Política

AGENDA INTERNACIONAL

Lula se encontra com presidente português em agenda pós-COP

Presidente eleito também deve ter uma reunião com o primeiro-ministro do país

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O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou na tarde desta sexta-feira (14h, pelo horário de Brasília) com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, residência oficial em Lisboa.

O encontro foi registrado rapidamente pela imprensa brasileira e portuguesa, mas não houve, pelo menos por ora, coletiva de imprensa com ambos.

Também está previsto que Lula tenha uma reunião com o primeiro-ministro do país, António Costa, durante a noite (fim da tarde no Brasil).

Às 15h13 (horário de Brasília), a emissora CNN Brasil mostrou Lula e Rebelo saindo da reunião um do lado do outro. Ambos conversaram rapidamente, apertaram as mãos, deram "tapinhas" um nas costas do outro e deixaram o espaço juntos e acompanhados pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT).

Lula falou brevemente com a imprensa, mas a emissora não transmitiu a rápida conversa com os jornalistas que estavam no local.

O presidente eleito chegou a Portugal direto do Egito, onde participou nos últimos dias da conferência do clima da ONU, a COP27.

O petista foi elogiado pela imprensa internacional pelo discurso de combate às mudanças climáticas e à destruição ambiental, principalmente na Amazônia.

Já na capital portuguesa, um vídeo que circula nas redes sociais mostra o presidente eleito sendo cumprimentado por apoiadores na saída de um restaurante.

Segundo integrantes da campanha de Lula, a ida a Portugal e os acenos feitos à comunidade internacional durante a COP demonstram vontade de Lula de restabelecer laços fragilizados durante o governo Bolsonaro.

Eleições 2026

Trabalhador tem direito de sair do serviço para votar; confira a lei

Tentar impedir exercício do voto é crime eleitoral

24/10/2026 15h15

Eleitores em Campo Grande durante votação no último domingo (4)

Eleitores em Campo Grande durante votação no último domingo (4) Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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O eleitor que vai trabalhar no dia da eleição tem o direito de se ausentar do serviço para exercer o direito ao voto, sem prejuízo de salário. A regra está prevista no artigo 234 da  Lei eleitoral e em uma resolução complementar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 2026. 

As normas asseguram à pessoa que precisar trabalhar ou prestar serviço a terceiros no dia da eleição o direito de se ausentar pelo tempo necessário ao exercício do voto. O período de ausência precisa levar em conta o tempo gasto com o deslocamento para ir e voltar da seção eleitoral e o tempo na fila de votação, se houver.

A regra também vale para trabalhadores que não são obrigados a votar, como maiores de 70 anos e jovens entre 16 e 18 anos. Tentar impedir o exercício do voto é crime eleitoral, que pode ser punido com detenção de até 6 meses e pagamento de multa. 

O TSE orienta que, quem for trabalhar no próximo dia 25, combine de forma antecipada com o empregador um horário para ir até à sua seção.  

Voto em outro município

Caso o eleitor vote em uma cidade diferente daquela em que trabalha, ele tem direito a se ausentar do trabalho no dia da eleição e a falta não pode ser descontada do salário.    

Trabalhadores convocados para atuar como mesários também podem se ausentar do trabalho e têm direito a folgas dobradas em relação aos dias que ficou à disposição da Justiça Eleitoral. 

Assédio Eleitoral no Trabalho
Pressionar um trabalhador para votar ou deixar de votar em um determinado candidato é crime eleitoral que pode ser punido com reclusão e multa. Essa coação pode vir de chefes e superiores hierárquicos e vale para trabalhadores celetistas, terceirizados, estagiários e servidores. 

Ela ocorre, por exemplo, quando o chefe ameaça demitir o funcionário ou fechar a empresa caso um dos candidatos perca a eleição ou pede ao funcionário para gravar vídeo de apoio político. Coações sutis como promessas de vantagem para induzir o voto também são passíveis de punição. 

Quem sofrer assédio eleitoral pode fazer denúncia ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e aos ministérios Público do Trabalho (MPT) e Eleitoral (MPE). 

Eleições 2026

Saiba quais documentos são aceitos para votar neste domingo

Documentos oficiais podem ser usados mesmo que estejam vencidos

24/10/2026 14h00

Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

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Em todo o Brasil, 158 milhões de pessoas vão retornar às urnas neste domingo (25) para escolher quem será o chefe do Poder Executivo de 2027 a 2030. Além do cargo de presidente da República, em cinco estados e o Distrito Federal terão disputa para governador. Para ter direito a votar, o eleitor deve comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.  

São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital: 

  • e-Título (desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo) 
  • carteira de identidade 
  • identidade social 
  • passaporte 
  • carteira de categoria profissional reconhecida por lei 
  • certificado de reservista 
  • carteira de trabalho física 
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar. 

É possível votar sem o título de eleitor? 

Sim. Documentos oficiais com foto, físicos ou digitais, serão aceito para identificação.  

No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.  

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