Política

ELEIÇÕES 2022

Confira quais locais de votação para as eleições do dia 02 de outubro foram alterados em Campo Grande

Campo Grande tem seis locais de votação que sofreram alteração separados por locais e seções

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Falta uma semana das eleições gerais de 2022, e alguns locais de votação em Campo Grande foram alterados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS). A Justiça Eleitoral pede para que o eleitor confira o local e a seção de votação antes de sair de casa para ir votar.  

Confira abaixo a lista de seções e locais de votação de Campo Grande que sofreram alterações para as eleições de 2022:

1º Turno

Zona 

Local Original

Seção

  

Local Temporário

35

E.E. Maria Constança Barros Machado

28, 30, 32, 34, 36, 559, 577, 602, 621, 646 e 669

  

IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul).

35

E.E Professora Fausta Garcia Bueno

149, 150, 382, 383, 411, 426, 456, 469, 484 e 495

  

UCDB (Universidade Católica Dom Bosco)

36

E.E Estadual Maria Eliza Bocayuva Corrêa da Costa 

162, 163, 164, 165, 166, 167, 168, 169, 170, 171, 195, 227, 247, 255 e 350

  

UNIGRAN (Centro Universitário da Grande Dourado)

36

E.E Estadual Maestro Frederico Liebermann 

130 131, 132, 133, 134, 135, 205, 224, 256, 273, 294, 301 e 320

  

Colégio Dom Bosco

44

E.E 11 de Outubro

105, 105, 106, 107, 108, 109 e 110

  

EMEI Nossa Senhora de Fátima 

44

E.E 11 de Outubro

111, 112, 113 e 291

  

Paróquia Maria Mãe da Igreja 

54

José Antônio Pereira 

54, 55 e 294

  

Secretaria da Escola Estadual 11 de Outubro

 

2º Turno

ZonaLocal OriginalSeçãoLocal Temporário

35

E.E. Maria Constança Barros Machado

28, 320, 32, 34, 559, 577, 602, 621, 646 e 669

IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul)

35

E.E Professora Fausta Garcia Bueno

149, 150, 382, 383, 411, 426, 456, 469, 484 e 495

UCDB (Universidade Católica Dom Bosco)

44

E.E 11 de Outubro

104, 105, 106, 107, 108, 109, 110

EMEI Nossa Senhora de Fátima 

44

E.E 11 de Outubro

111, 112, 113 e 291

Paróquia Maria Mãe da Igreja 

Localização

  • IFMS: Rua Taquarí, 831 - Santo Antônio
  • UCDB: Av. Tamandaré, 6000 - Jardim Seminário
  • EMEI Nossa Senhora de Fátima:  Rua Jardim Santo Ignacio, 271 - Jardim Leblon
  • Paróquia Maria Mãe da Igreja: Rua Felipe Calarge, 723 - Jardim Leblon
  • Colégio Dom Bosco:  Av. Mato Grosso, 227 - Centro
  • Unigran: Rua Abrão Julio Rahe, 325 - Monte Castelo
  • Secretaria da Escola Estadual 11 de outubro: Rua Pôrto Batista, 29 - Jardim Bonança

 

Onde consultar:

O eleitor pode fazer a busca no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde deverá informar o número do CPF ou do título de eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe.  

Os números da zona e seção eleitoral, além do endereço do local de votação serão mostrados no resultado da pesquisa. A mesma busca também pode ser feita nos sites dos tribunais regionais eleitorais.

Pelo aplicativo e-título, além de saber o local de votação, o eleitor também pode ativar a localização do celular e ser guiado até sua zona eleitoral por meio de um mapa virtual. Para o eleitor que tem a biometria cadastrada, o aplicativo substitui o título de papel e outro documento de idenficação com foto.

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Redirecionamento

Comando Central dos EUA diz que redirecionou 67 navios comerciais em meio a bloqueio ao Irã

Outras 4 embarcações foram desativadas, segundo o Centcom

13/05/2026 22h00

Foto: Divulgação

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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês) informou que as forças americanas redirecionaram 67 embarcações comerciais e permitiram que 15 transportando ajuda humanitária passassem desde o início do bloqueio aos portos do Irã há quatro semanas. Outras 4 embarcações foram desativadas, segundo o Centcom.

No início desta semana, as forças americanas garantiram que 2 embarcações comerciais dessem meia-volta para cumprir o bloqueio após comunicação por rádio e disparos de tiros de aviso com armas leves, demonstrando claramente que os EUA seguem cumprindo as determinações de bloqueio.

Em paralelo, o Departamento de Guerra do governo americano informou que firmou novas estruturas de acordos com uma série de novos participantes disruptivos e inovadores comerciais para expandir agressivamente as capacidades de ataque das Forças Armadas.

Os acordos com a Anduril, CoAspire, Leidos e Zone 5 lançarão o programa de Mísseis Conteinerizados de Baixo Custo (LCCM, na sigla em inglês), enquanto um acordo paralelo com a Castelion impulsionará uma iniciativa para ampliar soluções hipersônicas de baixo custo, segundo comunicado divulgado no site do comando.

O esforço permite ao Departamento adquirir mais de 10.000 mísseis de cruzeiro de baixo custo em apenas três anos, a partir de 2027.

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Votação

Motta decide votar projeto de lei do governo sobre redução de jornada junto com PEC da Câmara

Deputado gravou um vídeo ao lado dos ministros das Relações Institucionais, José Guimarães

13/05/2026 19h00

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu nesta quarta-feira, 13, votar o projeto de lei enviado pelo governo Lula sobre redução da jornada de trabalho junto com a proposta de emenda à Constituição sobre o tema que tramita na Casa legislativa.

O deputado gravou um vídeo ao lado dos ministros das Relações Institucionais, José Guimarães, e do Trabalho, Luiz Marinho, após reunião na Residência Oficial da Câmara.

Além deles, também participaram do encontro o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o presidente da comissão especial que debate a PEC, Alencar Santana (PT-SP), o relator, Leo Prates (Republicanos-BA), o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Luiz Gastão (PSD-CE).

No vídeo, Motta afirma que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. "Nós queremos também fortalecer as convenções coletivas, para que elas possam tratar das particularidades de cada setor", disse.

Segundo o presidente da Câmara, o projeto enviado pelo governo será necessário para adequar a legislação às mudanças que serão feitas à Constituição pela redução da jornada de trabalho.

O projeto enviado pelo governo tem urgência constitucional, o que significa que precisaria ser votado até o final de maio sob risco de travar a pauta da Câmara.

Segundo o cronograma, os dois textos devem ser votados praticamente juntos. A PEC deve ser votada no dia 26 na comissão especial e no dia 27 em plenário.

A urgência também seria importante para manter a pressão sobre o Senado. Em entrevista na terça-feira, 12, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, manifestou preocupação com a tramitação do texto no Senado.

"É um perigo votar na Câmara a PEC e não votar o PL com urgência constitucional e, como a PEC não tem urgência constitucional, ela é aprovada na Câmara, mas fica dormindo em berço esplêndido no Senado. Esse é um risco real que a sociedade precisa estar atenta para evitar que isso aconteça", disse ele.

Durante coletiva de imprensa para comentar os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Marinho defendeu que somente a PEC não conseguiria fazer ajuste de jornada.

"Você delega a um projeto de lei a lei específica sobre o assunto esse conjunto dos demais eventuais detalhamentos e complementos que a Constituição delegará à legislação ordinária", disse o ministro. "E seguramente a lei delegará outras questões para as convenções coletivas."

O deputado Alencar Santana também saiu em defesa do projeto do governo e afirmou que o texto "tem detalhes que as propostas constitucionais não trazem corretamente".

"Isso é matéria de projeto de lei. Então o presidente Hugo Motta também dará sequência a esse projeto para que ele possa também com serenidade ser aprovado e a gente assegurar de fato os ganhos aos trabalhadores a partir da discussão que nós estamos trabalhando", disse o parlamentar.

A votação do projeto de lei junto com a PEC era um pleito de Marinho, que argumentava que o texto do governo tratava de especificidades que a proposta de emenda à Constituição não abordava.

Na semana passada, o relator passou a se alinhar com Marinho e disse que havia coisas que não conseguiriam ser vencidas na PEC "pela complexidade do mundo do trabalho".

"Do aspecto formal, eu acho que o ministro Marinho hoje dá um caminho que é isso, de a PEC regular a regra geral e a gente ir para um PL, como até foi feito muito próximo da reforma tributária. O PL vai regular as especificidades", afirmou Prates

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