Política

Pós eleições

PM diz que manifestação na Duque de Caxias não tem hora para acabar

Segundo a Polícia Militar, não há ordem para dispersão

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No terceiro dia de prostesto, bolsonaristas continuam a ocupar a Av. Duque de Caxias por não acreditarem no resultado das urnas, que democraticamente elegeram o petista Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo máximo da Nação. As eleições aconteceram no último domingo (30) e gerou revolta nos eleitores de Jair Bolsonaro (PL), que foi derrotado no pleito.

Na tarde deste feriado (02) na frente do Comando Militar do Oeste (CMO), pessoas vestidas de verde e amarelo, trio elétrico que contou com a presença do derrotado nas urnas, Beto Figueiró, que fez chapa com o Capitão Contar na disputa pelo governo do Estado e Sirlei Ratier, que se candidatou para deputada federal, mas também perdeu nas urnas, além de barracas com apoiadores do Bolsonaro fazendo churrasco e papéis que pediam uma intervenção federal, fecharam a frente do CMO. 

No trio elétrico parado em frente ao CMO, o produtor Cachopa, que atuou como um "mestre de cerimônias", usou o microfone para dizer que só saíram de lá quando "se resolver a batida do pênalti", em alusão a uma intervenção federal.

Trânsito

Sargento Omais, da Policia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS) disse que não consegue tem informação de até qual horário os bolsonaristas poderão ficar obstruindo a Av. Duque de Caxias enquanto protestam contra o resultado das urnas. "A princípio, enquanto não ferir um direito de ninguém e não incomodar as pessoas, o movimento continua autorizado", afirmou.

Questionado sobre quando o trânsito seria liberado, o sargento Segóvia, da PMMS, não soube informar por quanto tempo o trânsito ficará interrompido, disse que dependerá das pessoas que permanecerem se manifestando no local. "Vai ficar aí, não vai dispersar não", informou.

O Correio do Estado tentou entrevistar policiais de trânsito que estavam no local, porém se recusaram a dar entrevista e disseram que não tinham autorização para falarem com a imprensa.

Ao longo do trajeto é possível ver uma fila de veículos estacionados no canteiro central e em uma das faixas da avenia. Conforme diz o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o ato é categorizado como infração grave com multa é de R$ 195.23.

 

 

2ª vez

PGR rejeita nova proposta de delação de Vorcaro

É a segunda vez que o banqueiro tem acordo de colaboração negado

15/06/2026 18h34

Daniel Vorcaro

Daniel Vorcaro Foto: Divulgação

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou nesta segunda-feira (15) a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado pela Polícia Federal por fraudes no sistema financeiro do país.

A decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações.

Com a rejeição da PGR, a segunda tentativa de Vorcaro de assinar um acordo de colaboração está totalmente encerrada. No mês passado, a proposta foi negada pela primeira vez. 

Na semana passada, a Polícia Federal (PF) também rejeitou a segunda proposta. Os investigadores concluíram que o banqueiro não apresentou novidades em relação ao material que já foi apreendido e não assumiu que cometeu crimes.

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

O banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília.

Eleições

Relacionamento com a imprensa foi um dos problemas do governo Bolsonaro, diz Flávio

Flávio disse que a imprensa tem um papel importante na sociedade e que o trato com os veículos de comunicação durante o mandato do seu pai foi equivocado

15/06/2026 13h45

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República Andressa Anholete/Agência Senado

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O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, reconheceu que a relação do seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro com a imprensa foi um dos problemas da gestão como um todo. Ele acrescentou que pretende mudar essa dinâmica em um eventual mandato na presidência.

"Foi um dos problemas que eu identifico no governo do presidente Bolsonaro. O relacionamento com a imprensa, o preconceito muitas vezes de quem estava gerindo o orçamento para publicidade. Eu pretendo mudar isso. É um aprendizado numa coisa que eu acho que foi feita errada, que podemos fazer muito melhor, e assim será num possível governo meu", frisou.

Flávio disse que a imprensa tem um papel importante na sociedade e que o trato com os veículos de comunicação durante o mandato do seu pai, Jair Bolsonaro, foi equivocado.

"Eu dou um papel importante na imprensa que eu vou sempre respeitar, e sempre aplaudir. E o que depender de mim, vai ter sempre liberdade de imprensa, liberdade de expressão, independente de matérias que estejam construídas contra mim, ainda que acho que sejam injustas", salientou, durante o fórum Rumos do Brasil, organizado pela Veja, em São Paulo.

Na relação com os demais Poderes da República, Flávio disse que, "sem sombra de dúvidas", a relação será institucional. "Vamos respeitar o que está na Constituição, que prevê harmonia e independência entre os Poderes", afirmou.

Flávio ainda reiterou que tem independência e autonomia para fazer "o melhor governo que o Brasil já viu", porque não é investigado em absolutamente nada. "Eu não devo absolutamente nada para ninguém", afirmou.

'Tesouraço geral e suspensão da reforma tributaria por um ano'

O senador e pré-candidato à presidência voltou a afirmar que, caso seja eleito, fará a revogação de normas regulamentadoras, entre elas a reforma tributária.

"Vamos suspender a reforma tributária por pelo menos um ano, porque nós vamos fazer uma reforma tributária que, de verdade, simplifique todo esse aparato que nós temos de tributos do Brasil, mas que seja uma redução de carga tributária", disse durante participação no Veja Fórum.

Ele disse também que vai mudar o artigo legal que obriga o Executivo indicar de onde virá o recurso compensatório sempre que um imposto for reduzido.

"Você, sempre que você reduz um imposto, tem que dizer de onde você vai tirar, porque tem formas de você provar que quando você reduz um imposto de determinado setor, com o passar do tempo, a tendência é que a arrecadação aumente e não reduza como está acontecendo agora. A carga tributária é tão alta e ultrapassou a curva de Laffer há muito tempo", disse, emendando que a consequência vai ser inadimplência, sonegação e redução de arrecadação.

"Então, tendo essa consciência de responsabilidade fiscal e de dar o exemplo para aprovar PEC do fim da reeleição é uma coisa que eu pretendo fazer logo no início do mandato."

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