Política

ELEIÇOES 2024

Veja quais foram os prefeitos eleitos nos 79 municípios de MS

No Estado, apenas Campo Grande têm segundo turno; PSDB foi o partido com mais prefeitos eleitos no Estado

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Neste domingo (6), eleitores foram às urnas para votarem em vereador e prefeito. As eleições foram realizadas das 7h às 16h, e a apuração começou logo após o encerramento da votação.

Em Mato Grosso do Sul, apenas Campo Grande têm disputa de segundo turno, enquanto nos demais 78 municípios a eleição municipal é sempre definida no primeiro turno.

Isto porque, para haver segundo turno nas eleições para prefeito só pode ocorrer em municípios com mais de 200 mil eleitores, o que só ocorre na Capital do Estado.

Em Campo Grande, a disputa será entre Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União Brasil), no dia 27 de outubro. 

Do total, foram 28 reeleitos para mais um mandato. O partido que mais elegeu prefeitos no Estado foi o PSDB, com 44 eleitos. Na sequência, o PP fez 17 prefeitos e o MDB elegeu 10. Nenhum candidato do PT foi eleito prefeito no Estado.

Veja os prefeitos eleitos em todos os municípios de Mato Grosso do Sul:

Água Clara

  • Gerolina (PSDB) - 74,82% - reeleita

Alcinópolis

  • Weliton Guimarães (PSDB) - 55,70%

Amambai

  • Sérgio Barbosa (MDB) - 52,63%

Anastácio

  • Cido (PSDB) - 48,41%

Anaurilândia

  • Professor Rafael (PP) - 52,12%

Angélica

  • Edinho Cassuci (PSDB) - 61,90% -  reeleito

Antônio João

  • Marcelo Pé (PSDB) - 67,19% -  reeleito

Aparecida do Taboado

  • José Natan (PP) - 78,06% -  reeleito

Aquidauana

  • Mauro do Atlantico (PSDB) - 59,59%

Aral Moreira

  • Dra Elaine (MDB) - 54,80%

Bandeirantes

  • Álvaro Urt (PSDB) - 38,45%

Bataguassu

  • Wanderleia Caravina (PSDB) - 75,81%

Batayporã

  • Germino Roz (PSDB) - 58,47% -  reeleito

Bela Vista

  • Gabriel Boccia (PP) - 51,78%

Bodoquena

  • Girleide (MDB) - 73,97%

Bonito

  • Josmail Rodrigues (PSDB) - 73,27% - reeleito

Brasilândia

  • Márcia Amaral (PSDB) - 61,30%

Caarapó

  • Professora Lurdes (PL) - 55,33%

Camapuã

  • Manoel Nery (PP) - 52,86% - reeleito

Campo Grande

  • 2º turno - Adriane Lopes (PP) 31,67% e Rose Modesto (União Brasil) 29,56%

Caracol

  • Neco Pagliosa (PSDB) - 57,88% - reeleito

Cassilândia

  • Rodrigo (PP) - 46,90%

Chapadão do Sul

  • Walter Schlatter (PP) - 66,41%

Corguinho

  • Barrinha (MDB) - 60,64%

Coronel Sapucaia

  • Niágara Kraievski (PP) - 42,10%

Corumbá

  • Dr. Gabriel (PSB) - 56,74%

Costa Rica

  • Delegado Cleverson (PP) - 62,81% - reeleito

Coxim

  • Edilson Magro (PP) - 62,15% - reeleito

Deodápolis

  • Jean da Saúde (PSDB) - 73,48%

Dois Irmãos do Buriti

  • Japão (MDB) - 68,82% - reeleito

Douradina

  • Nair Branti (PSD) - 53,96%

Dourados

  • Marçal Filho (PSDB) - 50,05%

Eldorado

  • Fabiana (PP) - 51,37%

Fátima do Sul

  • Wagner da Garagem (PSDB) - 51,78%

Figueirão

  • Juvenal Consolaro (PSDB) - 43,82% - reeleito

Glória de Dourados

  • Júlio Buguelo (PSD) - 58,18%

Guia Lopes da Laguna

  • Dr. Max (PL) - 52,69%

Iguatemi

  • Dr. Lídio (PSDB) - 61,81%

Inocência

  • Toninho da Cofapi (PP) - 70,27% - reeleito

Itaporã

  • Tiago Carbonaro (PP) - 57,10%

Itaquiraí

  • Thalles Tomazelli (PSDB) - 79,71% -  reeleito

Ivinhema

Japorã

  • Malaquias (PSDB) - 46,79%

Jaraguari

  • Claudião (PSDB) - 48,41%

Jardim

  • Guga (PSDB) - 50,07%

Jateí

  • Cileide Cabral (PSDB) - 50,05%

Juti

  • Gilson Cruz (PSDB) - 63,23% -reeleito

Ladário

  • Munir (PSDB) - 58,52%

Laguna Carapã

  • Itamar Bilibio (MDB) - 34,48%

Maracaju

  • Marcos Calderan  (PSDB) - 77,56% - reeleito

Miranda

  • Fabinho Florença (PSDB) - 60,43% - reeleito

Mundo Novo

  • Rosária (PSDB) - 53,18% 

Naviraí

  • Rodrigo Sacuno (PL) - 52,24%

Nioaque

  • André (PP) - 57,34%

Nova Alvorada do Sul

  • Paleari (PP) - 73,15%

Nova Andradina

  • Dr. Leandro (PSDB) - 47,00%

Novo Horizonte do Sul

  • Guga (PSDB) - 100% - reeleito

Paraíso das Águas

  • Ivan Xixi (PSDB) - 86,39%

Paranaíba

  • Maycol (PSDB) - 66,43% - reeleito

Paranhos

  • Heliomar Klabunde (MDB) - 50,98%

Pedro Gomes

  • Delegado Murilo (PL) - 48,34%

Ponta Porã

  • Eduardo Campos (PSDB) - 51,76% - reeleito

Porto Murtinho

  • Nelson Cintra (PSDB) - 56,40% - reeleito

Ribas do Rio Pardo

  • Roberson (PSDB) - 56,99%

Rio Brilhante

  • Lucas Foroni (MDB) - 83,66% - reeleito

Rio Negro

  • Henrique Ezoe (PSDB) - 84,58%

Rio Verde de Mato Grosso

  • Réus Fornari (PP) - 76,62% - reeleito

Rochedo

  • Arino (PSDB) - 49,00%

Santa Rita do Pardo

  • Dr. Lúcio Costa (PSDB) - 100%  - reeleito

São Gabriel do Oeste

Não há requisitos suficientes para atribuição de eleitos, pois o candidato com maior votação, Leocir Montagna (PSD), está com a candidatura "anulada sob júdice"

Selvíria

  • Jaime (PSDB) - 51,40%

Sete Quedas

  • Erlon Daneluz (PSDB) - 66,74%

Sidrolândia

  • Rodrigo Basso (PL) - 61,27%

Sonora

  • Clarice (MDB) - 59,93%

Tacuru

  • Rogério Torquetti (PSDB) - 100% - reeleito

Taquarussu

  • Clovis do Banco (PSDB) - 57,18% - reeleito

Terenos

  • Henrique (PSDB) - 53,69% - reeleito

Três Lagoas

  • Dr. Cassiano Maia (PSDB) - 68,61%

Vicentina

  • Cleber Dias (MDB) - 51,27%

SENADO FEDERAL

Senado deve votar hoje projeto relatado por Nelsinho Trad sobre marco legal de inteligência

Texto define normas para o funcionamento da atividade de inteligência e reforça mecanismos de controle e segurança jurídica

08/07/2026 13h45

O senador Nelsinho Trad disse que  a proposta fortalece a estrutura de inteligência do Estado e amplia sua contribuição para as ações de segurança pública

O senador Nelsinho Trad disse que a proposta fortalece a estrutura de inteligência do Estado e amplia sua contribuição para as ações de segurança pública Divulgação

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Mais de duas décadas após a criação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Senado Federal deve votar nesta quarta-feira (8) o Projeto de Lei 6.423/2025, que cria o primeiro marco legal para regulamentar de forma abrangente a atividade de inteligência no Brasil.

A proposta tem como relator o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI). O texto busca suprir uma lacuna existente desde a criação da Lei nº 9.883, de 1999, que instituiu o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e a Abin, mas não estabeleceu normas detalhadas sobre a atuação dos órgãos de inteligência, seus limites, instrumentos e formas de fiscalização.

Segundo Nelsinho Trad, a proposta fortalece a estrutura de inteligência do Estado e amplia sua contribuição para as ações de segurança pública.

"Todo projeto que contribua para tornar a segurança pública mais eficiente terá o apoio do nosso mandato", afirmou o senador.

O parlamentar também destacou que a regulamentação permitirá maior integração entre os órgãos responsáveis pela produção de informações estratégicas e as forças de segurança, ampliando a capacidade de enfrentamento ao crime organizado.

"O crime organizado passou a atuar de forma transnacional, movimenta recursos em escala internacional, utiliza tecnologia e desafia os modelos tradicionais de combate. O Estado precisa acompanhar essa evolução", declarou.

A votação ocorre em um momento de intensificação dos debates sobre segurança pública, impulsionados pelo avanço das organizações criminosas, pelas ameaças cibernéticas e pela crescente atuação de facções brasileiras além das fronteiras nacionais.

Principais mudanças

O substitutivo elaborado pelo relator incorporou parte das 49 emendas apresentadas por parlamentares e promove alterações em relação ao texto original. Entre os principais pontos estão:

proibição do uso da atividade de inteligência para fins políticos ou eleitorais;
vedação à produção de informações baseadas exclusivamente em convicções políticas, religiosas, filosóficas, ideológicas ou eleitorais;
retirada da exigência de armazenamento em massa de dados por provedores de internet;
necessidade de autorização judicial para medidas sigilosas de caráter excepcional;
criação de mecanismos de controle e rastreabilidade sobre o acesso às informações;
ampliação da segurança jurídica para os profissionais da área de inteligência;
inclusão do combate ao crime organizado entre as hipóteses que autorizam o emprego de técnicas especiais de inteligência.

Contribuições

Durante a tramitação, o relator analisou 49 emendas apresentadas por 14 senadores de diferentes partidos. Ao todo, 23 foram acolhidas integralmente e outras 10 parcialmente.

Para Nelsinho Trad, as alterações resultaram de um processo de diálogo entre diferentes correntes políticas, permitindo a construção de um texto que busca equilibrar o fortalecimento da inteligência estatal com a preservação das garantias individuais e da segurança jurídica.

O projeto chegou a ser incluído na pauta do Senado em abril, mas teve a votação adiada após solicitação do governo. Agora, a expectativa é de que a proposta seja apreciada pelo Plenário antes do recesso parlamentar.

CALENDÁRIO ELEITORAL

Principais legendas do Estado já definiram as datas para as convenções partidárias

Os atos políticos, entre o fim deste mês e o início de agosto, marcarão a homologação das candidaturas para o pleito deste ano

08/07/2026 08h00

Os principais partidos do Estado marcaram suas convenções para o fim deste mês e início de agosto

Os principais partidos do Estado marcaram suas convenções para o fim deste mês e início de agosto Arquivo

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As principais legendas e federações de Mato Grosso do Sul já definiram as datas das convenções estaduais que vão oficializar os candidatos para as eleições de 4 de outubro deste ano.

Os encontros ocorrerão entre os dias 27 deste mês e 5 de agosto, dentro do período estabelecido pelo calendário da Justiça Eleitoral, que autoriza a realização das convenções entre o dia 20 de julho e 5 de agosto.

As convenções representam uma das etapas mais importantes do processo eleitoral. É durante esses encontros que os partidos homologam os candidatos aos cargos de governador, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

O evento político confirma federações, aprova coligações para as eleições majoritárias, define estratégias de campanha e delibera sobre questões internas das legendas.

O calendário em Mato Grosso do Sul será aberto pelo PT, que realizará sua convenção estadual no dia 27, de acordo com o presidente estadual e pré-candidato a senador, deputado federal Vander Loubet.

Enquanto na sequência, no dia 31, será a vez do PSDB e da Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, promoverem seus encontros para oficializar candidaturas e definir a estratégia eleitoral.

Entretanto, a senadora Tereza Cristina, presidente estadual do PP, informou ao Correio do Estado que não bateu o martelo oficialmente para essa data, porque há uma articulação para que todos os partidos que vão apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) façam as convenções no mesmo dia.

Por enquanto, a data mais provável é o dia 1º de agosto, que já foi escolhida pelo ex-governador Reinaldo Azambuja, presidente estadual do PL e candidato a senador, e também acompanhada pelo MDB e pelo Republicanos, conforme o ex-governador André Puccinelli, pré-candidato a deputado estadual e presidente estadual de honra emedebista, e o deputado federal Beto Pereira, pré-candidato a reeleição e presidente estadual republicano.

O calendário será encerrado no dia 5 de agosto com a convenção estadual do Partido Novo, marcada para as 19h, em local ainda não definido pela direção estadual da legenda, como revelou o presidente estadual Guto Scarpanti.

Embora as articulações políticas ocorram desde o início do ano, será nas convenções que os partidos colocarão fim às especulações sobre candidaturas e composição de chapas.

Após a realização das convenções, os partidos terão até o dia 15 de agosto para solicitar o registro das candidaturas à Justiça Eleitoral.

Cada convenção deverá gerar uma ata com todas as deliberações, documento obrigatório para o processo de registro.

A Justiça Eleitoral analisará se os candidatos atendem aos requisitos previstos na Constituição e na legislação, como filiação partidária, domicílio eleitoral, regularidade dos direitos políticos e idade mínima para cada cargo.

Também será verificado o cumprimento da Lei da Ficha Limpa e da cota de gênero, que determina o mínimo de 30% e o máximo de 70% de candidaturas de cada sexo nas eleições proporcionais. Com a conclusão das convenções, a disputa eleitoral entrará oficialmente em sua fase pública.

A partir da homologação dos candidatos, os partidos concentrarão esforços na formação das chapas, organização dos palanques, definição das alianças e preparação da campanha eleitoral, que terá início após o registro das candidaturas, marcando o começo da corrida pelas eleições gerais deste ano em Mato Grosso do Sul.

*Saiba

As executivas estaduais dos principais partidos já definiram as seguintes datas: dia 27, PT; dia 31, PSDB e Federação União Progressista (PP e União Brasil); dia 1º de agosto, PL, MDB e Republicanos; e dia 5 de agosto, Novo.

No entanto, a executiva estadual da Federação União Progressista ainda avalia transferir a convenção para o dia 1º de agosto.

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