Cidades

Tragédia

Alvará de boate estava vencido desde agosto, diz bombeiro

Alvará de boate estava vencido desde agosto, diz bombeiro

G1

27/01/2013 - 13h21
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O alvará de funcionamento da boate Kiss, que pegou fogo na madrugada deste domingo (27) e deixou pelo menos 232 mortos, em Santa Maria (RS), estava vencido desde agosto do ano passado, segundo comandante do Corpo de Bombeiros da Região Central do Rio Grande do Sul, tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs. Ele disse que o documento serve para atestar as condições de prevenção e combate a incêndios. "Está vencido desde agosto. O alvará é necessário para o funcionamento da casa na sua normalidade", disse ao G1 o tenente-coronel.

Mais cedo, a Brigada Militar havia dito que eram 245 os mortos na tragédia, mas o número foi revisto no início da tarde. O resgate dos corpos no local da tragédia foi concluído no final da manhã. Outras 131 pessoas ficaram feridas e foram levadas para atendimento em hospitais da região.

Segundo informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30, depois que o vocalista da banda que se apresentava teria feito uma espécie de show pirotécnico, usando sinalizador. As faíscas teriam atingido a espuma do isolamento acústico no teto da boate e iniciado o fogo, que se espalhou em poucos minutos. O incêndio provocou pânico entre os presentes, e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência.

A polícia e o Corpo de Bombeiros ainda trabalham no local em busca de mais informações sobre as circunstâncias da tragédia. Uma força-tarefa está sendo feita para identificar os corpos. Às 13 horas deste domingo, 229 corpos haviam sido colocados um ao lado do outro para a identificação, segundo a delegada Elisabeth Shimomura.

MATO GROSSO DO SUL

Confusão por dívida em prostíbulo termina com GCM na delegacia

Discussão por conta de bebidas alcoólicas evoluiu para agressões e ameaças com arma de pressão; proprietário e clientes recusaram representar criminalmente

02/07/2026 12h00

O caso foi registrado na Depac-Cepol

O caso foi registrado na Depac-Cepol Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A cobrança de uma dívida de aproximadamente R$ 1,2 mil em uma casa de massagens terminou em confusão, agressões e ameaça com uma arma de pressão na madrugada desta quinta-feira (2), em Campo Grande. Entre os envolvidos está um guarda civil metropolitano, que foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol) juntamente com os demais participantes da ocorrência.

Segundo o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender uma denúncia de vias de fato em um estabelecimento que funciona como casa de massagens. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os envolvidos com os ânimos exaltados e precisaram solicitar apoio de outras viaturas, incluindo uma equipe da Força Tática, para controlar a situação.

De acordo com a proprietária do estabelecimento, um grupo formado por cinco homens consumiu bebidas alcoólicas e contratou serviços das profissionais da casa. Ela afirmou que três clientes deixaram o local antes do fechamento da conta e que um dos integrantes do grupo teria assumido a responsabilidade pelo pagamento de toda a despesa.

Ainda conforme o relato, no momento da cobrança o homem quitou apenas parte do valor devido, recusando-se a pagar o restante da conta, que incluía o consumo dos demais clientes. A divergência deu início a uma discussão que terminou em agressões físicas.

Durante o atendimento, a Polícia Militar recebeu a informação de que o proprietário do estabelecimento teria ameaçado os clientes utilizando uma arma de fogo. Em buscas no imóvel, os policiais localizaram no quintal uma arma de pressão movida a CO, com características semelhantes às de uma pistola.

Na delegacia, o casal proprietário apresentou uma versão diferente da confusão. Eles alegaram que dois clientes tentaram deixar o local sem quitar a dívida referente ao consumo de bebidas alcoólicas. Segundo o proprietário, ao impedir a saída da dupla, ele teria sido agredido com socos, sofrendo lesões no lábio, vermelhidão no pescoço e dores na região do abdômen.

O homem admitiu que, após as agressões, mordeu os dedos de um dos envolvidos durante a briga e, temendo por sua integridade física, pegou a arma de pressão e a apontou em direção aos clientes para afastá-los.

Já o guarda civil metropolitano negou ter assumido a responsabilidade pelo pagamento da conta coletiva e também negou qualquer agressão ao proprietário. Ele afirmou que pagou pelos serviços que contratou e por sua parte no consumo de bebidas, alegando ainda que se sentiu ameaçado ao ver o proprietário empunhando o que acreditava ser uma arma de fogo.

Outro cliente apresentou uma versão diferente da do guarda. Ele afirmou que ambos chegaram juntos ao estabelecimento e que o amigo havia informado que pagaria também sua parte da conta referente às bebidas.

Os policiais constataram que um dos clientes apresentava lesões nos dedos provocadas por mordidas, enquanto o proprietário possuía ferimentos leves compatíveis com as agressões que alegou ter sofrido. Os dois receberam requisições para exame de corpo de delito.

Apesar das acusações mútuas, todos os envolvidos informaram à Polícia Civil que não desejavam representar criminalmente uns contra os outros. Eles foram liberados após assinarem termo de compromisso para comparecimento em juízo, e o caso seguirá sob apuração da Polícia Civil. O registro também informa que o guarda civil não se identificou como agente de segurança durante a confusão e não portava arma de fogo no momento da ocorrência.

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ACIDENTE FATAL

Caminhoneiro morre após capotamento de veículo na BR-267

O homem ficou preso às ferragens do veículo e morreu no momento do tombamento

02/07/2026 11h45

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Um homem morreu na madrugada desta quinta-feira (2) devido ao tombamento do caminhão que ele conduzia na BR-267, no município de Bataguassu próximo ao quilômetro 51, a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande.

O veículo estava carregado de batatas e ficou à margem da rodovia em uma área de vegetação após o capotamento. Apesar do tombamento, a carga não ficou espalhada na via e não foi necessário interdita-lá.

Foto: Reprodução redes sociais

O condutor era Rogério Cabral, também conhecido como "Magrão", e era de Dourados. Segundo informações de jornais locais, ele teria ido ao estado de São Paulo carregar o caminhão e dirigia sentido SP-MS, em retorno ao município de origem.

A vítima estava sozinha no momento e após o capotamento do veículo ficou presa as ferragens. As equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Perícia Técnica estiveram no local para realizar os procedimentos.

A equipe de guincho do município de Bataguassu também esteve no local para realizar a remoção do veículo e carga. Rogério Cabral morreu ainda no local com o impacto e seu irmão que estava no mesmo trajeto, chegou logo atrás e se deparou com o acidente.

A dinâmica do acidente ainda está sendo investigada e ainda não se sabe o que causou o tombamento.

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