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Eduardo Riedel anuncia os primeiros nomes que irão compor as secretarias na nova gestão

O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (13) no escritório da transição no Parque do Prosa

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Na tarde desta terça-feira (13), o governador eleito de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB) e o coordenador da equipe de transição, o vice-governador Barbosinha (PP) anunciaram os primeiros nomes que irão compor o secretariado da gestão que inicia em 1º de janeiro.

Conforme já adiantado pelo Correio do Estado, os cinco primeiros nomes são: Hélio Peluffo, prefeito de Ponta Porã, assume a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), o marido da senadora Simone Tebet, deputado licenciado e secretário de governo da atual gestão, Eduardo Rocha assume a Casa Civil. 

A Secretaria de Fazenda (Sefaz) será comandada pelo ex-vereador de Campo Grande e atual adjunto da Secretaria de Governo (Segov), Flávio César Mendes de Oliveira. A advogada Ana Carolina Araujo Nardes continua na Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) e na Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul continua a advogada Ana Carolina Ali Garcia.

No momento, Eduardo Riedel afirmou que as escolhas foram feitas não só pelo alinhamento da política pública, mas por preservar a capacidade de cada nomeado. "Por isso que pode ser de qualquer partido político, qualquer agremiação, pois cada pessoa tem uma história, cada pessoa tem sua trajetória, tem seu conhecimento, seja de serviço prestado, seja de uma vida de contribuição ao coletivo e isso deve ser valorizado". 

O governador eleito disse que manteve o discurso que foi realizado na campanha eleitoral. "Falamos o tempo todo que a gente ia observar uma política mais orientada para resultado, orientada para servir as pessoas, e isso não tem nada a ver com não aceitar indicações partidárias, elas fazem parte do conjunto político, nós temos que garantir que as pessoas aqui chamadas, tenham um absoluto comprometimento e conhecimento com o que será desempenhado", finalizou. 

A solenidade aconteceu no escritório da transição, localizado no receptivo do Parque do Prosa.

Colaborou Celso Bejarano 

ELEIÇÕES 2026

Chapas enxutas reduzem em 46,2% o número de candidatos a deputado estadual e em 41,3% a federal

Partidos e federações apostam em nominatas menores para concentrar votos e aumentar a competitividade na disputa pelas vagas no Legislativo.

04/08/2026 10h55

MS terá 198 candidatos a deputado estadual e 94 a deputado federal nas eleições de 2026, uma redução de 46,2% e 41,3%, respectivamente, em relação ao pleito de 2022

MS terá 198 candidatos a deputado estadual e 94 a deputado federal nas eleições de 2026, uma redução de 46,2% e 41,3%, respectivamente, em relação ao pleito de 2022 Montagem

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As eleições de 2026 em Mato Grosso do Sul serão marcadas por uma expressiva redução no número de candidatos aos cargos proporcionais.

Conforme levantamento realizado pelo Correio do Estado, em comparação com o pleito de 2022, as disputas por vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados terão nominatas significativamente menores, refletindo uma estratégia dos partidos e federações de concentrar votos em candidatos com maior potencial eleitoral.

Na corrida pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa, o Estado terá 198 candidatos a deputado estadual, contra 368 registrados em 2022. A redução é de 170 candidaturas, o equivalente a uma queda de 46,2%.

O cenário é semelhante na disputa pelas oito vagas de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados. Neste ano, serão 94 candidatos a deputado federal, ante 160 nas eleições de 2022. A diminuição é de 66 candidatos, uma retração de 41,3%.

A redução decorre, principalmente, da formação de federações partidárias, que passaram a apresentar chapas únicas, e da estratégia das legendas de evitar a pulverização dos votos.

Com menos candidatos, os partidos buscam aumentar a competitividade de seus principais nomes e melhorar o desempenho no cálculo do quociente eleitoral, que define a distribuição das cadeiras.

Entre as chapas estaduais já definidas, a Federação União Progressista (PP/União Brasil) reúne 22 candidatos, o PL lançou 25 nomes, o Democracia Cristã (DC) também apresentou 25 candidatos, o Avante terá 26 concorrentes, o Republicanos registrou 24 candidatos, o PT confirmou 24 nomes, o Novo lançou 23 candidatos, o MDB terá 19 concorrentes e a Federação PSOL-Rede disputará com 10 candidatos. O Agir, por sua vez, decidiu não lançar candidatos a deputado estadual.

Na disputa pela Câmara dos Deputados, MDB, PL, Republicanos, Avante, Federação União Progressista (PP/União Brasil), Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), Federação PSOL-Rede, Novo e Democracia Cristã (DC) registraram nove candidatos cada, enquanto o Agir terá seis postulantes.

A expectativa é que a redução no número de candidatos torne a disputa mais concentrada, elevando a competitividade entre os concorrentes e aumentando a importância da votação individual e do desempenho coletivo das chapas para a conquista das vagas no Legislativo estadual e federal.

palanque

Republicanos declara neutralidade na eleição presidencial

A decisão frustra as negociações do candidato Flávio Bolsonaro, que contava com o partido inclusive para a possível indicação de Daniella Marques para sua candidata a vice

04/08/2026 10h02

Na convenção desta terça-feira, 17 diretórios estaduais votaram pela neutralidade na disputa pela presidência da República

Na convenção desta terça-feira, 17 diretórios estaduais votaram pela neutralidade na disputa pela presidência da República

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O partido Republicanos declarou neutralidade na eleição presidencial em convenção nacional na manhã desta terça-feira, 4, em Brasília. Com a decisão, o Republicanos frustra a tentativa do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, de obter o apoio da legenda, ampliar o seu tempo de TV e conseguir a indicação da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, à vice-presidência.

De acordo com o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, 17 diretórios estaduais votaram a favor da neutralidade Outros nove defenderam o apoio a Flávio, e um diretório votou pelo apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na ocasião, estavam presentes o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e a deputada Rosangela Gomes (Republicanos-RJ), membros da executiva nacional, e demais parlamentares.

Conforme mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, nos bastidores, houve avaliações de que a pré-candidatura de Flávio não tem demonstrado viabilidade diante dos últimos escândalos, sobretudo sobre a relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Há um temor de revelações nas próximas semanas e uma observação de que o pré-candidato do PL vem caindo nas pesquisas.

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