Colunistas

Cláudio Humberto

"Deixaram lulinha para ser investigado só depois das eleições."

Carlos Jordy (PL-RJ) sobre PF livrar filho de Lula de indiciamento no rolo do INSS

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Conselho de Ética completa 2 anos de inatividade

Já são dois anos que os senadores desfrutam da inatividade do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, ainda que sobrem escândalos tipo “emendas pix”, dinheiro na cueca ou benesses pagas pelo enrolado Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A última sessão do colegiado foi em 9 de julho de 2024, desde então, está às moscas. A reunião, a única do ano, também foi pouco produtiva e mandou para o arquivo quatro denúncias e rejeitou outros pedidos de processo disciplinar.

Tá em casa

Os pedidos eram contra Styvenson Valentim (Pode-RN) e dois membros da comissão: Jorge Kajuru (PSB-GO) e Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Anfitriões da PF

Na composição do conselho, nomes que já receberam visita da Polícia Federal, como Weverton (PDT-MA), alvo da Operação Sem Desconto.

Conselho Master

Também alvo recente da PF, Ciro Nogueira (PP-PI), suspeito de falcatrua com a chamada “Emenda Master”, é outro membro do conselho.

Quase parando

O histórico não ajuda. Fora a única reunião de 2024, foram duas em 2023, um hiato de quase 4 anos até outras duas sessões em 2019.

Paraná Pesquisas não teme ‘selo de acerto’ do TSE

Instituto que mais tem acertado resultados nas eleições brasileiras, o Paraná Pesquisas não tem medo do Selo de Acerto proposto pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, para homenagear os bons no serviço, em vez de punir os maus.

Vários “especialistas” criticaram a proposta, mas o presidente do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, gosta da ideia do Selo de Acerto” ou “de Acurácia”, como prefere dizer o magistrado no linguajar do juridiquês.

Prazo é curto

Os institutos poderão apresentar até esta sexta (17) sugestões para as regras do Selo de Acerto. Não terão outra chance este ano.

Regular é preciso

Hidalgo pondera que é preciso regular para que pesquisa datada de 60 ou 90 dias antes da eleição não ser considerada na definição do Selo.

Autorregulamentação

Outra proposta que ganha corpo entre os institutos de pesquisa é a autorregulamentação do setor, como a criação do Conar na publicidade.

Em 2030 tem mais

Após o fim do jogo, Espanha finalista da Copa, a França mergulhou em profundo climão de velório, segundo brasileiros que até torciam pelos franceses, mas estavam fartos das humilhações. Nada como a derrota para restabelecer a humildade. Eles já faziam pose de campeões.

Amor paternal

O senador Rogério Marinho (PL-RN) chama de abuso e perseguição o veto as visitas de Flávio a Jair Bolsonaro. Diz que o ministro “Alexandre de Moraes tenta transformar o amor de um filho em crime político”.

Tiro no pé

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto avalia que Flávio Bolsonaro vai subir nas próximas pesquisas de intenção de voto e diz o motivo, “As pessoas não gostam de ver um filho proibido de visitar o pai”.

Cérbero tupiniquim

Com 52,3% de reprovação, O Supremo conseguiu ser mais desaprovado do que o presidente Lula (PT), com 49,7% de reprovação. Mas fica atrás do Congresso, 67%. Os números são da Futura/Apex (BR-07294/2026).

Ajuda suprema

O páreo é duro, mas entre juiz de futebol e juiz do Supremo, fique com o segundo. Gilmar Mendes ostentou nas redes sociais as camisas que ganhou de cartolas Ferroviária de Araraquara e o Íbis Sport Club, com fama mundial que nem o STF dá jeito: é o “Pior Time do Mundo”.

Quanta ignorância

Ao acursar as primeiras-damas de não “trabalharem efetivamente”, Janja rasga a história de Ruth Cardoso, antropóloga, professora universitária, doutora pela USP e coordenadora do programa Comunidade Solidária.

Centro das informações

Rebatizado de ‘X’ por Elon Musk, o Twitter completa 20 anos nesta quarta (15). É uma das maiores redes sociais do mundo. Com mais de meio bilhão de usuários, são cerca de 5,8 mil postagens por segundo.

‘Extraordinário’ é comum

Estavam na pauta da Câmara, ontem (14), seis medidas provisórias de Lula, todas de crédito extraordinário para ministérios: de R$337 milhões para o Meio Ambiente a R$20 milhões para o Desenvolvimento Agrário.

Pensando bem...

...ética e decoro parecem mesmo que viraram só um conselho.

PODER SEM PUDOR

Lição fulminante

O então diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, não hesitou quando soube da morte súbita do senador Onofre Quinan, de Goiás, e tocou o telefone para o então presidente da Casa, Antônio Carlos Magalhães, às 6h da manhã.

“Estou ligando para comunicar a morte do senador Onofre Quinan.” Na outra ponta da linha, tonto de sono, mas, já irritado, ACM devolveu: “Sim, Agaciel, e o que é que eu posso fazer?!” Agaciel Maia aprendeu que não se deve tirar um baiano da cama tão cedo.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Haddad tenta fazer o povo acreditar em mentiras"

Rogério Marinho (PL-RN), sobre Fernando Haddad culpar Jair Bolsonaro pelo déficit

13/07/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Lula chama ditadora em exercício de presidenta

Humilhado pelo ex-amigo e ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro, Lula, após muita pressão interna, não reconheceu a fraudulenta eleição venezuelana, mas parece ter mudado de ideia. Nota sobre o telefonema à ditadora em exercício Delcy Rodrigues, que mantém os hábitos do tirano que a precedeu, da Secretaria de Comunicação Social do petista, comandada pelo marqueteiro Sidonio Palmeira, reconhece Delcy como “presidenta designada”, sem explicar quem designou.

São detalhes

O telefonema foi em razão do trágico terremoto no país vizinho. Mas a nota não traz qualquer menção sobre democracia ou o processo eleitoral.

Vai ficando

O “mandato interino” de 180 dias da ditadora expirou assim que julho pontou, mas veio o terremoto e Delcy nunca mais falou em eleições.

Reprovação nas alturas

Pesquisa AtlasIntel na Venezuela mostra reprovação de Delcy em 63,3% em junho. Sobre o enfrentamento à tragédia, desaprovação de 52,4%.

Lula ignora

Apesar da tragédia, 45,7% dos entrevistados disseram que eleger um novo presidente é prioridade, contra 32,6% para reconstruir o país.

EUA nunca realizaram ação militar na América do Sul

Em toda a História, não há um caso sequer de intervenção militar dos Estados Unidos conta uma democracia na América do Sul. A influência diplomática e econômica americana é uma ferramenta comum, as ações secretas já foram usadas até a Guerra Fria, mas “ação militar”, cujo risco é alegado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, nunca aconteceu. “Não há histórico disso na América do Sul”, lembrou o cientista político Fernando Schüler ao Jornal Gente da Bandeirantes.

Ditadura

O caso mais recente foi a captura e prisão do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela, ditadura controlada pela extrema-esquerda por 25 anos.

Estado irresponsável

Fernando Schüler classificou a afirmação do chanceler Mauro Vieira em comunicado oficial à Câmara como “irresponsável e desastrosa”.

Sem provas

“O Itamaraty até agora não explicou porque acha isso”, lembra Schüler, que aponta a falta de substância na acusação do MRE.

Movimento histórico

Ex-secretário de Política Econômica do governo, Adolfo Sachsida chamou de “gol de placa” a ideia do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de criar uma área de livre comércio das Américas. “Representa o maior movimento de abertura comercial da história do Brasil”, disse.

Quem fez, fez

O governo Lula já praticamente jogou a toalha e não deve ver avanços no fim da escala 6x1 antes da eleição. A folga parlamentar começa no sábado (18) e o projeto ainda está na fase de “debates temáticos”.

Bolsa-preso

O senador Jorge Seif (PL-SC) aponta hipocrisia do governo (petista) do Piauí de dar cotas a presos: "Desgoverno não garante emprego a quem nunca cometeu crime e obriga empresas a contratar ex-presidiários”.

Procura-se

Há quatro meses a Justiça procura por Silvio Almeida, mas sem sucesso. O ex-ministro dos Direitos Humanos de Lula foi denunciado por importunação sexual, mas o judiciário não consegue fazer a notificação.

Reta final

Coligações e alianças políticas ainda não estão oficialmente amarradas, mas partidos e federações têm apenas mais uma semana até o início da temporada de convenções partidárias, que começam no dia 20.

Ritmo de festa

O Congresso Nacional entra na última semana oficial de “trabalho” do semestre. O recesso parlamentar tem início oficial em 18 de julho, como manda a Constituição, mas, na prática, o trabalho só vai até quarta (15).

Cenas incríveis

Completa dois anos nesta segunda-feira (13) a tentativa de assassinato contra Donald Trump, em um comício na Pensilvânia. A bala passou a milímetros da cabeça e acertou a orelha do então candidato a presidente.

Explicação simples

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lista o tarifaço da China contra a carne brasileira e a proibição de importação imposta pela União Europeia para concluir que “é a incompetência do governo Lula que faz com que as maiores economias do mundo tarifem o Brasil”.

Pergunta no Planalto

Tarifaço da China pode?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Índio malandro

O cacique Mário Juruna foi eleito deputado em 1982, pelo PDT carioca, e fez história, de gravador em punho, cobrando promessas e compromissos dos políticos com a causa indígena. Mas, curiosamente, o deputado Mário Juruna não nomeou índios xavantes para a sua assessoria; só escolheu brancos. A um repórter que perguntou o motivo, ele explicou: “Branco entende malandragem de branco”.

Giba Um

"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e..

...que a população receba migalhas em retorno ao voto", de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro

13/07/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Apesar da boa recepção a Flávio Bolsonaro, representantes do governo dos EUA disseram não entender como uma tarifa tão pesada poderia beneficiar politicamente Lula, como afirma um pré-candidato da oposição. O relato foi feito por brasileiros que acompanharam a reunião.

Mais: para os técnicos americanos, aumentar tarifas costuma prejudicar a economia. Eles também não veem o cálculo político citado, embora o PT aposte no tema para enfrentar EUA e oposição. Em 2025, Lula ganhou fôlego nas pesquisas ao confrontar Donald Trump.

Giba Um

"Tudo que eu sinto"

A atriz e escritora Mônica Martelli está se preparando para se despedir de Minha Vida em Marte, produção que conquista plateias no Brasil há nove anos, contando a jornada de Fernanda, já conhecida de Os Homens São de Marte... E É Pra Lá que Eu Vou. Contudo, não é o fim: um novo capítulo está previsto para 2027. "Estou tendo dificuldade em escrever de novo porque é a despedida de um roteiro ainda muito atual." Conhecida por transformar suas experiências pessoais em comédia, Mônica reflete no palco sobre envelhecimento, maternidade, amizade e autoconhecimento. "Eu coloco minha vida em jogo porque escrevo tudo o que sinto." Ela sempre se sentiu em desacordo com o tempo. "Desde os 20 anos, sinto que já sou velha." Após deixar o Direito, encontrou sua paixão no teatro, construindo uma carreira autêntica e bem-sucedida. Sua determinação é inspirada por sua mãe, Marilena Garcia, primeira vereadora eleita em Macaé. Em seu tempo livre, mantém amizades duradouras, como a que tem com Ingrid Guimarães, que descreve como um verdadeiro "encontro de almas". Mãe de Julia, de 16 anos, e em um relacionamento estável com Fernando Altério há sete anos, Mônica explora o amor com humor e sinceridade. "Fernando não vê meu sucesso como uma ameaça." Essa mistura de leveza, autenticidade e comédia é o que mantém e fortalece seu vínculo com o público.

BRB-Master: agora, duas investigações

Se não bastassem as investigações da PF sobre os negócios obscuros entre o BRB e o Banco Master, as seguidas operações da Polícia Civil do Distrito Federal contra o banco estatal têm aumentado a temperatura política em Brasília. Há forte clima de tensão no entorno do ex-governador e ex-candidato ao Senado Ibaneis Rocha (MDB-DF). Na semana passada, circulavam na capital federal rumores de que novas diligências policiais estariam engatilhadas para os próximos dias. Entre aliados de Ibaneis, cresce a percepção de que o governo de Celina Leão (PP-DF), candidata à reeleição, estaria estimulando uma devassa na instituição financeira com o objetivo de encontrar irregularidades na gestão de seu antecessor. Cavar fundo no BRB permitiria a Celina posar como responsável por uma "limpeza" na instituição financeira e, assim, se desvincular das suspeitas que pairam sobre o ex-governador. Ela era vice de Ibaneis durante todo o processo de negociação com o Master. A leitura dos aliados é alimentada por declarações recentes de Celina: ela já disse que Ibaneis errou ao indicar o "megalomaníaco" Paulo Henrique Costa para a presidência do banco estatal.

Áreas sensíveis

Duas operações da Polícia Civil atingem áreas sensíveis do BRB. Na maior delas, a corporação deflagrou uma operação contra suspeitas de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo servidores do banco. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, com bloqueio de contas, veículos de luxo e um imóvel no DF. Em junho, nova pancada: a Operação Parasitas prendeu sete pessoas, entre elas três servidores do BRB, por suspeita de descontos associativos não autorizados em contas de aposentados e pensionistas. Mais de 3,5 mil contas podem ter sido atingidas.

Giba Um

Contrato renovado

A atriz Alana Cabral tem muitos motivos para comemorar. Com recém-completados 19 anos, assegurou sua permanência na Globo por mais dois anos, um marco significativo após o destaque alcançado ao interpretar Joélly em Três Graças. Essa renovação representa a concretização de um antigo sonho. "Fiquei muito feliz porque, dentro da Globo, desde pequena, é onde sonhei estar", relembra a época em que sua família se mudou para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades no meio artístico. Com oito anos de carreira, vê a personagem Joélly como um verdadeiro divisor de águas. "A Joélly transformou a minha vida." O papel não apenas trouxe reconhecimento nacional à jovem, mas também abriu portas para novos desafios profissionais. Entusiasmada com o futuro, ela afirmou que não pretende ficar longe dos estúdios por muito tempo. "Olha, se depender de mim, não tem férias. Emendaria outro projeto feliz da vida, mas sei que as coisas vão acontecer da melhor maneira." Alana pretende aproveitar ao máximo essa fase positiva de sua trajetória. "Eu sei que sou muito privilegiada por trabalhar com o que eu amo", celebra, ao destacar a chegada de novas oportunidades.

Giba Um

"Melhor fora"

Integrante da campanha de Lula e novo líder do PT no Senado, Camilo Santana, ex-ministro da Educação, acha que o PT não deveria ter candidatura própria em Minas Gerais, sob pena de sofrer grande derrota no segundo maior colégio eleitoral do país. Santana admite que a memória da avaliação ruim do governo Fernando Pimentel dificulta a viabilidade eleitoral da legenda no estado. Por outro lado, o PT ainda busca um nome para concorrer ao governo mineiro. Agora, tenta convencer o deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias (PT), que disputará a reeleição para a Câmara, mas ele não quer saber de se lançar.

Carne mais cara

O governo teme que o veto da União Europeia à carne brasileira, sobretudo de frango, eleve os preços no mercado interno. A restrição começa a valer em setembro, às vésperas das eleições. O custo pode chegar a R$ 2,2 bilhões ao ano, e a preocupação é que isso seja repassado ao consumidor. O governo ainda tenta reverter a decisão. Para quem não sabe, o Brasil é hoje o maior produtor e exportador de carne bovina do mundo e alcança uma produção de 11 milhões de toneladas por ano. É também um dos principais produtores mundiais de frango, com a expressiva marca de 15 milhões de toneladas anuais, além de ser o maior exportador de frango, atendendo a mais de 150 países (2,9 milhões de toneladas por semestre).

Pérola

"Não é normal ter aprovado mais projetos sozinha do que aquele grupo somado e que a população receba migalhas em retorno ao voto",

de Tabata Amaral contra Guilherme Boulos, diante da lista dos bolsonaristas Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro.

"Decepcionante"

A recente participação de Flávio Bolsonaro na audiência pública do governo americano para tentar impedir a imposição de tarifas contra produtos brasileiros — em uma estratégia para conter desgaste eleitoral com a medida — foi considerada pelo bloco da Faria Lima inócua para o setor privado e para o mercado financeiro. Alguns nomes do segmento a classificaram como "decepcionante". Empresários e gestores acharam que a presença de um senador brasileiro poderia ter ajudado caso ele tivesse levado argumentos econômicos para combater o tarifaço. Ele não levou e não entende nada de economia, como o pai.

Tiro no pé

O economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega acha que a participação de Flávio Bolsonaro na audiência do USTR é mais um "tiro no pé", ao dar argumentos para o governo Lula tachar o senador de "entreguista". O USTR, segundo Maílson, não vai tomar uma decisão técnica apenas com o argumento de que haverá eleição presidencial no Brasil e que este "não é o melhor momento para impor tarifas". E acentua: "O USTR se baseou em um estudo, ainda que com erros, para impor essas tarifas ao Brasil". Maílson ainda pondera sobre a imprevisibilidade do governo Trump, que já interferiu até na Copa.

Leva no 1º turno

A pesquisa Datafolha mostra o governador Tarcísio de Freitas bem à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo. As apostas já envolvem analistas que acreditam que ele poderá vencer no primeiro turno das eleições, o que faria Lula perder um palanque importante em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Alguns otimistas acham que Haddad ainda pode crescer, visto que outros candidatos, principalmente de esquerda, como os do Partido Comunista Brasileiro, acumulam 13% das intenções de voto.

Quem manda na CBF 1

Dois dias depois de a Seleção Brasileira ser derrotada pela Noruega e voltar para casa, Gilmar Mendes, ministro do STF, publicou nas redes sociais mensagem para expressar "gratidão" aos jogadores. E salientou que queria "apresentar meu agradecimento a cada atleta pela dedicação e pelo compromisso com que honraram a camisa do Brasil". Aproveitou ainda para anunciar um "novo ciclo" com a permanência de Carlo Ancelotti à frente da equipe, "o que dá solidez a esse recomeço, e a seleção que se renova encontrará no torcedor, mais uma vez, a sua força".

Quem manda na CBF 2

Usuários do X aproveitaram para lembrar outro detalhe: "Gilmar Mendes não mencionou, mas ele e o filho têm grande influência na CBF (já indicaram outros cinco diretores)". Filho de Gilmar, Francisco Mendes é vice-presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol. Não tem cargo formal na CBF, mas muitos afirmam que manda mais do que o presidente. Antes da Copa, apresentava-se como responsável pela convocação de Neymar. Também se diz patrono da CBF Academy, que chama de "instituição educacional do futebol brasileiro". A escola foi criada pela confederação e pelo IDP, que pertence à família de Gilmar, ficando com 84% de suas receitas. Francisco Mendes é diretor-geral do IDP.

Mistura Fina

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, avisa que já conta com 50 votos para aprovar o projeto de lei que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta será levada ao plenário esta semana. Se não chega a ser uma pauta-bomba, a medida está longe de ser neutra do ponto de vista fiscal. O texto prevê a concessão de créditos financeiros para as empresas que investirem em projetos de fertilizantes e insumos estratégicos, com teto de até R$ 10 bilhões em cinco anos.

Na prática, trata-se de renúncia fiscal embalada com política industrial para reduzir a dependência externa do Brasil, hoje fortemente apoiado na importação de fertilizantes. Há ainda uma isenção complementar do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para mercadorias destinadas a projetos aprovados no programa, com impacto potencial de até R$ 1 bilhão no período. Somente nas duas frentes, a conta pode chegar a R$ 11 bilhões entre 2027 e 2031. O problema é o colossal aperto das contas públicas.

Há exatos 33 anos, o Congresso ignora o clamor popular por maior rigor penal. Pesquisas mostram apoio de 79%, em 2026, à redução da maioridade penal para 16 anos, sobretudo para crimes graves. Apesar disso, o Legislativo adota o que se poderia chamar de "embromação" como estratégia: protelar, desrespeitar a vontade da sociedade e arquivar propostas. A PEC 171, de 1993, do deputado Benedito Domingos (PP-DF), é o símbolo dessa procrastinação: tramitou ao longo de 22 anos. Aprovada pela Câmara em 2015, a PEC morreu nos arquivos do Senado, então presidido por Renan Calheiros. O maior obstáculo continua sendo Lula, contrário à redução da maioridade penal, ninguém sabe se é por ignorância ou porque a extrema esquerda exige isso do petista.

In - Macaron de tangerina
Out - Muffin de tangerina

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