Política

CÂMARA DOS DEPUTADOS

Tereza é desfavorável à PEC da Blindagem; todos os senadores de MS vão votar contra

Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (Podemos) também se manifestaram desfavoráveis

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Senadora de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina (PP), se posicionou contra a PEC da Blindagem e foi na contramão dos bolsonaristas.

Grande parte de direitistas aprovam a proposta, mas, Tereza manifestou, nesta terça-feira (23), em suas redes sociais, que irá votar contra a proposta no Senado Federal.

Os outros senadores de MS, Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (Podemos) também se manifestaram desfavoráveis. Com isso, todos os senadores de Mato Grosso do Sul irão votar contra.

A votação passou pela Câmara dos Deputados na última terça-feira (16). Dos 513 deputados, 482 votaram, sendo 314 a favor do voto secreto e 168 contra o voto secreto. Veja como votou cada deputado federal de MS:

A FAVOR

  • Beto Pereira (PSDB)
  • Dagoberto Nogueira (PSDB)
  • Luiz Ovando (PP)
  • Marcos Pollon (PL)
  • Rodolfo Nogueira (PL)

CONTRA

  • Camila Jara (PT)
  • Vander Loubet (PT)
  • Geraldo Resende (PSDB)

Mais de 2/3 do Senado discorda e deve votar contra a proposta. Veja como cada senador da República diz que vai votar:

Votará contra:

  • Alessandro Vieira (MDB-SE)
  • Ana Paula Lobato (PDT-MA)
  • Augusta Brito (PT-CE)
  • Carlos Viana (Podemos-MG)
  • Chico Rodrigues (PSB-RR)
  • Cid Gomes (PSB-CE)
  • Cleitinho (Republicanos-MG)
  • Confúcio Moura (MDB-RO)
  • Damares Alves (Republicanos-DF)
  • Daniella Ribeiro (PP-PB)
  • Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Eduardo Girão (Novo-CE)
  • Eduardo Gomes (PL-TO)
  • Eliziane Gama (PSD-MA)
  • Fabiano Contarato (PT-ES)
  • Fernando Dueire (MDB-PE)
  • Fernando Farias (MDB-AL)
  • Flávio Arns (PSB-PR)
  • Humberto Costa (PT-PE)
  • Ivete da Silveira (MDB-SC)
  • Izalci Lucas (PL-DF)
  • Jaques Wagner (PT-BA)
  • Jayme Campos (União-MT)
  • Jorge Kajuru (PSB-GO)
  • Jussara Lima (PSD-PI)
  • Laércio Oliveira (PP-SE)
  • Leila Barros (PDT-DF)
  • Magno Malta (PL-ES)
  • Mara Gabrilli (PSD-SP)
  • Marcelo Castro (MDB-PI)
  • Margareth Buzetti (PP-MT)
  • Nelsinho Trad (PSD-MS)
  • Omar Aziz (PSD-AM)
  • Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
  • Otto Alencar (PSD-BA)
  • Paulo Paim (PT-RS)
  • Professora Dorinha Seabra (União-TO)
  • Randolfe Rodrigues (PT-AP)
  • Renan Calheiros (MDB-AL)
  • Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • Rogério Carvalho (PT-SE)
  • Sergio Moro (União-PR)
  • Sérgio Petecão (PSD-AC)
  • Soraya Thronicke (Podemos-MS)
  • Teresa Leitão (PT-PE)
  • Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
  • Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
  • Zenaide Maia (PSD-RN)

Votará a favor:

  • Carlos Portinho (PL-RJ)
  • Dr. Hiran(PP-RR)
  • Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  • Marcio Bittar (PL-AC)
  • Marcos do Val (Podemos-ES)
  • Marcos Rogério (PL-RO)

Indeciso:

  • Angelo Coronel (PSD-BA)
  • Beto Faro (PT-PA)
  • Esperidião Amin (PP-SC)
  • Plínio Valério (PSDB-AM)
  • Rogério Marinho (PL-RN)

Não respondeu:

  • Alan Rick (União-AC)
  • Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Davi Alcolumbre (União-AP)
  • Dra. Eudócia (PL-AL)
  • Efraim Filho (União-PB)
  • Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  • Giordano (MDB-SP)
  • Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
  • Irajá (PSD-TO)
  • Jader Barbalho (MDB-PA)
  • Jaime Bagattoli (PL-RO)
  • Jorge Seif (PL-SC)
  • Lucas Barreto (PSD-AP)
  • Mecias de Jesus (Republicanos-RR)
  • Romário (PL-RJ)
  • Styvenson Valentim (PSDB-RN)
  • Wellington Fagundes (PL-MT)
  • Weverton (PDT-MA)
  • Wilder Morais (PL-GO)
  • Zequinha Marinho (Podemos-PA)

Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), se mostrou desfavorável a PEC da Blindagem.

“Sou totalmente contra. Acho que [essa PEC] demorou para cair. Acho que nem deveria ter discussão da maneira como foi, extemporânea, fora de propósito. A decisão é do Congresso mas eu entendo que não cabe de maneira nenhuma como foi colocado o texto da PEC da blindagem”, disse o governador, na sexta-feira (19), durante coletiva de imprensa realizada na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS).

PEC DA BLINDAGEM

Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Blindagem, chamada de “PEC das Prerrogativas” pelos parlamentares, dificulta a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados.

A proposta retoma a necessidade de autorização da Câmara e do Senado para o Supremo Tribunal Federal (STF) processar criminalmente deputados e senadores. A votação do pedido de autorização será secreta.

A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados na noite de terça-feira (16) e ainda passará por votação no Senado Federal.

O autor da proposta é o deputado federal Celso Sabino (União-PA) e o relator é Cláudio Cajado (PP-BA).

A votação gerou grande repercussão nacional. A sociedade brasileira recebeu de forma negativa a aprovação da PEC pela Câmara.

Manifestação contra a PEC da Blindagem ocorreu na manhã deste domingo (21), às 8h, na esquina da avenida Afonso Pena com rua 14 de Julho, centro, em Campo Grande.

A manifestação pediu a queda da PEC e o fim da anistia, impunidade e blindagem a senadores e deputados.

Para saber a opinião da população de Mato Grosso do Sul a respeito da questão, o Correio do Estado, em parceira com o Instituto de Pesquisa Resultado (IPR), foi às ruas na Capital e em Aquidauana, Corumbá, Dourados, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Sidrolândia e Três Lagoas, no sábado e no domingo, quando ouviu 420 pessoas com 16 anos ou mais de idade.

Com margem de confiança de 95% e margem de erro de 4,8 percentuais para mais ou para menos, a pesquisa IPR/Correio do Estado apontou que 78,43% dos entrevistados discordaram da aprovação por parte dos deputados federais na PEC da Blindagem, enquanto 14,90% concordaram com a aprovação, 3,14% ficaram indiferentes e 3,53% não sabem ou não quiseram responder.

O levantamento realizado pelo IPR/Correio do Estado também quis saber se a população do Estado estava sabendo sobre a PEC da Blindagem e 60,71% falaram que sim, enquanto 38,10% disseram que não, e 1,19% não sabe ou não quis responder.

* Colaborou Daniel Pedra

Campo Grande

Após eleição anulada, Papy deve ser reeleito presidente da Câmara nesta quinta

Oficialização valida eleição realizada em julho de 2025

30/09/2026 15h45

Foto: Divulgação / Câmara Campo Grande

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O atual presidente, vereador Epaminondas Neto "Papy"  (PSDB) deve ser reconduzido à presidência da Câmara Municipal de Campo Grande nesta quinta-feira (1°), eleição que oficializará a mesma chapa escolhida na votação antecipada de julho de 2025, pleito suspenso judicialmente.  

No fim de fevereiro último, a 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos da capital sul-mato-grossense atendeu a uma Ação Popular e suspendeu os efeitos do pleito que havia reeleito Papy de forma unânime para o biênio 2027-2028. 

A base legal para a derrubada da eleição na capital repousa em um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que as eleições para o segundo biênio das casas legislativas devem ocorrer impreterivelmente a partir de outubro do ano anterior ao início do mandato correspondente. 

À época, o juiz Eduardo Lacerda Trevisan, acolheu integralmente o parecer do MPMS, argumentou que a escolha prematura da chapa, realizada em julho "feria a contemporaneidade do processo eleitoral, compromete a alternância de poder e prejudica a representatividade política da Casa". 

A nova votação ocorrerá após o juiz Eduardo Lacerda Trevisan fixar prazo de 30 dias para a Câmara comprovar a anulação do pleito anterior e a convocação de outra eleição.

Entendimento do STF

Em uma legislatura (período de quatro anos), as eleições para a mesa diretora das assembleias legislativas ocorrem a cada dois anos. De acordo com o entendimento da Corte, a eleição referente ao segundo biênio de cada legislatura somente pode ser realizada a partir do mês de outubro imediatamente anterior ao início do exercício do mandato.   

A periodicidade das eleições permite a avaliação do desempenho dos atuais ocupantes dos cargos antes da realização de novo pleito.

Esse precedente tem sido aplicado pelo STF em relação a outros estados, para declarar a inconstitucionalidade de eleições antecipadas ou simultâneas para o comando das assembleias legislativas no âmbito de uma mesma legislatura.   

Chapa 

Com isso, a oficialização deve seguir a seguinte estrutura. 

  • Lívio Leite (União Brasil) vice-presidência, atualmente exercida por André Salineiro (PL);
  • Ana Portela (PL) 2ª vice-presidência.
  • Neto Santos (Republicanos) 3ª  vice-presidencia;
  • Carlos Augusto Borges, Carlão (PSB) 1° secretário;
  • Luiza Ribeiro (PT), 2ª secretária;
  • Ronilço Guerreiro (Podemos), 3° secretário.

disputa acirrada

Lula tem 39% e Flávio soma 34% no 1º turno, aponta Indexa/Broadcast

Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula tem 43%, ante 42% de Flávio Bolsonaro, mesmos números da pesquisa anterior

30/09/2026 12h49

Na comparação com a pesquisa de 15 de setembro, Lula oscilou um ponto para cima e Flávio ficou estável

Na comparação com a pesquisa de 15 de setembro, Lula oscilou um ponto para cima e Flávio ficou estável

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, ante 34% do senador Flávio Bolsonaro (PL), mostra a pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quarta-feira, 30. Na comparação com a rodada anterior, de 15 de setembro, Lula oscilou um ponto para cima, de 38% para 39%, enquanto Flávio Bolsonaro manteve os 34%. Com isso, a distância entre os dois passou de quatro pontos porcentuais para cinco pontos porcentuais.

Esse é o terceiro levantamento fruto da parceria firmada entre o Estadão/Broadcast e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República.

O escritor Augusto Cury (Avante) oscilou de 6% para 4% e aparece numericamente empatado em terceiro lugar com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que mantém 4%. Na sequência, o influenciador Renan Santos (Missão) registra 3%, seguido pelo ex-governador Romeu Zema (Novo), com 1% - ambos estáveis ante a rodada anterior. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) aparecem com 0% cada.

A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 27 e 29 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00698/2026.

Com a oscilação para cima, Lula retoma o patamar registrado em agosto, enquanto Flávio Bolsonaro mantém os 34%. Em maio, início da série, o petista registrava 39%, chegou a 42% em junho e passou a 41% em julho, 39% em agosto e 38% em 15 de setembro. Flávio Bolsonaro marcou 30% em maio, 31% em junho e 30% em julho, antes de alcançar 34% em agosto e repetir o índice nas duas rodadas seguintes.

Empate técnico no 2º turno

Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula tem 43%, ante 42% de Flávio Bolsonaro, em empate técnico. Na comparação com a rodada anterior, de 15 de setembro, os dois se mantiveram estáveis.

A diferença entre os dois passou de cinco pontos porcentuais em agosto para um ponto porcentual em 15 de setembro. É a menor distância entre os dois na série apresentada pelo instituto, iniciada em maio. Naquele mês, o petista tinha 46%, ante 41% do adversário. A diferença foi de seis pontos porcentuais em junho e de sete pontos porcentuais em julho, antes de diminuir nas três rodadas seguintes.

Lula também aparece numericamente à frente nos outros quatro confrontos apresentados, mas os intervalos indicados pela pesquisa apontam empate técnico com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e com o escritor Augusto Cury (Avante). Contra Caiado, o presidente tem 43%, ante 40% do adversário. Em 15 de setembro, os porcentuais eram de 43% e 39%, respectivamente.

Na simulação contra Cury, Lula registra 41%, enquanto o adversário tem 39%, mesmos índices da rodada anterior. Já diante do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o petista marca 43% ante 36%. O petista oscilou dois pontos porcentuais para baixo ante a rodada anterior, enquanto Zema oscilou dois pontos para cima. No confronto com o influenciador Renan Santos (Missão), Lula tem 44%, contra 38%. Na rodada anterior, os índices eram de 45% para Lula e 35% para Santos.

No duelo entre Lula e Flávio, os resultados por sexo mostram posições invertidas: entre as mulheres, o presidente tem 45%, ante 40% do senador; entre os homens, Flávio registra 44%, e Lula, 39%.

No recorte regional, Lula alcança 53% no Nordeste, contra 36% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 47%, ante 36% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 56% para Flávio Bolsonaro e 29% para Lula. No Sudeste, o candidato do PL aparece com 43%, e o petista, com 39%. No Norte, Lula registra 47%, ante 38% do adversário.

Entre os católicos, Lula tem 46%, e Flávio, 38%. Entre os evangélicos, o senador marca 52%, ante 32% do presidente. No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 47%, contra 34% de Flávio. Entre os que recebem mais de cinco salários mínimos, o senador tem 48%, e Lula, 39%.

Entre jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 39% contra 46% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, ambos registram 42%.Entre pessoas com 45 a 59 anos, Lula tem 50% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro 37%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Lula tem 39% ante 45% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 35 a 44 anos, Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro 43%

Rejeição

O senador Flávio Bolsonaro tem a maior rejeição entre os candidatos à Presidência da República, com 51% dos eleitores dizendo que jamais votariam nele, mostra a pesquisa Indexa/Broadcast. O porcentual de rejeição ao senador carioca oscilou dois pontos porcentuais para cima ante a rodada anterior, de 15 de setembro, quando registrava 49% de rejeição.

O presidente Lula fica em segundo lugar, com 50% de rejeição entre os eleitores que dizem que jamais votariam nele, um ponto porcentual acima da rodada anterior. Entre os entrevistados, 36% afirmam que com certeza votariam em Lula, estável ante a rodada anterior. Outros 12% dizem que poderiam votar no presidente, contra 14% de 15 de setembro. A parcela que não o conhece o suficiente para opinar permaneceu em 1%.

No caso de Flávio, o porcentual dos que com certeza votariam nele se manteve em 33%, enquanto o grupo que poderia escolhê-lo permaneceu em 14%. Outros 1% afirmam que não o conhecem o suficiente para opinar, ante 3% da rodada anterior.

Somadas as parcelas dos que com certeza votariam e dos que poderiam votar, o potencial eleitoral de Lula é de 48%, enquanto o de Flávio chega a 47%.

Entre os demais nomes apresentados, o influenciador Renan Santos (Missão) tem 41% de rejeição; o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), 40%; o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), 36%; e o escritor Augusto Cury (Avante), 30%. Os porcentuais dos que dizem não conhecer esses candidatos o suficiente são de 23%, 22%, 18% e 33%, respectivamente.

Caiado tem potencial eleitoral de 42%, composto por 2% que com certeza votariam nele e 40% que poderiam fazê-lo. Cury soma 35%, Zema alcança 33% e Renan, 32%.

Temores

A pesquisa também perguntou o que os eleitores mais temem na disputa política atual. Um novo mandato de Lula foi citado por 40%, ante 38% na rodada anterior, enquanto a volta da família Bolsonaro ao poder foi mencionada por 39%, contra 36% anteriormente.

Outros 8% disseram temer as duas possibilidades, ante 10% de 15 de setembro, e 10% afirmaram não ter medo de nenhuma delas, estável ante a rodada anterior%. A parcela que não soube ou não opinou passou de 6% para 3%.

Questionados se Lula merece mais quatro anos de mandato, 54% dos entrevistados responderam que não, número estável ante a rodada anterior, enquanto 40% afirmam que o presidente merece continuar por mais quatro anos, contra 39% anteriormente. Outros 6% não sabem ou não opinaram ante 7% de 15 de setembro.

Entre os entrevistados, 38% afirmam escolher o voto para eleger o candidato que preferem, enquanto 22% dizem escolher o presidenciável para evitar que outro candidato seja eleito. Outros 32% afirmam escolher o candidato pelos dois motivos na mesma medida. 5% ainda não decidiram em quem votar, já 3% não sabem ou não opinaram.

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