônio bilionário de Neymar

Independentemente de qualquer herança futura, Neymar já acumula fortuna própria considerável. Estimativas da CNN para 2026 apontam patrimônio de aproximadamente R$ 6,5 bilhões, construído ao longo de sua carreira no futebol, contratos publicitários, direitos de imagem e outros negócios.

Levantamento da Forbes mostra que o atacante expandiu sua carteira de propriedades em Santos, em outras regiões do Brasil e até no exterior, incluindo uma cobertura em Dubai. Esses investimentos imobiliários compõem parte significativa de sua fortuna.

Salários e débitos atuais

Neymar continua no Santos em 2026, com contrato renovado até dezembro. Além da remuneração mensal, o jogador recebe valores relacionados a direitos de imagem. O clube reconheceu uma dívida de R$ 90,5 milhões com o atacante e a NR Sports, empresa que administra sua carreira.

Em agosto de 2026, o Santos efetuou um pagamento de R$ 11 milhões e repactuou o restante, que ficou em aproximadamente R$ 80 milhões.

Vida isolada

Alto Calilegua é um pequeno povoado perdido nas montanhas de Jujuy, na Argentina, onde apenas duas p

Eles vivem a 3.000 metros de altitude.

05/10/2026 18h12

capa (93)

capa (93) Foto: anastasija/Pexels

Continue Lendo...

Alto Calilegua é um pequeno povoado perdido nas montanhas de Jujuy, na Argentina, onde apenas duas pessoas escolheram fazer suas vidas. Betty e Tito vivem a 3.000 metros de altitude nas Yungas jujeñas, transformando este lugar praticamente abandonado em um refúgio único no mundo.

O casal recebe os poucos visitantes corajosos o suficiente para chegar lá com mates e pão caseiro, tornando a chegada um momento genuíno de humanidade em meio à vastidão montanhosa. O isolamento geográfico e a falta de conectividade determinaram o esvaziamento progressivo do pueblo ao longo dos anos.

A distância de centros urbanos, a ausência de serviços básicos e a escassez de oportunidades de trabalho forçaram a maioria dos habitantes a partir em busca de melhor qualidade de vida. Betty e Tito foram a exceção notável, preferindo manter suas raízes no lugar onde decidiram envelhecer juntos.

Uma jornada de 18 quilômetros até o topo

Chegar a Alto Calilegua não é tarefa para qualquer um. A trilha começa em San Francisco, localidade a 1.500 metros de altitude, e segue por uma montanha durante 18 quilômetros — trajeto que leva várias horas a pé ou a cavalo. Recomenda-se sempre ir acompanhado de um guia experiente que conheça bem a zona para evitar contratempos na caminhada.

O esforço compensa quando o viajante finalmente chega ao topo: uma pradaria de altura cercada pelas montanhas das Yungas. Com o Cerro Hermoso próximo e nuvens baixas que transformam a paisagem em um cenário cinematográfico. Essa beleza natural é o primeiro impacto de quem consegue resistir às horas de trilha e constitui parte importante da identidade visual do pueblo.

A aldeia vazia e seus tesouros silenciosos

Aproximadamente 25 casarões de adobe permanecem espalhados pela montanha, muitos deles abandonados e entregues ao tempo. Além das residências vazias, Alto Calilegua ainda conta com uma escola, uma sala médica, uma igreja. E um moinho comunitário — estruturas que funcionam como testemunhas silenciosas de uma época em que o lugar fervilhava de vida comunitária.

Alto Calilegua representa um caso extremo de esvaziamento rural, porém também um símbolo de resistência através da presença constante de Betty e Tito.

Um destino sem infraestrutura turística convencional

Alto Calilegua não é um centro turístico tradicional com hospedagens e restaurantes estruturados. Visitantes precisam chegar completamente preparados com tudo que necessitam, pois carecem de serviços básicos e não há comércio funcionando no pueblo. A experiência é pura, rústica e completamente dependente da disposição do viajante em abraçar o desconforto moderno.

Aqueles que conseguem fazer a trilha e permanecer algumas horas encontram em Betty e Tito anfitriões autênticos, pessoas que escolheram a montanha sobre qualquer comodidade. Sua presença transforma Alto Calilegua de ruína esquecida em destino vivo, prova de que algumas pessoas conseguem encontrar sentido em lugares que o resto do mundo abandonou.

Ciência

Filhos de pais divorciados têm 41% mais chance de ter uma doença que afeta 11,7 milhões no Brasil

O divórcio em si pode não ser o principal culpado.

05/10/2026 17h49

Foto: Aniekan umoren/Pexels

Continue Lendo...

Crianças cujos pais se divorciaram apresentam maior risco de desenvolver depressão na vida adulta, mas o divórcio em si pode não ser o principal culpado dessa associação. Um estudo publicado na revista Psychiatry Research com mais de 128 mil adultos dos Estados Unidos mostrou que problemas de saúde mental.

E uso de substâncias no ambiente familiar explicam boa parte dessa relação.

Na análise inicial, adultos que passaram pelo divórcio dos pais antes dos 18 anos tiveram 41% mais chance de relatar depressão ao longo da vida do que aqueles que cresceram com pais casados. A taxa foi de 19,2% no primeiro grupo e de 14,1% no segundo, segundo o estudo.

O contexto familiar importa mais que a separação

A diferença entre os grupos diminuiu quando os pesquisadores levaram em conta outras condições do ambiente familiar. Mais de um em cada cinco filhos de pais divorciados relataram que um dos pais tinha transtorno mental, em comparação com um em cada dez filhos de casais que permaneceram juntos.

Problemas com substâncias também foram mais frequentes: 35% entre filhos de divorciados contra 15% no outro grupo.

Arthur Vaciloto, psicólogo do Espaço Einstein de Bem-Estar e Saúde Mental, explica que a separação não é irrelevante para os filhos, mas que o ambiente em que ela ocorre faz toda a diferença. Segundo ele, fatores como instabilidade e insegurança afetam mais a saúde mental infantil do que o divórcio propriamente dito.

Como o divórcio é conduzido faz diferença

Em casais que vivem em constante conflito, a separação pode representar alívio para a criança, porque as brigas deixam de acontecer sob o mesmo teto. A separação formal raramente começa naquele momento: geralmente é a formalização de uma dinâmica que vinha piorando havia algum tempo.

Quando os pais mantêm discussões frequentes, permanecer juntos não protege necessariamente a criança. A exposição constante aos conflitos aumenta o estresse e ensina padrões inadequados de lidar com problemas. Vaciloto alerta que as crianças podem normalizar a violência verbal ou física ao observá-la repetidamente nas figuras de referência, reproduzindo depois esses comportamentos na escola e em outros contextos.

Impacto varia conforme a idade

O efeito da separação depende da fase do desenvolvimento da criança e de sua capacidade de compreender o que acontece. Crianças menores podem apresentar irritabilidade e regressão de comportamentos já superados. Em outras idades, são comuns ansiedade de separação e mudanças de conduta.

A depressão afeta aproximadamente 11,7 milhões de brasileiros, representando 5,8% da população. A forma como os responsáveis conduzem a separação e lidam com conflitos pode ajudar a proteger os filhos dos impactos emocionais mais severos durante essa transição.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).