Cidades

TRÂNSITO

Obra nas Três Barras gera caos no trânsito, mas deve acabar em duas semanas

Rotatória será substituída por semáforos; prefeitura promete entregar obra até início de agosto

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Obra na avenida Três Barras interditou diversas ruas nas redondezas e gerou caos no trânsito, na manhã deste sábado (15).

As ruas interditadas são José Nogueira Vieira – entre a rua Final e avenida Três Barras, a rua Marquês de Lavradio – entre a rua Cayova e a avenida Três Barras. A avenida Três Barras está interditada entre a rua Fernão Dias, Miguel Sútil e a avenida José Nogueira Vieira.

Fila de carros de 200 metros e buzinaço se formou no local. Agentes de trânsito chegaram a ser alvos de ofensas de motoristas impacientes com o congestionamento.

O Correio do Estado flagrou a fila de veículos. Veja o vídeo:

Apesar do caos, as vias estão bem sinalizadas com placas de desvio. No local, havia fiscais de trânsito orientando condutores.

As interdições visam minimizar os impactos causados pelas intervenções, garantindo fluidez e opções aos usuários da via.

A previsão é que as obras sejam finalizadas até o início de agosto, de acordo com a Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG). 

Obras na av. Três Barras. Crédito: Prefeitura de Campo Grande

As obras consistem em transformar a rotatória em semáforos. Ou seja, a readequação compreende em retirar a rotatória, instalar dois conjuntos semafóricos com 20 porta focos e adotar mão única em uma quadra da rua Domingo Jorge Velho e rua Miguel Sutil.

Também já foram realizados serviços de drenagem, pavimentação, alargamento da via e implantação de meio-fio e sarjeta.

De acordo com a prefeitura, sem a rotatória e com a construção de canteiros onde serão instalados os semáforos, acaba o estreitamento da avenida Três Barras nesse trecho, que passará a ter duas pistas de rolamento.

Atualmente, como a preferência é para quem está fazendo a rotatória, se formam filas dos veículos que vão em direção à região do bairro Rita Vieira ou daqueles que vão para a região do bairro Tiradentes, pela Rua José Nogueira Vieira.

Objetivo é desafogar o trânsito e diminuir a fila quilométrica de veículos que se forma para atravessar a rotatória, garantindo fluidez e opções aos usuários da via.

Ainda segundo a prefeitura, outra alteração prevista é para quem vem do Bairro Vilas Boas, pela Rua Domingo Jorge Velho, que passará a ser mão única na última quadra.

O condutor não conseguirá entrar diretamente na Avenida Três Barras, tendo que entrar à direita na Manoel da Nóbrega e depois à esquerda na Miguel Sutil, que também será mão única, em direção à Avenida Três Barras, onde também haverá semáforo.

Rotas alternativas

A prefeitura listou uma série de rotas alternativas para fugir deste trecho interditado. Confira:

  • Para quem está na Rua Marquês de Lavradio no sentido da rotatória, deve acessar a Rua Cayova, Fernão Dias e então a Rua João Fernandes Vieira.
  • Os usuários da Avenida Três Barras que seguirem no sentido centro, podem utilizar a Rua Miguel Sutil, Rua Manoel da Nóbrega, Rua Domingos Jorge Velho e Rua Bom Pastor.
  • Para os condutores que transitarem pela Avenida Três Barras no sentido bairro, a alternativa é utilizar a Rua Fernão Dias e Rua João Fernandes Vieira. Para quem estiver na Rua José Nogueira Vieira e quiser acessar a Avenida Três Barras no sentido bairro, deve pegar a Rua Final, Rua Cayova, Rua Fernão Dias e Rua João Fernandes Vieira.

quinta-feira

Confira o que abre e o que fecha no dia de Corpus Christi

Data é celebrada na quinta-feira e não é considerada feriado, sendo um ponto facultativo

03/06/2026 14h15

Comércio está autorizado a abrir

Comércio está autorizado a abrir Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Na quinta-feira, 4 de junho, é comemorado o Corpus Christi, data celebrada pela Igreja Católica e que é considerada ponto facultativo no calendário federal. Além disso, por cair em uma quinta-feira, muitos locais emendam o feriadão com a sexta-feira e o fim se semana.

Desta forma, o funcionamento de vários locais têm alteração.

Confira o que abre e o que fecha no feriado:

Supermercados

Os supermercados poderão funcionar normalmente.

Comércio

O comércio de Campo Grande está autorizado a abrir.

Bancos

As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao pública, com atendimento normal na sexta-feira (5).

Feira Central

A Feira Central irá abrir das 16h às 23h.

Mercadão

O Mercadão Municipal abrirá das 6h30 ao meio dia.

Shoppings

  • Campo Grande, Norte Sul Plaza e Bosque dos Ipês

O funcionamento dos Shoppings Campo Grande, Norte Sul Plaza e Bosque dos Ipês será normal, das 10h às 22h.

  • Pátio - o shoppingo do Centro

O Pátio - shopping do Centro, abrirá das 9h às 16h.

Saúde

Hospitais, Unidades de Pronto Atendimento, Centros Regionais de Saúde 24 horas irão funcionar em regime de plantão.

Judiciário

O Judiciário de Mato Grosso do Sul não terá expediente nos dias 4 e 5 de junho. Apenas o plantão judicial estará em funcionamento para os casos considerados urgentes.

Órgãos Públicos

Não haverá expediente nas repartições públicas municipais e estaduais nos dias 4 e 5 de junho, devido a decretos de ponto facultativo. A exceção fica por conta dos serviços considerados essenciais, como saúde e segurança, que funcionarão em escala de plantão.

Detran

Por se tratar de um órgão público, o Detran não abrirá na quinta e sexta-feira, voltando a atender na segunda-feira (8).

Lotéricas

As casas lotéricas não devem abrir na quinta-feira, pois não haverá sorteio de loterias, mas a abertura é facultativa a cada proprietário.

Correios

As agências dos Correios não abrirão no dia de Corpus Christi, voltando ao funcionamento normal na sexta-feira (5).

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limpeza de postos

Prefeitura retoma licitação de meio bilhão de reais que tem deságio histórico

Certame foi suspenso em meados de maio, depois que a primeira colocada, que havia oferecido deságio superior a 26%, foi excluída da disputa por um contrado de até R$ 549 milhões

03/06/2026 14h00

Licitação prevê contratação de empresa para fazer a limpeza de todas as unidades de saúde ligadas à prefeitura de Campo Grande

Licitação prevê contratação de empresa para fazer a limpeza de todas as unidades de saúde ligadas à prefeitura de Campo Grande

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Publicação do diário oficial da prefeitura de Campo Grande desta quarta-feira (3) retomou o andamento da licitação que prevê até R$ 549 milhões para a empresa que se vencer a disputa para a limpeza interna e externa das unidades de saúde da rede municipal de Campo Grande. 

O valor máximo estipulado no edital é de R$ 36.652.707,37 por ano. O contrato inicicial valerá por cinco anos (R$ 183 milhões), mas pode ser prorrogado por mais dez, o que deverá garantir faturamento superior a meio bilhão de reais ao vencedor. Além de oferecer trabalhadores, a empresa terá de fornecer material e equipamentos de limpeza. 

A licitação foi anunciada em fevereiro e no dia 10 de março ocorreu a disputa de preços entre cinco empresas interessadas no mega contrato. A apresentação de propostas financeiras começou às 08:12 horas da manhã e só acabou às 17:35, ou 9 horas e 23 minutos depois. Neste intervelo foram apresentadas nada menos de 814 lances, sempre para desbancar a proposta dos concorrentes. 

Ao final desta disputa sem precedentes, a empresa Produserv Serviços, que já presta serviços à prefeitura de Campo Grande há pelo menos cinco anos, ofereceu desconto de 20,6% e se ofereceu a prestar o serviço por R$ 29.097.500,00 por ano.

Mais adiante, durante negociação com o pregoeiro, o valor caiu para R$ 26.874.402,94, o que representa deságio superior a 26,6% sobre o valor inicial. A proposta garantiria à prefeitura uma economia de quase R$ 10 milhões por ano na compração com o valor que ela estava disposta a pagar. 

Na etapa de entrega da documentação, porém, a empresa foi inabilitada por não ter "Registro, Autorização ou Licença", conforme exigia o termo de referência da licitação. 

Neste termo de refeferência o vencedor foi informado de que deveria "apresentar o documento pertinente em nome da empresa licitante, expedido pelo órgão sanitário competente da esfera estadual, distrital ou municipal, em plena validade, compatível com o objeto desta licitação e em conformidade com as normas específicas de cada localidade. Caso a legislação local dispense a empresa da referida licença, a isenção deverá ser comprovada mediante certidão de dispensa ou documento equivalente. Não serão aceitos protocolos de renovação".

No dia 13 de maio, data para entrega da documentação, a Produserv alegou que "por ser tratar documento que não constava para habilitação e tão somente termo referencia informamos que estamos com dificuldade para emissão, Mas já estamos providenciando".

A resposa da Produserv, que já presta o serviço há mais de cinco anos e não tinha este documento,  foi anexada à ata da licitação às 11 horas e 43 minutos. Mas, 20 minutos depois o pregoeiro informou que ela estava inabilitada. 

Inicialmente a empresa pediu 48 horas de prazo para conseguir o documento, mas o prazo foi negado e dois minutos depois de admitir a dificuldade em conseguir o Registro, o pregoeiro  convocou o segundo colocado no certame, a Uniserve Comércio e Serviços Terceirizados

Esta empresa havia apresentado, no dia 10 de março, proposta de preço de apenas R$ 500 reais a menos que o primeiro colocado. A Uniserve tem sede em Brasília e abriu filial em Campo Grande, nas não há registro de que preste serviços à administração municipal.

No dia 13 de maio o certame acabou sendo suspenso e agora foi fixada a data de 9 de junho para que a segunda colocada apresente a documentação e oficialize sua proposta de preço. 

No termo de referência a prefeitura deixou claro que havia urgência para a realização do certame. "Ressalta-se que o atual Contrato nº 83/2020 terá sua vigência máxima encerrada em 01/04/2026. Diante do imperativo temporal e da natureza ininterrupta dos serviços de saúde, torna-se urgente a conclusão do novo processo licitatório para evitar lacunas contratuais que gerariam riscos imediatos à operação de toda a Rede Municipal de Saúde", diz trecho do documento oficial. 

Além disso, alegou que precisa terceirizar o serviço por conta da falta de servidores próprios. "A necessidade da contratação decorre, adicionalmente, da inexistência de servidores efetivos em quantidade e especialidade técnica suficientes na estrutura administrativa para a execução direta dessas atividades operacionais. A terceirização, neste caso, apresenta-se como a solução que garante a eficiência e a especialização exigida pelo ambiente hospitalar, conforme as diretrizes da Lei nº 14.133/2021". justifica a administrção

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