Política

Eleições 2026

Convenção do PT confirma Fábio Trad na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul

Federação Brasil da Esperança oficializa ex-deputado federal para enfrentar a disputa estadual, com Gilda Maria como vice; aliança reúne PT, PCdoB, PV e tem apoio do PSB.

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Fábio Trad (PT) entrou oficialmente na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul neste domingo (26). O ex-deputado federal teve o nome homologado em convenção da Federação Brasil da Esperança, realizada na Fetems, em Campo Grande, e passa a encabeçar a chapa formada pelo grupo de oposição na corrida pelo Executivo estadual.

Formada por PT, PCdoB e PV, a federação confirmou Gilda Maria dos Santos, conhecida como Dona Gilda, como candidata a vice-governadora. A composição estadual conta ainda com o apoio do PSB, que também realizou convenção neste domingo e formalizou a aliança em torno do nome de Fábio. 

A convenção também definiu a participação do grupo na corrida pelas duas cadeiras de Mato Grosso do Sul no Senado. O deputado federal Vander Loubet (PT) teve a candidatura homologada, enquanto a senadora Soraya Thronicke (PSB), que busca a reeleição, integra a aliança.

Além da chapa majoritária, o grupo chega à eleição com candidaturas para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. Antes da convenção, estavam previstos nove nomes para deputado federal e 28 para deputado estadual. 

Oposição, mas sem ataques pessoais

Ao ter a candidatura confirmada, Fábio Trad colocou a oposição à atual administração estadual como um dos eixos da campanha, mas sinalizou que pretende evitar ataques pessoais aos adversários.

O candidato afirmou que a estratégia será confrontar o atual modelo de gestão por meio de propostas e de uma avaliação crítica do governo, buscando diferenciar a disputa política de embates de caráter pessoal.

 “Eu vou atuar na oposição ao governo e, ao mesmo tempo, apontar soluções com propostas consistentes e factíveis.”

Fábio acrescentou que pretende ser rigoroso na avaliação da administração estadual e defender um modelo que, na avaliação dele, distribua os resultados do crescimento econômico para uma parcela maior da população. 

A posição coloca o petista diretamente no campo de oposição ao governador Eduardo Riedel (PP), que busca a reeleição em outubro.

Economia entra no centro do discurso

O desenvolvimento econômico também apareceu como uma das principais bandeiras apresentadas pelo candidato durante a convenção.

Fábio criticou o atual modelo de crescimento de Mato Grosso do Sul e argumentou que o avanço dos indicadores econômicos precisa resultar em melhoria da renda e das condições de vida da população.

Na avaliação do candidato, o Estado precisa avançar na industrialização e na agregação de valor aos produtos primários, com maior participação de tecnologia, pesquisa e inovação.

A proposta apresentada durante o discurso passa ainda pela aproximação entre o poder público e as universidades. Fábio defendeu parcerias com instituições públicas e privadas para estimular pesquisa e desenvolvimento tecnológico ligados às atividades econômicas do Estado. 

Juventude, mulheres e combate ao feminicídio

Outras áreas também foram colocadas entre as prioridades de um eventual governo. Fábio citou a capacitação tecnológica dos jovens como uma das estratégias para aumentar a renda e reduzir a saída de trabalhadores qualificados de Mato Grosso do Sul.

Políticas para idosos, crianças e adolescentes também foram mencionadas, assim como o enfrentamento à violência contra as mulheres. O candidato destacou especificamente o combate ao feminicídio como uma das questões que pretende priorizar. 

A participação feminina também ganhou espaço na formação da chapa. Gilda Maria foi escolhida para ocupar a vice, enquanto Soraya disputa uma das vagas ao Senado.

Durante a convenção do PSB, realizada também neste domingo, Fábio afirmou ainda que, caso seja eleito, pretende montar um secretariado com 70% dos cargos ocupados por mulheres.

Dona Gilda na vice

A candidata a vice-governadora é Gilda Maria dos Santos, a Dona Gilda, filiada ao PT e esposa do ex-governador Zeca do PT.

A escolha acrescenta à chapa um nome diretamente ligado à história do partido no Estado. Zeca governou Mato Grosso do Sul por dois mandatos consecutivos, entre 1999 e 2006, período em que o PT comandou pela última vez o Executivo estadual.

Com a composição, Fábio e Gilda tentam recolocar o partido na Governadoria duas décadas depois do fim da última administração petista no Estado.

Duas candidaturas ao Senado

A estratégia eleitoral da aliança prevê duas candidaturas ao Senado.

Vander Loubet, atual deputado federal e presidente estadual do PT, deixa a disputa pela Câmara para tentar uma das duas cadeiras de Mato Grosso do Sul que estarão em jogo neste ano.

A chapa de Vander terá duas mulheres como suplentes. A vereadora Maria Diogo, de Três Lagoas, será a primeira suplente, enquanto a professora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) Maria José de Jesus Alves Cordeiro, conhecida como Maju, de Dourados, ocupará a segunda suplência. 

A segunda candidatura apoiada pelo grupo é a de Soraya Thronicke. Eleita em 2018 e atualmente filiada ao PSB, ela tenta conquistar mais oito anos no Senado.

A chapa de Soraya terá o empresário e advogado Bruno Migueis, presidente do PT em Corumbá, como primeiro suplente, e a professora Sandra Cassone, do PSB de Itaquiraí, na segunda suplência.

A composição produz uma das principais mudanças políticas desta eleição: Soraya, eleita em 2018 em um ambiente político ligado à ascensão de Jair Bolsonaro, agora integra uma aliança que trabalha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Palanque de Lula em Mato Grosso do Sul

A convenção também consolidou Fábio Trad como o principal nome do grupo ligado ao presidente Lula na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul.

Vander Loubet afirmou durante o encontro que a estratégia será aproximar o desempenho eleitoral do presidente no Estado das candidaturas locais, especialmente Fábio ao governo e os candidatos ao Senado.

Representantes nacionais do PT também participaram da articulação em torno da convenção. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, havia sido anunciado para representar Lula no encontro, acompanhado do secretário-geral nacional do PT, Henrique Fontana. 

A estratégia da federação é transformar a eleição estadual também em uma disputa vinculada ao cenário nacional, apresentando Fábio como candidato alinhado ao projeto político do governo Lula.

Trajetória de Fábio Trad

Natural de Campo Grande, Fábio Ricardo Trad nasceu em 18 de agosto de 1969. Advogado e professor de Direito, presidiu a seccional de Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS) entre 2007 e 2009 antes de chegar à Câmara dos Deputados.

Filho do ex-deputado federal Nelson Trad, Fábio pertence a uma família com longa trajetória na política sul-mato-grossense. Entre seus irmãos estão o senador Nelsinho Trad e o ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad.

Sua primeira eleição para deputado federal ocorreu em 2010, quando recebeu 82.121 votos. Em 2014, obteve 67.508 votos e ficou na suplência, assumindo posteriormente uma cadeira na Câmara.

Em 2018, então pelo PSD, conquistou novo mandato com 89.385 votos. Na eleição de 2022, recebeu 43.881 votos e não conseguiu se reeleger.)

Posteriormente, Fábio se aproximou do campo político liderado pelo presidente Lula e ingressou no PT. Agora, em 2026, troca a disputa por uma cadeira no Legislativo por sua primeira candidatura ao comando do Executivo estadual.

Federação fecha chapa para outubro

Com a convenção deste domingo, a Federação Brasil da Esperança encerra a etapa interna de definição dos principais nomes que levará às urnas em Mato Grosso do Sul.

A chapa majoritária fica formada por Fábio Trad (PT), candidato a governador; Gilda Maria (PT), vice; Vander Loubet (PT) e Soraya Thronicke (PSB), candidatos ao Senado.

A composição reúne trajetórias políticas distintas sob o mesmo projeto eleitoral e estabelece um palanque estadual para Lula, enquanto Fábio assume o papel de principal adversário do grupo na disputa pelo Governo do Estado. 

Força-tarefa

Após temporal, Campo Grande vai ao Planalto em busca de ajuda federal

Reunião articulada por Vander Loubet será realizada na terça-feira (15) e deve reunir Prefeitura, Estado e Câmara para apresentar os prejuízos e buscar recursos para a recuperação da Capital.

11/09/2026 19h38

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

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Os estragos deixados pelo forte temporal que atingiu Campo Grande na quinta-feira (10) serão levados ao Palácio do Planalto na próxima semana. O deputado federal e pré-candidato ao Senado Vander Loubet (PT-MS) articulou uma reunião com o Governo Federal para apresentar a dimensão dos prejuízos e buscar apoio da União para a recuperação da Capital.

A agenda está marcada para a próxima terça-feira (15), às 10h, em Brasília, com o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães.

Vander convidou a prefeita Adriane Lopes, que já confirmou presença, o governador Eduardo Riedel e um representante da Câmara Municipal de Campo Grande. A intenção é reunir diferentes esferas do poder público em torno das medidas necessárias para enfrentar os prejuízos deixados pela tempestade.

A reunião foi marcada para terça-feira justamente para que as equipes responsáveis tenham tempo de concluir o levantamento dos danos e dimensionar o tamanho da conta deixada pelo temporal.

Esses dados deverão subsidiar tanto os pedidos de apoio que serão apresentados ao Governo Federal quanto a análise de um eventual decreto de calamidade pública, a depender da extensão dos prejuízos identificados pelo Município.

“Agora é hora de unir forças e buscar respostas rápidas para Campo Grande”, afirmou Vander.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.Deputado federal Vander Loubet articulou reunião no Palácio do Planalto para discutir apoio federal a Campo Grande após temporal. Foto: Arquivo.

Temporal deixou rastro de destruição

A mobilização por recursos federais ocorre após uma tempestade que, em poucos minutos, mudou o cenário de diferentes regiões de Campo Grande.

O temporal começou por volta das 17h30 de quinta-feira e teve seu período mais intenso concentrado em aproximadamente 20 a 30 minutos.

Apesar da curta duração, a combinação de chuva forte, ventania e grande quantidade de raios foi suficiente para derrubar árvores, atingir a rede de energia, danificar imóveis e estruturas e bloquear vias.

As rajadas de vento chegaram a quase 84 quilômetros por hora. Segundo o meteorologista Natálio Abrahão, em apenas 36 minutos foram contabilizados 3.095 raios sobre Campo Grande, número que ajuda a dimensionar a força da tempestade.

A intensidade da ventania ficou registrada em vídeos feitos por moradores. Durante os momentos mais fortes, a chuva era praticamente carregada horizontalmente pelo vento e a visibilidade caiu consideravelmente em algumas ruas.

Pouco depois do início da tempestade, começaram a surgir os primeiros registros de árvores e galhos espalhados pelas vias.

Árvores de grande porte foram arrancadas ou tiveram partes da estrutura quebradas, algumas delas ficando atravessadas sobre ruas e impedindo a passagem de veículos.

A queda de árvores também atingiu a infraestrutura elétrica. Postes, cabos e outros componentes da rede foram danificados, provocando interrupções no fornecimento de energia em diferentes pontos da Capital.

Os estragos atingiram também imóveis particulares. Em uma das ocorrências registradas após a tempestade, um muro não resistiu à força do vento e desabou sobre um Volkswagen Fox que estava estacionado na esquina das ruas Antônio Corrêa e Fernando Corrêa.

Telhados e estruturas mais leves também foram atingidos pela ventania, enquanto ruas ficaram tomadas por galhos, folhas e outros materiais carregados pelo vento.

Esplanada Ferroviária também foi atingida

Na região central, a força da tempestade deixou marcas na Esplanada Ferroviária, uma das áreas históricas de Campo Grande.

Imagens feitas logo depois do temporal mostraram uma estrutura metálica retorcida e derrubada pela força do vento, com partes espalhadas pela área. A chuva ainda caía quando os danos foram registrados.

Estragos provocados pelo temporal em Campo Grande serão apresentados ao Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto.Cobertura da Esplanada Ferroviária foi arrancada pela força do temporal e ficou espalhada pela Avenida Calógeras, em Campo Grande. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

Árvores também caíram na região e houve ocorrências envolvendo a rede elétrica, ampliando o risco para quem circulava pelo local após a tempestade.

O cenário encontrado na Esplanada se repetiu, em diferentes proporções, por vários pontos da cidade: árvores no chão, vias parcialmente bloqueadas, estruturas danificadas e equipes mobilizadas para liberar ruas e reduzir os riscos à população.

A tempestade também expôs problemas em equipamentos públicos. Na UPA Universitário, pacientes registraram momentos de apreensão durante a chuva após parte da estrutura do teto apresentar problemas em meio ao temporal. As imagens mostraram água entrando na unidade e usuários assustados com a situação.

Os danos espalhados pela Capital fizeram com que os trabalhos avançassem pela noite de quinta-feira e continuassem nesta sexta-feira (11), principalmente para retirada de árvores, liberação de vias e recuperação da rede elétrica.

Quase 24 horas sem energia

Para parte dos moradores, os efeitos do temporal continuaram mesmo depois de o céu abrir. Nesta sexta-feira, famílias de diferentes regiões de Campo Grande ainda relatavam falta de energia, em alguns casos se aproximando de 24 horas desde a passagem da tempestade.

Entre os bairros e regiões com relatos de consumidores ainda afetados estavam Vila Olinda, Jardim São Bento, Itanhangá Park, Jardim Monte Líbano, Residencial Maria Aparecida Pedrossian, Vila Carlota, Oliveira e União.

Logo após o temporal também houve registros de interrupção em regiões como Amambaí, Piratininga, Guanandi, Centro, Vila Margarida, Jardim Veraneio, Vivendas do Bosque e José Abrão.

A demora no restabelecimento provocou uma série de transtornos dentro das residências. Sem eletricidade, moradores passaram a improvisar para carregar celulares, conservar alimentos e manter atividades básicas da rotina.

Em alguns imóveis, a falta de energia também afetou o funcionamento de bombas utilizadas no abastecimento de água.

A Energisa informou que, até as 5h30 desta sexta-feira, havia restabelecido o fornecimento para 77% dos clientes atingidos pelo temporal. Diante do volume de ocorrências, equipes foram reforçadas e profissionais de outros estados mobilizados para auxiliar nos reparos.

O trabalho envolve situações que exigem intervenções mais complexas, principalmente nos locais onde árvores atingiram diretamente postes, transformadores e cabos da rede.

Por isso, mesmo 24 horas após a tempestade, os reflexos ainda eram sentidos por moradores de diferentes regiões da Capital.

Conta dos prejuízos ainda está sendo calculada

É justamente esse conjunto de danos que deverá compor o levantamento a ser apresentado em Brasília. Até terça-feira, Prefeitura e demais órgãos envolvidos deverão avançar na contabilização dos prejuízos causados à infraestrutura pública e identificar as áreas que precisarão de intervenções para recuperação.

Além dos danos visíveis em árvores, ruas, imóveis e rede elétrica, o levantamento poderá apontar custos relacionados à limpeza da cidade, recuperação de equipamentos públicos, retirada de estruturas comprometidas e demais serviços emergenciais realizados depois da tempestade.

Com os números em mãos, a comitiva pretende apresentar ao Governo Federal as necessidades consideradas mais urgentes e discutir de que maneira a União poderá participar da recuperação de Campo Grande.

Os dados também deverão pesar na análise sobre a necessidade de um eventual decreto de calamidade pública, medida que depende da avaliação da extensão dos danos e da capacidade do poder público local de responder aos prejuízos.

“Campo Grande vive um momento difícil e precisa de união. Nosso papel é abrir os caminhos em Brasília, levar a dimensão dos prejuízos ao Governo Federal e trabalhar para que o apoio chegue o mais rápido possível às pessoas. É hora de cuidar da nossa cidade”, concluiu Vander.

A reunião no Planalto, portanto, acontecerá quatro dias depois de uma tempestade que durou poucos minutos em sua fase mais intensa, mas deixou consequências que ainda eram enfrentadas pelos campo-grandenses nesta sexta-feira. O tamanho financeiro desses estragos é justamente o próximo número que a Capital terá de descobrir.

Advocacia pública

Adriano Arrias de Lima é reeleito presidente da Aprems

Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul reelege procurador para comandar entidade no triênio 2026-2029

11/09/2026 19h29

Diretoria da Aprems eleita para o próximo triênio

Diretoria da Aprems eleita para o próximo triênio Eduardo Miranda

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O procurador do Estado Adriano Aparecido Arrias de Lima foi reeleito presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul (Aprems) para o triênio 2026-2029. A chapa Aprems Unida foi eleita na tarde desta sexta-feira (11), durante votação realizada na sede da entidade, em Campo Grande.

Adriano seguirá à frente da associação ao lado do procurador Wagner Moreira Garcia, que permanece na vice-presidência. A nova diretoria também será formada por José Wilson Costa Ramos Júnior, como secretário; Neusa Miranda e Silva, como diretora tesoureira; Norton Riffel Camatte, como diretor de Prerrogativas; Bruno César dos Santos Pereira, como diretor de Comunicação; Henri Dhouglas Ramalho, como diretor de Acompanhamento Legislativo; Maria Fernanda Carli de Freitas, como diretora Administrativa; e Ludmila dos Santos Russi, como diretora Social e Cultural.

Após a eleição, o presidente da Aprems agradeceu o apoio recebido dos procuradores do Estado e destacou o trabalho desenvolvido pela diretoria nos últimos dois anos. Segundo Adriano, a continuidade à frente da entidade representa também um compromisso de buscar novos avanços para a carreira.

“Nos últimos dois anos, todos os diretores se empenharam muito para que a carreira pudesse receber sempre o melhor, e este voto de confiança que recebemos é também recebido como um compromisso. A gente vai continuar se doando ao máximo para que a gente possa conseguir cada vez mais avanços e direitos para os procuradores”, afirmou.

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