Política

DATAFOLHA

Alckmin venceria no primeiro turno

Alckmin venceria no primeiro turno

g1

07/06/2014 - 09h20
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Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) no site do jornal "Folha de S. Paulo" indica que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tem 44% das intenções de voto para as eleições estaduais de 2014 e venceria no primeiro turno se disputasse com Paulo Skaf (PMDB), Gilberto Kassab (PSD) e Alexandre Padilha (PT).

O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, tem 21% das intenções de voto, seguido pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, com 5%, e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com 3%.

Votos em branco ou nulos foram a opção de 16%. Outros 10% responderam que não sabem em quem votar.

A pesquisa entrevistou 2.029 eleitores em 61 municípios do estado, entre terça-feira (03) e quinta (05), e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Alckmin cresceu um ponto percentual nas intenções de voto em comparação ao Datafolha realizado nos dias 28 e 29 de novembro de 2013, que testou o mesmo cenário, com os mesmos candidatos.

Capital x interior

Alckmin lidera a pesquisa de intenção de voto no interior paulista, com 49%, contra 38% na capital. Entre seus adversários, Skaf tem 22% das intenções de voto no interior e 20% na capital; Kassab tem 4% e 5%, respectivamente, e Padilha 3% e 4%.

Avaliação

A aprovação da administração de Alckmin manteve os mesmos 41% do levantamento anterior.
A pesquisa mostra ainda que 39% avaliaram o governo estadual como regular (mesmo índice da última pesquisa), enquanto 18% consideraram a administração ruim ou péssima (contra 17%).

A nota média dos paulistas para Alckmin foi de 6,4 em março de 2011, passou para 6,3 no começo de junho, baixou para 5,7 três semanas, foi a 5,9 em novembro, e manteve a nota de 5,9 agora.

A aprovação de Alckmin também é maior no interior do estado, onde 46% consideram sua gestão ótima ou boa, contra 38% que a aponta como regular e 14%, ruim ou péssima. Na capital e região metropolitana, o índice de eleitores que consideram a atual administração regular é 39% e supera o dos que a aprovam, 36%. Outros 22% acham o governo ruim ou péssimo.

Declaração

Camilo Santana defende redução da maioridade: Se pode votar, pode assumir responsabilidades

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição

16/10/2026 22h00

Camilo Santana, ex-ministro da Educação

Camilo Santana, ex-ministro da Educação Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

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O coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, senador Camilo Santana (PT-CE), defendeu a redução da maioridade penal em conversa com jornalistas nesta sexta-feira, 16. Nunca antes defendida pelo PT, agora o governo é favorável à criminalização de crimes hediondos cometidos por quem possui 16 e 17 anos.

"Nós defendemos que pode diminuir para 16 anos apenas para crimes que são crimes extremamente graves, como quem tira a vida de um cidadão e de uma cidadã brasileira. Se uma pessoa que tem 16 anos tem o direito de votar e escolher os seus representantes, ela também precisa assumir determinadas responsabilidades", declarou Camilo no quartel-general da campanha de Lula, em Brasília.

Segundo Camilo, o governo não quis votar a redução da maioridade penal proposta pela oposição ao governo porque eles buscavam atrapalhar a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto do PL era bem mais radical, propondo redução para 16 anos em todos os crimes e para 14 em caso de crimes hediondos.

A cartada do PL ocorreu um dia depois do governo Lula conseguir uma importante vitória com a aprovação da PEC que acabou com a escala de trabalho 6x1. O objetivo era desidratar o capital político do PT em um tema sensível para a esquerda.

Para se defender, o governo Lula decidiu abraçar a bandeira da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, que nunca foi pauta do PT. O próprio Camilo, que é senador, apresentou uma outra emenda proposto a atual ideia do Executivo

Em sabatina para a TV Globo na noite desta quinta-feira, 15, Lula disse defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

"Meu pensamento, enquanto cidadão brasileiro, é que no caso de todo e qualquer crime hediondo, sou favorável a diminuir a penalidade. Para crimes hediondos", disse o presidente na sabatina para o Jornal Nacional.

Regulamento

TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

Atualização de resolução da Corte eleitoral foi por unanimidade

16/10/2026 19h00

Foto: Antônio Augusto / TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

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