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GIBA UM

"Quando sai pesquisa no 1º ano do mandato é normal que expectativa não atendida gere mau humor"

de LULA, sobre a queda de popularidade no segundo ano de seu 3º mandato

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O marqueteiro Felipe Soutello, que fez a campanha vitoriosa de Bruno Covas (PSDB) à prefeitura de São Paulo em 2020, pode acabar assumindo a campanha de Tabata Amaral (PSB). Soutello é tucano fervoroso (embora um tanto decepcionado com o partido). 

Mais: acham que o que sobrou dos votos que eram do PSDB poderá ir para ela. PSB e PSDB estão animados com os números de Tabata nas pesquisas. Em menos de um mês, em terceiro lugar, ela variou entre 11% e 13%. O vice-presidente Geraldo Alckmin já avisou que estará no palanque ao lado de Tabata.

De volta as paradas

A cantora e drag queen Pabllo Vittar, 30 anos, ficou entre os temas mais comentados da mídia nos últimos dias após revelar que já havia ficado com um jogador de futebol brasileiro, e o mesmo, Polidoro Júnior, admitiu ser o “ficante”: “A Pabllo, adoro ela, minha amiga, muito gostosa para deixar passar, né?”.

Só que  sua ascensão não para por aí, acaba de lançar seu 6º álbum batizado de Batidão tropical vol. 2;. Na capa de Billboard Brasil e da revista digital Capricho ela contou chegou a pensar em fazer a transição de sexo: “Comecei um tratamento hormonal, mas vi que realmente não era para mim, porque não tem como você falar assim: ‘Ai, fulana escolheu ser mano’.

Ninguém escolhe ser nada”. E finalizou confessando quando decidiu ser drag: “A primeira vez que me montei foi com 18 anos em uma festa de Halloween. Eu sempre me atraí pelo mundo artístico e, quando descobri que existiam drags que cantavam, dançavam, modelavam, percebi que era isso que eu queria fazer.

“É muito trabalhoso, mas muito gratificante também, fazer esse trabalho no Brasil, um país tão preconceituoso. Já passei por cada uma, mas faria tudo de novo”. 

“Herança” do super doleiro

A “herança” de Dario Messer está provocando uma queda de braço entre Brasil e Paraguai. Em jogo, a partilha de um patrimônio estimado em US$ 150 milhões, fruto das atividades criminosas do “doleiro dos doleiros”.

O Ministério Público paraguaio quer desfazer o acordo de cooperação firmado com o Ministério Público Federal e a Advocacia Geral da União do Brasil. O trato era a divisão meio a meio dos recursos obtidos com o leilão dos bens de Messer no país vizinho, confiscado pela justiça local – imóveis, fazendas, aeronave, veículo, milhares de cabeças de gado e participação acionários em empresas.

Agora, o Ministério Público do Paraguai está forçando uma renegociação dos termos a seu favor. Quer mais do que os 50% combinados anteriormente sob a alegação de que conduziu as investigações. E teria tido prejuízo com a montagem de um esquema para encobrir a posse dos bens, a partir de uma “rede de laranjas”.

Pode ser maior

Do lado de cá, o assunto tem sido conduzido pela Procuradoria-Geral da República, que ainda batalha pelo acordo original. E quase todos os envolvidos acham que a “herança” de Dario Messer pode ser ainda maior. Há novas investigações em curso e suspeita-se que o patrimônio oculto do doleiro no Paraguai vá além dos bens confiscados.

Aí, o desacordo envolve as próprias autoridades do país vizinho, num episódio envolto em brumas. No MPF brasileiro, há quem diga que integrantes da Secretaria de Prevenção e Lavagem de Dinheiro e Bens do Paraguai, poderiam ter sido lenientes na varredura dos bens de Messer no país vizinho. 

Uma campanha diferente

A grife PatBO criada em 2012 e uma das queridinhas da celebridades resolveu inovar em sua nova campanha. Em parceria com o iPhone, todas as peças publicitárias, tanto fotos quanto os filmes foram feitos com o smartphone norte-americano e foi batizada de ‘Once Upon a Time, PatBO Shot on iPhone’.

Apesar da produção de conteúdo, já não ser uma novidade é a primeira vez que um material publicitário foi totalmente produzido com a inovação tecnológica.

A campanha mostra a jornada da amizade, da conexão, da autodescoberta, da autenticidade celebrando o empoderamento feminino. Sheila Bawar, Victoria Lehmann e Valéria Rossatti são algumas das modelos da campanha. 

In –  Purê de batatas ao creme
Out – Purê de batatas rústico

Alerta à direita

Depois da realização de novo ato político convocado por Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro e já sabendo que o ex-presidente pretende fazer outros pelo país, a ex-deputada estadual Janaína Paschoal fez um alerta à direita brasileira.

A jurista, que participou do impeachment de Dilma Rousseff e apoiou o ex-presidente em 2018, acha que “o modelo da corda esticada não deu certo” e está cobrando apresentação de propostas para o país.

“Se Bolsonaro pretende seguir com essas manifestações pelo Brasil, seria razoável começar a discutir pautas, apresentar propostas. Buscar mostrar o que faria de diferente, caso recuperasse a sua elegibilidade”.

Guilhotina 

O Grupo Prerrogativas, que reúne advogados amigos de Lula, está se esforçando para evitar a nomeação de Adriano Costa Avelino nome escolhido por Arthur Lira, presidente da Câmara, para uma vaga de ministro do Tribunal Superior do Trabalho.

Os advogados distribuíram para os ministros e para o próprio presidente postagens antigas em redes sociais em que Avelino faz ataques a Lula, a Dilma Rousseff e aparecem atos apoiando o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Num trecho, em 2016, o candidato à vaga no TST diz que Lula, Dilma e seus apoiadores deveriam ser punidos.

“A punição para Lula, Dilma e seus apoiadores é a guilhotina. Mas antes tem que cortar a língua para pararem de latir”. A publicação foi apagada tempos depois de seu perfil no X, antigo Twitter. 

Pérola

“Quando sai uma pesquisa no primeiro ano do mandato é normal que a expectativa que não foi atendida gere um mau humor na sociedade”, 
de LULA, sobre a queda de popularidade no segundo ano de seu 3º mandato.

AINDA A SUCESSÃO

Além do passado de Adriano Costa Avelino, apadrinhando por Arthur Lira, sua eventual nomeação para o TST significaria dizer “não” a Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, que tem se mostrado mais alinhado com o Palácio do Planalto.

Pacheco trabalha nos bastidores pela indicação do advogado Antônio Fabricio de Matos Gonçalves. Esse verdadeiro “Fla-Flu” parlamentar, quem corre o risco de pagar a conta é Roseline Rabelo de Jesus Morais, justamente a mais votada na lista sêxtupla da OAB.

Até Dirceu

A festa dos 94 anos do ex-presidente José Sarney, na semana passada, em sua casa no Lago Sul, em Brasília, teve integrantes dos Três Poderes, conversas ao pé de ouvido de ex-adversários e quase encontro entre desafetos (Arthur Lira e Alexandre Padilha, um saiu mais cedo).

Estavam lá Rodrigo Pacheco, o vice-presidente Geraldo Alckmin, nove ministros de Lula e dois do STF, Aécio Neves (PSDB-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) abraçados e até José Dirceu, transitando em todas as rodas, conversando muito e até achando que em 2026 estará livre para concorrer às eleições. 

NOVAS  BATALHAS

Mais uma vez, pela ala política do Planalto, capitaneada pelo chefe da Casa Civil, Rui Costa volta as discordâncias de fundo com Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento).

O impasse agora não é a meta inflacionária, a questão que vem sendo tratada com todo cuidado é a possibilidade de uma mexida na cláusula das alocações fixas de recursos da saúde e da educação, encravada na Constituição.

A obrigatoriedade de um percentual pré-determinado do orçamento para a saúde e educação é a bola da vez que, depois de tanta discussão, reaparece em campo recauchutada.  

Em campo 1

A Exa Capital, do ex-partner da XP Pedro Mesquita, estaria trocando passes com fundos internacionais em busca de novos investidores para a Liga Forte Futebol (LFF). A gestora detém participação acionária no negócio, ao lado da Life Capital Partners, General Atlantic e da própria XP.

A LFF sofreu um desfalque em sua estrutura de capital com a saída do fundo Serengeti. A Liga Forte disputa com a Libra e no momento, quer tirar quatro agremiações paulistas da concorrente  - Mirassol, Ituano, Ponte Preta e Novorizontino. Ainda assim, a Libra está bem à frente no placar.

EM  CAMPO  2

O Banco Regional de Brasília negocia um acordo de patrocínio com o Santa Cruz, do Recife. Os cartolas do clube querem que o BRB assessore a criação do SAF do Santa Cruz e querem ver o banco estatal comprando parte das ações.

Afinal, o torcedor Paulo Henrique Bezerra Costa é presidente do BRB e a conversa está na mesa. O banco do Distrito Federal já assinou um contrato com o Flamengo que pode render ao clube carioca R$ 155 milhões.

Nesse caso, o coração que bate pelo rubro-negro carioca é o de Ibaneis Rocha, governador do DF (ele tem até uma franquia de uma loja oficial do Flamengo em Brasília).  

MISTURA FINA

  • AO lado de Fernando Haddad (Fazenda), em Davos, em janeiro de 2023, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) disse que haveria “120 milhões de pessoas passando fome” no Brasil. Quinze meses depois, novo estudo do IBGE diz que são 7,4 milhões de famílias sob insegurança alimentar moderada ou grave. Considerando média familiar de quatro membros em situação de pobreza, incluindo os totalmente miseráveis, os números alcançam 29,6 milhões de pessoas. 
  • duas semanas, Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, ex-chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, reuniu num almoço, em sua casa, figuras consideradas de direita. Estavam lá Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ratinho Jr., Ronaldo Caiado, ACM Neto, Tereza Cristina, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho. Nogueira queria apresentar resultados de uma pesquisa que mostra as chances da direita em 2026. Um dos presentes dizia aos mais chegados no dia seguinte que “todos saíram de lá falando em união”. E ele próprio achava que “essa chance não existe”. 
  • NESSES dias, ficaram suspensas as viagens de Michelle Bolsonaro pelo país, na condição de presidente do PL Mulher e em busca de novas filiadas para o partido. Passou mal e teve de ser hospitalizada: foi diagnosticada com influenza. Casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave tem registrado aumento em todo o país e o vírus influenza corresponde a 20% dos casos. Michelle está em isolamento. 
  • FILHO do ministro Vital do Rêgo (TCU) e sobrinho do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Vital do Rêgo Neto (30 anos de idade) acaba de virar conselheiro da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Os mais irônicos resmungam dizendo que “ele deve ser um gênio”. Salário: R$ 86,5 mil mensais. 
  • O PL, também chamado de “partido do Bolsonaro” vai apresentar um requerimento de convocação do ministro da CGU, Vinicius Carvalho, que tem escritório de advocacia cuidando da Novonor (ex-Odebrecht) e do processo sobre o acordo de leniência da companhia no Cade. Ele se diz licenciado e quem cuida é a sua esposa. No PL, alguém lembrava que também o escritório de Adriana Anselmo ganhou montanhas de dinheiro quando Sérgio Cabral era governador. Aí a ironia de que “Cabral também não tinha nada a ver com isso; quem cuidava do escritório era sua mulher”. 

CLAÚDIO HUMBERTO

"Ninguém aguenta mais o Lula, dentro ou fora do Brasil"

Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro reage ao protesto anti-Lula em Portugal

23/04/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Governo revisa projeção de votos pró-Messias

Tem explicação a mudança na sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula para ocupar a vaga do ministro aposentado Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). O cenário mudou e piorou muito a intenção do “Bessias” de ocupar a suprema cadeira, na última semana. A sutil mudança, apenas um dia, de 28 para 29 de abril, garante a votação após a reunião de líderes, quando deve sair a “aferição final” da pressão para a sabatina de Messias.

Esvaziou

Há uma semana, otimistas falavam até em 52 votos pró-Messias. Esta semana, tabelas indicam que não bate nos 50, com contas até em 43.

Não colabora

Governistas e oposicionistas contam que o clima azedou mais por “culpa” do Supremo do que pelas derrapadas do inábil governo do PT.

Supremo governismo

Nas “barbeiragens” do STF, diz uma fonte, aparece o inquérito aberto contra o Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário de Lula em outubro.

Pé atrás

Há ainda a inclusão de Romeu Zema (Novo), outro nome da oposição, no interminável “inquérito das fake news”, e a eleição do Rio de Janeiro.

Lula tem histórico de tentar ‘criar caso’ com EUA

A promessa de Lula (PT) de aplicar “reciprocidade” no caso do delegado brasileiro expulso dos Estados Unidos por tentar burlar regras de imigração contra o ex-deputado Alexandre Ramagem, é apenas mais uma das várias tentativas do petista, ao longo dos anos, de “criar caso” e desestabilizar a relação entre os dois países. Começou em 2004, quando Lula ameaçou expulsar o jornalista Larry Rohter, do New York Times, por reportagem sobre sua bebedeira. Lula acabou recuando. Sempre recua.

Amigo de tiranias

Em 2010, tentou “mediar” em favor do programa nuclear do Irã. Foi enxotado pelos EUA, que iniciava sanções contra a ditadura dos aiatolás.

No lado errado

Na guerra da Ucrânia, Lula passou pano para invasores russos. E apoiou os terroristas do Hamas contra Israel, onde virou persona non grata.

Ranço contra EUA

Em 2023, atual mandato, Lula passou a criticar a “hegemonia do dólar” e a colecionar provocações aos EUA, país que mais investe no Brasil.

Crachá retaliado

Após bravatas de “reciprocidade” contra a expulsão do seu agente, Lula (PT) baixou a bola. A “retaliação” será retirar credenciais de acesso de um policial americano à Polícia Federal. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo: o americano apenas perde o crachá de acesso ao prédio.

Lista arquivada

Sem ter como reagir ao flagrante de manipulação do ICE para deportar o Alexandre Ramagem, o governo Lula listou opções de oficiais de inteligência a serem expulsos do País. Recuarem. Sempre recuam.

Ao dicionário

Adulto entrou na sala, no Itamaraty, e lembrou que expulsando um funcionário americano sem haver cometido violações semelhantes às do delegado, o Brasil estaria praticando retaliação e não reciprocidade.

Lulatour

A deputada Carol de Toni (PL-SC) cobrou explicações da Casa Civil e do Itamaraty acerca da gastança de Lula no tour pela Europa. A coluna revelou que na Alemanha, só com hospedagem, passou dos R$812 mil.

Mão na carteira

A Aneel, agência reguladora que parece trabalhar contra o consumidor, bateu mais um prego no caixão do combalido bolso do brasileiro: liberou reajuste que chega a 20% para mais de 20 milhões de consumidores.

Ineditismo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lembra: desde que entrou em vigor a Constituição de 1988, nenhum parlamentar foi condenado por calúnia no STF, acusação pela qual ele agora é investigado na Corte.

Psicopatas fora

Pré-candidato a senador no Amazonas, Capitão Alberto Neto (PL) criticou ações do Ibama no estado, que acusa de atear fogo a casas de produtores rurais. O deputado disse que o governo federal do PT maltrata o povo e prometeu “enfrentar os psicopatas ambientalistas”.

União

Ao citar Flávio e Michelle Bolsonaro, a governadora do DF, Celina Leão (PP), está convicta na união da direita nas eleições: “Temos valores em comum, um projeto para o Brasil e nomes preparados para liderar”.

Pensando bem...

...credencial não é visto.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Pior que na ditadura

O advogado Técio Lins e Silva, que defendeu presos políticos por mais décadas anos, denunciou certa ao ministro ao então ministro da Justiça, Tarso Genro, que o tratamento da Polícia Federal ao exercício da advocacia no governo petista ficou “muito pior” que na ditadura. Lembrou que ouvia presos sem cerceamentos, até no temido Regimento Sampaio, do Rio de Janeiro, nos anos de chumbo: “Certa vez, no fundo da sala, havia um coronel orelhudo e, diante daquelas orelhas enormes, pedi ao general para retirá-lo, no que fui atendido.” Para Lins e Silva, a PF da era petista, na ocasião, não reconhecia o direito dos presos e nem as prerrogativas dos advogados.

Giba Um

"A gente vê todo dia o presidente Trump dizer que já acabou com oito guerras e que ainda não...

...ganhou o Prêmio Nobel. Então, é importante que a gente dê logo o prêmio para ele, para não ter mais guerra. Aí, o mundo vai viver em paz", de Lula, ao lado do primeiro-ministro português, Luís Montenegro

23/04/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) vai fazer um "levantamento" de prefeitos e vereadores do PL que, segundo ele, não estariam divulgando a candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), ao Planalto. O filho do ex-presidente Bolsonaro alega que a iniciativa visa levar o assunto à executiva partidária.

MAIS: a intenção é "corrigir" (a expressão é dele) a postura daqueles que não estão vestindo a camisa da candidatura de Flávio. Carluxo argumenta: "É estarrecedor perceber que a esmagadora maioria não tem sequer uma postagem sobre o tema há mais de quatro meses, iniciada (sic) a corrida eleitoral".

Giba Um

Artista incomparável

Rihanna continua a se destacar como uma artista única, agora dividindo os holofotes com sua filha. Aos 38 anos, a cantora fez sua primeira aparição em uma capa de revista ao lado da pequena Roki Irish Mayers, que tem apenas sete meses, para a publicação W. Em um tom descontraído, Rihanna compartilhou sua felicidade: "Garotas capa de revista! A baby Rocki entregou tudo na sua primeira capa! Chegou no set e deixou a mãe dela no chinelo!". Reconhecida em todo o mundo, além de Roki, Rihanna é mãe de RZA, de 3 anos, e Riot, de 2. Contudo, seu brilho vai além de sua vida como mãe. Desde o lançamento de "Pon de Replay", quando tinha 17 anos, ela ergueu uma carreira impressionante na música. Com nove Grammys e hits memoráveis, Rihanna atingiu um marco notável: a certificação superior a 200 milhões de singles, cimentando sua posição entre os grandes nomes da música mundial, mesmo sem lançar um novo álbum há anos. Fora do universo musical, ela tem transformado a indústria da beleza e da moda com suas marcas inclusivas, como Fenty Beauty e Savage x Fenty, sempre promovendo um verdadeiro senso de diversidade. Ademais, ela também alterou a percepção da moda durante a gravidez, tornando essa fase um verdadeiro emblema de estilo e liberdade. Ao lado de A$AP Rocky, com quem formou uma família, amigos a definem como "uma força da natureza". Não é surpreendente: Rihanna não apenas acompanha as tendências — ela as cria. Mesmo com lançamentos mais esporádicos, suas músicas clássicas continuam a dominar as plataformas. E, quando seu próximo álbum chegar, a expectativa é simples: mais um capítulo histórico de uma artista que nunca jogou pelo seguro e nunca precisou.

Mais uma derrota fiscal do governo

O Planalto já sente o cheiro de mais uma derrota fiscal no Congresso. A Frente Parlamentar da Agricultura está costurando um acordão com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para a votação do projeto de lei que prevê o uso de até R$ 30 bilhões do Fundo Social do pré-sal para refinanciar dívidas do agronegócio. O próprio Alcolumbre foi determinante na indicação do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para a relatoria do PL. Embora ligado ao governo, Renan já trabalha nos bastidores para a aprovação da proposta. Ele candidato à reeleição ao Senado neste ano, o parlamentar não é doido de arriscar perder o voto do agronegócio em Alagoas. Existe, inclusive, uma articulação para que o projeto de lei tramite em regime de urgência, o que pode abrir caminho para a sua votação em plenário ainda neste mês. Caso a aprovação se confirme, será o primeiro grande revés de Dario Durigan no cargo de ministro da Fazenda. Nos últimos dias, Durigan tentou bloquear a tramitação do projeto, acenando com a inclusão dos produtores rurais no pacotão de renegociação das dívidas. Gastou as cordas vocais à toa.

Ficou de fora

Na semana passada, ao dizer que o pacotão estará pronto depois do anúncio de Lula, o ministro mencionou que ele atenderá três frentes: famílias, trabalhadores informais e pequenas empresas. O agronegócio ficou de fora. O Fundo Social do pré-sal foi criado originalmente para financiar áreas como educação, saúde, ciência e tecnologia. Na prática, tornou-se um chiclete orçamentário para tapar buracos pequenos nas contas do governo. Já cobriu estados, municípios e segurança pública. Agora, tem sempre mais gente querendo puxar essa goma de mascar.

Giba Um

Três volumes

Amplamente reconhecida por interpretar Tiazinha no programa H, exibido na Band, Suzana Alves anunciou, na última segunda (20), que publicará sua autobiografia, chamada “Por Trás da Máscara”. Com 47 anos, Suzana decidiu dividir sua história em três volumes. Ela comentou: “Minha vida não pode ser resumida em um único livro. Passei por várias fases, desafios e recomeços. Por isso, optei por três livros, um para cada ano”. Com sinceridade, ela ressalta que este trabalho vai além da concepção de um simples livro: “Esse livro não nasceu de um dia fácil... nasceu de processos, lágrimas, cura e reconstrução”. Atualmente, Suzana é escritora, estuda psicologia, é influenciadora, evangélica e tem se dedicado à pregação. Em uma de suas recentes aparições em uma igreja, refletiu sobre sua mudança de carreira, distanciando-se da figura de sex symbol. “Quando rescindi os contratos e paguei um monte de multas, comecei a seguir a minha vida, minha carreira, porque queria provar para todo mundo que era uma ótima atriz e não só uma estética. Estava sozinha; todos os famosos que me apoiavam, os meus melhores amigos, não eram mais, da noite para o dia. Ninguém me apoiava na decisão que eu tinha tomado, só a minha mãe”. Em 2025, Suzana anunciou o fim de seu casamento com Flávio Saretta, pai de seu filho, Benjamin. A data do lançamento do primeiro volume será´no dia 29 de abril, na Livraria da Travessa, situada no Shopping Villa-Lobos, em São Paulo.

Giba Um

Aval de Lula

Em depoimento ao Senado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que "pediu apoio no início, ajuda e agora peço socorro" para a aprovação do projeto que dá autonomia financeira ao BC. Num governo do PT, ele pode esquecer. O ressentimento da sigla por ele não ter culpado seu antecessor, Roberto Campos Neto, pelo escândalo do Master virou crise maior do que as queixas usuais sobre os juros altos. Apesar do PT, Galípolo tem o aval de Lula para indicar quem quiser para as duas diretorias vagas no Banco Central.

Nome de Camilo cresce

A hipótese de o presidente Lula desistir de tentar a reeleição fez com que alas do partido defendessem logo a substituição, com a definição do ex-governador cearense Camilo Santana no posto. A ideia surgiu diante da possibilidade de Ciro Gomes (PSDB) se lançar ao Planalto, dando fôlego a Elmano de Freitas, com complicada missão de se reeleger, até agora, no pleito contra o tucano. Santana, inclusive, é tido também como "plano B", caso a disputa no Ceará aperte, assumindo a disputa contra Ciro. Como Santana comandou o Ministério da Educação, a avaliação é que o petista consegue dialogar com o eleitor mais jovem. Santana tem desbancado Fernando Haddad na preferência interna por ser reconhecido no Nordeste, região que é fortaleza eleitoral do partido. Se tudo der errado, Camilo Santana não vai ficar na chuva. O petista tem ainda mais quatro anos de mandato no Senado.

Pérola

"A gente vê todo dia o presidente Trump dizer que já acabou com oito guerras e que ainda não ganhou o Prêmio Nobel. Então, é importante que a gente dê logo o prêmio para ele, para não ter mais guerra. Aí, o mundo vai viver em paz",

de Lula, ao lado do primeiro-ministro português, Luís Montenegro.

Ninguém segura o rombo

O fantasma dos Correios vai perseguir Lula durante toda a campanha. A estatal trabalha com projeções para este ano de um prejuízo acima de R$ 5 bilhões, não muito distante dos R$ 5,8 bilhões do ano passado. As medidas emergenciais vão demorar para fazer efeito — se é que surtirão efeito. Além do empréstimo de R$ 12 bilhões, o pacote inclui fechamento de unidades, venda de imóveis e um Programa de Demissões Voluntárias, que, até o momento, teve 2,5 mil adesões, bem abaixo dos 10 mil desligamentos.

Era só campanha 1

Candidato ao terceiro mandato à frente da Presidência, Lula prometeu que o brasileiro "voltaria a comer churrasquinho, picanha e a beber cervejinha". A afirmação foi feita no Jornal Nacional, da Globo, em 24 de agosto de 2022 e virou mantra da campanha petista. Depois de 44 meses, todos os preços aumentaram: a cerveja, por exemplo, ficou 25% mais cara, em média, em mercados e bares. Só a inflação acumulada desde janeiro de 2023 significa que todos os produtos ficaram ao menos 17% mais caros, no mínimo.

Era só campanha 2

Entre janeiro de 2024 e março de 2026, a picanha acumulou 12% de alta; o contrafilé subiu 26%; o acém, 31,8%; e o músculo, 25,7%. O preço nominal da arroba do bezerro passou de R$ 500 pela primeira vez na história, em abril. A alta anterior foi em 2021, durante a pandemia. "O povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha", como lembram os analistas. Em 2026, até agora, não disse nada.

Contra Eduardo

A ministra Cármen Lúcia seguiu o ministro Alexandre de Moraes (STF) e votou pela condenaçã de Eduardo Bolsonaro, em regime inicial aberto, a um ano de detenção, por difamação contra a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). O caso está sendo analisado pelo plenário virtual da Primeira Turma desde a semana passada. Com o voto de Cármen, o placar está em dois votos contra Eduardo.

"Reeducou o marido" 1

Enquanto analistas mais veteranos (e mais lúcidos) apostam que, pelo que se tem visto nos discursos e entrevistas de Flávio Bolsonaro, ele será mesmo uma espécie de "Bolsonaro 2", prometendo repetir diversas ações do pai (inclusive "usar a força" para reformar o STF, segundo jornais americanos), a mulher do "01", a dentista Fernanda Bolsonaro, resolveu entrar na dança, garantindo que, hoje, seu marido é "um Bolsonaro moderado". Num vídeo, ela afirma ter "reeducado" Flávio. Fernanda diz que ele vem tentando demarcar sua postura e a do ex-presidente Bolsonaro.

"Reeducou o marido" 2

O vídeo mostra Flávio com a esposa e as duas filhas, num aceno ao eleitorado feminino (muitos acham que ele está atrasado e ainda distante desse bloco e também do eleitorado católico). O senador, então, diz que algumas pessoas já começaram a chamá-lo de "Bolsonaro vacinado", em alusão ao fato de o pai ter se recusado a tomar a vacina contra a covid-19. A última pesquisa Genial/Quaest mostra que teria recuado um pouco a percepção de Flávio como alguém tão radical quanto seus familiares. Hoje, 39% o veem como mais moderado, seis pontos a menos dos 45% que não enxergam diferença.

Mistura Fina

O Tribunal de Contas da União, que deveria ser a última trincheira de defesa do patrimônio público, escolheu mais uma vez "passar o pano" para o uso abusivo de jatos da Força Aérea Brasileira por autoridades dos Três Poderes. Foram mapeados 7.491 voos entre 2020 e 2024, ao custo de R$ 295 milhões. Em vez de mandar os passageiros folgados ressarcirem o gasto, o TCU transferiu para o futuro a tarefa de coibir abusos, pedindo ao governo Lula um plano para "novas regras".

Ou seja: o TCU flagra o "uber aéreo", mas não faz, segundo analistas, o que lhe cabe: responsabilizar quem errou e recuperar o que foi desperdiçado. A taxa média de ocupação dos voos foi de apenas 55% nesse período, e 70% sem identificação adequada de passageiros, como manda a legislação. Tratando a FAB como extensão de seu conforto privado, autoridades fizeram 111 voos solitários ou sem identificação dos passageiros. O TCU estima que, ao menos, R$ 36 milhões poderiam ter sido poupados somente em sete meses de 2024.

O novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, passou o feriadão em modo campanha monotemático, concentrado exclusivamente na articulação para viabilizar a aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. Com Brasília esvaziada pelo feriado de Tiradentes, Guimarães manteve uma frenética rotina de conversas telefônicas com senadores. Foram mais de 40 contatados. Nos bastidores, o ministro tem dito que, em poucos dias, conseguiu aumentar de 48 para 52 o número de votos certos para a aprovação de Messias no plenário do Senado. A conferir.

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, virou atração especial nas redes sociais depois de ter afirmado, em sessão na Corte, que "a magistratura caminha para um regime de escravidão" diante das restrições recentes aos penduricalhos. O STF extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35% do subsídio, limitado a R$ 46.366,19, teto do funcionalismo.

In - Portas invisíveis (camufladas)
Out - Portas de vidro

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