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Giba Um

"Não vou comentar, é um caso de polícia, não é meu. Não sou policial, não sou procurador-geral...

...O caso dele é de polícia. Tem algum delegado aqui? Não tem. Vá à primeira delegacia da PF e pergunte", de Lula, numa fábrica na Bahia, bem orientado por aliados próximos

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A campanha de Flávio Bolsonaro conta com cerca de 100 colaboradores voluntários trabalhando em uma missão específica: a preparação de propostas legislativas para serem apresentadas ao Congresso já no primeiro dia de governo — se ele vencer, claro.

Mais: exatamente como fez Donald Trump em seu segundo período na Casa Branca. São medidas para eliminar subsídios e reservas de mercado. Por enquanto, aliás, ainda não nasceram propostas dignas de aplauso: os voluntários não se entendem em relação às prioridades.

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Uma nova trama

Na quinta-feira (14), o elenco da nova novela das 9 da TV Globo, Quem Ama Cuida, escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, com direção de Amora Mautner, reuniu-se no Jockey Club de São Paulo para um evento recheado de emoção e uma atmosfera marcada pela expectativa em relação à estreia. Contudo, o verdadeiro destaque da noite foi Letícia Colin, protagonista da trama. Em um momento de alegria, a atriz falou sobre esse novo capítulo em sua carreira: “É um papel que tem uma história, com grandes atrizes. Para mim, é uma alegria. É uma conquista”. Na novela, Letícia interpreta Adriana, uma fisioterapeuta que perde tudo após uma enchente devastadora, incluindo o marido. Em sua busca para reconstruir a vida, ela se cruza com Pedro, papel de Chay Suede, e entra em uma família influente cheia de segredos e conflitos. A atriz também destacou a profundidade emocional da narrativa: “Vamos falar de uma tragédia muito séria, muito real, que acontece com muitos brasileiros. Temos de trazer isso com carinho e delicadeza”. Sobre Adriana, resumiu: “Uma personagem brasileira, que bota o pão na mesa em casa, tem o coração puro”. O evento contou com cerca de 400 convidados, incluindo parte do elenco como Tatá Werneck, Agatha Moreira e Mariana Ximenes. Ainda houve um show animado de Paula Lima e do grupo Funk Como Le Gusta.

Dinheiro do filme ficou em família

Em meio a tantas versões dadas ao destino do dinheiro que Flávio Bolsonaro conseguiu arrancar de Daniel Vorcaro, via Banco Master, antes da primeira prisão do ex-banqueiro, a Polícia Federal tem informações de que ele teria mesmo ficado “em família”. Flávio diz que a dinheirama (R$ 61 milhões) foi direcionada a um fundo no Texas, gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. Só que o mesmo Flávio garantiu que ela foi “integralmente” destinada ao filme. O deputado federal Mário Frias garante que “não houve nenhum centavo” do Master para a produção (ele é o autor do roteiro). Depois, teria voltado atrás, por conta de um acordo. O filho “01” também garantiu que não era dinheiro público, nem privado, tampouco da Lei Rouanet. Era dinheiro roubado de aposentados e poupadores iludidos por seus títulos podres. Outra parte era subtraída de fundos públicos. O governo do Rio enterrou mais de R$ 1 bilhão no Master.

Sabia de tudo

A PF tem evidências de que Flávio sempre soube das trapaças de Vorcaro, mas torcia pela impunidade de seu “irmão”. Só que, possivelmente, acreditava que conseguiria um pedaço, alegando ser para o filme sobre a vida do pai. Quando Flávio disse a Daniel: “Sei que você está passando por um período difícil”, sabia que a PF e o BC estavam no encalço de Vorcaro. Agora, a Polícia Federal quer saber como o dinheiro foi parar no abastecimento da família, especialmente para Eduardo, que andava pedindo reforço para se manter nos Estados Unidos.

Momentos difíceis

A atriz Grazi Massafera desabafou: “Foram três meses só xingando a Arlete Salles dentro daquele estúdio. Foi pesado… Eu sofri, eu chorei nos bastidores”, contando que passou por um momento de choro intenso após uma gravação desafiadora e precisou do auxílio do diretor Luiz Henrique Rios para se recompor, mencionando que aceitar o papel de sua primeira vilã significativa não foi simples. No entanto, uma conversa com Murilo Benício tornou a situação mais leve. “Falei com o Murilo e disse: ‘Está muito pesado’. Ele respondeu: ‘Vamos nos divertir’. Eu falei: ‘Pacto’. Entramos no pacto de diversão. Venho me apaixonando cada vez mais pela profissão. Novela cansa, mas é maravilhoso o retorno do público”. Ao mencionar seus papéis e projetos futuros, ela afirmou: “Acredito que todos são difíceis. Cada personagem exige uma coisa diferente. Existem emoções dentro de nós que precisam ser renovadas. Fiquei um tempo fora da TV e acho justo. Já emendei trabalhos, mas hoje prefiro não fazer isso. Gosto da minha vidinha em casa. Ela me alimenta demais. Quero ver todos os filmes do Oscar que não vi, peças, séries, ler livros”.

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“Corredor polonês”

O ministro Gilmar Mendes (STF) atribui a queda da confiança da população no Supremo à “pancadaria” da imprensa brasileira em um verdadeiro “corredor polonês”, quando alguém passa entre duas filas de agressores. Disse até que haveria “organização e método” ao eleger jornalistas como dedicados a “atacar” o STF. No programa Jornal Gente, da Bandeirantes, não admitiu, em hipótese alguma, erro do tribunal. Ele só vê virtudes na Alta Corte. Pesquisa do Real Time Big Data atestou: 42% dos entrevistados que admitem votar no PT e até 78% dos conservadores não confiam no STF.

Escândalo não liquida

O áudio de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro fez parecer o fim de sua candidatura. O Brasil recomenda cautela — e Lula que o diga. No Mensalão, em 2005, a prisão de Lula era dada como certa e a oposição o queria “sangrando” até a eleição de 2006. Lula foi reeleito com folga. Ele adotou a narrativa de “ser vítima”. Quatro anos depois, veio o Petrolão, com mais de 200 condenações. Lula elegeu Dilma Rousseff. Depois de quase dois anos de prisão, foi “reabilitado” pelo STF e eleito em 2022.

Pérola

“Não vou comentar, é um caso de polícia, não é meu. Não sou policial, não sou procurador-geral. O caso dele é de polícia. Tem algum delegado aqui? Não tem. Vá à primeira delegacia da PF e pergunte”,

de Lula, numa fábrica na Bahia, bem orientado por aliados próximos.

Não desisto”

Nos próximos dias, surgirão novas pesquisas que avaliarão o impacto provocado pelas relações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro no volume de intenções de voto do pré-candidato ao Planalto. Já se falou até na substituição do “01” por Michelle, mulher de seu pai. O pessoal da Faria Lima, que nunca apoiou a escolha de Flávio, volta a falar na possibilidade de Tarcísio de Freitas ser o novo escolhido. Flávio está avisando que “não vai desistir” da candidatura. A decisão, porém, está mais ligada aos números, aliados e financiadores, que podem desistir por ele.

Opção melhor

No programa “Frente a Frente”, o presidente do PSD e ex-secretário de Governo de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou, na última semana, que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seria um candidato melhor que Flávio Bolsonaro (PL) e que o presidenciável Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás. Ele lembrou que sempre achou Tarcísio uma opção forte, mas respeitou a decisão do governador e acatou a decisão de Jair Bolsonaro, que escolheu o filho mais velho para a disputa pela Presidência.

Michelle, nem pensar

Flávio Bolsonaro, que pediu dinheiro a Vorcaro para o filme do pai, respondeu rápido ao ser perguntado se a primeira-dama disputaria a Presidência: “Michelle não será candidata” (e ficou irado porque Valdemar Costa Neto comentou a hipótese). Por outro lado, envelheceu a fala de Romeu Zema sobre Flávio e a novela do filme. Na campanha de Zema ao governo mineiro, ele recebeu R$ 1 milhão do pai do banqueiro. E o ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello é só elogios a André Mendonça: “Ele pratica atos que robustecem o Supremo”.

Outro “pai de família”

Quando se fala que a dinheirama de R$ 61 milhões foi parar “em família” (entenda-se: clã Bolsonaro), agora não se esquece “outro pai de família”. É o empresário mineiro Henrique Vorcaro, pai do dono do Master. Além de ter guardado no exterior, fora de perigo, parte da fortuna acumulada pelo filho, era também peça de uma engrenagem financeira e operacional de um grupo chamado “A Turma”. Era uma espécie de milícia do ex-banqueiro, especializada em intimidar desafetos. Um outro grupo, chamado “Os Meninos”, seria o braço tecnológico para fazer ataques cibernéticos. Henrique cuidava dos pagamentos aos dois blocos (sempre em dinheiro vivo). Está preso.

“Crime perfeito”

Hoje, já se sabe que Daniel Vorcaro operava em várias frentes. No controle do Banco Master, implantou um sistema para subornar pessoas, inclusive autoridades, que tem sido classificado como “crime perfeito”. Em vez de usar dinheiro, ele distribuía aos parceiros entre 80 e 90 cartões ilimitados, que lhes permitiam pagar qualquer despesa, de viagens luxuosas a carrões. Como os cartões eram em seu nome, ele apenas informava a senha aos beneficiados. O crime era considerado “perfeito” porque os cartões estavam no nome de Vorcaro e eram emitidos por seu banco, tudo sem lastro.

Mistura Fina

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não deverão dar andamento à PEC da Anistia, proposta pela oposição na semana passada. A cúpula do Congresso não pretende entrar em embate direto com o STF, até porque há tendência de que os ministros chancelem a redução das penas dos condenados por atos golpistas, apesar da decisão de Alexandre de Moraes. Outros também avaliam que não haveria tempo suficiente para discutir uma PEC em ano eleitoral.

Líderes da oposição se movimentam para que o senador Davi Alcolumbre imponha nova derrota a Lula e não ande com o plano do petista de derrubar a “taxa das blusinhas”, inventada pelo próprio presidente e pelo ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Cresce a pressão para que o presidente do Congresso Nacional devolva a Medida Provisória, ideia que encontra resistência em Alcolumbre. A outra opção é “deixar caducar”. O Congresso tem 120 dias para apreciar a MP. Passado o prazo, sem votação, a medida perde a validade, ou seja, caduca.

O PDT vai apoiar a candidatura de Marina Silva (Rede) para o Senado por São Paulo. A decisão é de Antonio Neto, presidente do diretório do partido em São Paulo. O apoio é um trunfo da ex-ministra na disputa velada que trava com Márcio França (PSB) pela vaga de candidata. A outra vaga deve ficar com Simone Tebet, também do PSB. A possibilidade de Márcio ser vice de Fernando Haddad na chapa que disputará o governo paulista é remota. Ele acha que Tarcísio é quem vai levar.

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Cláudio Humberto

"Era mais elegante do que você"

Ministro Gilmar Mendes (STF) compara a presidência de Fachin a de Barroso na Corte

16/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Fico’ de Ciro preocupa campanha do PT no Ceará

O PT no Ceará espera contar com a participação mais ativa de Lula nas eleições no estado, este ano. A leitura do partido é que a decisão de Ciro Gomes (PSDB) de disputar o executivo cearense piorou o cenário para Elmano de Freitas, que tenta a reeleição. Com Ciro no pleito, o partido espera que a eleição tenha caráter mais emocional, fugindo da esfera administrativa tradicional. E aí Elmano aparece em desvantagem. Nos bastidores, os arranjos seguem sob orientação de Camilo Santana.

Mundo perfeito

O sonho petista era Ciro Gomes na corrida presidencial, como aventado pelo presidente tucano Aécio Neves. Ciro não topou.

No aquecimento

Ex-governador, Camilo segue como “plano B” se a campanha de Elmano não engrenar de vez. O governador, inclusive, acelerou entregas.

Ajudinha

O PT conta ainda com Cid Gomes para garantir a musculatura do PSB na chapa. O senador precisa renovar o mandato este ano.

Aprova, mas não vota

Pesquisas de governistas desenham um perfil para Elmano menos defensivo para tentar transformar aprovação em votos.

Bilionário quer anular leilão de energia que perdeu

O deputado Danilo Forte (PP-CE) tem insistido na suspensão do Leilão de Reserva de Capacidade, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Ministério de Minas e Energia. Ele é presidente da Frente Parlamentar de Energias Renováveis, espécie de lobby oficial do setor, e amigo do bilionário Mário Araripe, das renováveis, que perderam. Só a Petrobras obteve contratos para 8 usinas. Forte alega “risco de prejuízo” bizarro de R$500 bilhões.

Dano reverso

A Advocacia Geral da União defendeu a legalidade do leilão, alertando que a suspensão traria risco de dano reverso à segurança energética.

Segurança

O leilão objetivou segurança energética nos próximos dez anos, aumentando a capacidade instalada para suprir os picos de demanda.

Extras

Forte é alvo de críticas no setor pela criação de subsídios extras de R$33 bilhões para eólicas e solares do Nordeste, ao relatar MP de 2022.

A luz à espera

Petistas divulgam Lucas (8:17): “não há nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz”, sobre Flavio Bolsonaro omitir as relações com Vorcaro. Serve também para Lula, que ainda não contou o que tanto conversou com o banqueiro em dezembro de 2024 por uma hora e meia.

Vai piorar

Presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Jorge Gonçalvez Filho prevê um 2026 desafiador para o setor, que já começou o ano morno. Para piorar, há riscos ainda com eventual fim da escala 6x1

Vacas gordas

Bateu os R$50 mil já nas primeiras horas de lançamento a vaquinha da pré-campanha de Marcel van Hattem (Novo-RS), que vai disputar uma vaga no Senado. A grana veio de doações de 330 colaboradores.

Sessão miojo

Sexta-feira (15) foi mais um dia de excepcionalidade na Câmara dos Deputados: teve sessão deliberativa. Como ninguém é de ferro, ainda mais numa sexta-feira, a sessão durou apenas três minutos.

Boca de sacola

Deu ruim pra Matheus Simões (PSD), apoiado por Romeu Zema (Novo) na disputa pelo governo de Minas Gerais. Depois que Zema falou de Flávio Bolsonaro, o PL deve apoiar Cleitinho, do Republicanos.

Divórcio

Se no plano nacional a coisa entre PT e PSB tem até um bom andamento, no Maranhão o negócio desanda. Petistas vão rifar os socialistas no estado e terão até candidatura própria ao governo.

Troca suspeita

A bancada no Novo na Câmara quer que o Ministério da Justiça explique a substituição do delegado da Polícia Federal Guilherme Figueiredo Silva. Ele investigava possíveis desvios de Lulinha no escândalo do INSS

Só o filme

Flávio Bolsonaro (PL) admitiu que pode vazar algum vídeo dele com o enrolado banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Mas o senador garante que é tudo sobre o filme “Dark Horse”, sem “surpresinha”.

Pensando bem...

…agora a promessa não é só picanha; tem filé, maminha, alcatra…

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Pegadinha do malandro

Lula, deputado, e Jair Meneghelli, presidente da CUT, seguiam para Brasília no mesmo avião, quando havia serviço de bordo decente, com talheres inox e taças. Jair almoçou e dormiu. Lula meteu os talheres no bolso do amigo. Chamou a comissária e entregou. Ela o cutucou, pediu os talheres e Meneghelli voltou a dormir. No desembarque, a aeromoça-cúmplice encarou o sindicalista: “O senhor poderia devolver a taça, por favor?” Ele estranhou: “Que taça?” A comissária apontou: “Esta que está no bolso de seu paletó.” Lula havia colocado a taça no bolso de Meneghelli, que só percebeu a pegadinha quando era tarde.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Mais uma vez, quem vai pagar a conta é o povo brasileiro"

Senador Jorge Seif (PL-SC) sobre reajuste no preço da gasolina que se avizinha

15/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Blusinhas: Medida eleitoreira de Lula pode caducar

Líderes da oposição se movimentam para que Davi Alcolumbre (União-AP) imponha nova derrota a Lula e não ande com o plano do petista de derrubar a “taxa das blusinhas”, inventada pelo próprio presidente e azeitada pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad. Cresce a pressão, inclusive com lobby de federações da indústria, para que o presidente do Congresso devolva a Medida Provisória (MP), ideia que encontra resistência de Alcolumbre. Outra opção é deixar “caducar”.

Vai deixando

O Congresso tem 120 dias para apreciar a MP. Passado o prazo, sem votação, a medida perde a validade, ou seja, caduca.

Sem digitais

Deixar a medida mofar até perder a validade é a opção que mais agrada na oposição, assim, ninguém carrega a pecha de defender o imposto.

Motivos...

Empresários pressionam para que Alcolumbre devolva sob pretexto de falta de urgência e relevância para que Lula tenha editado a medida.

...de sobra

Outro argumento é a afronta à segurança jurídica e ao princípio da previsibilidade tributária, já que o Congresso aprovou a taxa em 2024.

Escândalo não liquida candidatura, Lula que o diga

O áudio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, para um filme sobre o pai, fez parecer o fim da sua candidatura. Mas o Brasil recomenda cautela. Lula (PT) que o diga. No Mensalão, em 2005, com parlamentares aliciados mediante propina, a prisão de Lula era dada como certa, e a oposição o queria “sangrando” até a eleição de 2006. O resultado é conhecido: Lula foi reeleito com folga. O petista adotou a narrativa cara-de-pau de ser “vítima” das elites conservadoras e colou.

Repeteco com Dilma

Quatro anos depois, novo escândalo de corrupção, o Petrolão, mais de 200 condenações. E Lula conseguiu reeleger Dilma Rousseff (PT).

Da prisão ao poder

O capítulo final é ainda pior: após quase dois anos preso por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista foi “reabilitado” pelo STF e eleito em 2022.

Pequenas causas?

O caso de Flávio Bolsonaro e Vorcaro não está no mesmo patamar de gravidade de um mensalão ou de um petrolão. Ao menos por enquanto.

País a ser estudado

A lição da História é clara: candidaturas não morrem por escândalos isolados, ainda que ruidosos. Até renascem quando possuem base eleitoral fiel, narrativa eficaz e capacidade de se fingir se de “vítima”.

Ninguém tasca

Flávio Bolsonaro (PL), que pediu uma grana ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme do pai, respondeu sem rodeios ao ser perguntado se a ex-primeira-dama disputaria a presidência: “Michele não será candidata”.

Ficou feio

Envelheceu como leite no sol a fala de Romeu Zema (Novo) sobre Flávio Bolsonaro (PL) pedir dinheiro a Daniel Vorcaro, do Master. Campanha de Zema para o governo mineiro levou R$1 milhão do pai do banqueiro.

Bom exemplo

Ministro aposentado do STF, Marco Aurélio Mello foi só elogios a André Mendonça, relator do caso Master na Corte. Disse que o ministro, indicado por Jair Bolsonaro, pratica “atos que robustecem o Supremo”.

Velho Oeste

Tá feia a coisa entre Amauri Ribeiro e Major Araujo, dois deputados estaduais do PL em Goiás. Após trocas de ameaças, Araújo pediu à presidência da assembleia para ficar armado no plenário. Foi negado.

Só enrolação

Eduardo Girão (Novo-CE) acusa o “Desenrola 2.0” de ser politicagem paliativa e eleitoreira, o que não resolve o endividamento da população. O senador cobrou de Lula um programa de educação financeira.

Ponte aérea

Quem deu as caras na sede do PL, em Brasília, nesta quinta-feira (14), foi o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. Pré-candidato ao Senado, Castro reafirmou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.

Engana bobo

Osmar Terra (PL-RS) não comprou a lorota de Lula de combate ao crime organizado. O deputado lembra que o petista tem três mandatos como presidente da República e só agora diz que vai enfrentar o problema.

Pergunta no Congresso

Davi Alcolumbre vai sair de cima da CPMI do Master?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Marvada conselheira

O então líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), pediu vista e retirou da pauta, na Comissão de Assuntos Econômicos, de um projeto sobre isenção de IPI para aguardente de cana-de-açúcar. “O PSDB votará contra”, adiantou. E não resistiu a uma alfinetada em Lula (PT), que na época era presidente: “Temo que decisões de certos presidentes vizinhos possam ter sido tomadas sob o efeito desse produto brasileiro de exportação...”

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