Política

Hospital São Julião

Pré-candidato a presidente, Augusto Cury participa de palestra solidária em Campo Grande

Com renda destinada ao Hospital São Julião, palestra propõe reflexão sobre os impactos da hiperconectividade e do excesso de informação na saúde mental

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O médico psiquiatra, escritor e agora pré-candidato à Presidência da República, Augusto Cury, estará em Campo Grande no próximo dia 15  para ministrar a palestra “Gestão da Emoção na Era da Intoxicação Digital”. Com ingressos entre R$ 150 e R$ 300, o evento será realizado às 19h, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês, com renda integral destinada ao Hospital São Julião.

A participação de Augusto Cury ocorre poucos dias após o Avante lançar oficialmente sua pré-candidatura à Presidência da República, evento realizado em Belo Horizonte, na última quinta-feira (7). Aos 67 anos, esta é a primeira vez que o autor entra na política partidária.

Reconhecido como um dos autores mais lidos do Brasil nas últimas décadas, Cury acumula mais de 40 milhões de livros vendidos, referência internacional em saúde emocional e inteligência emocional. Na palestra inédita em Campo Grande, o psiquiatra propõe uma reflexão sobre os impactos da hiperconectividade e do excesso de informação na saúde mental.

Com mais de 50 obras publicadas em 70 países, ele se tornou uma referência mundial em educação emocional e qualidade de vida.

Cury abordará temas como ansiedade, autocontrole emocional, construção da autoestima e os efeitos da chamada “intoxicação digital”. Segundo a organização, o encontro pretende oferecer ao público técnicas práticas para lidar com emoções de forma consciente em meio às pressões da vida contemporânea.

Conforme os organizadores, toda a arrecadação será revertida para fortalecer os atendimentos oferecidos pela entidade a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Política 

Ao anunciar a pré-candidatura presidencial, Augusto Cury afirmou que pretende defender propostas voltadas à geração de empregos e ao empreendedorismo.

Além dele, também já aparecem como pré-candidatos à presidência: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (Democracia Cristã), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (Unidade Popular).

Serviço

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"Companheiro"

Brasil ampliará parcerias com EUA sem abrir mão da soberania, diz Lula

Presidente se manifestou pelo X e Instagram neste sábado (9)

09/05/2026 17h30

Foto: Ricardo Stuckert / PR

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Em novas postagens nas redes sociais neste sábado (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ampliação de parcerias com os Estados Unidos e também ações de combate ao crime organizado.  

No microblog X, Lula enfatizou a importância da reunião para os dois países, da última quinta-feira (7), com o presidente Donald Trump.

Representantes das equipes dos dois governos estiveram presentes na ocasião.

"Vamos seguir em tratativas para ampliar nossas parcerias, fortalecendo sempre o caminho do diálogo sem abrir mão de nossa soberania", destacou Lula.

Ainda na postagem do X, Lula enfatizou as discussões sobre o comércio bilateral, negociações tarifárias, a cooperação no combate ao crime organizado e minerais críticos. "Eu saio muito satisfeito da reunião", disse em coletiva na ocasião. 

"Acho que o Presidente Trump também ficou otimista e eu espero que as coisas comecem a avançar".

"Estão convidados"

Já no Instagram, também neste sábado, Lula destacou que um tema debatido com Trump foi o combate ao crime organizado. "Temos uma extraordinária Polícia Federal e muita experiência no combate ao tráfico de drogas e de armas. Nossas aduanas já estão cooperando neste sentido", afirmou Lula.

Nessa mesma postagem, o presidente informou que levou aos norte-americanos que o país criou uma base na cidade de Manaus com a participação de representantes das polícias de países da América do Sul para combater o crime organizado, o tráfico de armas e drogas na fronteira brasileira. 

"Se os Estados Unidos quiserem participar conosco, estarão convidados", afirmou na rede social.

Lula reiterou a necessidade de destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções.

"Esta é outra frente de trabalho importante que estamos atuando, e que estamos dispostos a colaborar. E que integra o plano Brasil Contra o Crime Organizado, que vamos lançar na semana que vem".

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Suspensão

Moraes suspende aplicação da Lei da Dosimetria até decisão do STF

Ministro é relator de ações contra a legislação que tramitam na Corte

09/05/2026 15h00

Ministro do STF, Alexandre de Moraes

Ministro do STF, Alexandre de Moraes Divulgação

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu neste sábado (9) a aplicação da Lei da Dosimetria em pedidos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O ministro, que foi sorteado para ser relator de ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria, decidiu que a suspensão terá validade até que a Corte julgue as ações contrárias à legislação.

Moraes firmou o entendimento ao analisar o caso de Nara Faustino de Menezes, condenada por participação nos atos de 8 de janeiro e que queria a aplicação da Lei 15.402/2026 promulgada ontem (8), após o Congresso derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A legislação tornada válida pelos congressistas estabelece a redução das penas de condenados pelo 8 de janeiro.

Moraes argumentou que não poderia começar a julgar os pedidos de redução das penas com base na nova lei, uma vez que existem ações tramitando no STF que questionam a validade do texto.

A pena menor para os condenados é questionada por duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs): a 7966 e 7967, que foram ajuizadas na sexta-feira (8) pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação partidária PSOL-Rede.

“A superveniência de interposição de ação direta de inconstitucionalidade e, consequentemente a pendência de julgamento em controle concentrado de constitucionalidade, configura fato processual novo e relevante, que poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL”, escreveu.

O ministro determinou ainda que a execução penal deverá prosseguir integralmente, mantidas todas as medidas anteriormente determinadas.

Na sexta-feira, Moraes concedeu o prazo de cinco dias para que a Presidência da República e o Congresso Nacional se manifestem sobre a Lei da Dosimetria.

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