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Rivalidade entre Messi e Lewandowski chega à Copa do Mundo

Nesta quarta (30) o grande jogo da Copa pode fazer Lewandowski mandar Messi de volta para Paris ou o argentino mandar o polonês para Barcelona

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Messi não votou em Lewandowski na eleição do prêmio Fifa The Best no ano passado. O polonês foi eleito o melhor jogador do mundo, com o argentino em segundo lugar. O resultado foi invertido no troféu Bola de Ouro, da France Football. O segundo lugar deixou Lewa irritadíssimo: "Não tenho por que esconder minha insatisfação", disse.

Lewandowski foi eleito pela Fifa nas últimas duas premiações, e seu antecessor foi Messi, em 2019. Se o duelo pelo trono de maior craque passou a ser entre o eterno argentino e o polonês, nesta quarta-feira (30) o grande jogo da Copa do Mundo pode fazer Lewa mandar Messi de volta para Paris ou Messi mandar o polonês para Barcelona.

A Copa globalizada é tão divertida que o argentino não desembarcará em Buenos Aires e o polonês não descerá em Varsóvia, em qualquer uma das hipóteses.

Criou-se uma recente rivalidade entre o gênio argentino e o goleador polonês. A definição deve ser essa, porque Lewandowski é um artilheiro. Messi, muito mais do que isso.

Os últimos 15 anos nos fizeram ver a história passar à nossa frente nos duelos de Messi com Cristiano Ronaldo, uma espécie de Pelé x Garrincha no século 21.

É diferente com Lewa.

Em 2011, quando Messi ganhou sua terceira Champions League e conquistou seu terceiro prêmio de melhor do mundo, Lewandowski marcou oito gols do título alemão do Borussia Dortmund. De suas 33 partidas, começou 18 no banco. Era reserva de Lucas Barrios, mais tarde campeão da Copa do Brasil pelo Palmeiras e da Libertadores pelo Grêmio.

Lewandowski, o melhor do planeta, foi reserva de Barrios! Jürgen Klopp era quem escalava.

Hoje, Lewandowski é melhor do que Messi!

Ou fica melhor assim: Lewandowski é melhor do que Messi?

No final daquela temporada de 2011, com Messi campeão da Europa e Lewa reserva no título alemão, Argentina e Polônia jogaram em Varsóvia, com vitória polonesa por 2 a 1. Lewandowski foi titular e não marcou. Messi estava de férias, preparando-se para a Copa América que seu país sediaria.

Foi o último jogo entre argentinos e poloneses.

O confronto tem história. Quem tem menos de 40 anos pode ter se esquecido, mas a Polônia fez muito time grande chorar, tanto quanto ao assistir "O Pianista", obra-prima de Roman Polanski sobre o massacre alemão no gueto de Varsóvia, durante a Segunda Guerra Mundial.

A Argentina perdeu da Polônia por 3 a 2 na estreia da Copa de 1974 e só se classificou em segundo lugar numa chave em que a Itália foi eliminada. Grzegorz Lato foi o craque do jogo, com dois gols. Quatro anos mais tarde, a segunda fase de grupos começou com Argentina 2 x 0 Polônia, dois gols de Mario Kempes.

Em 2010, no Santiago Bernabéu, Boniek surgiu à minha frente. Estendi a mão e disse: mostro ao meu filho seus três gols contra a Bélgica, em 1982. Ele sorriu, simpático.

Se você não sabe quem é Boniek, procure Polônia 3 x 0 Bélgica no YouTube, agora. Hoje, o mundo do futebol não sabe quem foi a Polônia, terceira colocada em duas Copas do Mundo. Mas todo mundo sabe quem é Lewandowski.

A pergunta é se ele é mesmo melhor do que Messi.

Não é. Mas pode eliminar o maior craque do século 21 na primeira fase e condenar o maior gênio da Liga dos Campeões dos últimos 20 anos ao ostracismo em Copas.

EDITORIAL

Desenvolver preservando

Nem o imobilismo atende às necessidades econômicas do Estado, nem a flexibilização irrestrita das regras ambientais interessa ao futuro da região

13/06/2026 07h00

Arquivo

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A discussão sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul inevitavelmente passa pelo Pantanal e pelo Rio Paraguai. Não há como pensar o futuro da mineração, da logística e das exportações sem enfrentar um desafio central: como crescer economicamente sem comprometer um dos patrimônios ambientais mais importantes do planeta.

Nos últimos anos, o debate sobre a hidrovia do Rio Paraguai ganhou contornos cada vez mais delicados. De um lado, existe a necessidade de ampliar a competitividade econômica da região, sobretudo para garantir melhores condições de escoamento da produção mineral e agroindustrial. De outro, há o temor de impactos permanentes sobre o Pantanal, bioma extremamente sensível às alterações em seu ciclo hidrológico.

É justamente neste contexto que surge uma sinalização importante da mineradora responsável pela extração de minério de ferro e manganês do Maciço do Urucum, em Corumbá. A empresa acena com uma alternativa ambientalmente mais viável para o transporte da matéria-prima exportada para diversos países.

A proposta envolve a fabricação de novas barcaças financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O diferencial está no modelo das embarcações. Embora possuam calado menor do que as barcaças atualmente utilizadas no Rio Paraguai, elas terão maior capacidade de carga e estrutura mais moderna.

Na prática, isso significa uma necessidade menor de profundidade do rio para a navegação. Consequentemente, reduz-se também a necessidade de dragagem constante do leito do Rio Paraguai, justamente um dos pontos mais polêmicos envolvendo o debate sobre a hidrovia.

A dragagem desperta preocupação, porque altera características naturais do rio, interfere no fluxo das águas e pode gerar impactos ambientais relevantes em toda a dinâmica do Pantanal. Evidentemente, qualquer atividade econômica provoca algum nível de impacto ambiental. O ponto central está em reduzir danos e buscar soluções tecnológicas capazes de compatibilizar crescimento econômico e preservação ambiental.

Neste aspecto, a adoção de embarcações menos agressivas ao sistema fluvial representa um avanço importante. Trata-se de uma sinalização de que é possível buscar eficiência logística sem apostar exclusivamente em intervenções profundas no curso do rio.

O debate sobre o Rio Paraguai não pode ser conduzido a partir de extremos. Nem o imobilismo atende às necessidades econômicas do Estado, nem a flexibilização irrestrita das regras ambientais interessa ao futuro da região. Mato Grosso do Sul precisa encontrar equilíbrio.

O desenvolvimento sustentável continua sendo a palavra central deste debate. Precisamos gerar empregos, movimentar a economia e ampliar nossa capacidade de exportação. Mas também precisamos preservar o Pantanal e cuidar dos recursos naturais que serão deixados para as próximas gerações.

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CLAÚDIO HUMBERTO

"[A magistratura] passa por dificuldade financeiras"

Nunes Marques (STF), fala em "momento difícil" em evento sobre remuneração de juízes

12/06/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Carrões para Lula em Paris já custaram R$480 mil

Enquanto o governo sabota projetos para socorrer produtores rurais e até chama a renegociação das dívidas de “pauta-bomba”, Lula deu sinais de que vai manter o opulento padrão na viagem que inventou, diz que de última hora, a Paris (França) para participar do G7. O pagador de impostos vai bancar fatura de R$480.542,20, isso só com carrões para a comitiva do petista zanzar por lá. Se por aqui a ANAC até parou atividades por falta de dinheiro, por lá, as limusines já estão até pagas.

Frota estrelada

O Itamaraty contratou a V&D Luxury, que só trabalha com modelos top de linha da Mercedes, sedans ou vans. Além do chofer, claro.

Pra quem pode

No site, a empresa oferece limusines para clientes de alto padrão com a mensagem “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.

Faz o pix

O Itamaraty também já mandou alugar “salas” de apoio para Lula, que ainda está a quase 9 mil quilômetros de Paris,

No precinho

São dois espaços, a “Salle du Conseil”, para 10 pessoas, e a “Salle des Arcardes”, para 30 pessoas. A fatura é nossa: R$38.687,35.

Lula acusado de tentar melar socorro a produtores

Produtores, entidades rurais e parlamentares contestam a versão de Lula (PT) e cia. de que a negociação das dívidas do campo seria uma “pauta-bomba”. Zucco (PL-RS) é direto: “bomba é o descontrole fiscal que o governo construiu nos últimos anos”. O deputado argumenta que não é perdão de dívida, não distribui dinheiro, nem cria privilégio, apenas dá prazo para que produtores atingidos por crises climáticas possam pagar o que devem sem parar a produção: “O agro é solução, não problema”.

Avançou

O PL 5122/2023 foi aprovado no Senado na quarta-feira (10) e retorna à Câmara para análise final após alterações feitas pelos senadores.

Gestão explosiva

“Se existe uma bomba para a economia, ela está em Brasília, na má gestão dos recursos públicos pela gestão petista”, dispara Zucco.

Impulso necessário

Sanderson (PL-RS) destaca que o setor produtivo precisa de condições para seguir produzindo, gerando empregos e movimentando a economia.

Dilema petista

O PT pode ter candidato próprio em Minas Gerais, mesmo sem chance de vitória. O partido não quer “sacrificar” Marília Campos, priorizada para o Senado, mas o problema pode sobrar para a ex-prefeita de Contagem.

Prioridades claras

Diretor-presidente do instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo confirma que a corrupção voltou a liderar entre os principais problemas na visão dos eleitores brasileiros, seguido por segurança pública e saúde.

Fora do governo

Ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato a deputado este ano, José Dirceu disse ao Jornal Gente, da Bandeirantes, que não tem “nenhuma intenção” de voltar a ocupar cargo no governo Lula. Em vez disso, quer ajudar o presidente a partir da Câmara, se eleito, afirmou.

Sem conexão?

Nem um dia após afirmar que gostaria de tomar a ilha de Kharg, por onde passam 90% das exportações de petróleo do Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, informou que autoridades iranianas aceitaram o acordo com os americanos e suspendeu ataques que havia anunciado.

Lula rejeitado

Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) venceriam Lula (PT) em um eventual segundo turno, em Santa Catarina. O resultado está na pesquisa Futura/Apex (BR-08398/2026), de ontem.

Gayer internado

Gustavo Gayer (PL-GO) está internado e precisou passar por uma cirurgia para desobstruir o intestino. O procedimento foi nessa quinta-feira (11). Hoje, o deputado ainda segue sob observação.

Como está

Hugo Motta (Rep-PB) não mudou o relator e designou o deputado Leo Prates (Rep-BA) para relatar a versão governista da proposta sobre o fim da escala 6x1. O presidente da Câmara quer destravar a pauta da Casa.

Inquérito contra Lula

Flávio Bolsonaro (PL) não deixou barato as falas de Lula instigando o enforcamento de adversários. O senador protocolou notícia crime contra o petista no Supremo Tribunal Federal. Deve dar em nada.

Pensando bem...

…a maior ”pauta bomba” é a eleição.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Fonte do planeta

Certa vez, ao ouvir do alagoano Geraldo Bentes, seu ex-secretário de Turismo, a piada de que os rios Capiberibe e Beberibe, do Recife, formam o oceano Atlântico, para ilustrar a suposta “mania de grandeza” dos pernambucanos, o recifense Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e então governador do Distrito Federal, protestou imediatamente: “E quem disse que esses rios formam só o Atlântico?...”

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