Política

Visita presidencial

Bolsonaro vai a inauguração em carro aberto com Eduardo Riedel e Tereza Cristina

Riedel disse que presidente "está com ele", e ao lado de Tereza Cristina, Braga Neto confirmou vice de Bolsonaro

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Ao chegar na Base Aérea de Campo Grande, o presidente Jair Bolsonaro foi recebido por um grupo de apoiadores. Ele seguiu em um carro juntamente com o ministro da Defesa, general Braga Netto, com a deputada federal e ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina (PP) e o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB).  

Juntamente com a ministra e Braga Netto, Riedel disse que Bolsonaro estará com ele nestas eleições, e respondeu à pergunta da equipe do Correio do Estado com uma pergunta: “Quem está com ele (Bolsonaro)?”.  

Ao ser perguntado se participará da motociata com o presidente da República, Riedel afirmou que irá caminhar com ele, mas que não irá conduzir uma motocicleta.  

 

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Antes disso, Bolsonaro foi recebido por Riedel e o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), e lembrou do período em que morou em Nioaque e falou que Mato Grosso do Sul é “uma potência do agro”. Em seguida, Riedel e Bolsonaro cumprimentaram o público e saíram em carro aberto com destino ao Jardim Canguru.  

Já Tereza Cristina disse que está preparada. “Já vim até de butina”, disse.  

 

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Na mesma ocasião, Braga Netto confirmou que é pré-candidato à vice-presidente na chapa de reeleição de Jair Bolsonaro, afastando de vez as especulações de que Tereza Cristina, que é candidata ao Senado, poderia ser a vice de Bolsonaro na chapa.  

Ao chegar em Campo Grande, Bolsonaro não falou. Apenas acenou ao público.  

Além de Tereza Cristina, Riedel e Braga Netto, acompanham o presidente os deputados federais Loester Trutis (PL) e Luiz Ovando (PP).  

No Jardim Canguru, Bolsonaro irá inaugurar um residencial com 300 moradias para famílias de baixa renda.

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Atlas/Bloomberg

No 2º turno, Flávio tem 47,2% e Lula 46,8%, empatados tecnicamente

Na pesquisa divulgada em 10 de setembro, o candidato do PL aparecia com 46,4% e o petista, com 46,2%.

17/09/2026 07h13

Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%

Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%

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Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 17, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seguem tecnicamente empatados em um eventual 2º turno da eleição presidencial, mas o parlamentar manteve a pequena vantagem numérica em relação ao petista.

Segundo o levantamento, Flávio registra 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 46,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 6%. Na pesquisa divulgada em 10 de setembro, o candidato do PL aparecia com 46,4% e o petista, com 46,2%.

Quando são considerados apenas os votos válidos, Flávio venceria Lula no 2º turno por 50,2% a 49,8%.

Nos outros cenários testados, o atual presidente venceria todos os demais candidatos da oposição.

Contra Romeu Zema (Novo), Lula registra 46,3% ante 43,7% do ex-governador de Minas Gerais. Brancos, nulos ou não sabem somam 10,1%.

Na disputa com Ronaldo Caiado, o presidente venceria o ex-governador de Goiás por 46% contra 41,7%. Brancos, nulos ou não sabem somam 12,3%.

Quando o candidato da oposição é Augusto Cury (Avante), Lula seria reeleito por 45,6% a 37,8%. Brancos, nulos ou não sabem somam 16,6%.

Em uma disputa contra Renan Santos (Missão), Lula tem 46,1%, contra 29,7% do ativista. Brancos, nulos ou não sabem somam 24,2%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 entrevistados, com 16 anos ou mais, pela internet, de 11 a 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual (p.p.), para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06221/2026.
 

ex-ministra

'Tem de colocar um freio de arrumação urgente e imediato', defende Simone Tebet sobre STF

Ex-ministra e candidata ao Senado por São Paulo disse que crise institucional pode se estender à ecnomia se não for contida

16/09/2026 22h00

Ex-ministra do Planejamento e Orçamento e candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet

Ex-ministra do Planejamento e Orçamento e candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet Valter Campanato/Agência Brasil

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Questionada sobre impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em entrevista ao portal Terra, Simone Tebet (PSB), ex-ministra e candidata ao Senado por São Paulo, afirmou a necessidade de uma reforma no Judiciário feita o quanto antes. "Tem de colocar um freio de arrumação urgente e imediato", declarou.

Para ela, o movimento para conter a crise atual é imprescindível, uma vez que a crise institucional pode se estender à economia, gerar desemprego e inflação e afugentar investimentos estrangeiros.

Entre as medidas para reformar o Judiciário, ela defende o fim dos penduricalhos, da vitaliciedade para membros do STF e que decisões monocráticas sejam, posteriormente, avaliadas pelo plenário da Corte.

A candidata também expressa o desejo de participar, caso eleita ao Senado Federal, da comissão que irá avaliar questões relacionadas ao Judiciário.

Ainda na entrevista, a candidata aproveitou para defender sua candidatura ao Senado pelo Estado de São Paulo. Tebet tem carreira política formada no estado do Mato Grosso e foi questionada por candidatos pela decisão de concorrer por outro estado.

Em sua resposta, fez referência a Tarcísio de Freitas (Republicanos), "carioca eleito, legítima e democraticamente, governador de São Paulo, sem nunca ter tido um imóvel, nem história aqui", define.

"Em polarização absurda, eu tive 9% dos votos da capital do Estado de São Paulo. Portanto, São Paulo já me abraçou. O resultado das urnas, bem-sucedido ou não, é quem vai dizer se eu mereço ou não representar o Estado de São Paulo. Agora, eu tenho propriedade aqui, estudei aqui, tenho filhas aqui, tenho história. Nasci na divisa, então conheço todo o noroeste paulista. Casei com alguém do Estado de São Paulo. Eu conheço a realidade social e econômica; conheço São Paulo", declarou. A candidata ainda caracterizou o Estado como "locomotiva do País"

Em outro momento da entrevista, defendeu a maior participação das mulheres na vida política do País e espera que ocupem mais cadeiras no STF nas próximas indicações. Entretanto, acredita que a maior representação depende de quem ganhar as próximas eleições.

"Se for o presidente Lula, sem dúvida nenhuma [terá indicação de uma mulher]. De preferência, espero eu, que seja uma mulher negra. Acho que nós nunca tivemos e precisamos dessa representatividade. Mas que a próxima seja uma mulher para começar a alcançar pelo menos 30%. Nós nunca tivemos duas mulheres ao mesmo tempo. Aliás, só tivemos duas mulheres."

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