Política

ELEIÇÕES 2026

Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à presidência em evento em SP

Ainda sem vice anunciado, senador afirmou em discurso que promete "honrar o legado do pai" e fala em combater o terrorismo

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O senador Flávio Bolsonaro será confirmado candidato do PL à Presidência da República neste sábado, 25, em um evento com discursos da esposa Fernanda e do presidente da Argentina, Javier Milei, e uma fala do próprio Flávio de até 10 minutos.

A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, recém-conciliada com o enteado após protagonizar embate em junho, não deve comparecer ao evento, apesar dos apelos por sua presença no ato, mas aparecerá por meio de um vídeo de apoio.

Na manhã deste sábado, poucas horas antes do lançamento da candidatura, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo em suas redes sociais ao lado de Javier Milei. O encontro aconteceu no Palácio dos Bandeirantes e também teve as presenças do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito da capital paulista Ricardo Nunes (MDB).

No vídeo, Flávio e Milei se cumprimentam e o pré-candidato à presidência diz que o abraço também é em nome do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. "É uma pena que não pude ver seu pai, mas logo você voltará", diz Milei. O mandatário argentino deve acompanhar logo mais a oficialização da candidatura de Flávio ao Planalto, durante a Convenção Nacional do PL que acontece no estádio do Pacaembu, também em São Paulo.

Milei chama Flávio de "amigo" e faz referência à "Onda Azul", movimento em prol da eleição de presidentes de direita na América do Sul. "Nós sabemos pelo que estamos lutando", diz Milei. "E vamos combater o terrorismo juntos", complementa Flávio.

A convenção partidária do PL acontece no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Flávio chegou acompanhado de Milei. O presidente argentino receberá do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria do Estado.

Eduardo

O deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro, enviou um vídeo que foi exibido durante a convenção nacional do PL. No vídeo, Eduardo Bolsonaro disse que a eleição de Flávio significará a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro e a anistia aos presos pelos atos terroristas de 8 de janeiro.

Eduardo também diz que Flávio tem uma "missão" que é combater a esquerda e a criminalidade. "Não há mais tempo para ego ou qualquer outro tipo de situação", declarou.

O ex-deputado também disse que seu irmão está agora com "um alvo" na cabeça, assim como aconteceu com o presidente da Argentina, Javier Milei, e com outras lideranças de direita da América Latina. Ao final do vídeo, Eduardo diz que Milei "já está convidado" para a posse do seu irmão no ano que vem.

Tarcísio

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou que o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) irá honrar o legado de seu pai, Jair Bolsonaro, e terá compromisso com o Brasil. A declaração foi feita durante a Convenção Nacional do PL.

"Vamos eleger uma pessoa que vai honrar seu pai, que vai honrar o legado, que vai ter compromisso com o Brasil. A gente vai eleger", disse Tarcísio. "O Brasil não está perdido. O Brasil está esperando por nós.O Brasil está esperando por cada um de vocês, que vocês possam fazer a diferença", emendou.

O governador pontuou ainda que "dói" saber que o ex-presidente, Jair Bolsonaro, não pôde estar presente e que o País "está indo na direção errada", citando questões como endividamento das famílias, criminalidade e corrupção. Tarcísio também disse que quer lutar pela eleição de Flávio para poder ver o ex-presidente o visitando no Palácio do Planalto.

Segundo Tarcísio, Flávio tem visto "todo o sofrimento" de seu pai para poder fazer a diferença na eleição. "Tem visto o Bolsonaro lutar contra um sistema, o sistema corrupto", declarou

Conforme o governador paulista, o Brasil precisa de um presidente que "cuide das contas", da segurança pública e recupere o prestígio internacional que o País já teve. "E a solução está aqui, O time está aqui, escalado, com Flávio Bolsonaro, André do Prado, Guilherme Derrite e com Ricardo Nunes, que vai continuar ajudando esse povo maravilhoso da cidade de São Paulo", declarou ele, acrescentando que São Paulo é um estado próspero porque nunca foi governado pela esquerda.

Em seguida, o governador paulista também exaltou o trabalho do presidente da Argentina, Javier Milei, que também acompanhou a Convenção Nacional do PL. "Ele mostrou que há um caminho. Isso foi feito lá, pode ser feito aqui. Mas a gente precisa de pessoas com compromisso", disse Tarcísio, mencionando, por exemplo, o controle da inflação no país vizinho.

Ricardo Nunes

Durante a conveção, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes destacoua necessidade de uma "Onda Azul" nos Estados da Federação e no Senado, em referência ao movimento em prol da lideranças de direita na América do Sul.

"É importante que cada estado faça o seu trabalho para que nós tenhamos também uma onda azul de governadores. Sem deixar de esquecer, obviamente, da importância que é, os Deputados Federais, Estaduais e, principalmente, o Senado. Como o nosso campo, fazendo uma grande bancada no Senado, o jogo vai verdadeiramente mudar", disse Nunes. .

Nunes fez questão de exaltar a chapa dos candidatos do PL ao Senado, composta por Guilherme Derrite e André do Prado, e pediu união entre os candidatos de direita. "Aqui em São Paulo, no Senado é Guilherme Derrite e André do Prado e acabou. Quem for contra está traindo a decisão de Jair Bolsonaro. É preciso ter essa consciência e união"" disse Nunes. Além de Derrite e Prado, o campo da direita deve ter o nome de Ricardo Salles (Novo) como outro postulante ao Senado.

Ao criticar a gestão do atual presidente Lula (PT), Nunes chamou a atenção para a fragilidade fiscal sobre a qual o País se encontra, segundo ele. "Nós estamos numa situação muito crítica do ponto de vista da irresponsabilidade fiscal. A irresponsabilidade que esse governo Lula vem implementando no Brasil, é algo que nós precisamos alertar. Nós vamos acabar entrando numa das maiores recessões da história do Brasil".

O prefeito da capital paulista também fez um aceso às mulheres e à ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro. "Michele, nós estamos juntos. Nós amamos você, e a gente vai junto ganhar essa batalha", declarou.

Saiba

Na noite da sexta-feira, 24, Flávio esteve no QG da campanha com dezenas de influenciadores, convidados para intensificar a mobilização digital pelo pré-candidato do PL. Depois, ele e a cúpula do partido foram jantar na casa de Duda Lima, marqueteiro da sigla.

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Pós-eleições

Mesmo após eleições, denúncias de assédio eleitoral continuam em MS

Ministério Público do Trabalho já recebeu 35 denúncias no Estado, mais que o triplo das registradas até o primeiro turno; ameaças de demissão, perseguições e represálias por escolhas políticas podem ser denunciadas

26/10/2026 18h06

Mesmo após o fim das eleições, Mato Grosso do Sul continua registrando denúncias de assédio eleitoral; MPT já contabiliza 35 casos denunciados no Estado.

Mesmo após o fim das eleições, Mato Grosso do Sul continua registrando denúncias de assédio eleitoral; MPT já contabiliza 35 casos denunciados no Estado. Foto: Divulgação TRE.

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O fim das eleições de 2026 não encerrou os relatos de assédio eleitoral em Mato Grosso do Sul. Mesmo após o segundo turno, realizado neste domingo (25), o Ministério Público do Trabalho (MPT-MS) continua recebendo denúncias de trabalhadores que sofreram ameaças, intimidações e outras formas de pressão relacionadas ao voto ou à preferência política.

Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (26), o Estado já contabiliza 35 denúncias de assédio eleitoral, número mais de três vezes superior aos 11 registros feitos até o primeiro turno, realizado em 4 de outubro.

A diferença representa 24 novas denúncias contabilizadas no período, um crescimento de aproximadamente 218%.

Os números demonstram que as denúncias não ficaram restritas à primeira etapa da disputa eleitoral. O levantamento, porém, não especifica quantas ocorrências foram registradas após a divulgação do resultado do segundo turno.

Em todo o Brasil, o Ministério Público do Trabalho recebeu 1.937 denúncias relacionadas a possíveis práticas de assédio eleitoral durante as eleições deste ano, incluindo situações de intimidação, constrangimento e pressão sobre trabalhadores em razão de suas escolhas políticas.

Entre as condutas que podem ser denunciadas estão ameaças de demissão, recusa de contratação e outras formas de retaliação motivadas pelo apoio a determinados candidatos ou partidos.

O MPT-MS esclarece que as denúncias podem envolver tanto episódios ocorridos durante a campanha quanto situações posteriores ao resultado das urnas, quando trabalhadores podem sofrer represálias por suas manifestações ou preferências políticas.

As práticas também não se limitam ao ambiente físico de trabalho. Mensagens enviadas por aplicativos, publicações em redes sociais e outras formas de comunicação digital podem ser utilizadas para ameaçar, intimidar ou constranger trabalhadores.

Trabalhador não pode ser punido por escolha política

A legislação brasileira assegura que o voto é livre e secreto, garantindo ao eleitor o direito de escolher seus representantes sem sofrer pressões ou interferências indevidas.

Isso significa que nenhum trabalhador é obrigado a revelar em quem votou, tampouco pode ser ameaçado, constrangido ou punido em razão de sua preferência política.

O assédio eleitoral pode ocorrer quando há tentativa de interferir na liberdade política de trabalhadores por meio de ameaças, intimidações ou outras práticas de constrangimento.

A procuradora-chefe do MPT-MS, Cândice Arosio, ressalta que o encerramento da votação não impede o registro de denúncias, inclusive quando as situações de pressão ou retaliação ocorrerem depois do resultado eleitoral.

“O encerramento das eleições não impede a apresentação de denúncias ao MPT-MS. O órgão mantém disponível seu canal on-line para receber relatos a qualquer momento, inclusive após o período eleitoral”, ressalta a procuradora.

A orientação também vale para trabalhadores que presenciaram situações de assédio, mesmo que não tenham sido diretamente atingidos.

Como denunciar assédio eleitoral em MS

Trabalhadores que sofreram ou testemunharam ameaças, constrangimentos e represálias relacionados ao voto podem procurar o Ministério Público do Trabalho para registrar uma denúncia.

O procedimento pode ser realizado de forma sigilosa, pela internet, por meio do canal oficial de denúncias do MPT-MS, disponível 24 horas por dia.

Além do atendimento on-line, a instituição mantém três unidades presenciais em Mato Grosso do Sul, localizadas nos seguintes endereços:

  • Campo Grande: Rua Dr. Paulo Machado, nº 120, Bairro Royal Park.

  • Dourados: Rua Ediberto Celestino de Oliveira, nº 2.605, Vila Planalto.

  • Três Lagoas: Rua Paranaíba, nº 1937, Jardim Colinos.

O atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Mesmo com o encerramento das eleições, o MPT-MS reforça que os canais permanecem disponíveis para receber denúncias de possíveis violações à liberdade política dos trabalhadores, inclusive quando as represálias ocorrerem após a divulgação dos resultados das urnas.

Reduto Eleitoral

Cidade mais lulista de MS deu 71% dos votos a Lula e 80% a Riedel

Em Japorã, município com maioria indígena, eleitorado garantiu votação expressiva ao presidente petista e ao governador do PP, que apoiou Flávio Bolsonaro na disputa nacional; entenda o contraste

26/10/2026 17h22

Japorã, no extremo sul de MS, deu 71% dos votos a Lula e quase 80% ao governador Eduardo Riedel nas eleições de 2026.

Japorã, no extremo sul de MS, deu 71% dos votos a Lula e quase 80% ao governador Eduardo Riedel nas eleições de 2026. Foto: Divulgação Prefeitura de Japorã .

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A cidade que proporcionalmente mais votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Mato Grosso do Sul também foi palco de uma das mais expressivas vitórias do governador Eduardo Riedel (PP) nas eleições de 2026.

Localizada no extremo sul do Estado, na fronteira com o Paraguai, Japorã deu 70,98% dos votos válidos ao petista na disputa presidencial e 79,74% ao governador, mesmo com os dois políticos integrando campos diferentes na eleição nacional.

O contraste chama atenção porque Riedel declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno realizado neste domingo (25).

Ainda assim, o município manteve uma ampla preferência pelo presidente, ao mesmo tempo em que garantiu ao governador uma vitória com quase 80% dos votos válidos no primeiro turno, disputado em 4 de outubro.

Conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 3.632 votos em Japorã, equivalentes a 70,98% dos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro conquistou 1.485 votos, ou 29,02%.

A diferença entre os dois candidatos chegou a 2.147 votos, consolidando o município como o maior reduto eleitoral do petista em Mato Grosso do Sul, em termos proporcionais.

Na disputa pelo Governo do Estado, o resultado foi ainda mais expressivo para Riedel. O governador recebeu 3.782 votos, correspondentes a 79,74% dos válidos. Seu principal adversário, Fábio Trad (PT), terminou com apenas 756 votos, ou 15,94%.

O resultado evidencia uma característica do eleitorado local: a preferência por Lula na eleição presidencial não se traduziu em apoio ao candidato do mesmo partido na corrida pelo governo estadual.

O comportamento também ficou evidente no primeiro turno, quando os moradores votaram simultaneamente para presidente e governador.

Na ocasião, Lula recebeu 67,26% dos votos válidos para a Presidência, enquanto Riedel conquistou 79,74% para o Governo de Mato Grosso do Sul.

Cidade contrariou a preferência da maioria de MS

O desempenho de Lula em Japorã contrasta com o resultado geral de Mato Grosso do Sul, onde Flávio Bolsonaro venceu o segundo turno com ampla vantagem.

No Estado, o candidato do PL recebeu 927.892 votos, equivalentes a 59,60% dos válidos. Lula, por sua vez, somou 628.973 votos, ou 40,40%.

Isso significa que a votação proporcional do presidente em Japorã ficou 30,58 pontos percentuais acima da média estadual, demonstrando uma diferença significativa entre a preferência dos eleitores do município e a tendência predominante no restante do território sul-mato-grossense.

Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, Lula venceu em apenas dez no segundo turno. Japorã liderou esse grupo com o maior percentual de votos destinados ao petista.

A preferência local também não representa um fenômeno isolado desta eleição.

Em 2022, quando Lula enfrentou Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, Japorã já havia registrado a maior votação proporcional do petista em Mato Grosso do Sul, com 71,52% dos votos válidos, equivalentes a 3.092 votos.

Na comparação com aquele pleito, o percentual de Lula apresentou uma pequena redução, de 0,54 ponto percentual. Entretanto, o número absoluto de votos aumentou, passando de 3.092 para 3.632.

Prefeito de Japorã apoiou Lula e Riedel

Um elemento importante para compreender o cenário político de Japorã está nas alianças construídas dentro do próprio município.

Durante a campanha eleitoral, o prefeito Vitor da Cunha Rosa, conhecido como Malaquias (PP), manifestou apoio tanto à reeleição de Lula quanto à continuidade de Eduardo Riedel no Governo do Estado.

Durante a campanha eleitoral, o prefeito de Japorã, Vitor da Cunha Rosa, conhecido como Malaquias (PP), declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do governador Eduardo Riedel (PP).

O posicionamento foi manifestado em reuniões com moradores e lideranças locais, incluindo representantes de comunidades indígenas, apesar de os dois candidatos pertencerem a campos políticos distintos na disputa nacional.

A articulação reuniu integrantes da administração municipal, vereadores e outras lideranças locais em torno de candidatos que não necessariamente pertenciam ao mesmo campo político nacional.

A posição adotada em Japorã contrastou com a orientação do próprio governador, que, após garantir a reeleição no primeiro turno, declarou publicamente apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.

Assim, enquanto Riedel trabalhava pela vitória do candidato do PL em Mato Grosso do Sul, lideranças políticas de Japorã defendiam simultaneamente a continuidade do governador e do presidente Lula.

Esse contexto ajuda a compreender como alianças municipais podem ultrapassar divisões partidárias observadas nas eleições nacionais, embora não seja possível atribuir o resultado das urnas exclusivamente à atuação dessas lideranças.

Município tem maioria da população indígena

Outro aspecto que diferencia Japorã de boa parte dos municípios sul-mato-grossenses é sua composição populacional.

Segundo o Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Japorã possui 8.148 habitantes, dos quais 4.710 se declararam indígenas, o equivalente a 57,81% da população.

O município abriga importantes comunidades indígenas, incluindo Porto Lindo e Yvy Katu, além de assentamentos rurais e propriedades ligadas à agricultura familiar.

A forte presença indígena faz de Japorã um dos municípios com maior proporção dessa população no país, característica relevante para compreender sua organização social e as demandas relacionadas à saúde, educação, infraestrutura e acesso à terra.

Lula venceu em dez cidades de MS

Além de Japorã, Lula também venceu em outros nove municípios de Mato Grosso do Sul no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

O petista conquistou a maioria dos votos válidos em Tacuru (62,19%), Paranhos (61,09%), Dois Irmãos do Buriti (60,30%), Miranda (58,71%), Vicentina (52,70%), Selvíria (51,72%), Itaquiraí (51,15%), Taquarussu (51,06%) e Corumbá (50,73%).

Ao todo, Lula venceu em dez dos 79 municípios sul-mato-grossenses, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) foi o mais votado nas outras 69 cidades. O resultado representa um avanço em relação ao primeiro turno, quando o presidente havia vencido em apenas seis municípios.

Corumbá, Itaquiraí, Selvíria e Taquarussu passaram a dar maioria ao petista na votação decisiva de domingo (25).

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