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ENSINO REMOTO

Aulas continuam suspensas até setembro no Estado

Governo prorrogou suspensão de aulas presenciais para até 7 de setembro
28/07/2020 10:33 - Glaucea Vaccari


Aulas presenciais nas escolas da Rede Estadual de Ensino não irão retornar pelo menos até o dia 7 de setembro, em Mato Grosso do Sul.

Decreto publicado hoje no Diário Oficial do Estado prorroga a suspensão das aulas por mais 40 dias, devido a pandemia do coronavírus.

As aulas presenciais da Rede Estadual estão suspensas desde o dia 23 de março deste ano por um decreto do governo. 

A rede estadual tem 210 mil estudantes, que permanecerão com as aulas remotas via internet e materiais disponibilizado pelas escolas. 

As escolas continuam funcionando em regime de escala para manutenção de atividades essenciais, como distribuição de materiais impressos para estudantes que não tem acesso a internet, além de atendimento à comunidade escolar com datas e horários agendados.  

Além das atividades à distância, também há transmissões de conteúdos por meio da televisão aberta, canal do Youtube e Facebook da Secretaria de Educação.

Na publicação, governo recomenda que as redes pública e privada de ensino também prorroguem a suspensão de aulas presenciais pelo mesmo período.

 
 

Biossegurança

Secretaria de Estado de Educação (SED) está preparando plano de biossegurança para quando houver o retorno das aulas presencias. 

Plano está em fase de finalização e estabelece que em escolas com grande número de turmas deverá haver escalonamento para as aulas presenciais, ou seja, os estudantes não deverão ir todos os dias para as unidades, evitando aglomerações.

As aulas com muitos alunos também serão desmembradas, para respeitar o distanciamento social entre os estudantes. 

O Estado também montou um comitê para avaliar o planejamento de retorno, que usa informações do avanço da pandemia fornecidas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.