Lado favorito?

Seu lado preferido da cama pode revelar traços da sua personalidade, segundo a psicologia

Escolher sempre o mesmo lado da cama pode ir além do conforto físico e revelar algo sobre sua personalidade

Escolher sempre o mesmo lado da cama pode ir além do conforto físico: a preferência pelo lado esquerdo ou direito pode indicar características da personalidade e refletir padrões emocionais e comportamentais. Essa preferência não é acidental — forma-se ao longo do tempo e se enraíza na rotina de sono.

Com o tempo, o corpo se acostuma com a posição, o que facilita o relaxamento na hora de descansar.

Por que você sempre escolhe o mesmo lado

A repetição do lado de dormir cria uma sensação de segurança e estabilidade, o que ajuda o organismo a desacelerar mais rápido. Também pesam motivos práticos, como o acesso direto à porta do quarto, a proximidade do banheiro durante a noite e a presença de móveis, como criados-mudos e luminárias.

Quando um casal divide a cama, cada um acaba ocupando o espaço que oferece mais liberdade de movimento ou proteção. O lado escolhido se incorpora à rotina de forma tão natural que trocar de lado pode gerar desconforto nos primeiros dias.

O que a psicologia aponta sobre personalidade

Embora não haja confirmação científica definitiva, pesquisas sugerem uma relação entre o lado escolhido e traços de personalidade. Quem prefere dormir no lado esquerdo costuma apresentar um perfil mais otimista e sociável, com maior facilidade para se relacionar.

Já os que dormem do lado direito tendem a ser mais práticos e racionais, dando prioridade à organização e à segurança. Essa divisão reflete como cada pessoa ordena suas preferências e valores na vida cotidiana, desde o descanso até as decisões diárias.

Luz, barulho e posição do móvel importam

O conforto físico não depende só do lado escolhido, e a disposição da cama no quarto também pesa: janelas próximas deixam entrar luz externa. Luminárias podem refletir nos olhos de quem está deitado, e a posição da cama influencia a intensidade dos barulhos externos.

Quando duas pessoas compartilham a cama, pequenos ajustes de posição ajudam a reduzir desconfortos e melhoram a qualidade do sono. A assimetria — um lado oferecer mais espaço, melhor acesso a um móvel de apoio ou mais proteção contra o barulho — influencia o descanso e a sensação de bem-estar.

É possível trocar de lado com conforto

Mudar para o lado oposto causa estranhamento inicial porque o corpo reconhece padrões e se sente seguro com eles. Depois de alguns dias, no entanto, a mudança pode trazer benefícios, especialmente quando o desconforto físico ou as disputas de espaço exigem a troca.

Fazer a transição gradualmente torna o processo menos brusco, e alterne entre os dois lados em noites diferentes da semana para que o corpo se adapte devagar. Reorganizar os móveis para que ambos os lados tenham apoio de mesa e iluminação semelhante reduz a sensação de desequilíbrio.

Criar novos sinais de relaxamento, como uma música ou leitura rápida, ajuda a construir rotinas que reforçam o descanso independentemente do lado em que você dorme.

Nova etapa na carreira

Messi, Cristiano Ronaldo e Mbappé se unem na mesma empreitada e se tornam donos de time de futebol

Astros do futebol mundial estão dando novos passos em suas carreiras no futebol

29/09/2026 11h02

Messi Cristiano Vini Jr. e Mbappe em campanha para a Lego

Messi Cristiano Vini Jr. e Mbappe em campanha para a Lego Imagem: Reprodução/Instagram (@lego)

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Lionel Messi passou a ser dono de um clube catalão da quinta divisão espanhola, longe dos grandes holofotes do futebol europeu. Cristiano Ronaldo, também em atividade nos gramados, investiu em uma equipe da segunda divisão do próprio país.

Os dois, ao lado de outros craques globais, encontraram na compra de clubes pequenos uma frente de negócios que vai além da paixão pelo esporte. Jogadores que construíram fortunas ao longo da carreira apostam nesse tipo de operação por causa dos custos menores, do espaço para crescer e da exposição internacional associada a seus nomes.

Os movimentos recentes de Messi e Ronaldo

A Unió Esportiva Cornellà, clube catalão que disputa a Tercera Federación — a quinta divisão da Espanha —, passou a ter Messi como dono de 100% das ações em abril. Reconhecido pelo trabalho de formação de atletas, o clube chamou a atenção do argentino meses antes de outro negócio.

Um acordo preliminar pela compra do Eldense, da segunda divisão espanhola, foi selado por Messi logo em seguida. A operação envolve a totalidade das ações do grupo colombiano TH Soluciones e segue pendente de aval do Conselho Superior de Esportes da Espanha, além de trâmites jurídicos ainda em curso.

Do lado português, 25% do Almería, também da segunda divisão, foram adquiridos por Cristiano Ronaldo em fevereiro, por meio da CR7 Sports Investments, empresa que reúne os negócios esportivos do craque.

 

Um movimento global de grandes nomes

Em maior ascensão atualmente, Kylian Mbappé não ficou de fora também entrou nesse universo ao investir no Caen, da terceira divisão francesa. Seu compatriota, N'Golo Kanté, seguiu caminho parecido ao comprar uma fatia do Royal Excelsior Virton, da terceira divisão belga, enquanto Gerard Piqué apostou no Andorra, da segunda divisão espanhola. David Beckham investiu no Inter Miami e no Salford City, e zlatan Ibrahimovic escolheu o Hammarby, da Suécia.

A lista de atletas e ex-atletas indica que a compra de clubes se tornou uma tendência entre as estrelas do futebol mundial.

Existe ainda um diferencial que separa esses investidores de um empresário comum: o pacote que eles trazem junto do capital. Nome, seguidores e repercussão internacional acompanham a chegada de Messi, Cristiano ou Mbappé a qualquer clube, o que pode projetar imediatamente uma equipe regional para um público global — abrindo portas comerciais que vão de patrocínios a vendas de produtos.

Por que times pequenos atraem estrelas

Comprar uma parte de um gigante europeu exige somas bilionárias, inacessíveis para quase todos os investidores. Em clubes menores, o custo de entrada é menor, o que amplia o número de compradores possíveis. Aumentar as receitas comerciais, revelar talentos e ampliar a torcida pode elevar o valor de uma equipe que ainda não chegou à elite.

Um clube que disputa a Champions League já é caro e tem receitas consolidadas. Uma equipe pequena parte de um patamar muito mais baixo e, se subir de divisão, pode aumentar o valor do ativo.

Menos investimento costuma ser exigido nas competições de acesso, o que acelera o potencial de lucro para quem entra cedo nesse tipo de negócio. Esse ganho mais rápido é o que o mercado chama de "upside": quanto maior ele for, mais veloz tende a ser o retorno sobre o capital investido.

Essa combinação de baixo custo de entrada com espaço para valorização levou Messi ao Cornellà e ao Eldense, Cristiano Ronaldo ao Almería e Mbappé ao Caen. Para esses jogadores, o raciocínio de investimento caminha cada vez mais ao lado da paixão pelo futebol.

Golpe ou mal-entendido?

Torcedor argentino paga R$ 30.000 em táxi em São Paulo e motorista diz que era 'gorjeta'

O que deveria ser uma corrida de R$ 30,75 virou um débito de R$ 30.350 em sua conta

29/09/2026 10h42

Foto: Rodrigo Soldon Souza (CC BY-ND 2.0)

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Um torcedor argentino do Boca Juniors chegou a São Paulo para assistir, na noite do dia 15 de setembro, ao jogo entre São Paulo e Boca Juniors, válido pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. Antes de ir ao Museu do Futebol, visitou uma loja da equipe argentina e outra de materiais esportivos.

Ao pegar um táxi, o que deveria ser uma corrida de R$ 30,75 virou um débito de R$ 30.350 em sua conta.

O motorista Marcos Oliveira de Morais foi indiciado por estelionato eletrônico. Segundo ele, o valor era uma "gorjeta". O delegado Luiz Alberto Guerra, da Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista (DEATUR), discordou da versão, acreditando ter sido um ato de má-fé.

Como a corrida saiu do comum

O torcedor estava acompanhado do filho e precisava chegar ao Museu do Futebol, no Pacaembu, na Zona Oeste. Marcos cobrou R$ 30,75 pela corrida, valor que o passageiro digitou na maquineta de pagamento às 11h30 de 15 de setembro. Minutos depois, ao verificar o extrato, o argentino viu que uma compra de R$ 30.350 havia saído da mesma transação.

Em depoimento ao g1, o torcedor explicou o ocorrido: "Ele me deu uma máquina e eu digitei R$ 30,75. Depois, apareceu uma compra de R$ 30.350. Não errei o número nem fiz doação a ele. Eu fiz uma transação de R$ 30, eu não coloquei R$ 30 mil a mais. Não é possível".

O comprovante indicava que todo o dinheiro havia sido enviado para uma conta vinculada ao motorista.

 

A busca pela devolução

O argentino tentou cobrar a diferença de Marcos por mensagens no celular. Sem resposta, procurou a Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista, vinculada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) da Polícia Civil de São Paulo. A Polícia Militar localizou o motorista durante uma blitz. Ele confirmou ter recebido o valor e alegou que se tratava de uma "Ele me deu uma máquina e eu digitei R$ 30,75. Depois, apareceu uma compra de R$ 30.350. Não errei o número nem fiz doação a ele. Eu fiz uma transação de R$ 30, eu não coloquei R$ 30 mil a mais. Não é possível".

Segundo a polícia, Marcos afirmou ainda que havia usado R$ 19 mil para pagar dívidas e propôs pagar R$ 1 mil por mês ao argentino durante 15 meses. Cerca de R$ 11.700 já foram devolvidos, segundo o torcedor, que continuava insatisfeito com a proposta.

"De qualquer maneira, tenha sido um erro meu ou não, a pessoa agiu de má-fé porque não devolveu o dinheiro", disse ele ao g1.

A conclusão da investigação

A Polícia Civil indiciou Marcos por estelionato eletrônico, crime previsto no artigo 171, parágrafo 2º-A, do Código Penal. Segundo a polícia, ele trabalhava de forma irregular: o táxi pertencia a uma frota cujo responsável havia pedido que Marcos o devolvesse e registrado uma queixa adicional.

Durante a operação, policiais apreenderam a máquina de pagamento usada na transação e um celular para perícia, e a SPTrans também apreendeu administrativamente o veículo por irregularidades.

O indiciamento é uma conclusão da autoridade policial e não implica condenação automática. Marcos responde pelo crime em liberdade enquanto o caso segue em análise.

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